Treze pessoas ficaram feridas em um acidente registrado na manhã desta segunda-feira na PE-74, no município de Vicência, Zona da Mata Norte de Pernambuco. De acordo com as primeiras informações do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), a colisão entre dois veículos, um gol e uma parati lotados, aconteceu por volta das 6h50. Não há registro de mortos. segunda-feira, 26 de março de 2012
13 feridos em acidente em Vicência agora há pouco
Treze pessoas ficaram feridas em um acidente registrado na manhã desta segunda-feira na PE-74, no município de Vicência, Zona da Mata Norte de Pernambuco. De acordo com as primeiras informações do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), a colisão entre dois veículos, um gol e uma parati lotados, aconteceu por volta das 6h50. Não há registro de mortos. Para Rands, não houve traição
Nem deputado, nem secretário. Maurício Rands circulou pelo aniversário do empresário Janguiê Diniz, no sábado (24), sendo chamado exaustivamente de prefeito, uma ideia que parece ser cada vez mais simpática a ele, um candidato que, segundo parte do PT, seria capaz de unir a Frente Popular e ganhar a eleição.
SOCIAL1 ?" Até então, a maior crítica a João da Costa era a falta de popularidade. Não é estranho o PT lançar um outro candidato justamente no momento que o prefeito reage nas pesquisas?
MAURÍCIO RANDS ?" A questão não é pesquisa, e sim, a busca por um consenso progressivo dentro do PT e da própria Frente Popular. A minha candidatura não nasceu como crítica à gestão de João da Costa, mas pelo sentimento que meu nome pode representar a almejada união.
SOCIAL 1 ?" Mas o prefeito carrega uma sensação de que foi traído…
RANDS ?" De forma alguma. O nosso campo dentro do PT deu total apoio a João da Costa para que ele construísse seu nome para a reeleição e como elemento aglutinador para a Frente Popular. O que ele não conseguiu fazer.
SOCIAL1 ?" Há uma imagem de que o senhor é um político fidalgo, que não se aventuraria nas batalhas de uma prévia.
RANDS ?" O meu nome não foi proposto por mim, e sim, foi fruto de um pensamento de uma ala do partido de que posso unir a Frente Popular e ganhar a eleição. Se para isso for preciso ir às prévias, eu vou até o fim.
SEM TRAIÇÃO Rands acha que o PT deu todo apoio para João da Costa
NOVA NOVELA - "Avenida Brasil": Uma jovem sedenta por justiça. Confira detalhes da trama
A história da próxima novela das 21h da TV Globo, “Avenida Brasil”, de João Emanuel Carneiro, gira em torno da personagem vivida por Mel Maia. Com 11 anos de idade, a menina Rita sofre um duro golpe, que deixará marcas para o resto de sua vida.
Órfã de mãe, ela foi criada por seu pai Genésio (Tony Ramos) e pela megera madrasta, Carminha (Adriana Esteves), que consegue, após a morte de Genésio, roubar a casa, a família e os sonhos da enteada. Porém, mesmo com a vida sofrida, Rita não fraqueja e mantém viva a sede por um acerto de contas.
Órfã de mãe, ela foi criada por seu pai Genésio (Tony Ramos) e pela megera madrasta, Carminha (Adriana Esteves), que consegue, após a morte de Genésio, roubar a casa, a família e os sonhos da enteada. Porém, mesmo com a vida sofrida, Rita não fraqueja e mantém viva a sede por um acerto de contas.
Nina (Débora Falabella)
Foto: Divulgação/TV Globo
Em busca de justiça, a garota deixa seu triste passado para trás e se transforma em Nina (Débora Falabella), uma mulher firme e preparada para as surpresas da vida.
