segunda-feira, 17 de agosto de 2026
HELLOYSA FERREIRA RECEBE APOIO DO EX-VEREADOR JEZIEL EM TORITAMA
DOMINGO MOVIMENTADO: CANDIDATOS COMEÇAM CAMPANHA QUERENDO JOGO
ELEIÇÕES 2026
O domingo foi movimentado na política pernambucana. O primeiro dia oficial de campanha eleitoral foi marcado por agendas intensas, mobilizações, caminhadas, adesivaços e discursos que deixaram claro que a disputa pelo Governo de Pernambuco já começou em ritmo acelerado.
Os holofotes ficaram concentrados, principalmente, nas movimentações de Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB). Embora não sejam os únicos candidatos na disputa, os dois largaram na frente quando o assunto foi mobilização e exposição política.
Em outros tempos, o início de uma campanha costumava ser mais tímido. Os candidatos começavam devagar e aumentavam o ritmo conforme a eleição se aproximava. Com a redução do período eleitoral, porém, a estratégia mudou. Hoje, quem demora a ocupar as ruas corre o risco de perder espaço.
E foi justamente isso que se viu neste domingo.
João Campos sobe o morro
João Campos iniciou sua caminhada pelo Governo de Pernambuco com uma agenda carregada de simbolismo. O socialista subiu o morro e, de lá, fez críticas à administração de Raquel Lyra, defendendo sua candidatura como alternativa para colocar Pernambuco alinhado ao projeto político do presidente Lula.
O candidato do PSB também participou de adesivaços e caminhadas no Cabo de Santo Agostinho e em Brasília Teimosa, no Recife.
João esteve acompanhado da família e de integrantes da Frente Popular, entre eles os candidatos ao Senado Humberto Costa e Marília Arraes.
A estratégia ficou evidente logo no primeiro dia: rua, mobilização popular e associação direta com Lula.
Raquel vai do Recife a Petrolina
Do outro lado, Raquel Lyra também não economizou disposição.
A governadora iniciou sua campanha no Monte dos Guararapes e aproveitou o primeiro dia para defender as ações realizadas durante sua gestão. A candidata à reeleição afirmou estar preparada para mais quatro anos à frente do Estado.
A agenda passou pelo Recife, seguiu para Caruaru e terminou em Petrolina, demonstrando uma estratégia de presença em diferentes regiões de Pernambuco logo na largada.
Raquel também apareceu ao lado de aliados e dos candidatos ao Senado de sua chapa, entre eles Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha.
Unidade nos palanques
Um dos pontos mais importantes do domingo foi justamente a demonstração de unidade das duas principais chapas majoritárias.
João e Raquel fizeram questão de dividir agendas com seus candidatos ao Senado, apresentando ao eleitorado os grupos que estarão juntos durante a campanha.
Mais do que uma fotografia de campanha, os atos serviram para mostrar força política e organização das alianças.
Lula na campanha
João Campos também aproveitou o primeiro dia para reforçar sua ligação com o presidente Lula.
O candidato do PSB afirmou que tem certeza de que Lula virá a Pernambuco ainda durante o primeiro turno. Segundo João, a participação do presidente já estaria acertada há alguns meses.
A presença de Lula deverá ser um dos elementos centrais da estratégia socialista durante a campanha.
Ivan Moraes entrou no debate
Outro assunto que ganhou espaço no domingo foi a permanência de Ivan Moraes na disputa pelo Governo de Pernambuco.
A tentativa de retirada da candidatura, atribuída à movimentação do PSB nacional, dominou o debate político nos últimos dias e chegou até a véspera do início oficial da campanha.
No sábado, a permanência de Ivan foi confirmada, colocando o candidato do PSOL definitivamente nas ruas para disputar a eleição.
João nega pressão
João Campos negou que tenha ocorrido pressão para que o PSOL retirasse a candidatura.
Segundo o socialista, o que houve foi uma discussão entre os partidos sobre prioridades políticas, especialmente em torno da reeleição do presidente Lula. João afirmou ainda compreender a decisão tomada pelo PSOL em Pernambuco.
