quinta-feira, 21 de maio de 2026
CAYO ALBINO CONSOLIDA SUA FORÇA EM BONITO E BUSCA VAGA NA ALEPE COM APOIO DO PREFEITO DR. RUY BARBOSA
UTI PEDIÁTRICA DO HRDM COMPLETA UM ANO FORTALECENDO A ASSISTÊNCIA INFANTIL NO AGRESTE
CHAPARRAL SE JUNTA A RAQUEL LYRA EM BRASÍLIA PARA DEFENDER POLO DE CONFECÇÕES E REFORÇA PESO DE SURUBIM NA ECONOMIA DO AGRESTE
Ao lado da esposa, a ex-prefeita de Casinhas e pré-candidata a deputada federal Juliana de Chaparral, Chaparral integrou o grupo de gestores municipais que levou ao debate os impactos econômicos que a nova taxação pode provocar sobre comerciantes, confeccionistas, pequenos empreendedores e trabalhadores ligados diretamente ao setor têxtil e de confecções, considerado um dos principais motores da economia do Agreste pernambucano.
A mobilização ocorreu durante a agenda institucional da governadora na capital federal, paralelamente à realização da XXVII Marcha dos Prefeitos, evento que concentra gestores de todo o país em Brasília. Durante o encontro, Raquel Lyra reforçou que o Governo de Pernambuco está acompanhando de perto os desdobramentos da medida e garantiu que novas discussões já estão sendo articuladas para ampliar o diálogo entre o Estado, os municípios e representantes do setor produtivo. A governadora anunciou, inclusive, uma nova reunião marcada para a próxima segunda-feira, no Recife, com foco na construção de estratégias conjuntas para proteger a economia regional e garantir competitividade ao Polo de Confecções.
Ao defender o fortalecimento do setor, Raquel destacou que o Polo representa uma das maiores cadeias produtivas do Nordeste e exerce papel decisivo na geração de empregos e renda em dezenas de municípios pernambucanos. Segundo ela, o momento exige união política e institucional para preservar a atividade econômica da região diante das mudanças tributárias e dos desafios impostos pelo mercado nacional e internacional.
Durante a reunião, o deputado estadual Edson Vieira ressaltou a importância da iniciativa promovida pelo Governo do Estado e enfatizou que o diálogo aberto com prefeitos e lideranças políticas é fundamental para encontrar soluções capazes de minimizar os impactos sobre o setor confeccionista. O parlamentar destacou que a escuta promovida pelo governo representa um passo importante para a construção de medidas articuladas em defesa do Agreste.
Representando Surubim, Cleber Chaparral chamou atenção para o papel estratégico do município dentro da cadeia produtiva do Polo de Confecções. O prefeito ressaltou que a economia local mantém forte ligação com a atividade têxtil e que milhares de famílias dependem diretamente do fortalecimento do comércio e da produção regional. Segundo ele, a união entre prefeitos, deputados e o Governo do Estado será fundamental para garantir proteção aos empreendedores e assegurar a continuidade da geração de empregos em toda a região.
A reunião também contou com a presença dos prefeitos Helinho Aragão, Sérgio Colin, Lúcio Silva, Padre Joselito, Lindonaldo da Farinha, Gena Lins e Rael Ferreira. O município de Brejo da Madre de Deus foi representado pelo vereador Roberto Asfora Filho.
Também participaram do encontro os secretários estaduais Túlio Vilaça e Pedro Neves, além dos deputados estaduais Joãozinho Tenório e Claudiano Filho, e do assessor especial do Governo de Pernambuco, André Teixeira.
A mobilização política em Brasília reforça o peso econômico e estratégico do Polo de Confecções do Agreste para Pernambuco. O setor movimenta bilhões de reais anualmente, sustenta milhares de empregos diretos e indiretos e mantém cidades inteiras dependentes da produção, comercialização e circulação das confecções produzidas na região. Diante das mudanças tributárias em debate no país, prefeitos e lideranças políticas intensificam articulações para evitar prejuízos à competitividade do Polo e assegurar a continuidade do crescimento econômico do Agreste pernambucano.
