quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
“TECNOLOGIA É ENCURTAR DISTÂNCIAS E APROXIMAR PESSOAS”, ENFATIZOU A GOVERNADORA RAQUEL LYRA DURANTE LANÇAMENTO DO PE.GOV
HOSPITAL REGIONAL DOM MOURA INAUGURA NOVO APARELHO DE RAIO-X E AMPLIA QUALIDADE DOS DIAGNÓSTICOS
Somente em 2025, o setor de radiologia do HRDM já realizou 61.261 exames, número que reforça a importância do serviço para a rede de saúde da região. Com a implantação da nova máquina, a expectativa é otimizar o fluxo de atendimentos, reduzir o tempo de espera e oferecer mais agilidade no suporte às equipes médicas.
Segundo o diretor do Hospital Regional Dom Moura, Walter Mendonça, a entrega do novo equipamento é resultado dos investimentos e do compromisso do Governo do Estado com a saúde pública. “Esse novo aparelho de Raio-X é fruto dos esforços do Governo do Estado em fortalecer a rede hospitalar e garantir melhores condições de atendimento à população. Trata-se de um investimento que reflete diretamente na qualidade do diagnóstico, na segurança do paciente e no trabalho das nossas equipes” , destacou.
O coordenador do setor de radiologia, Manoel Lima, ressaltou os ganhos operacionais com a chegada do novo equipamento. “A nova máquina traz mais agilidade e eficiência para o serviço. Além da melhoria na qualidade das imagens, ela contribui para um atendimento mais rápido e organizado, beneficiando tanto os profissionais quanto os pacientes” , afirmou.
ARCOVERDE ABRE HOJE SEU CARNAVAL 2026 COM PROGRAMAÇÃO IMPACTANTE E FORÇA CULTURAL
ARCOVERDE, PE – Começa nesta quinta-feira (05) o “Nosso Carnaval 2026”, uma das festas mais esperadas do calendário cultural do interior pernambucano. A programação foi anunciada oficialmente pela Prefeitura de Arcoverde e engloba quatro dias de apresentações musicais gratuitas que prometem atrair público de toda a região e aquecer a economia local.
PROGRAMAÇÃO OFICIAL: QUATRO DIAS DE ALEGRIA
A folia será realizada entre os dias 05 e 08 de fevereiro no Pátio de Eventos, com entrada gratuita para o público. A grade combina ritmos como forró, axé, pagode e samba — oferecendo diversidade musical e opções para diferentes gostos.
📍 05/02 – QUINTA-FEIRA
• André Marreta
• Trio da Huanna
📍 06/02 – SEXTA-FEIRA
• Marrom Brasileiro
• Durval Lelys
📍 07/02 – SÁBADO
• Alcymar Monteiro
• Dilsinho
• Banda Versão Brasileira
📍 08/02 – DOMINGO
• Almir Rouche
• Fundo de Quintal
A expectativa da organização é de que a diversidade multicultural da programação renda momentos marcantes de festa, animação e encontro entre gerações.
CARNAVAL COMEÇOU ANTES COM O BAILE MUNICIPAL
Antes do início oficial da programação de shows, Arcoverde já viveu a energia carnavalesca com o 18º Baile Municipal, uma tradição que marcou o primeiro impulso da folia no último dia 31 de janeiro no Esporte Clube Municipal.
O baile combinou ritmos como samba, frevo e música popular, reunindo foliões fantasiados e tradicionais do concurso de fantasias, reafirmando o papel cultural dessa noite como patrimônio do carnaval local.
O prefeito Zeca Cavalcanti destacou o simbolismo do evento e a importância de manter viva essa tradição. Segundo ele, o Baile Municipal representa o início de uma festa organizada, culturalmente rica e que une a população em celebração.
ORGANIZAÇÃO, INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE
A Prefeitura de Arcoverde organizou o Carnaval com atenção especial à inclusão social e à infraestrutura do evento. Um Espaço de Acessibilidade será disponibilizado durante os quatro dias de festa para garantir mais conforto e segurança a pessoas com deficiência, idosos ou quem necessite de apoio durante a folia — com vagas limitadas por dia e inscrição prévia.
Além disso, a gestão municipal firmou que não haverá cobrança de taxas para comerciantes, barraqueiros e ambulantes, incentivando a economia local e apoiando empreendedores informais durante o evento.
