sábado, 20 de julho de 2024

APAGÃO GLOBAL CIBERNÉTICO PARALIZA VOOS, HOSPITAIS, TRANSPORTES, BANCOS E TVS

Apagão cibernético global paralisa voos e afeta TVs, bancos e hospitais
As principais companhias aéreas dos EUA ordenaram escalas em terra nesta sexta-feira (19), alegando problemas de comunicação, enquanto outras operadoras, empresas de mídia, bancos e empresas de telecomunicações em todo o mundo também relataram que falhas no sistema estavam interrompendo suas operações.

American Airlines, Delta Airlines, United Airlines e Allegiant Air suspenderam voos menos de uma hora depois que a Microsoft disse que resolveu a interrupção dos serviços em nuvem que afetou várias operadoras de baixo custo.

Na Austrália, a mídia, os bancos e as empresas de telecomunicações sofreram interrupções. Diversos países da Ásia também foram afetados, assim como da Europa.

Já na Alemanha, uma das maiores instalações de cuidados médicos da Europa, o Centro Médico Universitário Alemão Schleswig-Holstein (UKSH), cancelou todos os procedimentos eletivos nesta sexta-feira, de acordo com um comunicado em seu site.

As falhas estão ligadas a um problema na empresa global de segurança cibernética CrowdStrike.

Não havia informações que sugerissem que a interrupção fosse um incidente de segurança cibernética, disse o escritório da Coordenadora Nacional de Segurança Cibernética da Austrália, Michelle McGuinness, em um post no X. Uma fonte anônima que trabalha com sistemas de segurança do governo do Reino Unido também descartou a possibilidade de um ataque hacker.

As interrupções repercutiram por toda parte, com a Espanha relatando um “incidente” em todos os seus aeroportos, enquanto a Ryanair, a maior companhia aérea da Europa em número de passageiros, alertou os passageiros sobre possíveis interrupções que, segundo ela, afetariam “todas as companhias aéreas que operam na rede” sem especificar a natureza das interrupções.

Não ficou imediatamente claro se todas as interrupções relatadas estavam relacionadas a problemas do CrowdStrike ou se havia outros problemas em jogo.

CrowdStrike tenta normalizar sistemas

Horas depois dos primeiros relatos de instabilidade, o CEO da Crowdstrike, George Kurtz, disse que identificou o problema de TI que causou a interrupção global e que uma correção já foi implantada.

Kurtz disse que a empresa de segurança cibernética está “trabalhando ativamente com os clientes” atingidos pela interrupção e que o problema “não foi um incidente de segurança ou ataque cibernético”.

Fonte: CNN

BOLSONARO FAZ MINI-CARREATA EM PERÍODO NÃO ELEITORAL

Na manhã de um dia de sol no município de Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro, uma movimentação política chamou a atenção de moradores e autoridades. A carreata liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, em um cenário que misturava a atmosfera de um evento festivo com a tensão da legislação eleitoral, destacou-se pela presença do ex-chefe do Executivo, conhecido por seu estilo combativo e carismático. A manifestação ocorreu fora do período oficialmente autorizado para campanhas eleitorais, que começará no dia 16 de agosto, gerando controvérsia quanto à sua legalidade.

Bolsonaro chegou à cidade na caçamba de uma picape, acompanhando o pré-candidato à prefeitura pelo PL, Alexandre Valle, enquanto acenava para uma multidão de apoiadores ao longo da avenida Octavio Cabral. A via estava adornada com bandeiras e decorada com cores verde e amarela, em um cenário que remetia aos símbolos nacionalistas frequentemente associados ao ex-presidente. A atmosfera era reforçada por música e uma fumaça que envolvia o ambiente, criando um clima de celebração e engajamento político.

Durante o evento, Bolsonaro se esforçou para não ultrapassar os limites da legislação eleitoral, que proíbe pedidos explícitos de voto antes do início da campanha oficial. Em vez de se lançar em um comício tradicional, o ex-presidente adotou uma abordagem mais sutil. Ele fez alusões genéricas ao cenário político local e se concentrou em críticas ao atual governo federal liderado por Luiz Inácio Lula da Silva. A crítica ao governo foi uma constante em seus discursos recentes, um tema que Bolsonaro usou para manter o foco no que considera ser uma agenda de perseguição política.