Informações do Blog Mais Casinhas
DÉBORA ALMEIDA PROTAGONIZA HOMENAGEM AOS 40 ANOS DO REI DAS COXINHAS E ENALTECE EMPREENDEDORISMO PERNAMBUCANO
TJPE DÁ RECADO DURO À CÂMARA DE CORRENTES E ENTERERRA TENTATIVA DE BARRAR FISCALIZAÇÃO DE VEREADOR
A decisão interlocutória foi assinada em 20 de abril de 2026 e desmonta, ponto por ponto, a tese sustentada pela presidência da Câmara de que um vereador não poderia fiscalizar atos do Executivo sem autorização prévia do plenário. O magistrado deixou claro que o entendimento adotado pela Câmara contraria frontalmente precedentes do Supremo Tribunal Federal e afronta o direito constitucional de acesso à informação.
O caso nasceu após Clayton Francisco Umbelino ingressar com Mandado de Segurança contra sucessivas negativas de acesso a informações públicas e restrições impostas ao exercício de sua atividade fiscalizatória. A Vara Única da Comarca de Correntes havia concedido liminar determinando que secretários municipais respondessem ofícios enviados pelo parlamentar e que a presidência da Câmara deixasse de exigir aprovação do plenário para que o vereador pudesse exercer fiscalização individual.
A reação da Câmara veio em forma de recurso, alegando decadência do direito do vereador e sustentando que a prerrogativa fiscalizatória pertenceria exclusivamente ao Legislativo enquanto órgão colegiado. Mas o TJPE rejeitou a tese logo de saída. O desembargador afirmou que não se tratava de um ato isolado ocorrido em março de 2025, mas de uma prática continuada que se renovava a cada negativa de informação ao parlamentar.
Na prática, a Corte enxergou que a orientação interna criada pela presidência da Câmara virou uma espécie de barreira permanente contra a atuação fiscalizatória do vereador. A decisão registra que ofícios enviados em julho, outubro, novembro e dezembro de 2025 deixaram de ser atendidos e culminaram numa negativa formal da Secretaria Municipal de Educação em 19 de janeiro de 2026, utilizando exatamente o mesmo argumento defendido pelo presidente da Câmara.
Foi justamente aí que o Judiciário endureceu o tom. O desembargador concluiu que a restrição não se esgotou em um pronunciamento político, mas se transformou em “diretriz normativa interna” para impedir o acesso do parlamentar às informações públicas. O entendimento foi suficiente para afastar a alegação de decadência e manter vivo o Mandado de Segurança protocolado em 05 de fevereiro de 2026.
A parte mais contundente da decisão aparece quando o TJPE enfrenta a principal tese da Câmara: a de que vereador individualmente não teria poder fiscalizatório sem autorização do plenário. O magistrado rebateu a argumentação utilizando o Tema 832 do Supremo Tribunal Federal, firmado no Recurso Extraordinário nº 865.401/MG, relatado pelo ministro Dias Toffoli. O precedente estabelece que o parlamentar, na condição de cidadão, possui direito pleno de acesso a informações públicas de interesse coletivo.
Em um dos trechos mais fortes da decisão, o desembargador destaca que o STF já deixou assentado que o vereador “não se despe da condição de cidadão” e que não pode ser tratado como “cidadão de segunda categoria”. A frase atinge diretamente a lógica defendida pelos agravantes, que tentavam limitar a atuação do parlamentar ao aval da maioria política da Câmara.
O TJPE também derrubou outro argumento central do recurso: a tentativa de diferenciar acesso documental de acesso físico a repartições públicas. A decisão reconhece que o vereador pode circular em áreas públicas de secretarias, escolas, unidades de saúde e obras municipais, sem necessidade de autorização prévia, desde que respeitadas áreas técnicas restritas e normas de segurança.
