CANA-DE-AÇUCAR
Produtividade da cana por hectare deve aumentar em Pernambuco
O incremento na produção está relacionado com a distribuição gratuita de fertilizantes do Programa Terra Pronta, da Secretaria Estadual de Agricultura e Reforma Agrária (SARA).
Cerca de 95% dos fornecedores de cana de açúcar pernambucanos vão receber fertilizantes do Estado para a melhoria da produtividade da cana por área cultivada. Com a iniciativa, o beneficiário terá um acréscimo de até 25% na produção da safra 2011/2012. A informação é da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP). A licitação para a aquisição do insumo será realizada nesta quinta-feira (17).
De acordo com o presidente da AFCP, Alexandre Andrade, a Secretaria de Agricultura vai investir R$ 6 milhões na compra do fertilizante. Cerca de 13 mil produtores serão contemplados com a ação. “A iniciativa, que atende o pleito do setor, vai colaborar diretamente para o aumento de produtividade da cana por hectare cultivado”, diz. Porém, ele ressalta que uma condição climática favorável também é necessária.
Serão beneficiados aqueles fornecedores que produzem até 3 mil toneladas de cana de açúcar por safra. “Esse é o terceiro ano consecutivo que somos contemplados com a iniciativa do Governo”, diz. Na avaliação de Andrade, o fertilizante já estará à disposição dos produtores a partir do próximo mês. Após a conclusão da licitação e aquisição do adubo, ele será encaminhado para as 22 usinas do Estado. De lá, o fertilizante será redistribuído aos fornecedores.
Retrospectiva - Nos dois últimos anos, 25.632 produtores de cana receberam 12.410 toneladas de fertilizantes, por meio do Programa Terra Pronta. Foram contemplados 12.734 e 12.898 fornecedores em 2009 e 2010 respectivamente.
segunda-feira, 14 de março de 2011
PERNAMBUCO TRAZ SEUS FILHOS DE VOLTA COM AS OPORTUNIDADES
GENTE QUE VEM GENTE QUE VAI
Aquela velha e tão repetida história do nordestino que sai de sua terra natal em busca de oportunidades no sul já começa a ficar na memória dos mais antigos. E Pernambuco tem clara contribuição nessa mudança. Aos poucos, pernambucanos voltam a seu Estado, e com expectativas ainda maiores das que tinham quando emigraram. E não só há quem volte, mas muita gente que está saindo de grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro para fazer carreira no novo Nordeste.
De volta, saiu ganhando
Joselma Pereira, 35, já foi babá, empacotadora de supermercado e fez vários "bicos" para garantir sua renda. Nunca teve sua carteira de trabalho assinada. "Em Pernambuco, eu trabalhava muito, e ganhava muito pouco", lembra.
Não vendo mais perspectivas em seu Estado de origem, resolveu deixar Vitória de Santo Antão, município da Zona da Mata pernambucana, para tentar a vida no Sudeste. Ficou 10 meses no Rio de Janeiro e sete anos em São Paulo. Nesse período, foi babá, manicure e balconista de padaria e auxiliar de escritório. Não encontrou o que queria: uma profissão.
Nas suas voltas, rápidas, por Pernambuco, que fazia motivada pela saudade, pra ver a família, sempre tirava um tempinho pra ver se achava emprego em sua terra, e nunca encontrava nada. Mas, em 2007, numa dessas visitas, ouviu um carro de som na rua informando sobre inscrições abertas para trabalhar em um estaleiro que estava para se instalar em Ipojuca.
"Aí, falei pra mim mesma: ´vou me inscrever´. Fui lá fiz os testes e foi aprovada. Então, resolvi ficar", conta.
Reviravolta
Quando sonhava em uma profissão, nunca imaginava que esta seria na área de soldagem, algo que parece pertencer tão mais ao universo masculino. Mas foi aí que se encontrou. "Queria fazer turismo, nunca passou pela minha cabeça ser soldadora, mas eu passei a gostar da solda", afirma. De auxiliar de soldador, hoje, Joselma é responsável por uma equipe de 35 pessoas no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o maior do hemisfério, e é conhecida como a "rainha do aço pernambucano".
"Nunca pensei que ia encontrar minha profissão aqui em Pernambuco, e hoje tenho perspectiva profissional. E meu filho, de oito anos, já diz que ser presidente do estaleiro", revela.
"Agora, o pessoal daqui da região já pensa em estudar, porque quer entrar no estaleiro, todo mundo quer trabalhar aqui, e ninguém mais pensa em ir embora", conta.