No carro de som, a estratégia discursiva de Bolsonaro incluiu a crítica ao governo atual, mas também se desviou para um campo internacional. O ex-presidente expressou seu apoio a Donald Trump, chamando-o de "maior líder mundial que existe" e demonstrando seu desejo de que Trump retorne à presidência dos Estados Unidos. Para Bolsonaro, a volta de Trump significaria uma transformação global, uma perspectiva que, para ele, iria redefinir o equilíbrio de poder mundial e trazer mudanças significativas.

A presença de Bolsonaro também serviu para alavancar a candidatura de Alexandre Valle em Itaguaí. Valle, que concorre à prefeitura pelo PL, fez questão de exaltar o apoio do ex-presidente e prometeu ser um "soldado" de Bolsonaro em uma futura campanha presidencial, prevista para 2026. Em suas palavras, Valle procurou pintar o PT como o "Partido das Trevas", uma referência aos adversários políticos, tentando capitalizar o simbolismo da presença de Bolsonaro para reforçar sua própria imagem e sua conexão com o ex-presidente.

Flávio Bolsonaro, senador e filho do ex-presidente, também fez uma breve aparição no evento. Em seu discurso, Flávio levantou a hipótese de que seu pai poderia tentar uma nova candidatura à presidência em 2026, apesar de estar inelegível até 2030. A sugestão de Flávio foi acompanhada por um pedido por uma "urna eletrônica auditável", uma referência ao voto impresso que tem sido um ponto de discussão entre os apoiadores de Bolsonaro e críticos do sistema eleitoral brasileiro. A demanda por maior transparência no processo eleitoral, embora não sustentada por evidências de fraude, continua a ser um tema recorrente nas declarações da família Bolsonaro.

O evento em Itaguaí, portanto, foi mais do que uma simples carreata; foi um momento de reafirmação das estratégias políticas de Bolsonaro, com uma mistura de apoio local e projeções para o futuro político, tanto no Brasil quanto internacionalmente. A ocasião foi marcada por uma forte carga simbólica e estratégica, aproveitando o entusiasmo de seus apoiadores e posicionando-se de maneira astuta dentro dos limites legais da campanha eleitoral.

LÍDER, JORGE ALEXANDRE RECEBE AINDA MAIS ADESÕES EM CAMARAGIBE

Jorge Alexandre, candidato pelo Podemos e atual líder nas pesquisas para a Prefeitura de Camaragibe, está em uma posição estratégica à medida que se aproxima o dia da eleição, marcado para o 6 de outubro. Alexandre, que já consolidou sua liderança nas intenções de voto, está se preparando para capitalizar sobre essa vantagem e assegurar uma vitória decisiva.

Desde o início de sua campanha, Jorge Alexandre tem se destacado não apenas pelo seu perfil político, mas também pelo forte apoio que conseguiu angariar. Entre os apoios mais significativos estão o do presidente da Câmara Municipal, Renê Cabral, e do vice-prefeito Délio Júnior. O respaldo de figuras influentes no cenário político local tem um peso considerável na corrida eleitoral, e a adesão destes aliados sugere uma articulação bem-sucedida de Alexandre com os principais atores políticos da cidade.

Renê Cabral, como presidente da Câmara, possui uma posição de destaque e influência sobre as decisões legislativas que moldam a administração municipal. Seu apoio não apenas fortalece a candidatura de Jorge Alexandre, mas também representa uma validação de sua proposta e capacidade de governar. A parceria com Cabral também indica uma provável continuidade e alinhamento das políticas, caso Alexandre venha a assumir a Prefeitura.

Da mesma forma, o apoio do vice-prefeito Délio Júnior traz um outro dimensionamento à candidatura. Délio Júnior, ocupando uma posição de relevo na atual administração, oferece a Jorge Alexandre uma visão interna da administração municipal e a possibilidade de aproveitar a experiência e os conhecimentos acumulados durante o seu mandato. Esse apoio também pode ser visto como um sinal de confiança no projeto político e nas propostas de Alexandre para o futuro da cidade.

Além dessas figuras centrais, Jorge Alexandre recebeu o endosse de oito vereadores, o que representa um apoio significativo dentro da estrutura política local. Esses vereadores, que ocupam assentos importantes na Câmara Municipal, têm a capacidade de influenciar o debate público e as decisões legislativas que impactam diretamente a vida dos cidadãos de Camaragibe. O apoio desses representantes indica uma base sólida de apoio e pode contribuir para uma governança mais fluida e menos resistente, caso Alexandre seja eleito.