Ficha técnica
Uma novela de João Emanuel Carneiro
Direção de núcleo de Ricardo Waddington
Estreia: 26/03
Horário: 21h10
Antecessora: “Fina Estampa”, escrita por Aguinaldo Silva
Elenco
Débora Falabella – Nina
Murilo Benício - Tufão
Adriana Esteves – Carminha
Ailton Graça – Silas
Alexandre Borges – Cadinho
Ana Karolina – Ágata
Bianca Comparato – Betânia
Bruna Orphao – Paloma
Bruno Gissoni – Iran
Camila Morgado – Noêmia
Carol Abras – Begônia
Carolina Ferraz – Alexia
Cauã Reymond – Jorginho
Claudia Missura – Janaína
Daniel Kuzniecka – Hector
Daniel Rocha – Roniquito
Débora Nascimento – Tessália
Deborah Bloch – Verônica
Eduardo Simões – Batata
Eliane Giardini – Muricy
Emiliano D’ávila – Lúcio
Fabiula Nascimento – Olenka
Felipe Abib – Jimmy Bastos
Heloisa Perissé - Monalisa
Isis Valverde – Suéllen
Jean Pierre Noher – Martín
João Fernandes Nunes – Picolé
João Pedro – Rei
José de Abreu – Nilo
José Loreto – Darkson
Juliano Cazarré – Adauto
Letícia Isnard – Ivana
Luana Martau – Brigitte
Marcelo Novaes – Max
Marcos Caruso – Leleco
Mel Maia – Rita
Nathalia Dill - Débora
Otávio Augusto – Diógenes
Ronny Kriwat – Tomás
Thiago Martins – Leandro
Tony Ramos – Genésio
Vera Holtz – Lucinda
Vilma Melo – Conceição
O passado sombrio
A vida de Rita (Mel Maia) desmorona com a morte do pai. O destino coloca em seu caminho a segunda esposa de Genésio, Carminha (Adriana Esteves). Além da megera, outro que chega para atormentar a vida da garota é Max (Marcelo Novaes), amante da madrasta e o principal parceiro de Carminha nos golpes e armações.
A primeira parte de “Avenida Brasil” é ambientada na década de 90. Carminha planeja e consegue se casar com Genésio, um homem simples e bacana. Desde o início, a vilã planeja contra o marido e consegue criar uma armadilha para tirar grande quantidade de dinheiro de Genésio.
Ficha técnica
Uma novela de João Emanuel Carneiro
Direção de núcleo de Ricardo Waddington
Estreia: 26/03
Horário: 21h10
Antecessora: “Fina Estampa”, escrita por Aguinaldo Silva
Elenco
Débora Falabella – Nina
Murilo Benício - Tufão
Adriana Esteves – Carminha
Ailton Graça – Silas
Alexandre Borges – Cadinho
Ana Karolina – Ágata
Bianca Comparato – Betânia
Bruna Orphao – Paloma
Bruno Gissoni – Iran
Camila Morgado – Noêmia
Carol Abras – Begônia
Carolina Ferraz – Alexia
Cauã Reymond – Jorginho
Claudia Missura – Janaína
Daniel Kuzniecka – Hector
Daniel Rocha – Roniquito
Débora Nascimento – Tessália
Deborah Bloch – Verônica
Eduardo Simões – Batata
Eliane Giardini – Muricy
Emiliano D’ávila – Lúcio
Fabiula Nascimento – Olenka
Felipe Abib – Jimmy Bastos
Heloisa Perissé - Monalisa
Isis Valverde – Suéllen
Jean Pierre Noher – Martín
João Fernandes Nunes – Picolé
João Pedro – Rei
José de Abreu – Nilo
José Loreto – Darkson
Juliano Cazarré – Adauto
Letícia Isnard – Ivana
Luana Martau – Brigitte
Marcelo Novaes – Max
Marcos Caruso – Leleco
Mel Maia – Rita
Nathalia Dill - Débora
Otávio Augusto – Diógenes
Ronny Kriwat – Tomás
Thiago Martins – Leandro
Tony Ramos – Genésio
Vera Holtz – Lucinda
Vilma Melo – Conceição
O passado sombrio
A vida de Rita (Mel Maia) desmorona com a morte do pai. O destino coloca em seu caminho a segunda esposa de Genésio, Carminha (Adriana Esteves). Além da megera, outro que chega para atormentar a vida da garota é Max (Marcelo Novaes), amante da madrasta e o principal parceiro de Carminha nos golpes e armações.
A primeira parte de “Avenida Brasil” é ambientada na década de 90. Carminha planeja e consegue se casar com Genésio, um homem simples e bacana. Desde o início, a vilã planeja contra o marido e consegue criar uma armadilha para tirar grande quantidade de dinheiro de Genésio.

