domingo, 8 de maio de 2011
LIDIO TOLEDO MORRE NO RIO
1 MILHÃO E 300 MIL COM TITULO CANCELADO
TSE cancela 1,3 milhão de títulos
Brasília - O Tribunal Superior Eleitoral informou que 1.395.334 eleitores tiveram seus títulos cancelados por não terem votado nem justificado a ausência nas três últimas eleições. Só em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, foram cancelados 332.717 títulos.
De acordo com o TSE, se um eleitor deixou de votar no primeiro e no segundo turnos de uma mesma eleição, são contadas duas eleições para efeito de cancelamento do título eleitoral. Também são contadas como faltas o não comparecimento em eleições municipais, eleições suplementares, plebiscitos e referendos. A exceção são as eleições anuladas por determinação da Justiça Eleitoral.
A regra deixa de fora quem, conforme a Constituição Federal, não é obrigado a votar, como os analfabetos, os que à época da eleição tinham entre 16 e 18 anos e os maiores de 70 anos. Também não estão sujeitos a cancelamento os títulos dos eleitores portadores de deficiência que impeça o cumprimento das obrigações eleitorais.
O eleitor com o título cancelado não poderá, entre outras coisas, tirar passaporte ou carteira de identidade, receber salários em emprego público e obter certos tipos de empréstimos. Além disso, se passar em concurso público não poderá assumir.
Para reativar o título o eleitor deve comparecer a um cartório eleitoral e levar um documento de identificação, um comprovante de residência e preencher o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE), além de pagar eventuais multas.
Da Agência Brasil
sábado, 7 de maio de 2011
SAIBA A REAL SITUAÇÃO DAS BARRAGENS DE PROTEÇÃO A CHEIAS DO GRANDE RECIFE
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Saiba qual é a atual situação das 4 barragens do Rio Capibaribe e afluentes
A quantidade de água nas barragens de Jucazinho, Goitá, Tapacurá e Carpina não preocupa e está sob controle, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Climas
A situação dos reservatórios que evitam alagamentos no Recife tem chamado a atenção de quem vive na capital pernambucana. Principalmente depois do boato de que a barragem de Carpina não estaria suportando o volume de água e provocaria uma enchente na capital pernambucana, desmentido pelo Governo do Estado na última quinta-feira (5).
As barragens ficam no curso de rio e armazenam água para ajudar na conteção de enchentes. No Rio Capibaribe e afluentes — rios que desaguam no Capibaribe —, foram construídas quatro barragens: Jucazinho, Goitá, Tapacurá e Carpina. Esta última foi inaugurada três anos depois da última grande cheia no Recife, ocorrida em 1975, e atualmente é a principal barreira para evitar enchentes na Região Metropolitana do Recife.
A barragem de Carpina fica numa região onde historicamente se formaram as grandes cheias e, das quatro barragens, é a única que tem comportas, aquele sistema de controle de saída de água. As comportas dessa barragem foram abertas para que o reservatório tenha mais espaço para receber mais água da chuva e assim evitar que o nível do Rio Capibaribe suba de vez no Recife.
“O esvaziamento da barragem se faz de forma controlada. A abertura da comporta é feita de forma planejada e a Defesa Civil é avisada com um dia de antecedência. No Recife, ocorrem alagamentos porque há áreas mais baixas do que a parte superior da calha do Rio Capibaribe. São transtornos, mas que efetivamente não chegam a ser 0,01% daquilo que ocorreria se, de fato, não estivéssemos operando essa barragem”, explica o diretor-presidente da Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), Marcelo Asfora (foto 6).
Segundo a Apac, a barragem de Carpina não está completamente cheia. Ela está 17% abaixo da capacidade máxima. A Apac também informa que a quantidade de água nas barragens de Tapacurá, Jucazinho e Goitá está igualmente sob controle.
