Thomas Kinkade, um dos mais famosos pintores dos Estados Unidos, morreu na última sexta-feira, aos 54 anos, em sua casa na Califórnia, de acordo com o jornal The Independent. De acordo com a família, o artista morreu, aparentemente, de causas naturais. “Tom nos deu uma vida maravilhosa. Estamos chocados e muito tristes com sua morte”, disse sua mulher em um comunicado.
Kinkade gostava de retratar em seus quadros imagens búcolicas, como jardins e casas de campo. Ele utilizava cores vibrantes e adorava retratar focos de luz, sendo por isso conhecido como "O Pintor da Luz".
O artista pintou mais de 1 mil quadros durante toda sua carreira, incluindo paisagens bucólicas, praias e cenas clássicas da cultura norte-americana.
O governador de pernambuco, Eduardo Campos, embarca neste domingo (8) para os Estados Unidos, onde assina contrato de empréstimo com o Banco Mundial (BIRD) no valor de US$ 500 milhões (cerca de R$ 925 milhões) para investimentos em Pernambuco
Eduardo Campos cumpre agenda de três dias em Washington. No primeiro dia, o governador participa do evento "Brasil-Estados unidos: Parceria para o Século XXI", organizado pela Câmara de Comércio americana. Além da secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, estarão presentes a presidente Dilma Rousseff, ministros e empresários dos dois países.
Na sede do BIRD, Eduardo e os outros oito governadores da região Nordeste participam do seminário "Oportunidades de Investimentos no Nordeste", voltado para empresários americanos interessados em investir no Brasil.
Na terça-feira (10), Eduardo Campos encontra Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial, para assinatura do contrato de empréstimo de US$ 500 milhões de dólares. Os recursos serão aplicados na construção de UPAs Especialidades, na ampliação da rede de escolas técnicas, obras de infraestrutura e na melhoria da malha rodoviária do Estado.
Antes de voltar, o Eduardo reúne-se com o governador do estado de Illinois, Pat Quinn, para falar das oportunidades de desenvolvimento em Pernambuco.
Em janeiro deste ano, o governador já esteve em Washington, a convite do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para apresentar palestras sobre o modelo de gestão em Pernambuco. Na viagem, Eduardo Campos acertou a liberação de US$ 200 milhões para as obras de saneamento da bacia do Rio Ipojuca.
Xuxa conseguiu proibir mais uma vez que o filme Amor estranho amor ganhe as telas e locadoras. Ao menos temporariamente.
O produtor da Cinearte Aníbal Massaini Neto, que detém os direitos de exibição sobre o longa, fez um acordo com Xuxa para receber 60 mil dólares por ano em troca da não-exibição da obra. Segundo Massaini, a loira não cumpriu o contrato e, portanto, ele pode passar o filme. Mas uma liminar da Justiça proibiu a cessão dos direitos da obra para terceiros.
No longa-metragem de 1982, a personagem Tamara aparece em uma cena de sexo com um garoto de 12 anos. As informações são do blog Radar on-line
Um grave acidente ocorreu na noite deste domingo(08) na BR-424 próximo ao Lixão do município de Caetés. Segundo informações, um veículo Pálio e um Fiat Uno colidiram de frente, e deixaram possivelmente cinco mortos. Quatro passageiros morreram no local do acidente e a quinta vítima seguiu para o hospital Dom Moura e segundo informações, a mesma não resistiu e acabou falecendo. Os corpos foram encaminhados ao IML de Caruaru.
Acidente grave na BR-424 em Caetés neste domingo(08)
Um grave acidente ocorreu na noite deste domingo(08) na BR-424 próximo ao Lixão do município de Caetés. Segundo informações populares, um veículo Pálio com três passageiros de Garanhuns colidiu frontalmente com um Fiat Uno com duas vítimas. As informações que chegam é que são cinco vítimas fatais.
As vitimas já foram encaminhadas para o IML de Caruaru. Informações dão conta que no veiculo Palio de Garanhuns vinham 3 jovens dois rapazes e uma moça. Os rapazes com o nome de Wesley e Michel, estavam em um evento de inauguração de um Parque Aquático e a moça teria pedido carona após evento realizado na cidade de Caetés. Já no outro veiculo um Uno, colhemos informação que as vitimas eram residentes na cidade de Pesqueira e faleceram instantaneamente no impacto.
Mais informações e atualizações a qualquer momento.
Luiz Cláudio é um ótimo exemplo de que ações sustentáveis podem sair do plano das ideias e verdadeiramente dar certo. Há dez anos, ele resolveu investir num pequeno negócio para transformar óleo de cozinha usado em resina antiferrugem para carros. Foi quando nasceu a Redlub, que hoje tem uma produção que chega a 100 litros de antiferrugem por dia, com uma receita mensal de R$ 18 mil.
