domingo, 15 de abril de 2012

Musa dos anos 1990, Marinara Costa revela que tentou se matar seis vezes

EGO


'Tinha um vazio no peito que nada preenchia. Hoje sou forte, centrada e feliz', diz ela, que há seis anos se converteu a uma igreja evangélica.

Nos anos 1990 Marinara Costa era uma das mulheres mais desejadas do país. Dona de um corpo exuberante, foi casada com o jornalista Fernando Vanucci e tirou a roupa para seis capas de revista - só para a “Playboy” posou nua quatro vezes. No entanto, nem fama, dinheiro nem beleza eram suficientes para realizá-la.

Marinara conta que amargava um vazio no peito, uma tristeza que fama alguma era capaz de preencher.  A depressão que surgiu quando ela tinha 17 anos nunca a abandonou e a fez tentar o suicídio por seis vezes.

Um dos momentos mais dramáticos foi o fim de seu quinto casamento, com o lutador Fernando Bosco. Sob efeito de drogas, segundo Marinara, ele a agrediu durante uma briga e feriu seus seios, recém-operados por conta de uma mastite crônica que a impedia de amamentar a filha deles, Maria Clara, na época com cinco meses.
A primeira atitude autodestrutiva foi na adolescência. Após uma briga com o primeiro namorado, ela se jogou de um carro a 70km por hora. Por sorte, sofreu apenas escoriações no corpo.
  “Travei uma luta corporal com ele, que destruiu a minha mama. Eu não tenho mais mama, tive que tirar a prótese e toda a glândula mamaria. Por causa da agressão, só tenho pele. Na briga, o tecido rompeu. Passei sete meses sem seio até a colocação da nova prótese.”
Hoje, aos 44 anos, Marinara trabalha como policial civil na Assembléia Legislativa do Rio e é síndica do prédio onde mora com as filhas - Júlia, 21 anos, do casamento com Fernando Vanucci, e Maria Clara, de 11 - na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Renovada, atribui sua "cura" à religião evangélica, à qual se converteu há seis anos. Atualmente, ela é diaconisa - uma espécie de faz tudo - da recém-criada igreja Pray House Church, que está à procura de uma sede para se estabelecer no Rio. Já no âmbito terreno, processa na Justiça uma rede de fast food que usa seu nome para batizar o molho de um sanduíche e prepara o lançamento de sua autobiografia, "Marinara, uma arma de fogo".
Apesar de ainda estar em forma, Marinara não quer mais ligar sua imagem à sensualidade. No atual momento de vida, ela cita Deus e Jesus por incontáveis vezes e assegura que todas as dores pertencem ao passado. “Me achava forte, mas não era. Hoje sou centrada e feliz. Os remédios, a tristeza... tudo foi para o lixo. Agora tudo é alegria!”