A soma desses apoios demonstra a habilidade de Jorge Alexandre em construir alianças e mobilizar recursos políticos importantes para sua candidatura. No entanto, a competição eleitoral em Camaragibe continua dinâmica e repleta de variáveis. A capacidade de Alexandre em manter essa vantagem, adaptar-se às mudanças e responder eficazmente às estratégias dos adversários será crucial para garantir sua vitória. O cenário eleitoral está longe de ser previsível e, enquanto Alexandre desfruta de uma posição de liderança, a finalização de sua campanha e o engajamento dos eleitores até o dia da eleição serão determinantes para o resultado final.

Assim, Jorge Alexandre se prepara para um período crucial de sua campanha, com a missão de consolidar o apoio que já conseguiu e enfrentar os desafios que surgirão até o dia da eleição. O equilíbrio entre a manutenção da vantagem e a adaptação às dinâmicas eleitorais será fundamental para sua eventual conquista do cargo de prefeito de Camaragibe.

THIAGO NUNES FICA INELEGÍVEL EM AGRESTINA

Thiago Nunes, ex-prefeito de Agrestina e atual pré-candidato ao cargo nas eleições de 2024, enfrenta um impasse judicial que pode comprometer sua candidatura. Condenado por improbidade administrativa e declarado inelegível pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), Nunes está tentando reverter essa situação através de um pedido de efeito suspensivo no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O pedido visa a reconsideração da condenação, alegando que novas informações do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE) demonstrariam sua isenção de responsabilidade.

A decisão que indeferiu o pedido de tutela provisória de urgência foi proferida pela ministra Maria Thereza de Assis Moura, presidente do STJ, no final da tarde de sexta-feira (19). Em sua decisão, a ministra questiona a validade do novo posicionamento do TCE, argumentando que a mudança não foi acompanhada de uma fundamentação robusta. O STJ, ao manter a inelegibilidade de Nunes, deixou claro que as punições por improbidade administrativa não dependem da aprovação ou rejeição das contas pelo Tribunal de Contas, conforme estabelecido pela Lei nº 8.429/1992, que regula a improbidade administrativa.

A decisão da ministra foi contundente ao ressaltar que a condenação de Nunes não se baseia apenas no relatório de auditoria do TCE, mas também em provas adicionais, como depoimentos e documentos coletados durante o Inquérito Civil. A ministra destacou que a procedência do pedido de improbidade e as sanções aplicadas não estão sujeitas a revisão pelo Tribunal de Contas, o que fortalece a posição do STJ em manter a inelegibilidade de Nunes.

A situação ganhou complexidade com a decisão do STJ, que não apenas afetou a candidatura de Nunes, mas também levou o PSDB a remarcar a convenção em que sua candidatura seria homologada. A nova data para a convenção foi fixada para o dia 4 de agosto, permitindo a Nunes e sua equipe mais tempo para apresentar recursos e tentar reverter a decisão.

A defesa de Nunes, por sua vez, mantém uma postura firme na busca pela reversão do quadro. Em nota oficial, afirmam que continuarão lutando para garantir que o ex-prefeito possa participar das eleições. Eles alegam que a decisão do TCE posterior à sentença inicial demonstra que Nunes não teria cometido qualquer irregularidade e que a condenação foi baseada em documentos questionáveis.

O cenário político em Agrestina, portanto, continua carregado de incertezas, com a candidatura de Thiago Nunes pendente de resolução judicial. A estratégia de defesa e o andamento do processo são cruciais para definir se o ex-prefeito conseguirá ou não participar da corrida eleitoral de 2024. Enquanto isso, a questão da inelegibilidade permanece um tema central, com a expectativa de novos desenvolvimentos à medida que o processo avança no STJ.

SAÍDA DE YVES DEIXOU O PT EM SITUAÇÃO DIFÍCIL

A recente decisão do prefeito de Paulista, Yves Ribeiro (PT), de não buscar a reeleição devido a problemas de saúde marca um ponto crucial na política local, criando um cenário incerto e potencialmente tumultuado para as próximas eleições municipais. A decisão de Yves, comunicada aos líderes do Partido dos Trabalhadores (PT) na quarta-feira (17), lança o partido em um estado de preparação urgente, uma vez que o prazo para as convenções partidárias começa no próximo sábado (20).

