terça-feira, 3 de abril de 2012

Loja garanhuense se destaca em prêmio nacional de gestão

Vencedora na etapa estadual - categoria Comércio - do Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas (MPE Brasil 2011), a Loja Bambino, de Garanhuns, recebeu o selo nacional do reconhecimento, no último dia 23 de março, em Brasília.

A premiação é uma realização do Sebrae, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Gerdau e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), para incentivar a melhoria da qualidade da gestão nos pequenos negócios. As MPEs finalistas foram avaliadas por 66 examinadores voluntários, que atestaram a qualidade da gestão, capacidade empreendedora do empresário e resultados alcançados por essas organizações a partir da implantação do Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da FNQ. Ao todo, a edição 2011 do MPE Brasil contou com mais de 58 mil empresas e bateu recorde de participação, com 32 mil candidatas preenchendo o questionário de autoavaliação da gestão, número 43% superior ao do ano passado.

As empresárias Kátia Cavalcanti e Terezinha Cavalcanti que voltaram esta semana, de Brasília, não esconderam a satisfação pela conquista. "Nunca pensei que poderíamos chegar tão longe. A meta agora é cada dia melhorar a gestão da nossa loja, para alçarmos vôos mais altos, sempre buscando a eficiência em atender nossos clientes", afirmou Kátia.

"É a realização de um sonho, eu e Kátia batalhamos muito para que a Bambino cresça cada dia mais. E esse reconhecimento nacional mostra que estamos no caminho certo" disse satisfeita Terezinha Cavalcanti.

Fonte: AgendaGaranhuns

Incubadora para mercado da Moda Pernambucana

Para quem ainda não se inscreveu para participar do processo seletivo da incubadora de design do Centro de Referência da Moda, uma boa notícia. As inscrições, que acabariam no dia 20 de março, foram prorrogadas até o dia 20 de Maio de 2012.

Aberto aos que desejam empreender novos negócios através do processo de incubação ou pré-incubação, o projeto foi idealizado pelo Núcleo de Gestão da Cadeia Têxtil e de Confecções de Pernambuco e conta com o apoio da Petroquímica SUAPE e do SEBRAE/PE, além da SDEC. Nos termos do edital, o projeto tem como missão estimular a formação de empreendedores e empreendimentos, criando ambientes de inovação, no sentido de promover o desenvolvimento local, a cidadania, a sustentabilidade e a melhoria da qualidade dos produtos da indústria da moda em Pernambuco. São elegíveis propostas de alunos e ex-alunos de graduação ou pós-graduação das instituições de ensino relacionadas com a cadeia têxtil do estado e pessoas físicas ou jurídicas que tenham propostas alinhadas ao edital, sem que seja necessário ter empresa constituída formalmente (os projetos aprovados para incubação terão prazo de até seis meses para formalizar a empresa).

Fonte: EspacoGarimpo

Leilão de propriedades rurais movimenta Salgueiro no dia 9 de abril

A Justiça Federal de Salgueiro realiza no dia 9 de abril, às 13h30, um leilão de propriedades rurais com descontos de até 60% sobre o valor dos imóveis. O evento será na Câmara Municipal do município. Detalhes dos bens que serão arrematados podem ser conferidos no site www.leiloesjudiciais.com.br.

Entre as propriedades que serão oferecidas estão fazendas e sítios em Cabrobó, Mirandiba, Parnamirim, Belém de São Francisco, Terra Nova e Serrita, bem como terrenos, veículos, ovinos, bovinos e caprinos, entre outros bens. 

Para participar dos arremates, pessoas físicas precisam comparecer ao local do leilão (Rua Prof. Urbano de Sá, 14, Santo Antônio, Centro, Salgueiro) munidas dos documentos pessoais, como identidade e CPF. No caso de pessoa jurídica, é necessário apresentar contrato social com procuração. 

Na modalidade eletrônica, o interessado deve realizar cadastro no site www.leiloesjudiciais.com.br até 72 horas antes do leilão. Para mais informações: 0800-707-9272.

