quarta-feira, 12 de agosto de 2026

EDUARDA GOUVEIA AVANÇA NA REQUALIFICAÇÃO DO CEI SANTANA E FORTALECE ESTRUTURA DA EDUCAÇÃO EM CARPINA


A gestão da prefeita Eduarda Gouveia segue promovendo melhorias na estrutura da educação de Carpina. Desta vez, o destaque é a transformação do Centro de Educação Infantil (CEI) Santana, que passa por uma renovação dos seus espaços para oferecer um ambiente mais acolhedor, bonito e adequado para as crianças.

A intervenção busca garantir melhores condições para o desenvolvimento das atividades pedagógicas, beneficiando diretamente os alunos, professores, profissionais da educação e toda a comunidade escolar. A proposta é transformar os espaços educacionais em ambientes cada vez mais confortáveis, seguros e preparados para a rotina das crianças.

Ao destacar a importância da requalificação, Eduarda Gouveia reforçou que os investimentos na infraestrutura educacional fazem parte de uma estratégia maior da administração municipal para melhorar a qualidade dos serviços públicos e impactar positivamente a vida da população.

“Nosso compromisso é diário para mudar a vida das pessoas, e isso começa também nas escolas, nas creches e nos ambientes educacionais. Queremos entregar ambientes dignos, com qualidade e que ofereçam às nossas crianças e aos profissionais melhores condições para aprender, ensinar e desenvolver suas atividades”, afirmou a prefeita.

A revitalização do CEI Santana representa, na prática, mais um passo da gestão municipal na valorização da educação desde os primeiros anos. Para a administração, cuidar da estrutura onde as crianças passam boa parte do dia também significa cuidar do futuro de Carpina.

Com a requalificação, a expectativa é que o CEI Santana passe a oferecer um ambiente ainda mais agradável e funcional, reforçando a aposta da gestão Eduarda Gouveia em ações que unem infraestrutura, acolhimento e qualidade no atendimento educacional.

GLEIDE ÂNGELO REFORÇA APOIO A EDUARDO DA FONTE AO SENADO E DESTACA PARCERIA EM DEFESA DAS MULHERES

A deputada estadual Gleide Ângelo reforçou, nesta terça-feira (11), seu apoio à pré-candidatura do deputado federal Eduardo da Fonte ao Senado Federal. Em encontro realizado no Recife, ao lado de Eduardo e do deputado federal Lula da Fonte, Gleide afirmou que está mobilizada para contribuir com o projeto político que pretende levar Eduardo a uma das cadeiras de Pernambuco no Senado.

A reunião também serviu para reforçar a parceria entre os três parlamentares em torno de pautas relacionadas à proteção e à garantia dos direitos das mulheres. Projetos apresentados por Lula e Eduardo da Fonte na Câmara dos Deputados foram destacados durante o encontro, com a discussão sobre o avanço dessas propostas e a ampliação dessa agenda no Congresso Nacional.

Gleide Ângelo ressaltou que a atuação de Eduardo da Fonte ao longo dos últimos anos demonstra, segundo ela, compromisso com políticas públicas voltadas às mulheres, especialmente nas áreas de proteção, combate à violência e promoção de direitos.

“Estou empenhada nessa caminhada para eleger Eduardo da Fonte senador de Pernambuco. Eduardo já provou, como deputado federal, que tem compromisso com as mulheres, com a proteção, com o enfrentamento à violência e com políticas que garantam mais dignidade e independência. As mulheres de Pernambuco precisam de um senador que esteja ao nosso lado, e Eduardo pode contar comigo nessa missão”, afirmou a deputada.

A declaração reforça o movimento de construção de apoios em torno do nome de Eduardo da Fonte para o Senado e evidencia o peso que a pauta feminina deverá ocupar na estratégia política do grupo durante a caminhada eleitoral de 2026.

HUMBERTO COSTA AMPLIA ESPAÇO POLÍTICO ENQUANTO MARÍLIA ARRAES ACUMULA DESGASTE

Embora estejam no mesmo palanque e façam parte da mesma composição política, Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT) vivem momentos distintos no tabuleiro eleitoral de Pernambuco.

O movimento político construído na segunda e na terça-feira foi amplamente capitalizado por Humberto Costa, que voltou a ocupar o centro das articulações e reforçou sua posição na disputa por mais oito anos no Senado Federal.

O petista chega a esta etapa da corrida eleitoral carregando um capital político consolidado, com trânsito dentro do campo governista e uma trajetória que lhe garante forte presença no cenário estadual. A movimentação dos últimos dias serviu para ampliar esse espaço e projetar ainda mais sua candidatura.