Genésio (Tony Ramos) descobre que foi enganada por sua segunda esposa, Carminha (Adriana Esteves)
Foto: Divulgação/TV Globo
No entanto, a pequena Rita torna-se uma pedra no sapato de sua madrasta ao descobrir qual é a verdadeira intenção de Carminha. Ela conta ao seu pai sobre o roubo do dinheiro da venda da casa onde moram. Revoltados, Genésio e Rita tentam deter a megera, porém Carminha consegue tirar o marido de seu caminho, após ele sofrer um acidente fatal. Assim, ela consegue evitar que seu verdadeiro caráter venha à tona.
Vilã de sorte
Além de se livrar do marido, Carminha conseguirá encontrar um homem rico. Surge em seu caminho o jogador Tufão, criado no bairro suburbano do Divino. Atleta do Flamengo, Tufão se destaca e ganha fama e dinheiro após decidir uma final de campeonato.

Tufão (Murilo Benício) concede entrevista após vencer título pelo Flamengo
Foto: Divulgação/TV Globo
Cada vez mais perto de conseguir realizar o sonho de ser rica, Carminha vê no atleta a possibilidade de alcançar o que sempre quis. E, para não atrapalhar no seu relacionamento, ela resolve descartar a enteada. Ela manda Rita para um grande depósito de lixo, onde a garota viverá sob o controle de Nilo (José de Abreu).
Dificuldades da vida
No lixão onde foi deixada, Rita (Mel Maia) passa os piores dias de sua vida. Num local sujo e hostil, ela divide a casa com várias outras crianças pobres e com Nilo (José de Abreu), que dita as regras do jogo.
Ali perto também vive a prendada Lucinda (Vera Holtz), apelidada de Mãe do Lixão. Com a capacidade de transformar lixo em lúdico, é ela quem nutre a esperança das crianças que por ali vivem. É na casa de Lucinda que vive Batata (Eduardo Simões), garoto de bom caráter. O rapaz ampara Rita ao vê-la enfrentar a difícil rotina na casa de Nilo e convence a Mãe do Lixão a abrigar a menina.

Nilo (José de Abreu)
Foto: Divulgação/TV Globo
Porém, o que era uma simples amizade acabou se transformando em um inocente primeiro amor, uma relação que o tempo terá dificuldades em apagar. Quando Rita começa a se sentir bem morando na casa de Lucinda, um acontecimento mudará para sempre a vida dela. Uma família resolve adotar Rita e levá-la para o exterior. Tempos depois, é a vez do pequeno Batata ganhar uma nova família e deixar o lixão. Os dois seguem por caminhos distintos, guardando na lembrança o intenso sentimento que tiveram na adolescência.
Vida nova sem esquecer o passado
A vida dos dois pombinhos muda completamente. Rita torna-se Nina (Débora Fallabella). Já Batata passa a ser conhecido como Jorginho (Cauã Reymond). A garota é levada para a Argentina, onde é criada por uma família com boa condição financeira. Seu novo pai, Martín (Jean Pierre Noher), é um homem carinhoso que soube educar bem Nina e suas duas filhas biológicas. A jovem torna-se uma mulher bem sucedida profissionalmente. Ela é chef de cozinha e tem seu próprio restaurante. Além disso, ela engata um namoro com o argentino Hector (Daniel Kuzniecka).

Nina (Débora Falabella) na Argentina com seu namorado Hector (Daniel Kuzniecka)
Foto: Divulgação/TV Globo
Mesmo com a boa vida, Nina não se esquece de seu passado. Com a morte de seu pai adotivo, o sentimento de vingança aumenta. Ela não consegue perder de vista o rastro de Carminha (Adriana Esteves). Mesmo morando na Argentina, ela se mantém informada sobre a megera, sabe que ela se casou com o craque Tufão e que virou uma mulher rica e famosa.
Volta ao Brasil
Disposta a acertar contas com sua rival, Nina volta ao Brasil e abre mão de tudo o que conquistou na Argentina: o restaurante, o namorado e até mesmo a família adotiva. Tudo para evitar que Carminha continue a fazer novas vítimas.

Foto: Divulgação/TV Globo
Para penetrar na casa de Tufão e Carminha, ela conseguirá conquistar sua inimiga, se passando por uma empregada prestativa e competente. E é a partir dessa busca de justiça de Nina, que a história de “Avenida Brasil” é desenrolada pelo autor João Emanuel Carneiro.