Pernambuco apoia criação de imposto único sobre mercadorias e serviços

O governo do estado anunciou na noite desta segunda-feira (2) o seu apoio ao Movimento Brasil Eficiente (MBE), iniciativa de empresários de todo o país que busca promover uma reforma tributária simplificada e, consequentemente, a redução do "Custo Brasil". O evento contou com a presença do governador Eduardo Campos, de Paulo Rabello de Castro, um dos coordenadores do movimento, do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Jorge Côrte Real, entre outros.

A primeira fase adequação fiscal proposta pelo MBE deverá reunir em um imposto único todos os tributos incidentes de cobrança federal (Cofins e PIS) e federativos (ICMS, IPI e Cide). Será criado, então, o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços Nacional, o ICMSN. Este tributo será único, mas compartilhado entre a União e os estados. O imposto único também deverá ser descrito nas notas fiscais de qualquer produto, o que dará transparência tributária ao país.

“Sabendo qual o real peso do tributo sobre a compra, os consumidores ficarão mais conscientes do quanto a carga fiscal brasileira é abusiva. Dessa forma, teremos um povo mais educado e, quem sabe, mais preparado para cobrar soluções dos administradores públicos”, explicou Paulo Rabello em coletiva à imprensa.
Segundo ele, a transparência também facilitará as negociações financeiras com outros países, uma vez que grande parte dos investidores internacionais tem dificuldades para entender a carga tributária do Brasil. “Qualquer empresário fica constrangido quando vai explicar cada um dos vários impostos cobrados aqui. É uma vergonha nacional”, ressaltou Rabello.

Outra medida prevista na primeira fase da reforma é a criação de um Conselho Monetário Nacional (já prevista no artigo 67 da Lei de Resposabilidade Fiscal de 2000), que seria um tipo de autarquia, ou seja, um órgão separado do executivo com membros escolhidos pelos governos federal, estadual e municipal e membros da iniciativa privada.
“O conselho tem um papel fundamental na reforma porque finalmente teremos alguém monitorando os gastos públicos, estabelecendo as regras para as despesas e otimizando os investimentos do governo. Com uma boa gestão do dinheiro público, automaticamente teremos menos espaço para a corrupção e sobrará dinheiro nos cofres da União, o que permitirá a redução dos tributos a longo prazo”, detalhou o coordenador do MBE.

Ainda de acordo com Paulo Rabello, o movimento já tem dois projetos prontos, que serão encaminhados à Câmara dos Deputados para votação no próximo ano. “Já contamos com uma pré-bancada suprapartidária que irá formar, em breve, a Frente Brasil Eficiente. Somando isso à adesão dos governadores, como no caso de Eduardo Campos, que é o segundo a aderir o movimento, depois do de Santa Catarina, temos certeza do êxito dessa reforma”, comemorou.
Por Thatiana Pimentel, da equipe do Diario

Energia solar atrai investidores ao RN


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vota até o início deste mês - segundo previsão da coordenação de energia solar fotovoltaica do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia do RN (Cerne) - dois regulamentos que prometem incentivar a geração e o consumo de energia solar no país. A regulamentação, que já está pronta, libera a instalação de pequenas centrais geradoras de energia elétrica (com potência instalada menor ou igual a um Megawatt (MW) em empresas e residências e concede maior desconto para quem instalar usinas de energia solar com até 30 MW. Com a homologação, o brasileiro poderá instalar placas solares fotovoltaicas e transformar radiação solar em energia elétrica, economizando na conta de energia. 

Embora a Aneel prefira não fixar uma data para a homologação, várias empresas nacionais e estrangeiras estão de olho neste movimento. Para especialistas, o Rio Grande do Norte pode se destacar em relação à geração de energia solar, a exemplo do que ocorreu com a energia eólica.