Do outro lado, Marília Arraes enfrenta um cenário mais delicado. A ex-deputada vem acumulando divergências e desafetos no ambiente político, justamente em um momento em que precisa ampliar alianças e construir musculatura para a disputa.

O contraste chama atenção: enquanto Humberto transforma a movimentação política recente em ativo eleitoral, Marília precisa administrar as consequências de rompimentos e insatisfações que podem dificultar sua caminhada.

Na política, estar na mesma chapa não significa necessariamente viver o mesmo momento. E, neste momento, Humberto parece ter conseguido transformar o ambiente de articulação em combustível para sua própria candidatura ao Senado, enquanto Marília segue tendo de lidar com o custo político de suas escolhas.

Na Lupa: a chapa pode ser a mesma, mas os projetos eleitorais são individuais. E, em uma eleição para o Senado, cada movimento, cada apoio e cada desgaste pode fazer diferença na hora decisiva.

RAQUEL LYRA É ALVO DE “CHAPA ANTI-LULA”, MAS MANTÉM FOCO EM PERNAMBUCO

Por Edney Souto | Blog do Edney

A disputa eleitoral de 2026 já começa a ganhar temperatura em Pernambuco, mesmo antes do período oficial de campanha. Ontem, um panfleto sem identificação passou a circular pelas ruas do Recife com uma montagem envolvendo a governadora Raquel Lyra (PSD) e Flávio Bolsonaro (PL). Na imagem, os dois aparecem abraçados, acompanhados da frase “Chapa anti-Lula”.

A montagem, visivelmente manipulada, tem um objetivo político bastante claro: tentar colar na governadora a imagem de uma candidatura alinhada ao bolsonarismo e, ao mesmo tempo, explorar a polarização nacional dentro da disputa pelo Governo de Pernambuco.

A estratégia não é nova. Em 2022, quando disputou o segundo turno contra Marília Arraes, Raquel também foi alvo de ataques por sua postura de neutralidade na eleição presidencial. A decisão de não declarar apoio nem a Lula nem a Jair Bolsonaro foi utilizada pelos adversários para tentar aproximá-la do eleitorado bolsonarista.

Quatro anos depois, a narrativa volta a ser colocada em circulação. Só que agora Raquel ocupa o Palácio do Campo das Princesas, tenta a reeleição e tem uma estratégia política diferente: não misturar a agenda institucional do Governo de Pernambuco com a disputa política nacional.

Ao contrário do que seus adversários tentam sugerir, Raquel tem procurado manter uma relação institucional com diferentes forças políticas, independentemente de alinhamentos ideológicos. O foco, segundo essa estratégia, está em garantir investimentos, obras, recursos e ações para Pernambuco, sem transformar cada encontro político ou institucional em uma declaração de alinhamento nacional.

Essa postura permite à governadora transitar por diferentes setores. Sua chapa não é uma composição exclusivamente de direita, tampouco pode ser apresentada como uma extensão do bolsonarismo. O próprio PSD tem Ronaldo Caiado na disputa presidencial, enquanto na corrida pelo Senado aparecem Túlio Gadêlha, identificado com o campo progressista, e Eduardo da Fonte, que ocupa uma posição de centro-direita. Na vice, está Priscila Krause, que possui trajetória política ligada ao antigo PFL.

A realidade, portanto, é muito mais complexa do que o rótulo estampado no panfleto.

Raquel sabe que, diante da candidatura de João Campos (PSB), passou a ocupar um espaço importante para setores de centro e direita que procuram uma alternativa ao socialista. Mas isso não significa que precise assumir uma identidade bolsonarista para conquistar esse eleitorado.

Essa é uma das principais equações da eleição. A governadora precisa preservar o eleitor de direita que pode enxergá-la como a candidatura mais competitiva contra João Campos, sem permitir que a oposição consiga empurrá-la para uma posição que afaste setores de centro e eleitores que mantêm identificação com o presidente Lula.

Por isso, a tentativa de apresentar Raquel como integrante de uma suposta “chapa anti-Lula” tem mais de estratégia eleitoral do que de retrato fiel da sua posição política.

A governadora tem construído sua candidatura em outra direção. Enquanto os adversários tentam nacionalizar a disputa, Raquel procura manter o discurso concentrado em Pernambuco, nas obras, nos investimentos, na saúde, na educação, na segurança, na infraestrutura e nas entregas da gestão estadual.