Sumiço
“Fiquei sumida da mídia durante oito anos, desde a peça que encenei com Sheila Mello, ‘Dois quartos de motel’, em 2004. Desde então, comecei a ir à igreja, aceitei Jesus e comecei a me identificar com os ensinamentos Dele. Precisava de um tempo de tudo. Sempre fui muito intensa e polêmica. Não estava feliz. Quando comecei a entender os desígnios de Deus, me senti preenchida.”
Marinara Costa na capa da Playboy de dezembro de 1992 (Foto: Playboy / Divulgação)Marinara na Playboy, em 1992
Vazio
“Vim de uma família humilde e vivia rodeada de amigos, mas tinha uma solidão dentro de mim que nenhum amigo preenchia. Sempre acreditei em Deus. Rodei um pouco de tudo: budismo, cabala, igreja, seicho-no-ie, espiritismo... Nunca tive problemas com drogas, nem lança-perfume eu cheirei. Mas era muito dependente dos remédios de tarja preta e tentei o suicídio seis vezes.Tinha um buraco que nada preenchia.”
Depressão
“Antes de ser uma pessoa pública, tive depressão. Sempre por causa de questões afetivas. Quando tinha 17 anos, no meu primeiro relacionamento, eu me joguei de um carro em movimento a 70km por hora. Eu vejo como Deus me ama porque era para estar arrebentada e só me arranhei. Foi a primeira crise que tive. Depois, com o passar do tempo, a carência e a solidão continuaram. Como eu era ‘facinha'... Para me conquistar, bastavam uma boa conversa e aparentar ter um bom caráter.  Acreditava muito nas pessoas. Não buscava profundidade grande para me envolver.”
Busca
“Na minha busca pelo divino, por Deus, acabei me envolvendo com o espiritismo. Passei nove anos no candomblé. Era cambona, aquela que serve a comida e a bebida nos centros. Me lembro que cheguei lá muito angustiada. Isso foi em 2004. Estava superbem e de repente bateu uma angústia. Nesse centro não gostavam que se falasse de Deus, só gostavam que se falasse de Oxalá. Comecei a chorar, chorar, foi a primeira vez que vi o mundo espiritual. Uma médium recebeu uma pombagira (entidade feminina) e baixou a cabeça. De repente, ouvi um barulho estranho e quando vi, a pessoa estava torta, caída. Ela teve um pico de pressão e nunca mais voltei ali. Foi quando uma amiga me levou para a célula de uma igreja e comecei a ler a Bíblia. Me envolvi com o Senhor através da palavra. Amo o Evangelho, que é o poder de Deus. Encontrei um canal, a vibe de praticar a minha fé através da sintonia com Deus. Antes eu não sabia como administrar a minha fé.”
Separação de Fernando Vanucci
“Estava casada com o Fernando Vanucci quando fiz minha primeira revista,’Playboy’, em 1992. Logo depois, descobri umas coisas ruins do Fernando. A gente brigou e se separou. Ele foi o grande amor da minha vida e fiquei muito mal. Hoje ele é um homem de Deus e somos muito amigos.”
Marianara com o ex-marido Fernando Vanucci e a filha deles, Júlia (Foto: Reprodução/Facebook)Marianara com o ex Fernando Vanucci e Júlia
Momentos de depressão
“Teve vezes de eu ficar dentro de casa durante três dias. Passei nove dias sem tomar banho, o que é uma loucura porque tenho mania de limpeza e banho (risos). Queria morrer. Teve uma vez que pedi ajuda, outra vez uma empregada me viu caída e nas outras vezes foi Deus quem me ajudou.”
Tentativa de suicídio
“Com a separação do Vanucci, intensifiquei os remédios de tarja preta. Depois dessa crise com ele, participei do ‘Básico Instinto’, do Fausto Fawcet (espetáculo dos anos 90 com músicas do poeta e compositor apresentado por loiras sensuais, dentre elas, Marinara e Regininha Poltergeist). Também viajei pelo mundo para divulgar o fato de eu ter sido a única mulher policial que posou para a ‘Playboy’. Nesse tempo, tive um envolvimento com o Vitinho Belfort (o lutador Vítor Belfort). Eu estava muito apaixonada e acredito que ele também estivesse, mas foi um relacionamento conturbado. Vítor morava fora do país, e eu precisava administrar a minha ida para lá. Era muito complexo, pois tinha a minha filha Júlia, o meu trabalho e depois descobri uma traição dele. Isso me abateu muito. Foram cinco crises violentas por causa de relacionamentos.”
Extração dos seios
“A pior - e última - crise foi com o pai da Maria Clara (Fernado Bosco), quando sofri uma agressão física dele. Foi uma única vez, mas muito violenta. Tive de fazer cirurgia. Ele me machucou, foi errado, mas hoje tenho o entendimento. Invés de pedir socorro, quis partir para cima dele, erradamente. Na época eu estava doente. Maria Clara tinha cinco meses de vida e eu tinha feito quatro cirurgias, porque tenho uma dificuldade orgânica para amamentar. Sofria de mastite crônica bilateral, nas duas mamas. Eu tinha acabado de fazer a quarta cirurgia. Quando brigamos, estava com 50 dias de operada. Ele chegou em casa às seis horas da manhã e acordei com ele me chutando. Travei uma luta corporal, e ele destruiu a minha mama. Eu não tenho mais mama, tive que tirar a protése e toda a glândula mamaria. Por causa da agressão, só tenho pele. Na briga, o tecido rompeu. Passei sete meses sem seio até a colocação da outra prótese.”
Marinara Costa posa para o EGO (Foto: Jessica Monstans / EGO)Marinara Costa
Pós Fernando Bosco
“Esse momento foi um dos piores, porque atingiu meu corpo. Para uma pessoa como eu, que dependia da imagem para trabalhar, foi traumático, pois atingiu minha vida financeira. O que eu tinha de economia, tive de gastar com o tratamento. Fernando saiu de casa, e eu não estava trabalhando. Isso foi no início de 2001. Fiquei oito meses esperando a cirurgia para a colocação da prótese e depois tive que voltar a trabalhar.”
Solteirice
“O coração está querendo ser preenchido (risos). Para Deus, a formicação, o sexo fora do casamento, é pecado. Fiz uma escolha. Sabia que a área afetiva era a que mais me destruía, fiz uma aliança com Deus e escolhi me aliançar com Jesus. Ele começou a me capacitar e quando vi, já estava um mês, seis meses, um ano, sem namorar. Passei seis anos e cinco meses sem dar um beijo na boca. É estranho por um lado, mas passou tão rápido que nem percebi. Quando voltei a me relacionar, foi de forma diferente. Estou aberta para relacionamentos. Não quero mais curtir. Não tenho tempo para errar, tenho duas filhas, quanta história a gente vê de homens que violentam as filhas das namoradas.”
Volta por cima
“A Marinara hoje é uma pessoa muito feliz, com muita esperança, fé, com muita alegria no coração. Me sinto uma pessoa muito mais forte, coerente, amiga, fiel. Me achava forte, mas não era. Hoje sou centrada. Os remédios, a tristeza, tudo foi para o lixo. Agora tudo é alegria!”