O estado está entre os três com maior índice de radiação solar do país. O potencial do estado (radiação solar de 780 a 800 watts por metro quadrado) é cinco vezes maior que o da Alemanha, um dos países que mais produzem energia solar no mundo. Vários investidores já demonstraram interesse em aportar capital no RN. Só em março, três empresas procuraram o governo do estado - a Vector Tecnhology, a Solsonica e a Braxenergy, que anunciou a instalação de duas usinas solares, uma fotovoltaica (que usa placas solares) e uma CSP (que usa concentradores de energia) e de uma fábrica. As duas usinas projetadas pela companhia, com capacidade instalada de 30 MW cada uma, serão instaladas nos municípios de Mossoró e Itajá, que também receberá uma 'green house', espécie de estufa para produção de alimentos. A expectativa é que fiquem prontas em 2013, caso o Ministério de Minas e Energia realize leilões para energia solar este ano.

A Bioenergy, uma das primeiras a investir em eólica no país e a primeira a comercializar energia eólica no mercado livre, já mede a radiação solar em dois municípios potiguares. A empresa, que já inaugurou dois parques eólicos e vai instalar mais cinco no estado nos próximos três anos, vai dar entrada nas licenças ambientais nos próximos dias para os projetos de energia solar. A expectativa é começar a instalar as usinas até o final do ano. O investimento total chega a R$ 600 milhões, segundo Sérgio Marques, presidente da Bioenergy. Juntas, as centrais, que serão conectadas a rede, poderão gerar até 100 MW de energia - 100 vezes mais do que é gerado pela única usina de energia solar conectada a rede do país, instalada no Ceará. A energia solar representa hoje 14% da capacidade de geração dos projetos da companhia.

A Elios Soluções, empresa que atua no segmento de energia solar há dez anos, é parceira de três grandes grupos internacionais e está presente em seis estados brasileiros, também busca parceiros para instalar dois centros de distribuição e serviços no país. Diogo Azevedo, diretor

comercial da empresa, ainda procura um local para investir, mas garante: "se optarmos pelo Nordeste, escolheremos o Rio Grande do Norte". De acordo com Jean Paul Prates, ex-secretário de Energia do estado e atual diretor-geral do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia do RN, há pelo menos outros cinco projetos 'no gatilho', aguardando a regulamentação do setor.

Até a Petrobras elegeu o RN para instalar sua primeira usina de energia solar conectada a rede. O projeto, inscrito num dos Programas de Pesquisa e Desenvolvimento Estratégico da Aneel, prevê a instalação de uma usina capaz de gerar 1MW, em Alto dos Rodrigues. O investimento é de R$ 21,2 milhões. As informações foram repassadas pela direção de Gás e Energia da estatal à rádio CBN e confirmadas pela agência reguladora. Só estes quatro projetos representam um investimento total de R$ 903,1 milhões.

Indústria tem desafios a vencer

Embora a brasileira Braxenergy tenha anunciado uma fábrica de placas fotovoltaicas para o Rio Grande do Norte, o momento não é propício para instalação de indústrias, afirma Diogo Azevedo, diretor de energia solar fotovoltaica do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia do RN (Cerne). "Há uma super oferta", justifica. Segundo ele, a indústria de energia solar é capaz de produzir equipamentos para a instalação de 50 Giga Watts (GW) por ano, mas o mercado mundial só consegue comprar 27 GW. "É difícil acreditar que uma grande empresa vá abrir fábricas neste cenário". O momento, segundo ele, é delicado. Governos cortaram subsídios para este tipo de indústrias e empresas fecharam as portas nos últimos meses.

Para Helcio Camarinha, CEO (espécie de diretor executivo) da Braxenergy, a super oferta não inviabiliza a instalação da fábrica, que também servirá como centro de pesquisa. Embora não divulgue detalhes do projeto, que será desenvolvido em parceria com outras empresas, Helcio assegura que "o RN será contemplado com alguma atividade industrial". As placas serão instaladas nas usinas de energia solar da própria Braxenergy, dentro e fora do Brasil. "Precisaremos de 400 Megawatts em placas fotovoltaicas nos próximos quatro anos. Uma indústria se viabiliza com a produção de 100 MW por ano", justifica.