É uma escolha calculada. Raquel não precisa transformar a eleição presidencial em pauta permanente do Governo de Pernambuco. Sua aposta é mostrar que consegue dialogar com diferentes forças e, ao mesmo tempo, manter o Estado como prioridade.

A oposição, naturalmente, vai tentar definir Raquel antes que ela consiga definir a própria candidatura. Os panfletos apócrifos fazem parte dessa disputa pela narrativa.

A questão agora é saber se o eleitor pernambucano vai comprar a imagem construída pelos adversários ou se vai avaliar Raquel pelo caminho que ela própria vem tentando apresentar: uma governadora que mantém independência política, preserva o diálogo institucional e coloca Pernambuco acima da polarização nacional.

No jogo eleitoral, a tentativa de carimbar Raquel já começou. Mas a governadora parece disposta a responder nas urnas com uma mensagem diferente: menos Brasília, menos polarização e mais Pernambuco.

MARÍLIA ARRAES PARTICIPA DE HOMENAGEM A JORGE MESSIAS NA FACULDADE DE DIREITO DO RECIFE

Por Edney Souto | Blog do Edney

A candidata ao Senado Marília Arraes esteve nesta terça-feira (11) na Faculdade de Direito do Recife (FDR), onde participou da cerimônia que marcou a entrega da Medalha Comemorativa pelos 199 anos da instituição ao ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias.

Formada em Direito pela própria FDR, Marília acompanhou de perto uma solenidade que reuniu nomes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes da comunidade acadêmica, da advocacia e representantes da sociedade civil.

A medalha entregue a Jorge Messias é considerada uma das principais distinções concedidas pela Faculdade de Direito do Recife e reconhece sua atuação em defesa das instituições jurídicas e do Estado brasileiro.

A homenagem também ocorre em um momento de forte repercussão política em torno do nome de Messias. Meses atrás, o Senado rejeitou sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão provocou amplo debate político em Brasília e foi interpretada por analistas como resultado de um ambiente de confronto entre setores do Senado e o Palácio do Planalto.

Durante a cerimônia no Salão Nobre da FDR, Jorge Messias também recebeu homenagens de outras importantes instituições de Pernambuco e do meio jurídico, entre elas o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT-6), Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), Instituto dos Advogados de Pernambuco (IAP), Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) e Academia Brasileira de Direito do Trabalho (ABDT).

A presença de Marília Arraes no evento reforçou também sua ligação com a instituição onde construiu parte de sua formação acadêmica. Em meio à disputa eleitoral, a candidata aproveitou a ocasião para prestigiar uma agenda institucional de peso no calendário jurídico pernambucano.

A Faculdade de Direito do Recife vive um período especial de sua história. As celebrações dos 199 anos já integram a programação que antecede o bicentenário da instituição, previsto para agosto de 2027.

Foto: Léo Caldas

ALARMISMO SOBRE ADESIVOS EM VEÍCULOS DURANTE AS ELEIÇÕES 2026 GERA DESINFORMAÇÃO E PREJUDICA A DEMOCRACIA

Por Dr. Geovani Oliveira – Advogado
A aproximação das Eleições 2026 trouxe uma avalanche de publicações em redes sociais, especialmente no Instagram, além de blogs e páginas monetizadas, afirmando que o uso de adesivos eleitorais em veículos poderia provocar o cancelamento do seguro automotivo. O tema ganhou grande repercussão e passou a preocupar muitos motoristas, sobretudo aqueles que desejam manifestar apoio a candidatos ou partidos durante o período eleitoral. No entanto, é necessário esclarecer o assunto com responsabilidade jurídica para evitar que informações distorcidas produzam medo e desinformação.

Quando o cidadão se depara com manchetes afirmando que um adesivo político pode fazer perder o seguro do carro, tende a acreditar que declarar apoio ao seu candidato coloca automaticamente a cobertura do veículo em risco. Essa conclusão não encontra respaldo na Constituição Federal, na legislação eleitoral nem nas normas que disciplinam os contratos de seguro. Muitas dessas publicações não têm finalidade educativa, mas buscam gerar engajamento, curtidas e compartilhamentos, transformando um tema técnico em um instrumento de alarmismo digital.

A Constituição Federal de 1988 assegura de forma expressa a liberdade de manifestação do pensamento e a livre expressão política do cidadão. O artigo 5º, inciso IV, estabelece que é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. O inciso IX do mesmo artigo garante a liberdade de expressão da atividade intelectual, artística e de comunicação, independentemente de censura ou licença. Além disso, o pluralismo político é um dos fundamentos da República Federativa do Brasil, conforme previsto no artigo 1º, inciso V, da Constituição. Isso significa que o eleitor possui o direito de expressar publicamente sua preferência política de forma pacífica e dentro dos limites legais.