AVALIAÇÃO DA GESTÃO E IMPACTOS ESPERADOS
Para o prefeito Zeca Cavalcanti, o Carnaval de Arcoverde vai além da diversão. Em entrevistas realizadas nos últimos dias, ele destacou que o evento é uma oportunidade de fortalecer a identidade cultural, gerar emprego e renda e projetar Arcoverde como um destino turístico de destaque no interior de Pernambuco.
Cavalcanti reforçou que todo o plano foi pensado com responsabilidade, segurança e respeito às famílias, com uma operação especial envolvendo organização dos espaços e apoio aos serviços essenciais.
“É uma festa feita para o povo, para as famílias e para quem ama cultura, música e tradição”, afirmou o prefeito em entrevista recente.
CULTURA, TRADIÇÃO E MEMÓRIA
Além dos shows e da grandiosidade da festa, a Prefeitura anunciou os homenageados do Carnaval 2026 — personalidades e manifestações culturais que contribuíram para a formação da identidade carnavalesca do município, reforçando o compromisso de valorizar as tradições locais.
O Carnaval de Arcoverde, que começa oficialmente hoje, chega com toda a sua história, energia e expectativa de movimentar milhares de pessoas até o domingo, consolidando a cidade como um dos principais polos de festa e cultura do Sertão do Moxotó.
TERCEIRO PALANQUE PARA LULA GANHA FORÇA EM PERNAMBUCO COM PDT ARTICULANDO CHAPA MAJORITÁRIA
No centro dessa construção está a possibilidade de Marília Arraes entrar na corrida pelo Senado em uma candidatura considerada fora dos dois blocos principais, repetindo um movimento histórico que remete a 2002, quando Carlos Wilson disputou de forma avulsa. A estratégia colocaria Marília em uma posição singular no tabuleiro político: sem integrar formalmente uma das grandes coligações, mas com forte densidade eleitoral e recall junto ao eleitorado pernambucano.
De acordo com o desenho que vem sendo discutido, o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, surgiria como nome do grupo para a disputa ao Governo do Estado. A entrada de um perfil ligado à academia é vista por aliados como uma tentativa de apresentar uma candidatura com discurso técnico, institucional e de diálogo, buscando atrair setores que defendem uma gestão menos polarizada e mais voltada à capacidade administrativa.
A composição proporcional também chama atenção. Os deputados Túlio Gadelha e Wolney Queiroz apareceriam como apostas do grupo para a Câmara Federal, reforçando a ideia de um palanque competitivo não apenas na majoritária, mas também com musculatura eleitoral na disputa por vagas em Brasília. A presença de nomes já conhecidos do eleitorado serviria para dar sustentação política e capilaridade à chapa.
No caso de Marília Arraes, o desafio seria duplo. Apontada como líder nas pesquisas de intenção de voto para o Senado, ela teria um período decisivo de cerca de 45 dias de campanha mais intensa para se manter entre as duas primeiras colocações e confirmar o favoritismo nas urnas. A estratégia passaria por consolidar sua base no interior e manter a força na Região Metropolitana do Recife, onde tradicionalmente registra bom desempenho.
A construção de um terceiro palanque lulista em Pernambuco expõe, ao mesmo tempo, a força do presidente no Estado e as dificuldades de acomodar todos os aliados em um único projeto. Caso se confirme, o movimento liderado pelo PDT poderá transformar a eleição pernambucana em uma das mais fragmentadas e imprevisíveis do país, com três campos buscando se apresentar como os legítimos herdeiros do capital político de Lula no Estado.
SUAPE ACELERA REVOLUÇÃO ENERGÉTICA E CAMINHA PARA TER METADE DO CONSUMO ABASTECIDO POR FONTES LIMPAS
Atualmente, 35,95% de toda a energia consumida por Suape já tem origem em fontes renováveis. O número não representa apenas um indicador técnico, mas traduz uma política institucional que combina responsabilidade ambiental, inovação tecnológica e planejamento de longo prazo. A meta é reduzir emissões, modernizar a infraestrutura portuária e preparar o complexo para atender às novas demandas globais por operações mais sustentáveis.
A energia renovável já está presente em áreas consideradas de alta demanda dentro do complexo. O Centro Administrativo, os Cais 1, 4 e 5, o Pátio Público de Veículos e o Prédio da Autoridade Portuária operam com abastecimento de fontes limpas. São setores que concentram atividades estratégicas e fluxo intenso de operações, o que amplia o impacto positivo da mudança na matriz energética. Juntas, essas unidades registram um consumo anual de aproximadamente 1,46 GWh. Para se ter dimensão do volume, isso equivale ao consumo mensal de cerca de 7.300 residências populares, considerando uma média de até 200 kWh por domicílio.
