terça-feira, 14 de julho de 2026
PRESIDENTE DA CÂMARA DE CAMARAGIBE, PAULO ANDRÉ DECLARA APOIO À REELEIÇÃO DE SILVIO COSTA FILHO
INFRAESTRUTURA EM TORITAMA: PREFEITO SÉRGIO COLIN INICIA NOVA ETAPA DE PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM PARCERIA COM O ESTADO
COM EMENDA DE LULA E EDUARDO DA FONTE, NOVO TOMÓGRAFO CHEGA AO HOSPITAL DE CÂNCER DE PERNAMBUCO E FORTALECE MODERNIZAÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO ESTADO
PAVIMENTA ARCOVERDE GANHA FORÇA COM ZECA CAVALCANTI ACELERANDO OBRAS E LEVANDO RECUPERAÇÃO À AVENIDA CONSELHEIRO JOÃO ALFREDO
As máquinas já estão em campo no trecho da Cohab I, entre a entrada da Ipojuca e o giradouro do Esporte. Diferentemente de uma simples operação de tapa-buracos, a intervenção prevê a reconstrução da base da pista nos pontos mais comprometidos, preparando o terreno para um novo recapeamento asfáltico de maior durabilidade.
A obra faz parte da segunda etapa do Pavimenta Arcoverde, programa criado pelo prefeito Zeca Cavalcanti, que prevê investimentos superiores a R$ 24 milhões para transformar a malha viária da sede e dos distritos. A iniciativa tem se consolidado como uma das principais vitrines da atual gestão, que aposta na recuperação das vias urbanas para melhorar a mobilidade, impulsionar o desenvolvimento e oferecer mais segurança à população.
De acordo com o secretário de Planejamento e Projetos, César Augusto, o estado da avenida exigiu uma intervenção estrutural antes da aplicação do novo asfalto. Segundo ele, toda a parte comprometida está sendo removida e reconstruída para garantir uma obra definitiva e de qualidade.
Desde o lançamento da nova etapa, o programa já realizou o recapeamento da Avenida Pinto de Campos e executou obras de pavimentação na Rua dos Mascates e na Rua Germano Magalhães. Agora, a Avenida Conselheiro João Alfredo passa a integrar esse conjunto de ações que deverá alcançar outras vias estratégicas do município.
Na primeira fase do programa, a gestão de Zeca Cavalcanti já havia recuperado importantes corredores urbanos, como a Rodovia Vereador Geraldo Vaz, a Avenida Cícero Monteiro, a Avenida Agamenon Magalhães e diversas ruas do Centro, reforçando uma política de investimentos contínuos em infraestrutura.
Ao ampliar o Pavimenta Arcoverde, Zeca Cavalcanti fortalece uma das marcas de sua administração: a recuperação da cidade por meio de obras estruturadoras. A expectativa é de que os investimentos continuem avançando pelos bairros e distritos, melhorando a trafegabilidade, valorizando os imóveis e proporcionando mais qualidade de vida para quem vive e circula diariamente por Arcoverde.
PREFEITO MARCÍLIO RÉGIO ACOMPANHA OBRAS DE RECONSTRUÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL IV CENTENÁRIO
REPUBLICANOS MARCA CONVENÇÃO PARA OFICIALIZAR CANDIDATURAS E INDICAÇÃO DE VICE DA FRENTE POPULAR EM PERNAMBUCO
PF INVESTIGA VALDEMAR COSTA NETO POR SUPOSTA INDICAÇÃO DE EMENDAS MESMO SEM MANDATO
De acordo com a investigação, mensagens extraídas do celular de uma ex-assessora da Câmara dos Deputados indicam a existência de um núcleo paralelo de decisões sobre a destinação de recursos públicos. Segundo a PF, Valdemar aparecia como responsável por definir ou alterar indicações de emendas parlamentares que, ao todo, somam cerca de R$ 119 milhões.
O ministro Flávio Dino, do STF, determinou o bloqueio de bens e valores de Valdemar Costa Neto até o limite de R$ 119 milhões, além de ordenar medidas para aprofundar as investigações. A decisão também solicita informações sobre a execução das emendas sob suspeita.
A Polícia Federal apura ainda se deputados federais tinham conhecimento da utilização de seus nomes nas indicações das emendas ou se, em alguns casos, as destinações ocorreram sem a participação direta dos parlamentares.
Por meio de seus advogados, Valdemar Costa Neto nega qualquer irregularidade. A defesa afirma que a interlocução entre o presidente de um partido e sua bancada faz parte da atividade político-partidária e sustenta que a decisão representa uma "criminalização da atividade política". O caso segue em investigação e ainda não há condenação judicial contra o dirigente do PL.
LEI DO CÃO? PT ENDURECE O JOGO E CARLOS VERAS AVISA: VEREADOR QUE NÃO APOIAR CANDIDATOS DO PARTIDO PODE FICAR SEM LEGENDA EM 2028
O recado foi direto, sem margem para interpretações. Segundo Veras, a fidelidade partidária não é opcional, mas uma obrigação de todos os filiados, inclusive daqueles que optarem por se licenciar da legenda. Para o dirigente petista, quem não fizer campanha ou deixar de votar nos candidatos apoiados oficialmente pelo partido responderá perante a direção estadual e poderá ter o futuro político comprometido.
A declaração expõe o momento delicado vivido pelo PT pernambucano. Embora a legenda integre a frente de apoio ao projeto de João Campos (PSB) para o Governo do Estado, alguns de seus quadros vêm sinalizando posições divergentes. O caso mais emblemático é o do presidente do PT Recife, vereador Osmar Ricardo, que anunciou a intenção de se licenciar do partido para apoiar a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), movimento que provocou forte reação dentro da sigla e já gerou até ameaças de expulsão por parte de dirigentes estaduais.
Carlos Veras fez questão de destacar que todos os processos disciplinares serão analisados pela direção estadual, assegurando o direito de recurso à Executiva Nacional, mas deixando claro que as consequências poderão ultrapassar o calendário eleitoral de 2026. Segundo ele, as decisões tomadas agora terão reflexos nas eleições municipais de 2028, quando o partido decidirá quem terá ou não o direito de disputar cargos eletivos pela legenda.
Nos bastidores, o recado é interpretado como uma tentativa de fechar a porteira antes que novas dissidências apareçam. O PT sabe que a eleição estadual divide interesses locais, principalmente entre vereadores que mantêm alianças municipais diferentes da estratégia construída pela direção estadual. Ao endurecer o discurso, Carlos Veras busca preservar a unidade partidária e evitar que prefeitos, vereadores e lideranças utilizem a estrutura do partido enquanto trabalham politicamente para adversários.
A chamada "lei do cão" imposta pelo comando petista evidencia que o período das convenções será marcado por cobranças internas e disputas de lealdade. Em uma eleição onde alianças municipais nem sempre acompanham os acordos estaduais, a fidelidade partidária passa a ser tratada como critério decisivo para a sobrevivência política dentro do PT. O aviso foi dado. Agora resta saber quantos estarão dispostos a desafiar a direção da legenda e quais serão, de fato, as consequências quando chegar 2028.