O tribunal fez questão de enfatizar que a liminar não liberou acesso irrestrito a ambientes sensíveis, como UTIs, salas cirúrgicas, áreas de isolamento ou salas de aula em atividade pedagógica. Ou seja, o Judiciário delimitou a fiscalização para impedir abusos, mas preservou o núcleo essencial do direito parlamentar.
Outro ponto que chamou atenção foi a crítica indireta ao uso do Regimento Interno da Câmara como ferramenta de bloqueio político. O desembargador afirmou que normas regimentais não podem se sobrepor ao direito fundamental de acesso à informação garantido pela Constituição Federal e pela Lei de Acesso à Informação.
A decisão ainda mergulha numa questão política sensível ao afirmar que impedir a fiscalização individual de vereadores, sobretudo em contextos onde o plenário é dominado pela base governista, pode esvaziar completamente o papel fiscalizador da oposição. O texto judicial sustenta que submeter toda fiscalização ao aval da maioria seria incompatível com o regime democrático e com o sistema constitucional de freios e contrapesos.
No fim, o TJPE rejeitou a preliminar de decadência e indeferiu o pedido de efeito suspensivo apresentado pela Câmara Municipal de Correntes e por seu presidente. Com isso, permanece válida a decisão que garante ao vereador Clayton Francisco Umbelino o direito de obter informações, fiscalizar e acessar repartições públicas municipais abertas ao público sem depender da autorização política do plenário.
RAQUEL REAGE BEM À PRESSÃO POLÍTICA, ARTICULA EM BRASÍLIA E GARANTE RETOMADA DA TRANSNORDESTINA APÓS DECISÃO DO TCU
O episódio rapidamente ganhou contornos eleitorais. Principal adversário político da governadora para 2026, o prefeito do Recife, João Campos, aproveitou o momento para tentar associar a paralisação ao Governo de Pernambuco. O socialista afirmou que faltavam prioridade, articulação política e liderança por parte da gestão estadual para conduzir um tema considerado estratégico para o desenvolvimento econômico pernambucano.
A fala do prefeito repercutiu entre aliados e adversários políticos, principalmente porque a Transnordestina é vista há décadas como uma das obras mais importantes para a infraestrutura logística do Nordeste. A ferrovia é considerada essencial para fortalecer o escoamento da produção do interior, ampliar a competitividade econômica do Estado e integrar Pernambuco aos grandes corredores nacionais de exportação.
Nos bastidores de Brasília, porém, o movimento do Palácio do Campo das Princesas foi rápido. Em vez de ampliar o embate político, Raquel intensificou a agenda institucional junto ao Governo Federal e iniciou uma série de articulações para destravar o projeto. A governadora ampliou o diálogo com ministérios, órgãos federais e representantes técnicos envolvidos na discussão da ferrovia, buscando evitar que a suspensão determinada pelo TCU se transformasse em uma interrupção definitiva das obras.
A atuação da chefe do Executivo estadual ganhou força justamente em um momento delicado, quando Pernambuco enfrentava também outra crise relevante: a falta de energia elétrica que atingiu municípios do Sertão do São Francisco na semana passada. Durante agenda em Brasília, Raquel se reuniu com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, para tratar dos impactos causados pelo problema energético e cobrar respostas rápidas para a população atingida.
Mais uma vez, o episódio foi explorado politicamente. João Campos utilizou as redes sociais para afirmar que Pernambuco não poderia perder recursos e investimentos por “falta de força política”. A declaração foi interpretada por aliados da governadora como uma tentativa de ampliar o desgaste da gestão estadual em meio às dificuldades enfrentadas no Sertão.
A reação do Governo de Pernambuco, no entanto, veio em ritmo acelerado. Além da retomada das tratativas sobre a Transnordestina, Raquel também conseguiu avanços nas discussões relacionadas ao perímetro irrigado de Itaparica, tema considerado sensível para a economia sertaneja e para milhares de famílias que dependem da agricultura irrigada na região.
