terça-feira, 13 de outubro de 2026
FLÁVIO BOLSONARO ANUNCIA QUE NÃO VAI A DEBATE DA BAND COM LULA E PREFERE ATO NA AVENIDA PAULISTA
RAQUEL LYRA VAI À ARENA DE PERNAMBUCO PARA ACOMPANHAR JOGO DA SELEÇÃO BRASILEIRA FEMININA
A presença da governadora no estádio coloca o futebol feminino no centro das atenções da agenda esportiva do Governo de Pernambuco. A Arena de Pernambuco, localizada em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, é um dos principais equipamentos esportivos do estado e recebe partidas e grandes eventos.
A participação de Raquel Lyra ocorre em um momento de valorização do esporte feminino no Brasil, que vem ampliando sua visibilidade e conquistando novos espaços junto ao público.
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CENTRAL DE LAUDOS AMPLIA PRODUÇÃO DE EXAMES E AGILIZA RESULTADOS PARA PACIENTES DA REDE ESTADUAL DE SAÚDE
Serviço, que funciona no Hospital da Restauração, aumentou em 393% a produção de tomografias realizadas na unidade e também atende pacientes do HOF, HAM e HGV
A Central de Laudos do Hospital da Restauração (HR) Gov. Paulo Guerra vem apresentando resultados positivos na ampliação da produção de exames de imagem laudados na rede estadual de saúde. Entre março de 2025 e agosto de 2026, houve aumento no número de laudos emitidos para os quatro hospitais atendidos pela central. Além disso, a criação do Portal de Exames facilita o acesso aos resultados dos exames.
No HR, o número de tomografias computadorizadas (TC) com laudo passou de 384, em março de 2025, para 1.892 em agosto de 2026, um crescimento de 393%. No mesmo período, os exames de ressonância magnética (RM) laudados aumentaram 200%, passando de 407 para 1.223, enquanto os de ultrassonografia (USG) passaram de 699 para 1.452 – alta de 108%.
O crescimento também foi registrado nas demais unidades atendidas pela Central de Laudos. Considerando Hospital da Restauração, Hospital Otávio de Freitas (HOF), Hospital Agamenon Magalhães (HAM) e Hospital Getúlio Vargas (HGV), a produção de tomografias com laudos passou de 2.633 exames, em março de 2025, para 6.222 em agosto de 2026, aumento de 136%. Nas ultrassonografias, foram 3.063 exames no início da comparação e 4.671 no último mês analisado, crescimento de 52%.
“Esse aumento na produção significa redução do tempo de internação e mais rapidez para a equipe assistencial definir a conduta, beneficiando diretamente os usuários da rede pública. Também investimos na organização do fluxo, e o Portal de Exames facilita o acesso ao laudo, porque o paciente que não está internado ou o parente, sobretudo quem mora longe da capital, não precisa vir só para buscar o resultado do exame”, explica o diretor geral do Hospital da Restauração, Petrus Andrade Lima.
A Central de Laudos foi criada em uma iniciativa da Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE) para concentrar a análise e a emissão dos resultados de exames de imagem, contribuindo para dar mais agilidade ao diagnóstico e ao acompanhamento dos pacientes internados nas unidades da rede estadual. O serviço funciona 24 horas por dia, com uma equipe de 40 médicos radiologistas. Além do Hospital da Restauração, a estrutura atende demandas do Hospital Otávio de Freitas, Hospital Agamenon Magalhães e Hospital Getúlio Vargas.
Os dados mostram que a ampliação da capacidade de emissão de laudos ocorreu nas quatro unidades. No HOF, por exemplo, a produção de tomografias passou de 1.079 para 2.454 exames, aumento de 127%. No HAM, o crescimento foi de 77%, de 405 para 716 exames. Já no HGV, foram 1.160 tomografias laudadas em agosto de 2026, contra 765 em março de 2025, alta de 52%. A comparação considera março de 2025 como referência, por ser o último mês antes da implantação da Central de Laudos.
PORTAL DE EXAMES - Com a informatização do hospital, a equipe de Tecnologia da Informação do HR desenvolveu uma plataforma digital através da qual as pessoas podem visualizar e baixar o laudo dos exames laboratoriais e de imagem feitos no HR. Para acessar o laudo do exame, o paciente deve acessar o site (https://exameshr.saude.pe.
LULA ABRE O CAIXA PARA O PEQUENO EMPREENDEDOR E APOSTA NO CRÉDITO NA RETA FINAL DA CAMPANHA
Pacote prevê medidas para aliviar dívidas de MEIs e empresas do Simples Nacional, enquanto proposta amplia o limite de faturamento do microempreendedor. A iniciativa também coloca o pequeno empreendedor no centro da disputa política.
Na reta final da campanha, o governo Lula mira um público que movimenta a economia todos os dias: o pequeno empreendedor. A previsão é anunciar medidas de crédito e iniciativas para enfrentar o endividamento de microempreendedores individuais (MEIs) e empresas optantes pelo Simples Nacional.
A agenda inclui ainda o apoio a uma proposta que pretende elevar o limite anual de faturamento do MEI, hoje em R$ 81 mil, para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O texto também prevê a possibilidade de contratação de até dois funcionários.
A mudança pode representar um fôlego para quem trabalha por conta própria, mas esbarra no crescimento do negócio e acaba ultrapassando o teto permitido. Segundo os números mencionados pela Agência Câmara, 101.216 MEIs foram desenquadrados em 2025 e 2026 por excederem o limite de faturamento.