Sandy: 'É possível amar duas pessoas ao mesmo tempo'

Sandy ganha cada vez mais espaço nas telinhas. No próximo dia 26 ela vai protagonizar o episódio "A Reacionária do Pantanal", na série "As Brasileiras", da "TV Globo". Na trama, ela se chamará Gabriela e se envolverá com dois homens ao mesmo tempo. Apesar de namorar Maurício (Pedro Neschling), ela se apaixona por Hugo (Guilherme Winter - foto). 

"É possível amar duas pessoas ao mesmo tempo. É mais fácil se satisfazer com uma só, mas o coração tem mais espaços para emoções do que a gente imagina", declara a cantora.

Além disso, sua personagem terá atitudes preconceituosas quando a mãe se envolve com uma mulher.

Sandy, porém, garante que este jeito não lhe pertence: "É o oposto de mim. Ela é quase homofóbica. Eu não, tenho vários amigos gays". Ela também explica que não atura boatos que envolvem seu nome e que sabe se defender. "Não gosto de mentiras a meu respeito. Tiro satisfação sem trocar ofensas. Não sou de engolir sapo, nem levo desaforo para casa", garante.

Thiaguinho cobra cerca de R$ 90 mil por show e prejudica casas noturnas populares

O cantor Thiaguinho, que saiu do grupo Exaltasamba para investir na carreira solo, cobra cerca de R$ 90 mil por show. De acordo com o jornal "Agora", o preço acaba prejudicando as casas noturnas mais populares, que precisam elevar os preços para contratar seus shows.

O pagodeiro lança, nesta terça-feira, a música "Linguagem dos olhos", de Charlles André e André Renato.

AGORA - Jovem é encontrado morto dentro de carro no Ibura as margens da BR-101


O jovem operador de empilhadeiras Germano Correia Marinho, 22 anos, foi encontrado morto nas proximidades do Posto Padre Cícero, às margens da BR-101, no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife.

Segundo a polícia, Germano estava em um Fiat Palio que havia pego emprestado de um tio para ir buscar a esposa no trabalho. No caminho, a vítima teria dado carona a três pessoas. Depois, seu corpo foi encontrado com marcas de tiros dentro do veículo. A  polícia suspeita que os disparos foram feitos por uma das três pessoas, ainda não identificadas.