A transição energética em Suape não se limita apenas ao fornecimento de eletricidade. Ela está integrada a uma política ambiental mais ampla, que envolve preservação, reflorestamento e inovação. Um exemplo emblemático é o Viveiro Florestal de Suape, que funciona com abastecimento 100% solar. O espaço tem capacidade para produzir aproximadamente 450 mil mudas por ano e desempenha papel essencial nos projetos de recuperação ambiental e manutenção das áreas verdes do território do complexo.
Essa iniciativa ganha ainda mais relevância quando se observa a dimensão territorial de Suape. O complexo ocupa 17,3 mil hectares, dos quais 59% estão inseridos na Zona de Preservação Ecológica (ZPEC). Ou seja, mais da metade da área é destinada à conservação ambiental, o que reforça o desafio de conciliar crescimento industrial com proteção dos ecossistemas — um equilíbrio que vem sendo buscado por meio de ações estruturadas como a ampliação do uso de energia limpa.Paralelamente à mudança na matriz energética, Suape também investe em tecnologia para tornar o consumo mais inteligente. No Cais 5 e no Pátio Público de Veículos, foi implantado um sistema de iluminação automatizado que ajusta a intensidade da luz de acordo com a necessidade operacional de cada momento. A solução reduz desperdícios e deve gerar uma economia estimada de cerca de 60% no consumo de energia dessas áreas, mostrando que eficiência energética também passa por gestão e inovação.
Para o diretor-presidente de Suape, Armando Monteiro Bisneto, as ações representam mais do que melhorias operacionais. Elas consolidam um posicionamento institucional. Segundo ele, o complexo está alinhado às exigências de um novo modelo portuário, no qual sustentabilidade e competitividade caminham juntas. O Centro Administrativo, por exemplo, já opera com abastecimento totalmente proveniente de energia limpa, simbolizando essa virada de chave dentro da gestão do porto.
Ao combinar energia renovável, preservação ambiental e tecnologia de ponta, Suape constrói um modelo que vai além da infraestrutura tradicional e aponta para o futuro da atividade portuária. Em um cenário global cada vez mais pressionado por metas de descarbonização, o complexo pernambucano se antecipa, transforma desafios em oportunidades e reafirma seu papel como protagonista no desenvolvimento sustentável do Brasil.
PERNAMBUCO GARANTE MAIOR INVESTIMENTO DA HISTÓRIA NA ASSISTÊNCIA SOCIAL E NO COMBATE À FOME
REVIRAVOLTA NO CASO QUE CHOCOU O AGRESTE: DNA INOCENTA SUSPEITO E INVESTIGAÇÃO SOBRE MORTE DE IDOSA SEGUE SEM RESPOSTAS
O morador, residente na mesma comunidade onde a vítima vivia, havia sido detido no mesmo dia em que partes do corpo da idosa foram encontradas em uma área da cidade, o que gerou forte comoção popular e levantou suspeitas imediatas sobre sua possível ligação com o crime. A partir disso, a Polícia Civil recolheu material biológico para exames periciais, procedimento padrão em investigações dessa gravidade.
Com a conclusão do laudo, no entanto, a perícia foi categórica ao apontar que não houve qualquer compatibilidade genética entre o material coletado e os vestígios encontrados na cena do crime. A confirmação inocenta formalmente o homem, que passou a ser vítima de uma série de consequências provocadas por um julgamento precipitado.
Antes mesmo da divulgação do resultado do exame, a residência do suspeito foi alvo da revolta de moradores. O imóvel foi invadido, depredado e incendiado, resultando na perda total da casa e de todos os pertences. O episódio expõe o clima de tensão e indignação que tomou conta da cidade, mas também revela o risco de atos impulsivos baseados apenas em suspeitas.
Enquanto isso, o crime contra Maria Lins de Almeida continua envolto em mistério. Até o momento, o corpo da idosa ainda não foi localizado, o que amplia a angústia da família e aumenta a complexidade das investigações. A apuração segue sob responsabilidade da Delegacia de Lajedo, coordenada pelo delegado Cledinaldo Menezes, que mantém equipes empenhadas na coleta de novas informações e na busca por pistas que levem aos verdadeiros responsáveis.