Raquel manda recado
O episódio também acabou provocando uma manifestação de Raquel Lyra.
Sem citar diretamente João Campos, a governadora afirmou que é preciso jogar “dentro das quatro linhas” e fez uma defesa da democracia, criticando quem, segundo ela, fala sobre o tema apenas da boca para fora.
A declaração foi interpretada nos bastidores como uma indireta ao adversário.
Desgaste
A movimentação em torno da candidatura de Ivan Moraes também gerou avaliações negativas para o PSB.
Na leitura de alguns observadores, a tentativa de interferir no cenário acabou dando ainda mais visibilidade a Ivan, que ganhou espaço na imprensa justamente nos dias que antecederam o início da campanha.
O que poderia ser uma movimentação de bastidores terminou transformado em assunto público e colocou o candidato do PSOL ainda mais no radar.
Domingo movimentado
Se alguém imaginava que a eleição pernambucana começaria em marcha lenta, o primeiro domingo tratou de mostrar o contrário.
Raquel e João colocaram suas máquinas políticas na rua, apresentaram aliados, ocuparam espaços estratégicos e deram o tom do que deverá ser uma campanha marcada por disputa acirrada, críticas, alianças e muita movimentação.
O domingo foi apenas o primeiro dia. E, pelo ritmo da largada, Pernambuco terá uma eleição quente até o último minuto.
JOÃO CAMPOS ENCERRA PRIMEIRO FIM DE SEMANA DE CAMPANHA COM MARATONA DE MAIS DE 40 HORAS
A maratona começou ainda no sábado (15) e passou por municípios como Afrânio, Poção, Serra Talhada, Garanhuns, Caetés e Tacaimbó. Já neste domingo (16), João voltou a cumprir uma agenda cheia, com compromissos no Recife e no Cabo de Santo Agostinho, antes de encerrar o dia na inauguração do comitê do deputado federal Carlos Veras (PT-PE), na capital.
O ato também marcou oficialmente o início da campanha de reeleição de Veras e contou com a chamada “Corrida do Tetra”, em alusão à campanha pela quarta eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.
Durante o evento, João Campos fez questão de destacar o ritmo adotado logo nos primeiros dias da campanha e deixou claro que a intenção é manter a intensidade até o fim da disputa.
“Nas últimas 40 horas eu já saí de Poção de Afrânio, fui em Serra Talhada, Garanhuns, Caetés, passamos em Tacaimbó, fui no Morro da Conceição, no Hospital da Criança, hoje cedo fui lá no Cabo, voltei pro Marco Zero, Brasília Teimosa, passei no Parque Eduardo Campos e agora a gente está aqui inaugurando o comitê de Veras”, afirmou.
O candidato ainda projetou uma campanha de forte mobilização até o dia da eleição. “É só um começo, porque daqui até o dia 4 vai ser carga amanhã, tarde e de noite”, declarou.
João também aproveitou o palanque para pedir votos para Carlos Veras, destacando a atuação do parlamentar em Brasília e a parceria política entre os dois.
“O povo de Pernambuco precisa de um deputado como Veras, que possa trabalhar pelas boas causas. Alguém que conhece a realidade da nossa gente e que, quando chega em Brasília, eu tenho certeza de que vocês nunca vão ver ele dando um voto contra o povo”, disse.
Carlos Veras, por sua vez, reforçou o tom de mobilização e comparou os próximos 45 dias a uma verdadeira corrida eleitoral. Segundo ele, a “Corrida do Tetra” representa a disposição do grupo para percorrer Pernambuco em busca de votos para Lula e João Campos.
“A corrida que nós vamos fazer entre esses 45 dias é uma corrida de suar a camisa de verdade. A gente vai suar a camisa para lhe fazer governador de Pernambuco e para fazer Lula presidente da República pela quarta vez”, afirmou.
O encerramento da agenda reuniu ainda a senadora Teresa Leitão (PT), o senador Humberto Costa (PT), candidato à reeleição, a candidata ao Senado Marília Arraes (PDT), além de lideranças políticas, representantes do movimento sindical e apoiadores.
