sexta-feira, 20 de março de 2026

MUDOU TUDO: ÁLVARO PORTO SAI DO MDB E VAI PARA O PRD


A política pernambucana amanhece com uma verdadeira reviravolta. O deputado estadual Álvaro Porto, atual presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), mudou de rota e decidiu deixar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) para se filiar ao Partido da Renovação Democrática (PRD), legenda que está federada com o Solidariedade.

A movimentação representa uma mudança significativa no tabuleiro político estadual e ocorre após uma série de articulações que alteraram completamente o cenário da chapa majoritária para as eleições.

Até então, tudo indicava que Álvaro Porto estava com destino definido. O parlamentar estava de malas prontas para o MDB e era considerado nome praticamente certo para ocupar a vaga de vice na chapa encabeçada pelo prefeito do Recife, João Campos. A articulação estava construída e alinhada nos bastidores.

No entanto, o que parecia improvável acabou acontecendo. Um verdadeiro “terremoto” político começou a partir das movimentações lideradas pelo deputado federal Eduardo da Fonte, que intensificou as tratativas para ocupar uma vaga na disputa pelo Senado.

A nova configuração da chapa do Partido Socialista Brasileiro (PSB) provocou um efeito dominó. Dentro desse rearranjo político, Álvaro Porto acabou tendo que ceder espaço para que o ministro Silvio Costa Filho pudesse indicar o irmão, Carlos Costa, para a posição que estava sendo negociada.

Com essa mudança de última hora, o MDB acabou ficando sem composição viável de chapa dentro do novo desenho político. Diante desse cenário, Álvaro Porto decidiu mudar completamente de rumo e optou por se filiar ao PRD, legenda que integra uma federação partidária com o Solidariedade.

A decisão reposiciona o presidente da Alepe no jogo político e pode abrir novos caminhos nas articulações para 2026.

O Blog traz em primeira mão a informação que promete movimentar os bastidores da política pernambucana nos próximos dias. O movimento de Álvaro Porto indica que o tabuleiro eleitoral ainda está longe de se estabilizar e que novas mudanças podem surgir a qualquer momento.

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