Clube pequeno
O fictício Divino Futebol Clube, time de terceira divisão sediado no subúrbio carioca, é um dos principais cenários do folhetim. É lá que treinam os jogadores Jorginho (Cauã Reymond), Iran (Bruno Gissoni), Roniquito (Daniel Rocha) e Leandro (Thiago Martins). Todos com o mesmo sonho: serem contratados por um grande time.
Clube pequeno
O fictício Divino Futebol Clube, time de terceira divisão sediado no subúrbio carioca, é um dos principais cenários do folhetim. É lá que treinam os jogadores Jorginho (Cauã Reymond), Iran (Bruno Gissoni), Roniquito (Daniel Rocha) e Leandro (Thiago Martins). Todos com o mesmo sonho: serem contratados por um grande time.

Jorginho é filho adotivo de Tufão, porém não consegue jogar tão bem quanto o pai
Foto: Divulgação/TV Globo
Além de futebol, o clube movimenta o bairro do Divino com suas tradicionais festas, regadas com muita música, dança e charme. São nas noites do modesto clube que se destacam personagens como Darkson (José Loreto), Tessália (Débora Nascimento), Olenka (Fabiula Nascimento) e Suéllen (Isis Valverde).
Ídolo da nação rubro-negra
Ao contrário dos demais personagens do mundo futebolístico de “Avenida Brasil”, Tufão (Murilo Benício) é bem sucedido. O título que ele conquistou para o Flamengo o tornou ídolo e bem sucedido financeiramente. Apesar da badalação, o atleta sempre optou por morar com a família no bairro em que nasceu, rodeado por amigos. Para isso, ergueu uma mansão em pleno subúrbio.

Foto: Divulgação/TV Globo
Antes de Carminha (Adriana Esteves) invadir sua vida, ele era apaixonado pela cabeleireira Monalisa (Heloísa Perissé). Inclusive, os dois chegaram a ficar noivos. Mas o romance sempre foi reprovado pela mãe do craque, Muricy (Eliane Giardini), que acreditava, erroneamente, que Monalisa era uma oportunista.
A cabeleireira deixou a Paraíba para tentar a sorte no Rio de Janeiro. E foi no salão de beleza que ela conseguiu sua independência financeira. Com o apoio do então noivo, deixou de ser empregada e abriu o Salão da Monalisa, estabelecimento de bastante sucesso graças à criação de um creme que tem o poder de alisar o cabelo da clientela. Trabalham com Monalisa, Olenka (Fabiula Nascimento), Roniquito (Daniel Rocha) e Brigitte (Luana Martau).
Vida no subúrbio
Outro núcleo de destaque em “Avenida Brasil” é o do bairro do Divino. Um dos moradores mais populares é Silas (Ailton Graça), que passa diariamente pelas ruas da localidade com seu famoso carro de mensagens. Seu personagem promete arrancar gargalhadas do público com mensagens que vão desde pedidos de casamento até cobranças de dívidas.

Foto: Divulgação/TV Globo
Também se destaca a loja de moda feminina do bairro. Nela, trabalham Suéllen (Isis Valverde), que vive mais preocupada em se tornar uma “Maria-Chuteira”; Lúcio, conhecido por fazer corpo mole no trabalho; e Darkson, que usa sua voz para fazer propaganda da loja aos pedestres. Os três trabalham para Diógenes (Otávio Augusto), o dono do estabelecimento, conhecido por seu jeito controlador, fechado e autoritário.
Mulherengo da vez
O ator Alexandre Borges mais uma vez vive um mulherengo em novelas. Na trama de João Emanuel Carneiro, ele é Cadinho, um empresário rico e inteligente. Ele possui três mulheres e, consequentemente, três famílias.
Sua primeira esposa é Verônica (Débora Bloch), uma mulher rica e consumista que, ao mesmo tempo, tem um coração enorme e nunca escondeu seu romantismo. Ela é mãe de Débora (Nathália Dill), uma acrobata, que resolveu abrir mão de trabalhar com sua arte depois de se apaixonar por Jorginho (Cauã Reymond).

Foto: Divulgação/TV Globo
Já a segunda esposa do empresário é Noêmia (Camila Morgado). No início do romance, ela se dizia pouco consumista. Porém, com o tempo, passou a levar uma vida de ricaça, morando em uma mansão mantida por Cadinho na região serrana do Rio. Noêmia é mãe de Tomás (Ronny Kriwat), um jovem que ostenta a vida de mauricinho mulherengo.