A legislação eleitoral também não proíbe o uso de adesivos em veículos particulares. A Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, permite a propaganda eleitoral em bens particulares, observados os limites estabelecidos pela Justiça Eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral admite a utilização de adesivos simples e de adesivos microperfurados no vidro traseiro dos automóveis, desde que respeitadas as regras sobre dimensão e demais requisitos legais. O entendimento do TSE diferencia claramente a manifestação espontânea do eleitor em seu patrimônio particular da utilização operacional de veículos em campanhas eleitorais.

Essa distinção é fundamental. O veículo continua sendo de uso pessoal quando é utilizado normalmente para trabalho, estudo, deslocamentos familiares ou atividades cotidianas e apenas recebe um adesivo de candidato ou partido permitido pela legislação eleitoral. Situação diferente ocorre quando o automóvel passa a ser utilizado predominantemente para atividades de campanha, como transporte de equipes, distribuição de material eleitoral, apoio logístico a comitês ou outras funções que alterem significativamente a finalidade originalmente declarada à seguradora. Não se pode confundir essas duas realidades e concluir que qualquer carro adesivado se transforma automaticamente em veículo exclusivo de campanha.

Outro ponto importante diz respeito à Lei nº 15.040/2024, que atualizou regras relacionadas ao contrato de seguro e trata da possibilidade de perda da garantia em casos de agravamento intencional e relevante do risco. A interpretação correta dessa norma exige cautela. O simples fato de existir um adesivo eleitoral no veículo não caracteriza, por si só, agravamento relevante do risco segurado. Para que uma seguradora pudesse negar cobertura, seria necessário demonstrar concretamente qual foi o agravamento, que ele era relevante e que havia relação direta entre essa alteração e o sinistro ocorrido.

Em situações comuns, como colisão, roubo, furto, incêndio ou danos causados por terceiros, não parece juridicamente sustentável concluir que a simples presença de um adesivo eleitoral seja causa suficiente para justificar a perda da cobertura securitária. O ônus de demonstrar a existência de agravamento relevante e sua conexão com o evento danoso é da seguradora, e não do segurado.

A divulgação irresponsável da ideia de que colocar um adesivo político no carro pode fazer o cidadão perder o seguro produz um efeito social preocupante. Mesmo sem existir proibição legal, cria-se no imaginário popular uma espécie de censura indireta, levando pessoas a deixarem de exercer uma forma legítima de manifestação democrática por medo de sofrer prejuízos patrimoniais. A desinformação eleitoral não prejudica apenas candidatos ou partidos; ela enfraquece o debate público, o pluralismo político e a participação cidadã.

Durante o período eleitoral, a manifestação do eleitor deve ser respeitada como expressão legítima da democracia. O cidadão pode apoiar candidatos, divulgar suas preferências e utilizar adesivos permitidos em seu veículo particular, desde que observe as normas estabelecidas pela Justiça Eleitoral. A liberdade de expressão e o direito de escolha política não podem ser restringidos por interpretações alarmistas divulgadas sem fundamento jurídico consistente.

O debate sobre adesivos eleitorais em veículos exige equilíbrio, responsabilidade e compromisso com a verdade. O simples uso de adesivo eleitoral permitido em veículo particular de uso pessoal não autoriza automaticamente o cancelamento do seguro automotivo. A legislação securitária exige demonstração concreta de agravamento intencional e relevante do risco, bem como nexo entre essa alteração e o sinistro ocorrido. Mais do que uma questão contratual, trata-se de uma discussão sobre direitos fundamentais e sobre a preservação do ambiente democrático.

Em tempos de campanha eleitoral, a informação correta é essencial para proteger não apenas o consumidor e o segurado, mas também a própria democracia brasileira. Espalhar medo sem base legal contribui para a desinformação; esclarecer com responsabilidade fortalece a cidadania, a liberdade de escolha e o direito constitucional de manifestação política do eleitor.

*Membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PE, pós-graduado em Direito Digital e Proteção de Dados. Especialista em Direito Constitucional.