O debate, portanto, vai além de oferecer crédito. Envolve a capacidade de pequenos negócios continuarem formalizados, manterem empregos e ampliarem suas atividades sem que o crescimento se transforme em um problema tributário.
Mas o calendário também chama atenção. Em plena reta final da disputa eleitoral, medidas voltadas a quem empreende por conta própria ganham peso econômico e político. O pequeno empresário, o trabalhador autônomo e o dono de um negócio de bairro passam a ocupar espaço importante no discurso do governo.
É uma agenda que pode ter efeitos concretos para quem enfrenta dívidas e precisa de capital para continuar funcionando. Ao mesmo tempo, a proximidade da eleição inevitavelmente coloca a iniciativa sob o olhar da disputa política.
No fim das contas, o MEI quer saber menos de discurso e mais de resultado: se o crédito chegará, quais serão as condições, quem poderá renegociar dívidas e quando as mudanças prometidas entrarão efetivamente em vigor.
Na política, a leitura é inevitável: quando a campanha aperta, o pequeno empreendedor também entra no radar das prioridades. E fica a pergunta: trata-se de uma política econômica necessária que chega em momento eleitoral ou de uma estratégia para conquistar um público decisivo? A resposta dependerá tanto das regras anunciadas quanto dos resultados que chegarem ao bolso de quem empreende.
Atenção: a cobertura mais recente indica que Lula anunciou nesta terça-feira (13) o pacote Prospera MEI, incluindo proposta de perdão de dívidas e auxílio financeiro. A iniciativa prevê o envio de projeto ao Congresso, portanto é importante distinguir medidas anunciadas de benefícios já disponíveis.
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A SPIN QUE DESAFIOU A MATEMÁTICA: CARRO VOLTA A LOJA EM RECIFE COM 480 MIL QUILÔMETROS A MENOS
Veículo teria chegado à loja com 600 mil quilômetros rodados e reaparecido seis meses depois marcando apenas 120 mil. Dono da loja ironizou a situação: “O dono é mágico?”
Tem coisa que nem a matemática consegue explicar sem levantar suspeitas. Uma Chevrolet Spin teria entrado em uma loja de veículos usados no Recife marcando 600 mil quilômetros no hodômetro. Seis meses depois, o mesmo carro voltou ao estabelecimento exibindo apenas 120 mil quilômetros. Pelo visto, o veículo não apenas voltou à loja: voltou também no tempo!O caso foi relatado pelo proprietário da VeículosRecife e chamou atenção pela diferença absurda entre os números. São 480 mil quilômetros que desapareceram do painel, como se o carro tivesse passado por uma espécie de rejuvenescimento automotivo.
A pergunta do comerciante foi curta e carregada de ironia: “O dono é mágico?”
A resposta, até o momento, não está esclarecida. Mas uma coisa é certa: quando um automóvel reaparece com uma quilometragem tão inferior à anteriormente registrada, a situação exige explicações e uma boa investigação.
MILAGRE NO HODÔMETRO?
Na primeira passagem pela loja, a Spin teria sido apresentada com 600 mil quilômetros rodados. A negociação não avançou e o veículo deixou o estabelecimento. Meses depois, retornou com o marcador apontando 120 mil quilômetros.
Se os registros estiverem corretos e se tratar realmente do mesmo veículo, a diferença não é um detalhe que possa ser varrido para debaixo do tapete. É um sinal de alerta que merece esclarecimento.
Uma eventual troca de painel, um erro de registro ou uma intervenção eletrônica podem estar entre as hipóteses a serem verificadas. A adulteração deliberada do hodômetro também precisa ser considerada, mas não pode ser afirmada como fato sem uma apuração técnica.
Afinal, carro usado não ganha quilometragem de volta por decreto, muito menos por milagre.
QUEM PAGA A CONTA É O CONSUMIDOR
No mercado de seminovos e usados, a quilometragem pesa diretamente na avaliação do veículo. Ela influencia o preço, a expectativa de desgaste e a decisão de compra. Por isso, qualquer inconsistência pode comprometer a confiança na negociação.
Um automóvel que realmente rodou 600 mil quilômetros não pode ser apresentado como se tivesse percorrido apenas 120 mil sem que a diferença seja devidamente esclarecida. Se houver manipulação intencional para enganar compradores, o problema deixa de ser uma simples irregularidade comercial e pode ter consequências legais.
É justamente por isso que o consumidor precisa desconfiar de números milagrosos e exigir histórico de manutenção, laudo cautelar e uma avaliação técnica independente antes de fechar negócio.
CASO MERECE INVESTIGAÇÃO
A situação relatada pela loja do Recife levanta uma questão importante: qual é a quilometragem real da Spin e o que aconteceu com o registro entre uma passagem e outra pelo estabelecimento?
Uma perícia técnica, a consulta ao histórico de revisões e a verificação de eventuais substituições de componentes podem ajudar a esclarecer o episódio.
Se for comprovada uma adulteração intencional com o objetivo de obter vantagem ilícita, os responsáveis poderão ser chamados a responder na forma da lei. Mas é importante separar suspeita de comprovação: até que existam elementos técnicos, não cabe apontar culpados.
No fim, a ironia do lojista traduz a indignação de quem se depara com uma situação difícil de explicar. A Spin apareceu com 600 mil quilômetros, voltou com 120 mil e deixou uma pergunta no ar.
Se o carro não andou para trás, alguém precisa explicar para onde foram parar os 480 mil quilômetros.