Do Sudeste para PE
Na mesma empresa, encontra-se Diogo Pacífico, 29, que tem uma história bastante diferente da de Joselma. Ele não é nordestino, e largou o seu sudeste para fazer carreira em Pernambuco. Ele é engenheiro naval formado recentemente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estado com tradição na área em que resolveu atuar.
Talvez por isso, nem imaginava que ia buscar seu futuro profissional no Nordeste. Quando entrou na graduação, em 1999, o Brasil estava vivendo o início de reativação de sua indústria naval, e isso o motivou a seguir a carreira na área.
Ainda quando cursava a universidade, Diogo entrou como estagiário no escritório do EAS no Rio de Janeiro. Depois de formado, foi contratado pela empresa e, então, surgiu a oportunidade de ir trabalhar no estaleiro pernambucano, em Suape, que ele agarrou, sem hesitar.
Vinda sem volta
"Poucos profissionais no Brasil podem acompanhar o início de um estaleiro, e eu sempre quis vir pra cá. Aqui, cada dia é uma experiência inenarrável", conta Diogo Pacífico.
"O Nordeste tem sido muito falado, e o Sudeste, nessa área, não tem mais tanto a expandir. Portanto, agora ocorre o caminho inverso", analisa, reforçando que já não vislumbra mais deixar Pernambuco e voltar para o Rio de Janeiro.
MUDANÇA
Novos ofícios são foco de moradores
Cabo de Santo Agostinho (PE). A 78 quilômetros de Recife, fica Sirinhaém, município pernambucano de cerca de 40 mil habitantes e de economia ainda não bem desenvolvida. Com o avanço econômico de Suape, alguns moradores de lá resolveram migrar para a nova promessa de emprego que surge na região.
Assim fez Josuel Benedito, de 26 anos. Por lá, trabalhava em usina de cana, e não tinha renda fixa. Ouviu falar do complexo industrial e portuário que estava despontando e decidiu tentar a sorte. "Tinham outros amigos vindo e, então, eu arrisquei e vim", conta.
Hoje, não está mais desempregado. Trabalha com servente na empresa que faz a obra de duplicação da rodovia estadual PE-060. A situação está bem melhor, afirma, mas ainda não é a desejada por ele.
"Na verdade, eu quero ser carpinteiro", justifica. Nas horas vagas, Josuel acompanha o amigo carpinteiro, na tentativa de aprender, ainda que informalmente o ofício.
"Tem curso de carpinteiro, mas é longe daqui. Acho que falta investir mais em capacitação", sugere.
Aquela velha e tão repetida história do nordestino que sai de sua terra natal em busca de oportunidades no sul já começa a ficar na memória dos mais antigos. E Pernambuco tem clara contribuição nessa mudança. Aos poucos, pernambucanos voltam a seu Estado, e com expectativas ainda maiores das que tinham quando emigraram. E não só há quem volte, mas muita gente que está saindo de grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro para fazer carreira no novo Nordeste.
De volta, saiu ganhando
Joselma Pereira, 35, já foi babá, empacotadora de supermercado e fez vários "bicos" para garantir sua renda. Nunca teve sua carteira de trabalho assinada. "Em Pernambuco, eu trabalhava muito, e ganhava muito pouco", lembra.
Não vendo mais perspectivas em seu Estado de origem, resolveu deixar Vitória de Santo Antão, município da Zona da Mata pernambucana, para tentar a vida no Sudeste. Ficou 10 meses no Rio de Janeiro e sete anos em São Paulo. Nesse período, foi babá, manicure e balconista de padaria e auxiliar de escritório. Não encontrou o que queria: uma profissão.
Nas suas voltas, rápidas, por Pernambuco, que fazia motivada pela saudade, pra ver a família, sempre tirava um tempinho pra ver se achava emprego em sua terra, e nunca encontrava nada. Mas, em 2007, numa dessas visitas, ouviu um carro de som na rua informando sobre inscrições abertas para trabalhar em um estaleiro que estava para se instalar em Ipojuca.
"Aí, falei pra mim mesma: ´vou me inscrever´. Fui lá fiz os testes e foi aprovada. Então, resolvi ficar", conta.
Reviravolta
Quando sonhava em uma profissão, nunca imaginava que esta seria na área de soldagem, algo que parece pertencer tão mais ao universo masculino. Mas foi aí que se encontrou. "Queria fazer turismo, nunca passou pela minha cabeça ser soldadora, mas eu passei a gostar da solda", afirma. De auxiliar de soldador, hoje, Joselma é responsável por uma equipe de 35 pessoas no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o maior do hemisfério, e é conhecida como a "rainha do aço pernambucano".
