Durante a fiscalização, Jonny Albino apontou graves problemas no funcionamento e na gestão das estações, especialmente em dois bairros. No Novo Heliópolis, o cenário descrito é de abandono. A estação estaria sem o tratamento adequado do esgoto, mas, ainda assim, a população segue pagando uma taxa de 80% na conta de água. O vereador lembra que desde 2021 vem cobrando oficialmente a redução desse percentual para 40%, compatível com a realidade do serviço prestado, mas até agora não obteve resposta concreta da companhia.
A situação se torna ainda mais grave no bairro Viana e Moura. De acordo com a denúncia, a Compesa cobra 100% de taxa de esgoto de uma estação que sequer foi construída pela empresa, limitando-se apenas à manutenção do local. Para Jonny Albino, a prática beira o absurdo e configura uma afronta direta aos direitos do consumidor. “É inadmissível que o cidadão pague como se tivesse um serviço completo, quando isso claramente não acontece”, criticou.
O vereador afirmou que não vai recuar e que pretende ampliar a pressão institucional. Segundo ele, o caso será levado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado, com o objetivo de barrar o que classifica como descaso histórico da Compesa com Garanhuns. “Não vamos parar por aqui. Esses abusos precisam acabar. O povo não pode continuar pagando caro por um serviço que não é entregue”, disparou.
A denúncia reacende o debate sobre a transparência e a responsabilidade da Compesa na cobrança da taxa de esgoto, tema que afeta diretamente milhares de famílias. Jonny Albino reforça que sua atuação é uma luta em defesa da população e promete continuar fiscalizando, denunciando e cobrando providências até que haja justiça tarifária e respeito com quem paga a conta todos os meses.
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