Yves Ribeiro, que tem ocupado a posição de prefeito desde a sua eleição, optou por se afastar do pleito com o argumento de motivos de saúde, uma justificativa que pode influenciar profundamente o cenário eleitoral no município. Com sua saída, o PT se vê forçado a reavaliar suas estratégias e a buscar novas alternativas para manter a relevância política na cidade. A iminência do início do período de convenções intensifica a necessidade de decisões rápidas e bem calculadas.
A situação é particularmente desafiadora, dado que as opções anteriores do PT para a candidatura a prefeito estavam atreladas a uma política interna e externa bastante dinâmica. Flávia Hellen, a única vereadora do PT em Paulista, parecia uma candidata natural para assumir a liderança na disputa pela prefeitura. Contudo, sua decisão de migrar para o PSB, partido do pré-candidato Junior Matuto, que já se opõe a Yves Ribeiro, elimina uma importante possibilidade para o PT. Hellen transferiu-se em um contexto político em que a mudança de filiação é frequentemente vista como um movimento estratégico para maximizar as chances de sucesso em uma eleição. Sua saída do PT para se unir a um opositor de Yves indica uma mudança significativa no alinhamento político local.

Outro nome que foi cogitado para representar o PT foi Francisco Padilha. No entanto, Padilha optou por se filiar ao PDT, outra sigla política com um perfil distinto e estratégias próprias. O fato de que tanto Flávia Hellen quanto Francisco Padilha escolheram se desvincular do PT após a filiação de Yves ao partido revela a complexidade e as tensões internas que marcam o cenário político local. A adesão de Yves ao PT, seguindo um período de instabilidade política, pode ter influenciado negativamente a estabilidade e a coesão dentro da sigla, resultando em uma série de movimentações estratégicas por parte de figuras chave.

Com a desistência de Yves e a necessidade urgente de definir um novo candidato, o PT enfrenta um dilema crítico. Yves Ribeiro já deixou claro que não apoiará Junior Matuto, o pré-candidato do PSB, adicionando uma camada extra de complexidade ao cenário político. A declaração de Yves a Dantas Barreto de que o apoio ao pré-candidato socialista não está em seus planos reflete um profundo desentendimento entre os dois e sublinha o ambiente de rivalidade política que caracteriza a eleição municipal.

A situação para o PT em Paulista só deve começar a se esclarecer na segunda-feira seguinte à decisão de Yves. Esse prazo representa um momento crucial para que o partido defina sua estratégia e identifique um candidato que possa preencher o vazio deixado pela saída de Yves e enfrentar a competição crescente, especialmente com o PSB e seu candidato Junior Matuto se posicionando como forças significativas na disputa.

Portanto, o cenário político em Paulista está em fluxos intensos e turbulentos, com o PT em uma corrida contra o tempo para consolidar sua candidatura e alinhar sua estratégia eleitoral. A decisão de Yves Ribeiro desencadeia uma série de reações e ajustes dentro e fora do partido, e o desenrolar dos eventos nas próximas semanas será determinante para moldar o futuro político do município.

RECIFE E OLINDA ESTÃO ENTRE AS DEZ CIDADES ONDE MAIS SE ROUBA CELULAR NO BRASIL

As cidades de Olinda e Recife estão entre os dez municípios com maiores taxas de roubo de celular no Brasil.
É o que aponta a estatística do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (18), pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em que revela que a capital pernambucana e a cidade patrimônio histórico estão entre as mais ranqueadas desse tipo de crime. O levantamento leva em consideração as estatísticas do acumulado dos 12 meses de 2023.

Segundo o Anuário, Olinda ocupou a oitavo colocação e Recife, a décima.

De acordo com o levantamento, Olinda contabilizou 1.423,8 roubos por 100 mil habitantes, enquanto Recife somou 1.292,7 roubos de aparelhos por 100 mil habitantes.

Pernambuco

O mesmo levantamento revelou que nos 12 meses de 2023, Pernambuco contabilizou 28.287 casos de roubos de celular. No comparativo com o mesmo período do ano anterior, houve uma redução de 0,1%, já que em 2022 o estado somou 28.308 ocorrências.

Já em relação a furtos, Pernambuco contabilizou em 2023 um total de 24.063 casos, o que significa um aumento de 43,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior: em 2022 foram contabilizadas 16.768 ocorrências

PRISCILA AGRA SERÁ VICE DE MARCIO BOTELHO EM OLINDA

Em evento realizado ontem na sede do Partido Progressista (PP), Márcio Botelho anunciou Priscila Agra como sua vice na candidatura à prefeitura de Olinda. Em seu segundo mandato como conselheira tutelar, Priscila atua na defesa dos direitos das crianças e adolescentes e, por mais de uma década, foi assessora parlamentar na Câmara Municipal de Olinda.

