quinta-feira, 14 de maio de 2026
PREFEITURA DE ARCOVERDE PROMOVE ADEQUAÇÕES NO PÁTIO FERROVIÁRIO COM FOCO NA PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO
RENATO HAYASHI ASSUME O DETRAN INDICADO PELO PP, NESSA SEXTA, E JÁ TEM PRIORIDADES
O advogado Renato Hayashi assumirá, nesta sexta-feira (15), a presidência do Detran, por indicação do presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte. Inicialmente, o cargo seria exercido pelo ex-presidente do Ceasa, Bruno Rodrigues (PP), mas ele disse que não poderia ir para o Detran porque coordenará a campanha de da Fonte para o Senado. Apesar de a candidatura não ter sido oficializada, os progressistas consideram como certa.
Em entrevista ao dantasbarreto.com, Renato Hayashi disse que foi diretor de Operações do Detran, até a troca de comando com o afastamento de Eduardo da Fonte da governadora Raquel Lyra (PSD). “Agora estou voltando como presidente”, disse.
Entre as prioridades, Hayashi coloca a implantação da CNH Popular, que já tem R$ 6 milhões garantidos pelo Governo do Estado. O novo presidente disse que o número de beneficiados ainda será calculado.
“Também queremos modernizar os Ciretrans, que estão muito defasados. Vamos valorizar os servidores com um plano de cargos e carreiras e preparar um concurso público para 2027, a fim de recompor os quadros”, contou Renato Hayashi.
BRUNO
Bruno Rodrigues presidia o Ceasa, mas foi exonerado devido à quebra da relação entre Eduardo da Fonte e Raquel Lyra, quando o deputado negociou uma vaga de senador na chapa do pré-candidato a governador João Campos (PSB). Recentemente, o presidente do PP e a governadora reataram a relação e ele voltou a indicar aliados para o Ceasa, Copergás e Detran.
Bruno contou que teve seu nome indicado para o Detran, porém admitiu que seria complicado dividir o tempo com a coordenação da campanha de Eduardo da Fonte ao Senado. Da Fonte se coloca como pré-candidato, no entanto a Federação União Progressista tem outro nome na disputa, que é o presidente do União Brasil. Além desses dois, Raquel Lyra tem como opções para a chapa majoritária o senador Fernando Dueire (PSD) e o deputado federal Túlio Gadêlha (PSD)
PERNAMBUCO É O ESTADO QUE MAIS REDUZIU O DESEMPREGO NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2026, APONTA IBGE
PRISÃO PREVENTIVA DE FLÁVIO BOLSONARO É PEDIDA POR DEPUTADO APÓS ÁUDIO COM PEDIDO DE DINHEIRO AO BANCO MASTER
HOSPITAL REGIONAL DOM MOURA RECEBE NOVOS EQUIPAMENTOS E AMPLIA CONFORTO E ESTRUTURA DA ASSISTÊNCIA HOSPITALAR
Os novos equipamentos irão contribuir diretamente para a assistência hospitalar, proporcionando melhores condições de acomodação e facilitando o trabalho das equipes de saúde no cuidado diário aos pacientes internados.
As camas elétricas permitem ajustes de posição com maior praticidade e segurança, auxiliando na mobilização dos pacientes e oferecendo mais conforto durante o período de internação, especialmente em casos que exigem maior tempo de permanência hospitalar.
A chegada dos novos equipamentos amplia ainda mais os investimentos realizados na estrutura do hospital nos últimos meses.
O diretor geral do HRDM, Walter Mendonça, destacou a importância dos novos equipamentos para a unidade e para a população atendida. “São 50 poltronas para acomodar melhor as pessoas que precisam do Hospital Regional Dom Moura. Estamos, ao longo dos anos, mudando a realidade da unidade. Agradecemos à Secretaria Estadual de Saúde e ao Governo do Estado, que vêm semanalmente enviando equipamentos e mobiliários para acolher melhor a população de Garanhuns e do Agreste Meridional", disse.