Com o primeiro fim de semana encerrado, João Campos dá sinais de que pretende transformar a campanha em uma maratona de presença nos municípios pernambucanos. E, pelo ritmo dos primeiros dias, a disputa pelo Palácio do Campo das Princesas começou mesmo com o pé no acelerador.
MENDONÇA FILHO INICIA CAMPANHA AO SENADO EM PETROLINA AO LADO DE RAQUEL E DO GRUPO COELHO
Petrolina foi escolhida por Mendonça Filho como ponto de partida para sua campanha ao Senado. Neste domingo (16), o candidato participou de um grande ato político no Sertão, reunindo a governadora Raquel Lyra e integrantes do grupo Coelho em um palanque que reforçou alianças importantes para a disputa eleitoral de 2026.
Anfitrião do evento, o ex-senador Fernando Bezerra Coelho fez questão de destacar seu apoio a Mendonça e afirmou que o candidato é o nome que deseja ver representando Pernambuco no Senado.
“Raquel, eu fiz uma pequena divergência para poder trazer o senador do meu coração, porque ele devia viver esse momento. Mendonça é meu senador, senador de Petrolina, para que ele possa representar o Sertão no Senado”, declarou Fernando Bezerra.
O ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, também reforçou a parceria com Mendonça e atribuiu o apoio à relação construída ao longo dos anos. Segundo Miguel, foi Mendonça quem abriu espaço para que ele pudesse ampliar sua atuação política para além do Sertão do São Francisco.
“Eu aprendi, minha gente, com meu pai e minha mãe, que a gente tem que ser grato a quem é correto com a gente, a quem nos estende a mão”, afirmou.
Miguel lembrou ainda que Mendonça teve papel importante em sua trajetória política, especialmente quando buscou uma oportunidade para disputar espaços fora de sua região.
Ao falar aos apoiadores, Mendonça Filho destacou a emoção de iniciar a caminhada eleitoral em Petrolina e apresentou o município como uma referência de desenvolvimento econômico para Pernambuco.
“Poucos lugares do Brasil podem presenciar algo tão emocionante como esse ato aqui em Petrolina. Eu sonho muito que Pernambuco possa ter outras Petrolinas. Cidades prósperas, desenvolvidas, que gerem oportunidades, gerem riquezas”, declarou.
Durante o discurso, Mendonça também reafirmou seu apoio à governadora Raquel Lyra e disse que pretende manter as alianças construídas ao longo da trajetória política.
“Eu não abandono minhas alianças. Minhas alianças são sólidas. Eu nunca apoiei Raquel em troca de cargo, em troca de benefícios pessoais. Eu não faço política dessa forma. Acredito nela, sempre acreditei e votarei nela com muito orgulho”, afirmou.
Com a largada em Petrolina, Mendonça Filho inicia oficialmente sua caminhada eleitoral pelo Senado buscando fortalecer sua presença política no Sertão e ampliar o apoio em outras regiões de Pernambuco. O candidato também afirmou que pretende levar ao Senado o compromisso de representar o conjunto do Estado, para além das particularidades de cada região.
ELEIÇÕES 2026 | NA LUPA | RAQUEL ENCERRA PRIMEIRO DIA DE CAMPANHA APÓS AGENDA GIGANTE EM PERNAMBUCO
Em Petrolina, no Sertão do São Francisco, Raquel encerrou a agenda com um discurso de tom otimista e eleitoralmente calculado. Diante de apoiadores, a candidata afirmou que Pernambuco teria recuperado protagonismo em indicadores nacionais e projetou um segundo mandato ainda mais forte.
“O melhor ainda está por vir. Os próximos quatro anos serão os melhores anos da nossa história”, afirmou Raquel, ao destacar números relacionados à geração de empregos, redução da pobreza e violência, além de ações sociais desenvolvidas durante sua gestão.
DO LITORAL AO SERTÃO
A estratégia adotada pela campanha no primeiro dia foi clara: mostrar capilaridade. A agenda começou no Recife, passou por Caruaru e terminou em Petrolina, estabelecendo uma espécie de roteiro simbólico pelo Litoral, Agreste e Sertão.