Alexia (Carolina Ferraz) é a terceira da lista de Cadinho. Rica no passado, a socialite perdeu sua fortuna ao longo do tempo. Seu objetivo na união com o empresário foi a tentativa de realizar o sonho de encontrar um pai para o filho que pretendia ter. Foi nesse clima que nasceu Paloma (Bruna Orphão), conhecida por ter uma personalidade forte.
Autor
João Emanuel Carneiro é um dos principais nomes da nova geração de autores da TV Globo. Seu primeiro trabalho foi aos 14 anos, quando colaborou com Ziraldo no roteiro das histórias em quadrinhos do cartunista. Já com 22 anos, foi roteirista do curta-metragem “Zero a Zero”.
Desde então, resolveu apostar na carreira de roteirista, colaborando em filmes como “Central do Brasil”, “Orfeu”, “Deus é Brasileiro” e “Castelo Rá-Tim-Bum”. Na telinha, estreou em 2000, como colaborador nas minisséries “A Muralha” (2000) e “Os Maias” (2001) e na novela “Desejos de Mulher” (2002).
Em 2004, foi promovido a autor principal e escreveu a novela “Da Cor do Pecado”, grande sucesso na faixa das 19h. Com a excelente audiência conquistada pela novela, a Globo encomendou uma nova trama para o autor em 2006. Mais uma vez, Carneiro se destacou ao escrever “Cobras e Lagartos”, que voltou a elevar os índices na faixa das 19h.
Dois anos depois, o autor foi promovido para a faixa das 21h. Sua estreia no horário foi com a “A Favorita”. Em 2009, o novelista supervisionou as autoras Thelma Guedes e Duca Rachid no folhetim “Cama de Gato”.

Ricardo Waddington e João Emanuel Carneiro
Foto: Divulgação/TV Globo
Diretor
Ricardo Waddington teve sua primeira oportunidade na TV em 1983 como assistente de direção da novela “Champagne”. Dois anos depois, foi promovido a diretor na novela “De quina para Lua”. Seu primeiro folhetim como diretor geral foi Mandala (1987).
Desde então, acumula vários sucessos na tela da Globo como diretor principal, como “Olho no Olho” (1993), “Quatro por Quatro” (1994), “História de Amor” (1995), “Por Amor” (1998), “Laços de Família” (2000), “Mulheres Apaixonadas” (2003) e “Cabocla” (2004).
Ele também assinou a direção de vários seriados como “Delegacia de Mulheres” (1990), “Sex Appeal” (1993), “Presença de Anita” (2001) e, mais recentemente, “A Cura” (2010). “Avenida Brasil” será a segunda novela de João Emanuel Carneiro dirigida por Waddington. Eles também trabalharam juntos em “A Favorita” (2008).
Anote na agenda
“Avenida Brasil” estreia nesta segunda (26), a partir das 21h10, na Globo.
João da Costa se diz vítima de ''violência'' do PT
Após o primeiro encontro que teve com o deputado federal Maurício Rands (PT) depois que o parlamentar anunciou sua disposição de disputar a indicação do PT como candidato à Prefeitura do Recife, o prefeito João da Costa classificou como inadmissível a “violência” com que vem sendo tratado pelo próprio partido. Ele avisou que não vai correr da briga e seguirá até o fim, dando a impressão que ser candidato à reeleição, agora, é uma questão de honra. “E eu vou ganhar a prévia, pois há um sentimento entre os filiados e que o que estão fazendo comigo não é justo”, afirmou, convicto. João da Costa também contou que sua indignação foi tão grande que ele procurou pessoalmente o presidente estadual do PT, deputado Pedro Eugênio, para revelar seu descontentamento sobre o lançamento de outro nome sem o partido ter a “decência” de informá-lo.
O encontro entre Costa e Rands aconteceu no sábado, durante a festa de aniversário do empresário Janguiê Diniz, no seu apartamento, em Boa Viagem. E deixou claro que a disputa pelo poder no ninho petista – e por uma receita na ordem de R$ 5 bilhões que deve “pingar” nos cofres da PCR – não vai ser nada amistosa. Foi uma conversa breve, mas intensa. Pouco antes do prefeito e do deputado, outros dois nomes petistas cotados para a PCR – o senador Humberto Costa e o deputado federal João Paulo – estiveram no local, mas talvez farejando o cheiro de pólvora, passaram pouco tempo e saíram de fininho.