As barragens ficam no curso de rio e armazenam água para ajudar na conteção de enchentes. No Rio Capibaribe e afluentes — rios que desaguam no Capibaribe —, foram construídas quatro barragens: Jucazinho, Goitá, Tapacurá e Carpina. Esta última foi inaugurada três anos depois da última grande cheia no Recife, ocorrida em 1975, e atualmente é a principal barreira para evitar enchentes na Região Metropolitana do Recife.
A barragem de Carpina fica numa região onde historicamente se formaram as grandes cheias e, das quatro barragens, é a única que tem comportas, aquele sistema de controle de saída de água. As comportas dessa barragem foram abertas para que o reservatório tenha mais espaço para receber mais água da chuva e assim evitar que o nível do Rio Capibaribe suba de vez no Recife.
“O esvaziamento da barragem se faz de forma controlada. A abertura da comporta é feita de forma planejada e a Defesa Civil é avisada com um dia de antecedência. No Recife, ocorrem alagamentos porque há áreas mais baixas do que a parte superior da calha do Rio Capibaribe. São transtornos, mas que efetivamente não chegam a ser 0,01% daquilo que ocorreria se, de fato, não estivéssemos operando essa barragem”, explica o diretor-presidente da Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), Marcelo Asfora (foto 6).
Segundo a Apac, a barragem de Carpina não está completamente cheia. Ela está 17% abaixo da capacidade máxima. A Apac também informa que a quantidade de água nas barragens de Tapacurá, Jucazinho e Goitá está igualmente sob controle.
PONTE MÓVEL DO EXÉRCITO BRASILEIRO JÁ ESTA SENDO MONTADA NA BR-101
Ponte móvel do Exército está sendo levantada na BR-101
A ponte móvel que está sendo montada pelo Exército Brasileiro na BR-101, no Engenho Capricho, localizado no trecho da BR em Palmares, será liberada para acesso no máximo em Três dias.
Desde a última quinta-feira (04), 30 homens do Exército iniciaram os trabalhos no local.
A ponte tem 60 metros de comprimento e 6,90 metros de largura. A estrutura suporta até 80 toneladas e substitui à antiga, que suas cabeceira foi levada pelas águas do Rio. O modelo, de acordo com o responsável pela montagem, é o mais moderno em funcionamento, conhecido como Compact 200. “Esta estrutura pertence ao Exército e reúne o que há de mais moderno, inclusive haverá a aquisição de outras oito unidades, duas delas virão para o Nordeste”, afirmou o engenheiro tenente.
“Estamos concluindo a sinalização e esperamos que as cabeceiras, onde foi colocado cimento, estejam secas para que a ponte seja liberada hoje (07) ou amanhã (08)”, acrescentou.
Ainda não há previsão de quando a ponte original será reconstruída. Técnicos do Departamento de estradas e Rodagem estão na cidade avaliando os recursos necessários para reestruturação das vias e dos acessos ao município.
Desde a última quinta-feira (04), 30 homens do Exército iniciaram os trabalhos no local.
A ponte tem 60 metros de comprimento e 6,90 metros de largura. A estrutura suporta até 80 toneladas e substitui à antiga, que suas cabeceira foi levada pelas águas do Rio. O modelo, de acordo com o responsável pela montagem, é o mais moderno em funcionamento, conhecido como Compact 200. “Esta estrutura pertence ao Exército e reúne o que há de mais moderno, inclusive haverá a aquisição de outras oito unidades, duas delas virão para o Nordeste”, afirmou o engenheiro tenente.
“Estamos concluindo a sinalização e esperamos que as cabeceiras, onde foi colocado cimento, estejam secas para que a ponte seja liberada hoje (07) ou amanhã (08)”, acrescentou.
Ainda não há previsão de quando a ponte original será reconstruída. Técnicos do Departamento de estradas e Rodagem estão na cidade avaliando os recursos necessários para reestruturação das vias e dos acessos ao município.
