domingo, 8 de abril de 2012

Imagens das vitimas fatais do grave acidente na BR-424 em Garanhuns

Um grave acidente ocorreu na noite deste domingo(08) na BR-424 próximo ao Lixão do município de Caetés. Segundo informações, um veículo Pálio e um Fiat Uno colidiram de frente, e deixaram possivelmente cinco mortos. Quatro passageiros morreram no local do acidente e a quinta vítima seguiu para o hospital Dom Moura e segundo informações, a mesma não resistiu e acabou falecendo. Os corpos foram encaminhados ao IML de Caruaru.




Créditos Blog Agreste Violento

AGORA - Grave acidente em Garanhuns deixa 5 vitimas fatais na BR-424






Acidente grave na BR-424 em Caetés neste domingo(08)

Um grave acidente ocorreu na noite deste domingo(08) na BR-424 próximo ao Lixão do município de Caetés.  Segundo informações populares, um veículo Pálio com três passageiros de Garanhuns colidiu frontalmente com um Fiat Uno com duas vítimas. As informações que chegam é que são cinco vítimas fatais.
As vitimas já foram encaminhadas para o IML de Caruaru. 
Informações dão conta que no veiculo Palio de Garanhuns vinham 3 jovens dois rapazes e uma moça. Os rapazes com o nome de Wesley e Michel, estavam em um evento de inauguração de um Parque Aquático e a moça teria pedido carona após evento realizado na cidade de Caetés.
Já no outro veiculo um Uno, colhemos informação que as vitimas eram residentes na cidade de Pesqueira e faleceram instantaneamente no impacto.
Mais informações e atualizações a qualquer momento.


Fotos. Blog Agreste Violento

Empresário pernambucano lucra transformando óleo de cozinha em antiferrugem


Luiz Cláudio é um ótimo exemplo de que ações sustentáveis podem sair do plano das ideias e verdadeiramente dar certo. Há dez anos, ele resolveu investir num pequeno negócio para transformar óleo de cozinha usado em resina antiferrugem para carros. Foi quando nasceu a Redlub, que hoje tem uma produção que chega a 100 litros de antiferrugem por dia, com uma receita mensal de R$ 18 mil.
Com quatro funcionários, Luiz recolhe atualmente 15 mil litros de óleo por mês em restaurantes, hotéis, condomínios e hospitais do Recife. Ao todo, são quase 500 estabelecimentos parceiros. Quando começou o negócio de reciclagem de óleo de cozinha, ele recolhia dois mil litros do produto e sua renda era de apenas um salário mínimo, cerca de R$ 200 na época.
“Foi uma sacada de momento. Achei que poderia ser um produto inovador, como realmente tem se mostrado. Nesses dez anos, nunca tivemos tanta visibilidade quanto agora, muito devido à preocupação com o meio ambiente que tem se difundido”, conta o empresário.
“No início, as pessoas relutavam em guardar o óleo usado, mas hoje temos uma rede estável de fornecedores. É engraçado notar como os papéis se inverteram. Antes as pessoas me ofereciam dinheiro para eu recolher o óleo, hoje elas me vendem”. No mercado, paga-se R$ 0,30 por litro usado. Mas há a opção de doar esta quantia ao Hospital do Câncer ou usar detergente como moeda de troca.
O antiferrugem produzido por Luiz atua contra a corrosão de chassis e outras peças automotivas. É uma espécie de resina que é aplicada nos lava jatos por intermédio de uma pistola de ar comprimido ou pincel.

Famílias resistem em deixar casas em áreas de risco na Mata Sul


Segundo moradores, há falta de informação e as indenizações oferecidas pelo governo para que deixem as casas são injustas