Rands chegou primeiro e circulou pelo salão com pinta de candidato, entre abraços, beijos e sessões de fotos, sem mostrar pudor com o “prefeito” com o qual as pessoas o tratavam. Até a esposa do petista, Patrícia, foi insistentemente chamada de “primeira-dama”. Preso à agenda administrativa, Costa chegou pouco mais tarde. Após um primeiro contato visivelmente constrangedor com Rands, um arremedo de abraço, cada um foi para um lado.
Pouco depois, Rands tomou a iniciativa da aproximação. Num cantinho do salão, o que se viu por cerca de dez minutos foi um indignado João da Costa se queixar sobre o lançamento de um nome alternativo à sua revelia e, segundo ele, na surdina. Ao ponto de ter sido “informado” do fato pela imprensa. “Quem tem que avaliar minha gestão não é PT, mas o povo”, ponderou. Rands tentou retrucar. Disse a decisão não era uma crítica ao trabalho do prefeito, mas uma forma de buscar unidade no PT e na Frente Popular. Costa não engoliu a conversa. Com o rosto avermelhado e gesticulando a mão que segurava um copo de caipirosca, continuou o sermão. Quando as primeiras máquinas fotográficas e celulares começaram a registrar o encontro, ele se desfez.
Pouco depois, Rands tomou a iniciativa da aproximação. Num cantinho do salão, o que se viu por cerca de dez minutos foi um indignado João da Costa se queixar sobre o lançamento de um nome alternativo à sua revelia e, segundo ele, na surdina. Ao ponto de ter sido “informado” do fato pela imprensa. “Quem tem que avaliar minha gestão não é PT, mas o povo”, ponderou. Rands tentou retrucar. Disse a decisão não era uma crítica ao trabalho do prefeito, mas uma forma de buscar unidade no PT e na Frente Popular. Costa não engoliu a conversa. Com o rosto avermelhado e gesticulando a mão que segurava um copo de caipirosca, continuou o sermão. Quando as primeiras máquinas fotográficas e celulares começaram a registrar o encontro, ele se desfez.
Mulher desmaia ao vivo e Domingão do Faustão vai parar nos trending topics
Do NE10


Fausto Silva, apresentador do Domingão do Faustão, entrou rapidamente entre os trending topics (assuntos mais comentados) brasileiros no microblog Twitter depois que uma mulher desmaiou ao vivo no programa.
Tudo aconteceu durante um quadro que estava reunindo mãe e filha que não se viam há 50 anos. Quando Maria Helena finalmente abraçou sua mãe, Juracy, ela acabou passando mal no palco do Domingão. Confiram abaixo o vídeo do momento.
Tudo aconteceu durante um quadro que estava reunindo mãe e filha que não se viam há 50 anos. Quando Maria Helena finalmente abraçou sua mãe, Juracy, ela acabou passando mal no palco do Domingão. Confiram abaixo o vídeo do momento.
Após o ocorrido, a câmera cortou para o apresentador, que parecia perdido diante da situação. A mulher foi socorrida por um homem da produção, que a levou para o médico do programa
Após terremoto, Chile está em alerta devido ao risco de tsunami
O terremoto de 7,1 graus na escala Richter que atingiu o Chile nesse domingo (25) gerou um alerta geral na região. Pelo menos 7 mil pessoas foram retiradas nesse domingo e na madrugada desta segunda-feira (26) de Maule, no Sul do país. As autoridades chilenas optaram pela evacuação da área para prevenir contra os riscos de tsunami.
A situação é monitorada pelas autoridades chilenas, que não descartam a possibilidade de ocorrência de um tsunami. Foram observadas alterações no nível do mar na região. O assunto é acompanhado também pelo Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (cuja sigla em inglês é USGS).
De acordo com o instituto, os últimos tremores de terra ocorreram a 300 quilômetros de Santiago, por volta das 22h37. Não há registros de terremotos de madrugada nem nesta manhã. O Chile está localizado em uma região geográfica na qual os tremores são frequentes.