CONVÊNIOS DAS BARRAGENS DE CONTENÇAO A ENCHETES SERÃO ASSINADOS
Construção de barragens: convênios serão assinados
Um dia após acertar com a presidenta Dilma Rousseff a divisão de R$ 640 milhões entre o Governo do Estado e União para a construção de cinco barragens no Estado, o governador Eduardo Campos entregou ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, os projetos executivos para a construção dos dois primeiros reservatórios.
As barragens de Panelas 2 e Gatos têm custo estimado de cerca de R$ 65 milhões e fazem parte das ações de combate às enchentes tidas como prioritárias e definitivas pelo Governo do Estado. A previsão é que as obras sejam iniciadas num prazo aproximado de quatro meses e sejam concluídas no inicio de 2013.
O governador explicou que o prazo da licitação para a contratação das empresas que vão construir as barragens corre em paralelo ao da licença ambiental, que deve durar 120 dias e coincidir com o início do verão. “Então, a gente tem condições de fazer essas barragens, que são menores, no prazo aproximado de um ano”, disse Eduardo, informando que os trabalhos de desapropriações, cadastros de imóveis e de levantamento para as indenizações já estão em curso.
“O governador estará com a presidente na quarta-feira e nós vamos trabalhar para estarmos com os convênios prontos, para que nesta primeira visita a gente saia com essa parceria que irá viabilizar essas duas barragens”, afirmou Bezerra Coelho, que hoje sobrevoou o Rio Capibaribe e a Mata Sul com representantes do Governo do Estado e da Defesa Civil nacional.
O governador explicou que existem projetos de 10 barragens sendo estudados em Pernambuco, mas que a engenharia define apenas cinco delas como estratégicas e fundamentais para a contenção das enchentes: Panelas 2 e Gatos, (projetos entregues hoje) e Serro Azul, Igarapeba e Barra de Guabiraba, que terão seus projetos finalizados no próximo mês.
No mês passado, os terrenos de quatro delas (Serro Azul, Panelas 2, Igarapeba e Gatos) já tiveram seus decretos de desapropriação assinados pelo Governo do Estado. No total, 2.880 hectares foram disponibilizados.
As barragens de Panelas 2 e Gatos têm custo estimado de cerca de R$ 65 milhões e fazem parte das ações de combate às enchentes tidas como prioritárias e definitivas pelo Governo do Estado. A previsão é que as obras sejam iniciadas num prazo aproximado de quatro meses e sejam concluídas no inicio de 2013.
O governador explicou que o prazo da licitação para a contratação das empresas que vão construir as barragens corre em paralelo ao da licença ambiental, que deve durar 120 dias e coincidir com o início do verão. “Então, a gente tem condições de fazer essas barragens, que são menores, no prazo aproximado de um ano”, disse Eduardo, informando que os trabalhos de desapropriações, cadastros de imóveis e de levantamento para as indenizações já estão em curso.
“O governador estará com a presidente na quarta-feira e nós vamos trabalhar para estarmos com os convênios prontos, para que nesta primeira visita a gente saia com essa parceria que irá viabilizar essas duas barragens”, afirmou Bezerra Coelho, que hoje sobrevoou o Rio Capibaribe e a Mata Sul com representantes do Governo do Estado e da Defesa Civil nacional.
O governador explicou que existem projetos de 10 barragens sendo estudados em Pernambuco, mas que a engenharia define apenas cinco delas como estratégicas e fundamentais para a contenção das enchentes: Panelas 2 e Gatos, (projetos entregues hoje) e Serro Azul, Igarapeba e Barra de Guabiraba, que terão seus projetos finalizados no próximo mês.
No mês passado, os terrenos de quatro delas (Serro Azul, Panelas 2, Igarapeba e Gatos) já tiveram seus decretos de desapropriação assinados pelo Governo do Estado. No total, 2.880 hectares foram disponibilizados.
COMERCIO DE GARANHUNS SE RECUPERA DO FRACO MOVIMENTO DA SEMANA
Comércio de Garanhuns se recupera de vendas fracas durante a semana e tem uma sexta de intenso movimento
Postado por V&C Artigos e Notícias às 21:22
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