O corpo do jovem foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), na área central do Recife, após levantamento do Instituto de Criminalística (IC) e da Força-Tarefa Capital do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil de Pernambuco.

Taleban ataca sedes da ONU e embaixadas em Cabul neste domingo


Militantes do Taleban realizaram uma série de ataques coordenados em Cabul, neste domingo, com foco em pelo menos três regiões da capital onde se encontram os prédios do governo do Afeganistão, as embaixadas de países ocidentais e as bases da Organização das Nações Unidas (ONU). Não existem informações de mortes durante o ataque, embora autoridades informaram que pelo menos cinco pessoas ficaram feridas. As forças da ONU informaram em um comunicado, que pelo menos sete locais estavam sob ataque na capital.

O porta-voz do Taleban, Zabiullah Mujahid, assumiu a responsabilidade pelos ataques em uma mensagem de texto enviada para a Associated Press. Ele disse que um grupo de militantes realizaram ataques aos quartéis-generais da ONU, prédios do parlamento e embaixadas, com homens-bomba. Mais de dez explosões atingiram a capital afegã e um forte ataque de mísseis durou mais de uma hora depois do ataque inicial.

Outras três cidades orientais sofreram ataques na mesa hora, neste domingo, mas ainda há poucos detalhes sobre eles. As informações são da Associated Press.
Fonte: Agência Estado

VIDEO - Assassina diz que fez empadinha, e comeu o figado não o coração


sábado, 14 de abril de 2012

Governo propõe mínimo de R$ 667,75


A proposta do governo para a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2013, que está sendo enviada nesta sexta-feira (13) pelo Ministério do Planejamento ao Congresso Nacional, contempla um reajuste do salário mínimo dos atuais R$ 622 para R$ 667,75 a partir de janeiro do próximo ano, com pagamento em fevereiro.
O salário mínimo serve de referência para o salário de 47 milhões de trabalhadores no país. O percentual de correção do salário mínimo, pela proposta do governo, será de 7,35% no próximo ano.
Esse valor proposto para o salário mínimo em 2013, entretanto, ainda pode ser alterado no futuro, com base nos parâmetros estabelecidos para sua correção (crescimento do PIB do ano de 2011 e da inflação, medida pelo INPC, deste ano). No ano passado, o PIB cresceu 2,7% e, para a inflação medida pelo INPC, a previsão inicial do governo é de 4,5% para este ano.

Para 2014 e 2015, respectivamente, a estimativa do governo para o salário mínimo é de R$ 729,20 e de R$ 803,93, respectivamente.

Medicamento pra tratar AVC de graça


O Alteplase, usado por alguns hospitais da rede particular no tratamento do acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, passa a fazer parte da lista de medicamentos disponibilizados pela rede pública de saúde. A portaria regulamentando o emprego do remédio foi publicada nesta sexta-feira (13) no Diário Oficial da União.

Os hospitais deverão solicitar o credenciamento do medicamento às secretarias de Saúde nos estados, que encaminharão a demanda para autorização do Ministério da Saúde.

Para o credenciamento, os hospitais deverão disponibilizar um conjunto de procedimentos destinados ao tratamento desses pacientes, desde o atendimento básico, com a aplicação do medicamentos, até a oferta de leitos e a infraestrutura para a reabilitação.

A medida é fruto de consulta pública aberta pelo Ministério da Saúde, no ano passado. O medicamento já era usado pelo sistema público para casos de infarto agudo do miocárdio. Em casos de AVC isquêmico, quando a obstrução de um vaso interrompe o fluxo sanguíneo para o cérebro, o Alteplase dissolve o coágulo e normaliza a passagem do sangue.

De acordo com o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DataSUS), o AVC é a segunda maior causa de morte e a principal causa de incapacidade no mundo. Com base nas informações do DataSUS, de 2005 a 2009, foram registrados no Brasil cerca de 170 mil internações por AVC ao ano, com um percentual de óbitos de 17%.

Os AVCs são classificados como hemorrágico ou isquêmico, sendo esse último o mais frequente, representando em torno de 85% dos casos. Aterosclerose de pequenas e grandes artérias cerebrais é responsável pela maioria dos AVCs, seja hemorrágico ou isquêmico.