Delma Freire confessa crime em entrevista a jornal
POSTADO ÀS 08:23 EM 25 DE MAIO DE 2011
Do NE10
Em entrevista ao jornal Folha de Pernambuco, publicada nesta quarta (250, Delma Freire confessou ser a mandante do assassinato da nora, a alemã Jeniffer Kloker. A confissão, segundo o jornal, aconteceu horas depois de ter sido adiado o julgamento de Delma e de mais três acusados de matar a turista nessa terça (24).
Ela contou que planejou o crime junto com o irmão, Dinarte Dantas de Medeiros, e afastou qualquer culpabilidade do filho Pablo Richardson Tonelli e do companheiro, Ferdinando Tonelli.
Na entrevista, Delma alegou que tinha medo que a nora levasse o neto para a Alemanha. "Eu reconheço que eu agi com emoção e com amor, eu não agi com razão", disse.
O crime aconteceu no dia 16 de fevereiro de 2010, na altura do km 97 da BR-408, no município de São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Os acusados de participar do crime são Pablo Richardson Tonelli, o marido da vítima, Delma Freire de Medeiros, a sogra, Ferdinando Tonelli, o sogro, e o vigilante Alexsandro Neves dos Santos, conhecido como Sandro, que teria efetuado os disparos contra a alemã.
O quinto acusado de participação no crime, Dinarte Dantas de Medeiros (irmão de Delma), que também seria julgado, recorreu da pronúncia e aguarda decisão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
Os réus são acusados de formação de quadrilha e homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e uso de recurso que tornou impossível a defesa da vítima). Além disso, o grau de parentesco e a convivência entre a alemã e os três acusados (Pablo, Delma e Ferdinando) são considerados circunstâncias agravantes, e Delma Freire ainda deverá ser julgada pelo crime de fraude processual, sob a acusação de ter tentado modificar os rumos da investigação ao indicar um falso autor do assassinato
Em entrevista ao jornal Folha de Pernambuco, publicada nesta quarta (250, Delma Freire confessou ser a mandante do assassinato da nora, a alemã Jeniffer Kloker. A confissão, segundo o jornal, aconteceu horas depois de ter sido adiado o julgamento de Delma e de mais três acusados de matar a turista nessa terça (24).
Ela contou que planejou o crime junto com o irmão, Dinarte Dantas de Medeiros, e afastou qualquer culpabilidade do filho Pablo Richardson Tonelli e do companheiro, Ferdinando Tonelli.
Na entrevista, Delma alegou que tinha medo que a nora levasse o neto para a Alemanha. "Eu reconheço que eu agi com emoção e com amor, eu não agi com razão", disse.
O crime aconteceu no dia 16 de fevereiro de 2010, na altura do km 97 da BR-408, no município de São Lourenço da Mata, Região Metropolitana do Recife. Os acusados de participar do crime são Pablo Richardson Tonelli, o marido da vítima, Delma Freire de Medeiros, a sogra, Ferdinando Tonelli, o sogro, e o vigilante Alexsandro Neves dos Santos, conhecido como Sandro, que teria efetuado os disparos contra a alemã.
O quinto acusado de participação no crime, Dinarte Dantas de Medeiros (irmão de Delma), que também seria julgado, recorreu da pronúncia e aguarda decisão da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).
Os réus são acusados de formação de quadrilha e homicídio duplamente qualificado (por motivo torpe e uso de recurso que tornou impossível a defesa da vítima). Além disso, o grau de parentesco e a convivência entre a alemã e os três acusados (Pablo, Delma e Ferdinando) são considerados circunstâncias agravantes, e Delma Freire ainda deverá ser julgada pelo crime de fraude processual, sob a acusação de ter tentado modificar os rumos da investigação ao indicar um falso autor do assassinato