“É uma responsabilidade estar em uma chapa ao lado de um dos vice-prefeitos mais atuantes do Brasil. O convite não está vindo de qualquer político, mas daquele que sempre teve a minha admiração pela forte atuação em Olinda. É muita honra, porque tenho certeza que ele será o melhor e mais atuante prefeito de Olinda e eu tenho o compromisso de ser a vice mais atuante em seu governo”, disse Priscila Agra

INSTITUTO CONECTA - EM ALTINHO, SEGUNDINHO LIDERA TODOS OS CENÁRIOS

Segundinho lidera disputa pela Prefeitura

Segundinho Prefeitura de Altinho Thiago Rodrigues Allyson de Ailson Marivaldo Adnailson Barbosa

Pesquisa realizada pelo Instituto Conecta e divulgada nesta sexta (19/07) sobre a disputa pela Prefeitura de Altinho apontou o pré-candidato Segundinho liderando a preferência do eleitorado. No cenário estimulado, quando o nome dos pré-candidatos são apresentados ao entrevistados, Segundinho desponta com 33%, em segundo lugar surge Thiago Rodrigues empatado com Allyson de Ailson, ambos com 17%. Por sua vez, Marivaldo aparece com 16% e Adnailson Barbosa pontua com 3%. Branco/nulo/nenhum, somam 11%. Não sabe/não respondeu 3%.

No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são mencionados, Segundinho também é o mais lembrado. Ele alcança 23%, já Thiago Rodrigues aparece com 13%. Allyson de Ailson tem 8%, Marivaldo 7%. Por fim, Adnailson Barbosa aparece com 1%, mesmo percentual do prefeito Orlando, que já foi reeleito e, portanto, não pode mais concorrer. Não sabe/não respondeu representou 47%.

CENÁRIO – SEGUNDINHO X THIAGO RODRIGUES

Em um cenário estimulado constando apenas estes dois nomes Segundinho lidera com 44%, enquanto que Thiago pontua com 24%. Branco/nulo/nenhum somam 28% e não sabe/não recebeu ficou em 4%.

CENÁRIO: SEGUNDINHO X MARIVALDO

Neste cenário, Segundinho também lidera. Ele apresenta 43%, diante de 29% de Marivaldo. Branco/nulo/nenhum 24%, enquanto que não sabe/não respondeu 4%.

O Instituto Conecta também avaliou sobre a possibilidade de voto. Confira: 

Adnailson Barbosa:

Votaria com certeza: 5%

Poderia votar: 17%

Não votaria de jeito nenhum: 54%

Não conheço suficiente: 21%

NR/NS: 3

Allyson de Ailson:

Votaria com certeza: 18%

Poderia votar: 25%

Não votaria de jeito nenhum: 50%

Não conheço suficiente: 4%

NR/NS: 3%

Marivaldo Pena:

Votaria com certeza: 21%

Poderia votar: 24%

Não votaria de jeito nenhum: 45%

Não conheço suficiente: 6%

NR/NS: 4%

Segundinho:

Votaria com certeza: 39%

Poderia votar: 16%

Não votaria de jeito nenhum: 40%

Não conheço suficiente: 3%

NR/NS: 2%

Thiago Rodrigues:

Votaria com certeza: 18%

Poderia votar: 15%

Não votaria de jeito nenhum: 57%

Não conheço suficiente: 8%

NR/NS: 2%

Os eleitores também foram perguntados sobre o que eles acham em relação a expectativa de vitória dos nomes apresentados. O resultado foi o seguinte:

Segundinho – 36%

Thiago Rodrigues – 24%

Marivaldo – 16%

Allyson de Ailson – 10%

Adnailson Barbosa – 2%

Não sabe/não respondeu – 9%

Branco/nenhum/nulo – 3%

Em relação a avaliação da gestão do prefeito Orlando José, este foi o resultado:

Aprova: 45%

Desaprova: 52%

NR/NS: 3%

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número PE 03596/2024, ouviu 400 eleitores entre os dias 12 e 13 de julho. O levantamento assegura um grau de confiança de 95% e uma margem de erro de 4,84%.

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