Às vésperas de mais um inverno, não será tarefa fácil para o governo do Estado retirar imóveis das margens do Rio Una e evitar novas tragédias como as de 2010 e 2011, quando enchentes devastaram tudo o que havia pela frente nas cidades da Mata Sul. Já sabendo do plano do governador, que reuniu Ministério Público e Judiciário com o objetivo de retirar a todo custo casas e lojas de áreas de risco, moradores e comerciantes se dizem insatisfeitos com as negociações e se negam a sair do local.
A reportagem do JC esteve em Barreiros, Palmares e Água Preta, as três cidades que mais sofreram com a enxurrada, e ouviu relatos de falta de informação, indenizações injustas e de insatisfação com o tamanho das novas casas construídas pelo governo.
“Moro nessa casa há 35 anos, com três quartos e mais de 20 metros de terreno, que foi doado pela prefeitura. Como querem que eu me mude para aquela casa de pombo?”, questiona a dona de casa Maria José da Silva, 52 anos, moradora do bairro de São Sebastião, em Palmares, se referindo aos imóveis que estão sendo construídos pelo Estado.
Tem gente que também sofre com a falta de informação. É o caso do biscateiro Eron Tenório da Silva, 30, que viu sua casa desmoronar na última cheia, construiu outra no lugar e agora diz não saber o que o futuro guarda para ele. “O pessoal do governo que esteve aqui disse que não tenho direito a nada, já que não tenho conta de luz nem de água, pois uso tudo da casa do meu pai, que mora ao lado. Ou seja, não existe negociação. Então, não saio daqui”, explicou.
Há quem ainda fez investimentos altos após as duas últimas enchentes e agora se vê prestes a ser removido. Isso é o que aflige os moradores da Vila Rio Una, a poucos metros do rio, em Barreiros. Por lá, após a enxurrada, que devastou a comunidade, os moradores testemunharam o poder público reconstruir o calçamento, sanear todas as casas e instalar postes com fiação nova.

“A gente viu o governo investindo aqui, então investimos em nossos imóveis também. Cheguei a comprar um imóvel ao lado da casa da minha mãe para construir um restaurante na beira do rio. Já construi um cais, fiz muro, mas interrompi a obra depois de gastar mais de R$ 50 mil porque vieram dizer que vão derrubar a vila toda”, destacou o técnico agrícola Egídio do Monte Júnior, 25. Segundo ele, a Vila Rio Una foi o início da cidade de Barreiros, há 96 anos.

Na mesma situação, o comerciante Antônio Lopes Muniz, 62, se disse “chocado” com a notícia de que a vila será toda derrubada. “Não vamos aceitar isso. Moro aqui há 15 anos e o que estão oferecendo para sairmos é muito pouco. Não podem nos tirar à força, pois vivemos em uma democracia.”
Muitos moradores das três cidades já aceitaram indenizações ou se mudaram para as novas casas, que começaram a ser entregues há quase um ano. Mas, para limpar completamente as margens do Una, governo, Ministério Público e Justiça terão que rebolar para resolver casos como os relatados acima, que se multiplicam às dezenas.

"Pão do futuro" já está à venda no Bompreço


No Supermercado Bompreço do Shopping Recife, o cliente já pode adquirir e consumir o pão que, de acordo com a embalagem, será fabricado no dia seguinte.

A etiqueta da sacola de pão francês comprada por uma cliente na noite da última quarta-feira (4) trazia informações um tanto suspeitas. No espaço em que informa data em que o pão foi embalado, indica "05/04/12", ou seja: o dia seguinte. A hora é bem exata: "08:17". O pão viera do futuro.

A etiqueta afirma também que a validade do produto venceria no dia 6 de abril, um dia depois de o pão supostamente haver sido embalado. Mas se a validade é de um dia após a fabricação e, obviamente, o pão não foi fabricado no dia 5, a indicação de validade do produto exibida na etiqueta está errada.
A confusão na informação que, segundo a cliente, nem os funcionários da rede conseguiram explicar, pode induzir o comprador a consumir um produto passado do prazo de validade.

Cinco pessoas morrem em colisão entre dois carros na BR-232 em Pesqueira


Do NE10
Com informações da Rádio Jornal

Um colisão entre dois carros na BR-232 causou a morte de cinco pessoas. O acidente, envolvendo um Doblò e um CrossFox, ocorreu no começo da tarde deste Domingo de Páscoa (8), nas imediações do município de Pesqueira, no Agreste Pernambucano. 

De acordo com as primeiras informações, o CrossFox vinha de Maceió e se chocou com o Doblò, que estava no sentido contrário. As quatro pessoas de uma mesma família, o casal, a filha e o namorado dela, que estavam no primeiro carro morreram carbonizadas. A família era toda do Piauí.
No Doblò, uma senhora, com nome ainda não identificado, foi levada em estado grave para o Hospital de Pesqueira, mas não resistiu aos ferimentos. 

Outras duas vítimas que estavam no Doblò, os irmãos Mário Gomes dos Santos, 44 anos, e Maria do Socorro Sá, 42 anos, foram encaminhadas para o Hospital Regional de Acoverde e transferidas logo após para o Hospital Otávio de Freitas, no Recife. Mário Gomes sofreu fratura exposta na mão, além de fratura no fêmur e na costela. A irmã, Maria do Socorro, foi socorrida com muitas escoriações pelo corpo e sem nenhuma fratura aparente. 