A gerente administrativa, Maria Edilza, ressaltou os impactos positivos do investimento para o conforto e humanização do atendimento. “A chegada desse material ajuda a melhorar o conforto dos nossos pacientes e acompanhantes, que muitas vezes ficavam em cadeiras de plástico. Nosso público vem sendo acolhido de forma mais humanizada. Para a gente, é um grande avanço poder oferecer mais conforto e segurança aos pacientes".
ÁUDIO DE FLÁVIO BOLSONARO PROVOCA REBELIÃO NA DIREITA E ZEMA E CAIADO ROMPEM O SILÊNCIO CONTRA O BOLSONARISMO
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, foi direto ao atacar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em publicação nas redes sociais, Zema afirmou que ouvir Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro de Vorcaro seria “imperdoável” e classificou o caso como “um tapa na cara dos brasileiros de bem”. A declaração caiu como uma bomba no núcleo bolsonarista porque atingiu justamente o discurso moral construído pela direita nos últimos anos contra o PT e os escândalos de corrupção ligados aos governos petistas.
Mas a crise não parou em Zema. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também elevou o tom nos bastidores e em declarações públicas ao reforçar críticas ao comportamento do grupo bolsonarista. Embora tenha adotado postura menos explosiva que Zema, Caiado deixou claro o desconforto com o episódio e reforçou a cobrança por coerência ética dentro do campo conservador. Aliados do governador goiano avaliam que o escândalo fragiliza o discurso anticorrupção que sempre foi uma das principais bandeiras do bolsonarismo.
Nos corredores políticos, a leitura é de que Zema e Caiado aproveitaram o momento para acelerar um movimento que já vinha sendo desenhado silenciosamente: o distanciamento gradual da dependência política do sobrenome Bolsonaro. Os dois governadores enxergam a possibilidade de ocupar um espaço eleitoral mais moderado dentro da direita, especialmente entre eleitores conservadores cansados de crises, polêmicas e confrontos permanentes.
O áudio envolvendo Flávio Bolsonaro provocou forte repercussão porque trouxe à tona supostas conversas sobre captação milionária de recursos para um projeto audiovisual ligado à imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro. O caso rapidamente ganhou dimensão nacional e virou munição para adversários políticos e até antigos aliados do bolsonarismo.
A reação de Zema foi interpretada como um divisor de águas. Até então, críticas públicas vindas de nomes fortes da direita contra a família Bolsonaro costumavam ocorrer de maneira tímida ou indireta. Desta vez, porém, o governador mineiro fez questão de associar o episódio à incoerência do discurso bolsonarista, afirmando que não adianta atacar Lula e o PT enquanto práticas semelhantes aparecem dentro do próprio campo conservador.
Já Caiado, que há meses vem construindo um discurso de independência política, teria visto no escândalo uma oportunidade de reforçar sua imagem de gestor mais institucional e menos ligado às turbulências do bolsonarismo raiz. Em Goiás, aliados do governador avaliam que o eleitor conservador deseja firmeza ideológica, mas também estabilidade política e responsabilidade institucional.
Nos bastidores de Brasília, o clima é de tensão crescente. Parlamentares ligados ao PL temem que o episódio provoque um desgaste duradouro na imagem de Flávio Bolsonaro justamente no momento em que a direita tentava reorganizar forças para a sucessão presidencial de 2026.
O caso também ampliou as especulações sobre uma possível fragmentação definitiva do campo conservador brasileiro. De um lado, o bolsonarismo tenta manter sua hegemonia política apoiado na força eleitoral de Jair Bolsonaro. Do outro, governadores como Zema e Caiado começam a dar sinais cada vez mais claros de que não pretendem permanecer subordinados politicamente à família Bolsonaro.
Enquanto isso, o presidente Lula e aliados acompanham o cenário de camarote. A crise interna na direita surge justamente em um momento em que o governo federal tenta reorganizar sua base política e recuperar terreno na disputa nacional. Nos bastidores do Planalto, há quem avalie que o áudio acabou produzindo um efeito devastador não apenas sobre Flávio Bolsonaro, mas sobre a própria unidade do bolsonarismo.