Nos bastidores políticos, integrantes do governo avaliam que a rápida resposta institucional evitou que o caso se transformasse em uma crise de maiores proporções. A avaliação entre aliados é de que a governadora conseguiu mudar o eixo da discussão ao apresentar resultados concretos em Brasília em um curto espaço de tempo.
A movimentação também reforçou um dos pontos que vêm sendo trabalhados politicamente pelo Palácio do Campo das Princesas: a capacidade de interlocução nacional de Raquel Lyra junto ao Governo Federal, mesmo em um cenário político marcado por diferenças partidárias e disputas locais intensas.
Com a retomada das obras da Transnordestina entrando novamente no radar das prioridades federais, o debate deixa de ser apenas administrativo e passa a ter forte peso político para os próximos anos. A ferrovia se tornou símbolo de disputa narrativa entre governo e oposição, principalmente porque envolve desenvolvimento regional, geração de empregos, logística e investimentos estruturadores para Pernambuco.
Enquanto aliados de João Campos insistem no discurso de que faltou protagonismo inicial do Governo do Estado, o grupo político da governadora aposta justamente no desfecho das articulações em Brasília para demonstrar capacidade de reação, influência institucional e habilidade política diante de temas considerados estratégicos para Pernambuco.
MICHELLE BOLSONARO SURPREENDE AO CHAMAR ALEXANDRE DE MORAES DE “IRMÃO EM CRISTO” E GERA INCÔMODO ENTRE BOLSONARISTAS
A fala de Michelle pegou de surpresa parte da militância bolsonarista, especialmente porque Alexandre de Moraes se tornou um dos principais alvos políticos e jurídicos do grupo ligado ao ex-presidente nos últimos anos. Em tom descontraído e religioso, Michelle associou uma possível transformação espiritual do ministro à passagem bíblica da conversão de Saulo em Paulo.
“Nosso ministro, vou profetizar aqui porque Deus transformou Saulo em Paulo, nosso irmão em Cristo, Alexandre de Moraes, liberou o cabeleireiro, e ele está com aquele cabelinho cortadinho, jogadinho, e aqueles olhos azuis brilhantes”, afirmou Michelle, arrancando reações diversas entre os presentes.
A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais e em grupos conservadores. Parte dos apoiadores interpretou o comentário como um gesto de pacificação, enquanto outros enxergaram a atitude como excessivamente amistosa diante do histórico de embates entre Moraes e Bolsonaro. Nos bastidores, segundo informações divulgadas pela CBN, integrantes do bolsonarismo demonstraram irritação e desconforto com a aproximação simbólica feita pela ex-primeira-dama.
O episódio ganhou ainda mais dimensão porque acontece poucos dias após Michelle ter cumprimentado Alexandre de Moraes com um abraço durante a cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do Tribunal Superior Eleitoral. O gesto já havia provocado comentários nos círculos políticos de direita, mas a nova declaração ampliou o debate interno sobre a postura adotada pela ex-primeira-dama.
Além da repercussão política, Michelle reforçou o tom religioso do discurso ao publicar posteriormente uma mensagem nas redes sociais defendendo o perdão e citando ensinamentos bíblicos. Em publicação no Instagram, escreveu que “aprendeu com a Palavra de Deus que o perdão liberta o coração” e acrescentou que “a justiça pertence a Deus, não a nós”.
O posicionamento foi interpretado por aliados como uma tentativa de transmitir uma imagem mais moderada e espiritualizada em meio ao ambiente de forte polarização política vivido no país. Michelle, que vem ampliando sua presença nacional dentro do PL e consolidando influência entre o eleitorado evangélico e conservador, tem buscado ocupar espaço de protagonismo político, especialmente após o avanço das investigações e decisões judiciais envolvendo Jair Bolsonaro.
A fala sobre Alexandre de Moraes, entretanto, abriu uma nova frente de discussão dentro do próprio bolsonarismo. Enquanto alguns aliados defendem uma postura mais estratégica e menos confrontacional, setores mais radicais da base enxergam qualquer gesto de aproximação com ministros do STF como sinal de enfraquecimento político.