Mais do que cumprir uma agenda de campanha, o movimento serve para demonstrar que a candidatura pretende ocupar espaços políticos em diferentes regiões de Pernambuco. A presença de Raquel ao lado de Priscila Krause, Túlio Gadêlha e Eduardo da Fonte também reforça a tentativa de apresentar a chapa como um grupo integrado.
Raquel destacou que os aliados deverão se dividir ao longo da campanha para ampliar a presença política da chapa e multiplicar as mensagens junto ao eleitorado.
CAMPANHA NA RUA
Priscila Krause também adotou um discurso voltado para a presença física nas comunidades. Segundo a vice-governadora, o momento agora é de conversar diretamente com os eleitores, especialmente aqueles que ainda não definiram seus votos.
“A campanha se ganha na rua”, afirmou Priscila, defendendo uma caminhada baseada no contato direto e na apresentação das ações realizadas pelo governo.
A declaração revela uma das principais características que deverão marcar os próximos meses: a disputa pelo voto será travada não apenas nos grandes eventos, mas também no porta a porta, nas cidades do interior e nos bairros da Região Metropolitana
NA LUPA 🔎
A primeira movimentação de Raquel Lyra deixa evidente que a campanha pretende transformar obras, indicadores e programas sociais em discurso eleitoral. A governadora entra na disputa tentando apresentar o primeiro mandato como uma etapa de reorganização do Estado e o segundo como o momento de colher resultados ainda maiores.Ao dizer que “o melhor ainda está por vir”, Raquel estabelece também uma narrativa de continuidade. A mensagem é direta: o eleitor que avaliar positivamente a atual gestão é chamado a apostar na manutenção do projeto por mais quatro anos.
O desafio político, entretanto, será transformar essa narrativa administrativa em voto. E é justamente nas ruas, no contato com o eleitor e na capacidade de ampliar alianças que essa estratégia será testada ao longo da campanha.
Nesta segunda-feira (17), a candidata volta às ruas do Recife. Às 17h, Raquel participa de um porta a porta no bairro de Jardim Saulo, na Zona Oeste da capital. A campanha começa, portanto, mantendo o ritmo acelerado e reforçando uma mensagem que deverá acompanhar a candidata durante toda a disputa: Pernambuco voltou e o melhor ainda está por vir.
domingo, 16 de agosto de 2026
COMEÇAMOS DERROTANDO JOÃO CAMPOS: IVAN MORAES MANTÉM CANDIDATURA AO GOVERNO DE PERNAMBUCO
Por Blog do Edney | 16 de agosto de 2026
ELEIÇÕES 2026 — A campanha começou com uma disputa política que ultrapassa os palanques e chega diretamente às articulações partidárias. O comunicador Ivan Moraes, candidato ao Governo de Pernambuco pela Frente Pernambuco de Luta, afirmou neste sábado (15) que sua candidatura saiu fortalecida após a Executiva Nacional do PSOL não realizar a reunião que poderia discutir a retirada de seu nome da disputa.
A decisão foi anunciada durante uma coletiva de imprensa realizada na Casa Marielle Franco, sede do PSOL em Pernambuco. Para Ivan, o episódio representa uma primeira vitória política diante das movimentações atribuídas ao presidente nacional do PSB, João Campos.
“Começamos derrotando João Campos”, é o mote que passou a marcar o discurso do candidato neste início oficial da campanha.
Segundo a campanha de Ivan, houve pressão política para que o PSOL retirasse a candidatura ao Governo de Pernambuco. A alegação é de que o movimento estaria relacionado à estratégia nacional do PSB e poderia atingir candidaturas do PSOL e de partidos aliados ao presidente Lula em outros estados.
A reunião da Executiva Nacional, porém, não aconteceu. Com isso, Ivan Moraes permanece oficialmente no páreo e inicia a campanha tentando transformar o episódio em combustível político.
Durante a coletiva, o candidato adotou um discurso de resistência e fez questão de destacar a independência do PSOL.