A regulamentação, acredita Helcio, também multiplicará o número de clientes. "Com a regulamentação e a realização dos leilões, o Brasil se tornará o principal mercado do mundo", anima-se. Para o doutor em Engenharia e professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UFRN, Luiz Guilherme Meira de Souza, que atua na área há mais de 30 anos e tem mais de 100 trabalhos publicados na área de energia solar, o processo será semelhante ao da eólica. "Primeiro, as empresas instalarão as usinas. Depois, instalarão as fábricas".

Uma das áreas que já se preparam para receber este tipo de indústria é o distrito industrial de Goianinha. Das 32 empresas que solicitaram um terreno no distrito, duas atuam no segmento de energia solar. Uma delas é a italiana Solsonica, parceira da Braxenergy. O distrito industrial começa a operar até dezembro. "Estamos aguardando apenas as licenças", afirma Teo Tomaz, secretário de Desenvolvimento Econômico de Goianinha.

Solar x Eólica

Apesar dos avanços, ainda há uma série de gargalos a serem superados pela indústria de energia solar. Mercado ainda incipiente, preço e dificuldades de transmissão são apenas alguns deles. Na avaliação de Jean Paul Prates, ex-secretário estadual de Energia e atual diretor geral do  Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia do RN (Cerne), a diferença tarifária ainda é um dos principais gargalos a serem superados. Enquanto a energia hidráulica custa, em média, R$ 70 o quilowatt/hora, a energia solar custa, em média, R$ 400. "A energia solar é, no minimo, 50% mais cara que a eólica, que apesar de ter caído de preço ainda é a fonte mais cara", completa Luiz Guilherme Meira de Souza, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da UFRN. Mas isso está mudando.  Para Sérgio Marques, presidente da Bioenergy, a energia solar se tornará tão competitiva quanto a energia eólica. "É só uma questão de tempo". O investimento massivo da indústria mundial pressionará os preços para baixo, afirma Diogo Azevedo, também do Cerne. Sergio Palhares, diretor Brasil da Centrotherm Photovoltaics AG, uma das maiores fornecedoras de equipamentos para a produção de energia solar fotovoltaica do mundo, chegou a afirmar, em audiência pública realizada no ano passado em Natal, que os preços da energia solar haviam caído mais de 30% nos últimos dois anos. Mas desonerar a geração de energia não basta. Além de reduzir o preço, o país precisa investir em linhas de transmissão, aprimorar a infraestrutura e facilitar a logística. Apesar das barreiras, a energia solar é a fonte de energia que mais cresce no mundo. A taxa de crescimento anual chega a 30,89%. A da eólica, 'a bola da vez', cresce a 25,75%.

Consumidores descobrem no sol uma fonte de economia

A geração de energia solar abrange pelo menos três tipos de tecnologia: a energia solar térmica para banho, a térmica solar de concentração e a solar fotovoltaica (a que utiliza as placas). A térmica solar para banho é a mais comum no país, explica  Diogo Azevedo, diretor de energia solar fotovoltaica do Cerne. Em Natal, cerca de 90% dos hotéis usam energia solar para aquecer a água.

O Vip Praia Hotel, em Ponta Negra, foi um dos primeiros a apostar na nova tecnologia. Em 2008, instalou 15 placas fotovoltaicas no telhado. Com isso, conseguiu reduzir a conta de energia elétrica em 45%. O empreendedor que antes pagava R$ 18 mil por mês, passou a pagar R$ 10 mil. Para Beth Cequeira, gerente do empreendimento, o custo-benefício compensa. O hotel tem 40 suítes de até três quartos. "Imagine  100 hóspedes ligando o chuveiro elétrico na mesma hora", diz Beth.

