As prisões aconteceram após a ferramenta identificar e confirmar a presença de três homens com pendências judiciais. Um deles, de 30 anos, tinha mandado de prisão expedido pela comarca do Recife. Outro, de 34 anos, era procurado pela Vara Criminal da Comarca de São Lourenço da Mata. Já o terceiro, de 51 anos, possuía mandado de prisão expedido pela comarca de Sirinhaém, na Mata Sul do Estado. Após a confirmação das identidades, equipes policiais realizaram as abordagens e conduziram os imputados ao sistema prisional pernambucano.
O episódio reforça o papel crescente da tecnologia no planejamento e execução das operações de segurança pública em grandes eventos. Segundo a SDS-PE, o reconhecimento facial tem se consolidado como uma ferramenta fundamental no combate à criminalidade, especialmente em locais de grande concentração de pessoas, onde a identificação visual tradicional se torna mais complexa.
Além dessa tecnologia, a Operação Réveillon contou com um amplo aparato de segurança. Drones, plataformas elevadas de observação e helicópteros do Grupamento Tático Aéreo (GTA) foram utilizados para monitoramento em tempo real das áreas de maior fluxo. O trabalho aéreo e tecnológico foi integrado à atuação em solo das forças de segurança, garantindo resposta rápida a qualquer ocorrência.
Ao todo, 4.538 postos de trabalho foram mobilizados durante todo o período festivo, reunindo homens e mulheres das polícias e demais órgãos estaduais de segurança. A operação, encerrada na quinta-feira (1º), teve como foco principal assegurar tranquilidade à população e aos turistas, aliando presença ostensiva, inteligência policial e recursos tecnológicos de ponta.
O resultado das prisões durante os festejos evidencia que, além de celebrar, Pernambuco também investe em inovação para fortalecer a segurança pública e retirar de circulação indivíduos que tentavam se misturar à festa para escapar da Justiça.
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