As informações repassadas aos socorristas do Hospital de Arcoverde é que os irmãos foram passar o feriado em Salgueiro, onde os pais moram, e estavam voltando para casa, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife (RMR). O número total de passageiros do Doblò ainda não foi divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).





Homem é flagrado fazendo sexo com porca em Palmares


 A guarnição da Polícia Militar do 10º BPM- Palmares se deslocou ontem a noite, por volta das 19h30min, Margem da BR 101(Acampamento dos Sem terras) em Palmares, onde  Ozicia Saturnino da Silva, 41 anos proprietária de uma porca se queixou que o Cícero José Pestana da Silva, 33 anos, estaria realizando sexo com a porca dentro do criadouro, e que ao avistar a proprietária do animal Cicero José evadiu-se, deixando suas roupas e 01(uma) carteira do trabalho.
Os moradores informaram que já vinham suspeitando das atitudes do acusado.
A Equipe da PM comandada pelo Cb. Mamar realizou buscas, mas não localizou o estuprador de porcas do acampamento dos sem terras de Palmares.
A proprietária da porca foi orientada procurar à Delegacia de Polícia de Palmares para prestar queixa.  
Segundo informações do Cb. Mamar, a porca estava com sua genitália deflorada.

Armando Monteiro ainda não definiu se vai apoiar Maurício Rands

Do Jornal do Commercio

A indefinição sobre a posição final do grupo de partidos da Frente Popular que, hoje, defendem uma candidatura alternativa à Prefeitura do Recife vai se prolongar até o desfecho da prévia do PT municipal. Ou até que a disputa interna dos petistas responda a algumas incertezas. O lançamento do nome alternativo do atual secretário estadual de Governo, Maurício Rands – da tendência majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB) – para disputar, em prévia interna, a indicação do PT com o prefeito João da Costa, não preencheu três pré-condições para a adesão e apoio dos alternativos: a certeza da vitória, a certeza de que unirá o PT e a clareza sobre o que fará de diferente da atual gestão.

“Não cabe lançar apoio ao nome alternativo do PT, porque não houve desfecho (da disputa). E se a prévia indicar outra direção? Vamos continuar com a tese de um nome alternativo na Frente Popular. Não podemos ficar à mercê do PT”, adiantou o presidente estadual do PTB, senador Armando Monteiro Neto. Nascido da insatisfação com a gestão corrente do Recife – da qual o PTB se desligou em janeiro de 2011 – e da oposição à recondução do prefeito João da Costa, o grupo vai continuar debatendo a construção do nome alternativo, ao mesmo tempo em acompanha a disputa no PT, segundo Armando.

A colocação da postura do grupo responde à indagação sobre o discurso adotado por João da Costa, alegando que o seu nome nunca foi problema para a unidade da Frente, uma vez que a alternativa Rands também não recebeu a adesão dos alternativos. “Nunca houve restrição pessoal ao prefeito João da Costa, mas questionamentos à gestão administrativa do Recife e ao seu desempenho de condutor político. Isso é um discurso (do prefeito) para explicar algo em proveito próprio. É um equívoco. Não podemos lançar apoio imediato a um nome alternativo do PT, porque o partido não resolveu a questão. O que existe é uma pré-candidatura que vai a uma prévia”, arguiu Armando.

Por outro lado, o discurso do até agora único pré-candidato alternativo do PT, Maurício Rands, de que – ao contrário do prefeito – seu nome abre a possibilidade de ter o apoio do grupo que prega uma candidatura alternativa da Frente Popular, também sofre ressalvas. “Rands nos perguntou como víamos o nome dele. Dissemos que ele tem credenciais, mas só pode ser considerado como opção depois que o PT resolver. Tudo é incerto. Caso ele ganhe, o PT ficará unido? E se ficar fraturado? O grupo pode considerar que, diante da fratura, cabe lançar candidato”, ponderou.

O senador revelou que um outro fator é levado em conta pelos alternativos: o ex-prefeito João Paulo. “Ele já se definiu? Afastou-se da prévia? Lançou apoio a um nome? Não. Como não sabemos se Rands construirá a unidade e o que faria de diferente do modelo que está aí, não cabe ao grupo decidir nada antes”, concluiu.