De acordo com o relatório oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Orange (Orange County Sheriff’s Office), ela foi detida depois de, segundo a polícia, desobedecer a ordem de parada de uma viatura com luzes e sirene ligadas, conduta registrada como tentativa de fuga ou de “eludir” a abordagem policial — um crime considerado grave sob a lei da Flórida (felony de terceiro grau).
Além dessa acusação mais séria, Amanda também foi autuada por dirigir um veículo com a carteira de habilitação fora da validade, o que na legislação local é classificado como contravenção de segundo grau.
Segundo registros judiciais, a Justiça dos Estados Unidos fixou uma fiança de US$ 500 (aproximadamente R$ 2.600) para que ela responda ao processo em liberdade, mas não há confirmação pública sobre o pagamento desse valor ou se ela já foi liberada.
O caso, registrado na segunda-feira em Orlando, ganhou repercussão nacional não apenas pelo vínculo da empresária com um dos principais nomes da música sertaneja, mas também pelo enquadramento da desobediência à ordem policial como crime grave na legislação americana.
Até o momento, não houve posicionamento oficial da assessoria da dupla Henrique & Juliano sobre o ocorrido, e a situação jurídica de Amanda segue sob apuração pelas autoridades da Flórida.
O episódio também foi acompanhado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil (Itamaraty), que informou que o Consulado-Geral em Orlando está à disposição para prestar assistência consular à brasileira, em conformidade com os procedimentos de proteção a cidadãos brasileiros no exterior.
A prisão de Amanda Vasconcelos, mesmo em um contexto internacional, provocou ampla repercussão nas redes sociais e no meio artístico, levantando debates sobre os riscos de desobedecer ordens policiais e as dificuldades enfrentadas por brasileiros que passam por ocorrências dessa natureza fora do país.
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