domingo, 20 de outubro de 2013

Missa de sétimo missa em memória de promotor assassinado será celebrada neste domingo

A Capela de São Sebastião, na cidade de Águas Belas, no Agreste Meridional pernambucano, foi o local escolhido para a celebração da missa de sétimo dia do promotor Thiago Faria Soares, 36 anos, executado friamente a tiros de espingarda calibre 12, dia 14, na PE-300. A missa acontecerá neste domingo (20), às 10h, e contará com a participação da noiva do promotor, a advogada Mysheva Freire Ferrão Martins. A missa foi marcada por familiares da noiva, já que o promotor não tem parentes na região. Ele era natural do Rio de Janeiro, onde reside sua mãe.

A missa terá duração de 1h e será celebrada pelo padre Evandro da Silva, um dos três representantes da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição na cidade. “Águas Belas é tradicionalmente um município muito religioso, com um povo de muita fé. E a família da noiva do promotor também é muito religiosa e sabe da importância das orações numa missa de sétimo dia de morte para elevar a alma do falecido”, explicou o sacristão Renato Souza.

A Capela de São Sebastião é a segunda igreja do município de Águas Belas. A missa não será celebrada na Matriz de Nossa Senhora da Conceição, a principal da cidade, porque a igreja está em reforma. Apesar do silêncio e da desconfiança da maioria dos moradores em relação ao assassinato de Thiago Faria, a expectativa é de que muitas pessoas compareçam à missa, principalmente familiares da noiva do promotor, que era titular de Itaíba, município distante 35 quilômetros de Águas Belas, e para onde Thiago Faria se dirigia, ao lado da noiva e de um tio dela, quando foi executado.

INVESTIGAÇÃO - Seguindo a proposta de não descartar qualquer linha de investigação, a Polícia Civil vai ouvir, na segunda-feira (21), o depoimento do último ex-namorado da advogada Mysheva Martins, antes de ela começar a namorar e noivar com o promotor Thiago Faria. O empresário Glécio Oliveira, 34 anos, proprietário de uma rede de planos de assistência funerária nas cidades de Manari, Arcoverde (Sertão de Pernambuco) e Caruaru (Agreste), teria tido um relacionamento amoroso com Mysheva por quase dois anos e, segundo informações repassadas extraoficialmente à polícia, teria emprestado R$ 100 mil para a advogada arrematar em leilão os 25 hectares dos 1.800 que compõem a Fazenda Nova. A propriedade é alvo de disputa há oito anos entre as famílias da advogada e dos acusados de serem os assassinos do promotor: o fazendeiro José Maria Pedro Rosendo Barbosa, o Zé Maria de Mané Pedo (suposto mandante, ainda foragido), e o agricultor Edmacy Ubirajara (suposto executor), preso desde terça-feira.

Parte do dinheiro da Telexfree é liberada pela Justiça

A Telexfree (Ympactus Comercial Ltda.) teve mais uma vitória no judiciário acreano. A juíza Thaís Borges, da 2ª Vara da Comarca de Rio Branco, autorizou nesta sexta-feira (18) a liberação de parte do dinheiro bloqueado da empresa.
A quantia não foi revelada e será usada para sanar dívidas da construção de um hotel no Rio de Janeiro por parte dos sócios da Telexfree. O dinheiro será transferido diretamente para a empresa responsável pela edificação do empreendimento.
As atividades da empresa continuam proibidas e os investimentos por parte dos divulgadores também continuam “congelados” até a decisão da magistrada.
A Telexfree, que vende planos de minutos de telefonia de voz sobre protocolo de internet (VoIP na sigla em inglês), foi proibida de operar no final de junho por acusação de praticar pirâmide financeira. A operação do negócio está bloqueada, por tempo indeterminado, a pedido do MP-AC (Ministério Público do Acre).
“A cada dia que passa, a Justiça está sendo feita no sentido amplo da palavra”, disse um dos advogados da Telexfree no Acre, Roberto Duarte.
Nas últimas semanas, os advogados da Telexfree têm obtido muitas vitórias nos tribunais. Quatro processos já foram autorizados pelo judiciário acreano para análise no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF (Supremo Tribunal Federal).

Filme destaca os dois últimos anos da vida da Princesa Diana

Protagonizado por Naomi Watts, o longa dá enfoque a um suposto romance com o cirurgião paquistanês Hasnat Khan


Os dois últimos anos de Lady Di, morta em acidente de carro em agosto de 1997, são retratados emDiana, do diretor alemão Oliver Hirschbiegel. Protagonizado por Naomi Watts, o filme dá enfoque a um suposto romance com o cirurgião paquistanês Hasnat Khan (Naveen Andrews), citado no livro As crônicas de Diana, de Tina Brown, que participou da produção como consultora. Bastante aguardado na Grã-Bretanha, onde estreou no último dia 5, o longa foi recebido com frieza pela crítica especializada e chegou a ser classificado como “atroz e invasivo”.

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