Em 27 de fevereiro de 2010, o Chile foi atingido por um terremoto de 8,8 graus na escala Richter, considerado o pior da história recente do país. O terremoto provocou mais de 500 mortos, a destruição de prédios e prejuízos para órgãos públicos e empresas privadas.
A situação é monitorada pelas autoridades chilenas, que não descartam a possibilidade de ocorrência de um tsunami. Foram observadas alterações no nível do mar na região. O assunto é acompanhado também pelo Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (cuja sigla em inglês é USGS).
De acordo com o instituto, os últimos tremores de terra ocorreram a 300 quilômetros de Santiago, por volta das 22h37. Não há registros de terremotos de madrugada nem nesta manhã. O Chile está localizado em uma região geográfica na qual os tremores são frequentes.
Em 27 de fevereiro de 2010, o Chile foi atingido por um terremoto de 8,8 graus na escala Richter, considerado o pior da história recente do país. O terremoto provocou mais de 500 mortos, a destruição de prédios e prejuízos para órgãos públicos e empresas privadas.
Fonte: Agência Brasil
Pernambucano Geovane: dos picolés para o futebol
Filho adotivo de família de 12 irmãos, o atleta conta em detalhes e sem constrangimentos a vida dura da infância nordestina. A primeira adversidade foi aceitar o fato de que não podia ter por perto os pais biológicos. "Meus pais (Nevinha e Alfredo) eram muito pobres. Quando eu tinha seis meses, me deram para uma família conhecida da minha mãe me criar. Essa família tinha condição um pouco melhor", revela o jogador.
A vida nômade, porém, não permitiu que Geovane seguisse com os estudos. Aos 16 anos, se transferiu para o Vera Cruz - rival do Vitória de Santo Antão -, onde obteve as primeiras conquistas. Ajudou o time a subir da Série C para a B e depois para a elite do Estadual. Foi no retorno ao Vitória, porém, que veio o salto na carreira. Em 2005, foi campeão da Copa Pernambuco e ajudou a equipe a garantir vaga na Série C do Campeonato Brasileiro.
Geovane não tem planos - porém não descarta - de jogar fora do Brasil no momento. A única experiência internacional aconteceu em 2008, quando passou dez meses no Daegu FC, da Coréia do Sul. No retorno ao Brasil, defendeu Mogi Mirim e Guarani.
Atleta retoma estudos para se tornar dirigente no futuro
Além do sonho de vestir a camisa de grandes equipes, como o Corinthians e o Flamengo, o atacante Geovane ainda quer atuar nos grandes clubes de seu Estado, Sport e Náutico, antes de encerrar a carreira exatamente onde começou, no Vitória de Santo Antão, daqui a uns dez anos, calcula, para iniciar outra carreira: a de dirigente.
O jogador não pensa em pendurar as chuteiras e se acomodar, como acontece com boa parte dos jogadores de futebol. A meta, revela, é tornar-se diretor do Vitória de Santo Antão. "É uma responsabilidade grande, mas quero um dia ser dirigente do clube. Devo parte do que conquistei na vida ao Vitória. Seria uma forma de retribuir, por isso até voltei a estudar. Terminei o primeiro grau há uns quatro, cinco anos e, em 2010, fiz o supletivo para poder concluir o segundo grau."
Ao mesmo tempo em que luta para ajudar o São Caetano no Paulistão, Geovane tenta superar a perda do irmão Gilson, motorista de ônibus em Recife, morto em outubro do ano passado. "Ele morou uns dez anos em Mauá (no Grande ABC) e foi para Recife porque queria levar uma vida mais tranquila. Não se sabe ao certo o que aconteceu. Testemunhas dizem que foi uma discussão com passageiro, outros que foi briga de trânsito e a pessoa atirou nele. Mas um dia a Justiça será feita."
Geovane acredita que o São Caetano tem tudo para fazer na Série B do Brasileiro campanha melhor que a do ano passado. "Muitos jogadores saíram no começo do ano e agora já temos uma boa base. Certamente chegarão mais jogadores. Quero mais do que ninguém conquistar o acesso. No ano passado, infelizmente não deu e ainda passamos aquele sufoco de brigar contra o rebaixamento - o time escapou com a vitória sobre o Criciúma, na última rodada", relembrou.
"Caí em 2010 com o Guarani e em 2009 com o América-RN. Não quero ser lembrado como jogador que só caiu, quero subir também", brincou o jogador.
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