"Nunca pensei que ia encontrar minha profissão aqui em Pernambuco, e hoje tenho perspectiva profissional. E meu filho, de oito anos, já diz que ser presidente do estaleiro", revela.
"Agora, o pessoal daqui da região já pensa em estudar, porque quer entrar no estaleiro, todo mundo quer trabalhar aqui, e ninguém mais pensa em ir embora", conta.
Do Sudeste para PE
Na mesma empresa, encontra-se Diogo Pacífico, 29, que tem uma história bastante diferente da de Joselma. Ele não é nordestino, e largou o seu sudeste para fazer carreira em Pernambuco. Ele é engenheiro naval formado recentemente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estado com tradição na área em que resolveu atuar.
Talvez por isso, nem imaginava que ia buscar seu futuro profissional no Nordeste. Quando entrou na graduação, em 1999, o Brasil estava vivendo o início de reativação de sua indústria naval, e isso o motivou a seguir a carreira na área.
Ainda quando cursava a universidade, Diogo entrou como estagiário no escritório do EAS no Rio de Janeiro. Depois de formado, foi contratado pela empresa e, então, surgiu a oportunidade de ir trabalhar no estaleiro pernambucano, em Suape, que ele agarrou, sem hesitar.
Vinda sem volta
"Poucos profissionais no Brasil podem acompanhar o início de um estaleiro, e eu sempre quis vir pra cá. Aqui, cada dia é uma experiência inenarrável", conta Diogo Pacífico.
"O Nordeste tem sido muito falado, e o Sudeste, nessa área, não tem mais tanto a expandir. Portanto, agora ocorre o caminho inverso", analisa, reforçando que já não vislumbra mais deixar Pernambuco e voltar para o Rio de Janeiro.
MUDANÇA
Novos ofícios são foco de moradores
Cabo de Santo Agostinho (PE). A 78 quilômetros de Recife, fica Sirinhaém, município pernambucano de cerca de 40 mil habitantes e de economia ainda não bem desenvolvida. Com o avanço econômico de Suape, alguns moradores de lá resolveram migrar para a nova promessa de emprego que surge na região.
Assim fez Josuel Benedito, de 26 anos. Por lá, trabalhava em usina de cana, e não tinha renda fixa. Ouviu falar do complexo industrial e portuário que estava despontando e decidiu tentar a sorte. "Tinham outros amigos vindo e, então, eu arrisquei e vim", conta.
Hoje, não está mais desempregado. Trabalha com servente na empresa que faz a obra de duplicação da rodovia estadual PE-060. A situação está bem melhor, afirma, mas ainda não é a desejada por ele.
"Na verdade, eu quero ser carpinteiro", justifica. Nas horas vagas, Josuel acompanha o amigo carpinteiro, na tentativa de aprender, ainda que informalmente o ofício.
"Tem curso de carpinteiro, mas é longe daqui. Acho que falta investir mais em capacitação", sugere.
PRAÇA EDSON MORAES PINHO TERMINAL DE EMBARQUE E DESEMBARQUE DE ITAQUITINGA
Dentre as diversas obras de urbanização da cidade de Itaquitinga, merece destaque pela transformação e o beneficio que trouxe a população a antiga Praça do Pau Brasil, a Praça Edson Moraes Pinho.
Fincada no coração da cidade, antes totalmente maltratada e desorganizada passou a unir beleza, zelo e utilidade para a população Itaquitinguense.
Passou por uma reforma que não só lhe deu beleza, mais trouxe a oportunidade de trazer o conforto que a população que necessitava na infra estrutura de transporte alternativo no município.
A transformação trouxe uma estrutura com proteção de sol, de chuva, estacionamento para as vans, sinalização, bancos de espera, além de um ambiente cuidado, bonito e agradável.
Trouxe aos profissionais desse segmento um ponto fixo, uma referencia de sair e de chegar, com horários e segurança e principalmente a reordenação de forma inteligente da questão dos alternativos de nossa terra.
A noite a Praça bem iluminada é ponto certo para os vizinhos conversarem, respirarem um ar puro e aproveitarem esse espaço de lazer do lugar onde vivem.
Mais uma obra realizada, transformando nossa infra estrutura com inteligência e praticidade, deixando o coração da cidade mais belo e ordenado.
Praça Edson Moraes Pinho, mais um espaço que melhora a nossa cidade.
Itaquitinga, o povo pede, a prefeitura faz!
RECORDANDO O CARNAVAL DE ITAQUITINGA 1 - BLOCO OS ENCHIRIDOS ANO X
Parabéns aos foliões e organizadores do bloco.