ARCOVERDE RETOMA PRAÇA DA JUVENTUDE COM INVESTIMENTO DE R$ 1,6 MILHÃO APÓS ANOS DE ABANDONO

Por Edney Souto | Blog do Edney

Arcoverde vai tirar do papel uma obra que ficou marcada pelo abandono e pela espera da população. Nesta quarta-feira (12), Dia Internacional da Juventude, o prefeito Zeca Cavalcanti assina a Ordem de Serviço que autoriza a retomada e conclusão da Praça da Juventude, no bairro São Cristóvão, onde funcionava o antigo Centro da Juventude.

A solenidade acontece às 16h e simboliza a retomada de um equipamento público que permaneceu praticamente uma década sem solução. Agora, a Prefeitura promete colocar a obra novamente em andamento e concluir o espaço para que ele possa ser utilizado pela população.

O investimento previsto é de aproximadamente R$ 1,6 milhão, segundo o secretário de Planejamento, César Augusto. A proposta é transformar a área em um espaço voltado ao esporte, lazer, convivência e realização de atividades comunitárias, atendendo principalmente os jovens do São Cristóvão e moradores de outras regiões da cidade.

Para Zeca Cavalcanti, a retomada representa também uma mudança de postura da administração diante de obras que ficaram abandonadas e recursos públicos que permaneceram sem gerar o benefício esperado para a população.

“Estamos assumindo mais uma obra que foi abandonada e que agora vamos devolver ao povo de Arcoverde. Dinheiro público precisa ser respeitado. Não podemos aceitar que obras importantes fiquem paradas durante anos enquanto a população espera”, afirmou o prefeito.

Com a Praça da Juventude, a atual gestão chega à retomada de três grandes obras que ficaram paralisadas durante anos. A lista inclui ainda a Creche do Jardim Petrópolis e a Escola de Caraíbas, que também estão sendo recuperadas com o objetivo de garantir a conclusão dos equipamentos.

Segundo a gestão, a iniciativa busca evitar que investimentos públicos permaneçam presos em estruturas inacabadas enquanto a população continua sem acesso aos serviços e espaços previstos nos projetos.

“Estamos falando de obras que representam recursos públicos, mas, principalmente, sonhos e serviços que deixaram de chegar à população. Nosso compromisso é destravar essas obras, concluir e entregar”, reforçou Zeca.

A escolha do Dia Internacional da Juventude para marcar a retomada também carrega um forte simbolismo. A expectativa é que, depois de concluída, a Praça da Juventude se transforme em um novo ponto de encontro para práticas esportivas, momentos de lazer, convivência e atividades voltadas à comunidade.

A assinatura da Ordem de Serviço acontece nesta quarta-feira (12), às 16h, no antigo Centro da Juventude, no bairro São Cristóvão. Depois de quase dez anos de espera, a Praça da Juventude volta a ter prazo, investimento e promessa de conclusão.

HOMEM É ASFIXIADO E LEVA TAPA NO ROSTO DURANTE ABORDAGEM POLICIAL EM BELO JARDIM

Um homem foi detido durante uma abordagem da Polícia Militar e acabou sendo imobilizado de forma considerada agressiva durante a ocorrência, registrada no último sábado (8), em Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco. Imagens que circulam nas redes sociais mostram três policiais tentando conter o suspeito, que, segundo a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE), teria resistido à voz de prisão.

Nos vídeos, é possível observar um dos policiais pressionando o pescoço do homem contra o chão durante a tentativa de algemá-lo. Em determinado momento, um dos agentes chega a orientar que a pressão fosse mantida até que o suspeito “dormisse”, enquanto o homem aparenta ter dificuldade para respirar.

Em outra gravação, um segundo policial aparece tentando imobilizar o homem com um golpe conhecido como “mata-leão”. Na sequência, mesmo já algemado, o suspeito recebe um tapa no rosto desferido pelo agente. As imagens também registram uma discussão entre os envolvidos antes da agressão.

Segundo a PMPE, a ocorrência aconteceu no Restaurante Boi na Brasa e envolveu dois homens. Ainda conforme a corporação, um deles teria resistido à prisão e os dois acabaram sendo conduzidos para a delegacia de Belo Jardim, onde foram apresentados por suspeita de desacato e resistência.

Na unidade policial, a autoridade responsável determinou a abertura de um inquérito por portaria para apurar os fatos.

Em nota, a Polícia Militar informou que as circunstâncias da ocorrência também serão analisadas internamente pela corporação, com o objetivo de verificar se houve excesso na atuação dos agentes durante a intervenção.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação dos vídeos, que levantaram questionamentos sobre a conduta dos policiais e sobre os limites do uso da força durante uma abordagem. A investigação deverá esclarecer a dinâmica da ocorrência e eventual responsabilidade dos envolvidos.