“Pernambuco me ensinou a resistir. E conseguimos. O PSOL é um partido independente, que não se rende à pressão dos poderosos”, afirmou Ivan.
Ao lado dele estiveram Alice Gabino, candidata a vice-governadora; Samuel Herculano, presidente do PSOL Pernambuco; e Jerônimo Galvão, presidente da Federação PSOL/Rede. As lideranças defenderam a manutenção da candidatura e procuraram demonstrar unidade interna.
O episódio coloca Ivan Moraes em uma posição peculiar na largada da eleição. Com estrutura menor que a dos principais grupos que disputam o Governo de Pernambuco, o candidato tenta transformar a própria permanência na corrida eleitoral em narrativa de campanha.
Do outro lado, João Campos ainda não se pronunciou publicamente sobre as articulações que teriam ocorrido em torno da candidatura de Ivan. Até o momento, também não houve manifestação pública da direção nacional do PSB sobre o assunto.
A partir de agora, com a campanha oficialmente nas ruas, Ivan Moraes terá o desafio de transformar a vitória interna no PSOL em votos nas urnas. E, pelo discurso apresentado neste sábado, pretende fazer da resistência o principal combustível de sua caminhada eleitoral.
A eleição pernambucana, que já começou marcada pela forte polarização entre os principais grupos políticos, ganha mais um ingrediente com a permanência de Ivan no jogo.
EM PETROLINA, EDUARDO DA FONTE PARTICIPA DE GRANDE ATO POLÍTICO AO LADO DE RAQUEL LYRA E OFICIALIZA APOIO DE MIGUEL COELHO, FERNANDO FILHO, ANTONIO COELHO E DO PREFEITO SIMÃO DURÃO PARA O SENADO
GILSON MACHADO MARCA PRESENÇA NA ABERTURA DO COMITÊ DE RAQUEL LYRA NO PINA E REFORÇA APOIO À GOVERNADORA
Os comitês dos dois candidatos, inclusive, estão instalados lado a lado, uma proximidade física que também simboliza a aliança construída durante a atual disputa eleitoral. Gilson já havia declarado anteriormente que pretende votar em Raquel para o Governo de Pernambuco e voltou a defender sua escolha durante o ato.
“A direita não trouxe um candidato ao governo de Pernambuco e eu escolho apoiar e votar em Raquel Lyra porque ela está melhorando nosso estado”, afirmou.
O apoio de Gilson Machado, no entanto, não começou agora. O ex-ministro do Turismo e da Cultura do governo Bolsonaro afirma que acompanha o trabalho de Raquel desde o período em que ela comandava a Prefeitura de Caruaru. Na época, Gilson estava à frente de um ministério e teve contato com a administração municipal na busca por recursos e investimentos para o município.
Segundo ele, a então prefeita se destacava pela organização e pela capacidade da equipe em apresentar projetos e atender às exigências necessárias para viabilizar recursos federais. “Chegar num ministério para buscar recursos pra sua cidade exige uma equipe de qualidade e Raquel tinha isso quando estava na gestão de Caruaru. Uma equipe que trazia tudo com clareza e era ágil pra atender os requisitos que o ministério exigia”, destacou.
Representante de um segmento da direita bolsonarista em Pernambuco, Gilson tem procurado deixar claro que sua decisão de apoiar Raquel não estaria baseada apenas em uma questão partidária. Para ele, o desempenho administrativo e a capacidade de entrega ao Estado pesam na escolha.
“Como pernambucano eu quero quem faz entrega por meu estado e ela tem feito isso e vai poder contar comigo no Congresso Nacional por Pernambuco”, reforçou.
A presença de Gilson Machado na abertura do comitê de Raquel Lyra reforça uma aliança que chama atenção no cenário eleitoral pernambucano. Em uma eleição marcada pela disputa entre diferentes campos políticos, o apoio de um nome identificado com a direita bolsonarista pode representar uma tentativa de Raquel de ampliar seu diálogo com esse eleitorado e, ao mesmo tempo, consolidar uma frente política mais ampla em torno de sua candidatura à reeleição.