O carnaval de 2011 foi 10
O povo pediu, a prefeitura fez!
O carnaval de 2011 foi 10
O povo pediu, a prefeitura fez!
TRIO ELETRICO PROVOCA ACIDENTE EM DESFILE NO IBURA
Trio elétrico no Ibura provoca acidente entre motocicleta e automóvel
Duas pessoas ficaram feridas após um acidente na UR-5, bairro do Ibura, Zona Sul do Recife. A colisão aconteceu entre uma motocicleta e um Fiat Siena, de placas não informadas. O motorista do carro e o motociclista foram socorridos e encaminhados ao Hospital da Restauração (HR). Os nomes das vítimas não foram divulgados.
Segundo a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), o acidente foi provocado por um trio elétrico que desfilava nas ruas do Ibura na tarde deste domingo (13). Viaturas do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar estiveram no local para controlar populares que se aglomeravam ao redor dos veículos. O trânsito ficou congestionado por alguns minutos, as já foi normalizado.
Duas pessoas ficaram feridas após um acidente na UR-5, bairro do Ibura, Zona Sul do Recife. A colisão aconteceu entre uma motocicleta e um Fiat Siena, de placas não informadas. O motorista do carro e o motociclista foram socorridos e encaminhados ao Hospital da Restauração (HR). Os nomes das vítimas não foram divulgados.
Segundo a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), o acidente foi provocado por um trio elétrico que desfilava nas ruas do Ibura na tarde deste domingo (13). Viaturas do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar estiveram no local para controlar populares que se aglomeravam ao redor dos veículos. O trânsito ficou congestionado por alguns minutos, as já foi normalizado.
domingo, 13 de março de 2011
MACAXEIRA GIGANTE DE BOM JARDIM VIRA ATRAÇÃO DE SURUBIM
Está com fome? Gosta de macaxeira? Então prepare o fogo e a panela, porque o alimento não vai faltar. Na tarde da última quarta-feira (09), no Sítio Espera, Zona Rural de Bom Jardim, foi encontrada uma macaxeira prá lá de diferente. Com aproximadamente um metro de comprimento e quase 14 quilos, a velha e conhecida da culinária nordestina tornou-se celebridade.
O descobridor, Jonas Marcos de Arruda, de 35 anos, conhecido popularmente como Jonas da Bica, também está tendo seus minutos de estrela, já que não param de chegar “turistas curiosos” em sua oficina, na Avenida São Sebastião, em Surubim, para registrar o “algo diferente”. Jonas não é trabalhador rural, mas esteve no sítio e acabou localizando a “macaxeirona”
O descobridor, Jonas Marcos de Arruda, de 35 anos, conhecido popularmente como Jonas da Bica, também está tendo seus minutos de estrela, já que não param de chegar “turistas curiosos” em sua oficina, na Avenida São Sebastião, em Surubim, para registrar o “algo diferente”. Jonas não é trabalhador rural, mas esteve no sítio e acabou localizando a “macaxeirona”
CÃO ARRISCA A VIDA POR AMIGO
Cão arrisca a vida para ficar ao lado de amigo atropelado na China
Caso ocorreu em estrada em Dazhi.
Cão só saiu da estrada após cachorro ser retirado.
Do G1, em São Paulo
Um cão arriscou sua vida para ficar ao lado de outro cachorro que foi atropelado por um carro em uma estrada em Dazhi, na China. O caso ocorreu no início desta semana. O cão só saiu da estrada depois que uma pessoa retirou o animal atropelado da estrada, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".
Caso ocorreu em estrada em Dazhi.
Cão só saiu da estrada após cachorro ser retirado.
Do G1, em São Paulo
Um cão arriscou sua vida para ficar ao lado de outro cachorro que foi atropelado por um carro em uma estrada em Dazhi, na China. O caso ocorreu no início desta semana. O cão só saiu da estrada depois que uma pessoa retirou o animal atropelado da estrada, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Mail".
TSUNAMI A IMAGEM MAIS ASSUSTADORA
Entre tantas imagens, essa registra o exato momento em que a força das aguas invade a costa. Arrastando o que tem na frente. Observem que veículos que trafegavam na avenida são envoltos numa violencia sem precedentes!
Foto detalhada nesse link:
http://noticias.uol.com.br/album/110312terremotojapao2_album.jhtm?abrefoto=87
VIDEO DO MOMENTO...
http://www.rtp.pt/noticias/?t=Novas-imagens-do-tsunami-no-Japao.rtp&headline=20&visual=9&article=423888&tm=7
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