Nos bastidores de Brasília, a declaração também foi vista como mais um movimento que reforça a tentativa de Michelle Bolsonaro de construir uma imagem própria, diferente do estilo combativo que marcou os últimos anos do bolsonarismo.
EM BRASÍLIA, DR. HENRIQUE GOIS GARANTE NOVAS AMBULÂNCIAS, VIATURA E CONFIRMA VISITA DE RAQUEL LYRA A PARANATAMA
A presença da comitiva de Paranatama na capital federal foi marcada por anúncios importantes nas áreas de saúde, segurança pública e infraestrutura administrativa, além da confirmação de uma futura visita da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, ao município.
Durante a programação da Marcha, Dr. Henrique Gois participou de debates voltados à modernização da gestão pública, captação de recursos, fortalecimento das economias locais e criação de políticas voltadas para melhoria da qualidade de vida da população. A agenda também incluiu visitas a stands tecnológicos e espaços institucionais que apresentaram experiências inovadoras desenvolvidas em diferentes regiões do país.
Em meio às articulações realizadas em Brasília, o prefeito anunciou a chegada de quatro novas ambulâncias para reforçar a estrutura da saúde municipal. Segundo a gestão, os veículos irão ampliar a capacidade de atendimento, garantindo mais rapidez e suporte às demandas da população tanto na sede quanto na zona rural.
Entre os anúncios que mais repercutiram no município está a destinação de uma ambulância exclusiva para o povoado Alto da Serra. A medida é vista como um avanço importante para os moradores da comunidade, que passarão a contar com mais agilidade no atendimento de urgência e emergência, reduzindo o tempo de deslocamento e fortalecendo o acesso aos serviços de saúde.
Outra conquista anunciada pela gestão municipal foi a chegada de uma nova viatura para a Guarda Municipal de Paranatama. O veículo será utilizado nas ações de patrulhamento, apoio operacional e reforço da segurança nas atividades realizadas no município, contribuindo para ampliar a estrutura de trabalho da corporação.
Além dos anúncios voltados aos serviços públicos, a agenda política em Brasília também abriu espaço para novos entendimentos institucionais com o Governo do Estado. Durante encontro com a governadora Raquel Lyra, Dr. Henrique Gois tratou de investimentos estratégicos e discutiu ações que devem ser executadas em parceria entre Estado e município nos próximos meses.
Na reunião, ficou confirmada a visita da governadora a Paranatama para a inauguração da nova creche municipal, obra aguardada pela população e considerada importante para ampliar a oferta de vagas na educação infantil. A expectativa da gestão é que a agenda também seja marcada por novos anúncios e entregas voltadas para diferentes áreas da administração pública.
Segundo aliados do prefeito, a confirmação da visita fortalece a relação institucional entre o município e o Governo de Pernambuco, além de consolidar Paranatama dentro do calendário de investimentos estaduais no Agreste.
Ao avaliar a participação na Marcha dos Prefeitos, Dr. Henrique Gois destacou que a presença do município em Brasília representa mais do que uma agenda política. Para ele, o momento é fundamental para buscar soluções, construir parcerias e garantir que Paranatama continue avançando em áreas essenciais.
“Seguimos trabalhando, dialogando e buscando oportunidades para nossa cidade. Em breve teremos grandes notícias, importantes entregas e a honra de receber nossa governadora em Paranatama para mais avanços para o nosso povo”, afirmou o prefeito.
A participação de Paranatama no evento nacional reforça a estratégia da atual gestão de manter o município presente nas grandes discussões sobre desenvolvimento regional e fortalecimento das cidades brasileiras. Com novos equipamentos, investimentos anunciados e articulações políticas em andamento, a administração municipal busca ampliar ações que impactem diretamente a vida da população e fortaleçam o crescimento do município nos próximos anos.