Banho quente ainda é pouco, admite Diogo, mas já é o primeiro passo. A regulamentação vai ampliar este mercado e trazer novas possibilidades. A socióloga americana Camy Condon, 73, concorda. Há um ano, ela desenvolve fogões e dissecadores solares de forma artesanal. Mas não parou por aí. Instalou oito placas solares em sua casa, nos EUA, e criou uma escola itinerante para difundir a prática no Brasil. "Assisti uma exibição sobre geração de energia solar na escola onde meus netos estudam, nos Estados Unidos, e pensei: 'isso seria perfeito em Natal'". Hoje, a casa de Camy, na capital potiguar (onde ela passa nove meses por ano) mais parece um museu dedicado a energia solar. 

Fonte: Tribuna do
Norte

Servidores de Paulista cruzam os braços nesta terça


Servidores de Paulista fazem um dia de paralisação e protesto, nesta terça-feira (3), contra a ausência de resposta, por parte da gestão municipal, sobre a pauta de reivindicações da categoria, sobretudo em relação à proposta de reajuste salarial. Os manifestantes fazem piquete, a partir das 8h, no Centro de Atividades e Eventos, no bairro do Nobre.

De acordo com o Sindicato dos Servidores do Paulista (Sinsempa), a Prefeitura e um Sindicato desautorizado pela categoria fizeram um acordo considerado ruim para os professores de Paulista. Vale salientar que o piso estipulado pelo governo federal já deve ser pago aos docentes.A remuneração mínima do professor de nível médio com jornada de 40 horas semanais passa de R$ 1.187 para R$ 1.451, neste ano.

“Os professores  rede municipal do Paulista querem o novo Piso Nacional do Magistério mais a diferença dos 11% e os 60% do pó de giz e não aceitam a falta de respeito do governo municipal”, declarou o presidente do Sinsempa, Genivaldo Ribeiro.  

Conforme a legislação vigente, a correção segue a variação no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2011, em relação ao valor de 2010.

Medicamento pode tratar câncer de pulmão no lugar da quimioterapia


Um medicamento utilizado no tratamento do câncer de pulmão pode ser aplicado no lugar da quimioterapia injetada na veia, dizem especialistas.
De acordo com estudos recentes, o remédio Tarceva ou cloridrato de erlotinibe administrado oralmente teve eficácia semelhante à da quimioterapia em pacientes com mutação diferente do tumor. Antes usado junto com o procedimento na veia, o Tarceva agora pode ser aproveitado sozinho nos doentes por um período mais longo.

Os benefícios seriam a possibilidade do paciente se tratar em casa aliada a efeitos colaterais menos fortes, como a anemia e risco de infecções (baixa nos glóbulos vermelhos e brancos, respectivamente), e não queda de cabelo, vômitos e náuseas, comuns na quimioterapia.
A desvantagem, no entanto, seria o custo: comprimidos para um mês vale de R$ 6.000 a R$ 8.000, o que abre a oportunidade para o paciente buscar na Justiça o fornecimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ou incluir o tratamento no plano de saúde.
As estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2012 indicam o aparecimento de mais de 17 mil casos de tumor no pulmão em homens e mais de 10 mil em mulheres no país, o que corresponde a 18 novos casos a cada 100 mil homens e 10 a cada 100 mil mulheres. Doença é diagnosticada, normalmente, em fumantes, mas a exposição a locais com alta poluição do ar também gera riscos.

Agripino diz que expulsa, Demóstenes diz que já saiu


Apesar de o presidente do DEM, senador Agripino Maia repetir ao órgãos de comunicação que dá como certa a expulsão do senador Demóstenes Torres(GO), o próprio Demóstenes já teria comunicado a integrantes da cúpula do partido e à assessoria jurídica dos Democratas a sua desfiliação da legenda.
A informação está no blog Poder Online, que explica: ''Demóstenes pretende preservar seu mandato mesmo sem estar filiado a nenhum partido. Avalia que pode ter mais chance de defesa jurídica se mantiver foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal.''