A Polícia Civil reforça o apelo à população para que qualquer informação relevante seja repassada de forma anônima às autoridades. Detalhes que possam parecer pequenos podem ser decisivos para esclarecer o caso, localizar o corpo da vítima e identificar quem cometeu o crime.
O caso, que já provocou dor, revolta e injustiça, continua em aberto. Agora, com a exclusão do principal suspeito, a investigação entra em uma nova fase, marcada pela urgência de respostas e pela necessidade de que a justiça seja feita, tanto para a memória da vítima quanto para reparar os danos causados a um inocente.
RACHA NA DIREITA DE SANTA CATARINA PODE TRANSFORMAR SONHO DE CARLOS BOLSONARO EM PESADELO ELEITORAL
Nos corredores da política catarinense, a leitura é de que a saída de Carol não foi um movimento isolado nem meramente ideológico. Ela teria ocorrido em meio à pressão de lideranças nacionais do PL para impor, no estado, uma composição que inclui Carlos Bolsonaro e o ex-governador Esperidião Amin como candidatos ao Senado. A tentativa de “desenhar a chapa de cima para baixo” desagradou parte significativa da base conservadora local, que tradicionalmente valoriza nomes com raízes no estado e histórico político construído ali.
Amin, por sua vez, é tratado como peça já consolidada nesse quebra-cabeça. Ele é apontado como nome alinhado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, com apoio também de figuras influentes do Progressistas, como o senador Ciro Nogueira. Nos bastidores de Brasília, comenta-se que esse arranjo envolveria interesses estratégicos mais amplos, incluindo votações sensíveis no Congresso. Assim, a permanência de Amin na equação seria quase cláusula pétrea para esse grupo político.
É nesse cenário que a saída de Carol De Toni ganha peso. Dentro do PL catarinense, ela era vista como uma das principais puxadoras de voto e uma ponte entre o bolsonarismo nacional e o eleitorado conservador do estado. Sem ela, aliados avaliam que Carlos Bolsonaro perde justamente a base que poderia suavizar a resistência a um candidato “de fora”. Hoje, os nomes citados como apoiadores mais firmes de Carlos no estado são os deputados Jessé Lopes, Júlia Zanatta e Sargento Lima, mas há o reconhecimento de que isso pode ser insuficiente para sustentar uma candidatura majoritária competitiva.
Além da questão partidária, pesa o fator cultural e político. Santa Catarina tem histórico de eleger lideranças com forte identificação regional. A experiência recente com o senador Jorge Seif, também visto como alguém sem trajetória política tradicional no estado, gerou frustração em parte do eleitorado conservador. Esse desgaste, segundo analistas locais, acaba respingando em qualquer candidatura que pareça “importada”, especialmente quando vinculada diretamente ao sobrenome Bolsonaro.
Adversários já enxergam aí uma brecha. A avaliação que circula em rodas políticas é que uma candidatura de Carlos Bolsonaro poderia fragmentar o voto da direita e abrir espaço para que nomes do centro ou da esquerda cresçam. O ex-deputado Décio Lima, do PT, é frequentemente citado como alguém que poderia se beneficiar de um cenário em que o campo conservador vá dividido e com rejeições internas. Mesmo que não lidere a votação, poderia influenciar o resultado final ao favorecer uma composição menos alinhada ao bolsonarismo raiz.
Outro ponto comentado nos bastidores é o estilo do entorno de Carlos Bolsonaro. Há críticas de que a atuação de assessores e a forma de articulação política não estariam ajudando a reduzir resistências locais. Em política estadual, onde relações pessoais e articulações regionais têm peso enorme, qualquer sinal de distanciamento ou imposição vinda de fora tende a custar caro nas urnas.
Diante desse quadro, a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, que para alguns era tratada como estratégica para ampliar a presença da família no Congresso, começa a ser vista por parte da própria direita como um movimento de alto risco. Em vez de fortalecer o campo conservador, poderia acabar funcionando como fator de divisão — e, no limite, pavimentar a vitória de um adversário.
Nos próximos meses, as definições partidárias e as alianças estaduais vão mostrar se o projeto será mantido ou recalibrado. Por enquanto, o que se ouve com frequência entre lideranças políticas catarinenses é um alerta direto: insistir em nomes sem enraizamento local pode transformar uma candidatura pensada para ser símbolo de força em um empurrão involuntário para o outro lado do espectro político.