Com quatro funcionários, Luiz recolhe atualmente 15 mil litros de óleo por mês em restaurantes, hotéis, condomínios e hospitais do Recife. Ao todo, são quase 500 estabelecimentos parceiros. Quando começou o negócio de reciclagem de óleo de cozinha, ele recolhia dois mil litros do produto e sua renda era de apenas um salário mínimo, cerca de R$ 200 na época.
“Foi uma sacada de momento. Achei que poderia ser um produto inovador, como realmente tem se mostrado. Nesses dez anos, nunca tivemos tanta visibilidade quanto agora, muito devido à preocupação com o meio ambiente que tem se difundido”, conta o empresário.
“No início, as pessoas relutavam em guardar o óleo usado, mas hoje temos uma rede estável de fornecedores. É engraçado notar como os papéis se inverteram. Antes as pessoas me ofereciam dinheiro para eu recolher o óleo, hoje elas me vendem”. No mercado, paga-se R$ 0,30 por litro usado. Mas há a opção de doar esta quantia ao Hospital do Câncer ou usar detergente como moeda de troca.
O antiferrugem produzido por Luiz atua contra a corrosão de chassis e outras peças automotivas. É uma espécie de resina que é aplicada nos lava jatos por intermédio de uma pistola de ar comprimido ou pincel.
Segundo moradores, há falta de informação e as indenizações oferecidas pelo governo para que deixem as casas são injustas
Às vésperas de mais um inverno, não será tarefa fácil para o governo do Estado retirar imóveis das margens do Rio Una e evitar novas tragédias como as de 2010 e 2011, quando enchentes devastaram tudo o que havia pela frente nas cidades da Mata Sul. Já sabendo do plano do governador, que reuniu Ministério Público e Judiciário com o objetivo de retirar a todo custo casas e lojas de áreas de risco, moradores e comerciantes se dizem insatisfeitos com as negociações e se negam a sair do local.
A reportagem do JC esteve em Barreiros, Palmares e Água Preta, as três cidades que mais sofreram com a enxurrada, e ouviu relatos de falta de informação, indenizações injustas e de insatisfação com o tamanho das novas casas construídas pelo governo.
“Moro nessa casa há 35 anos, com três quartos e mais de 20 metros de terreno, que foi doado pela prefeitura. Como querem que eu me mude para aquela casa de pombo?”, questiona a dona de casa Maria José da Silva, 52 anos, moradora do bairro de São Sebastião, em Palmares, se referindo aos imóveis que estão sendo construídos pelo Estado.
Tem gente que também sofre com a falta de informação. É o caso do biscateiro Eron Tenório da Silva, 30, que viu sua casa desmoronar na última cheia, construiu outra no lugar e agora diz não saber o que o futuro guarda para ele. “O pessoal do governo que esteve aqui disse que não tenho direito a nada, já que não tenho conta de luz nem de água, pois uso tudo da casa do meu pai, que mora ao lado. Ou seja, não existe negociação. Então, não saio daqui”, explicou.
Há quem ainda fez investimentos altos após as duas últimas enchentes e agora se vê prestes a ser removido. Isso é o que aflige os moradores da Vila Rio Una, a poucos metros do rio, em Barreiros. Por lá, após a enxurrada, que devastou a comunidade, os moradores testemunharam o poder público reconstruir o calçamento, sanear todas as casas e instalar postes com fiação nova.
“A gente viu o governo investindo aqui, então investimos em nossos imóveis também. Cheguei a comprar um imóvel ao lado da casa da minha mãe para construir um restaurante na beira do rio. Já construi um cais, fiz muro, mas interrompi a obra depois de gastar mais de R$ 50 mil porque vieram dizer que vão derrubar a vila toda”, destacou o técnico agrícola Egídio do Monte Júnior, 25. Segundo ele, a Vila Rio Una foi o início da cidade de Barreiros, há 96 anos.
Na mesma situação, o comerciante Antônio Lopes Muniz, 62, se disse “chocado” com a notícia de que a vila será toda derrubada. “Não vamos aceitar isso. Moro aqui há 15 anos e o que estão oferecendo para sairmos é muito pouco. Não podem nos tirar à força, pois vivemos em uma democracia.”
Muitos moradores das três cidades já aceitaram indenizações ou se mudaram para as novas casas, que começaram a ser entregues há quase um ano. Mas, para limpar completamente as margens do Una, governo, Ministério Público e Justiça terão que rebolar para resolver casos como os relatados acima, que se multiplicam às dezenas.