domingo, 15 de abril de 2012

Caso de canibalismo em Garanhuns tem grande repercussão internacional


A história de terror que chocou os pernambucanos está repercurtindo no mundo inteiro. O caso do esquartejamento de duas mulheres no município de Garanhuns tornou-se destaque na imprensa internacional.
No jornal El País desse sábado (14), eles iniciaram a matéria dizendo que não estavam falando de um fato ocorrido na selva amazônica, mas de uma história de canabalismo que aconteceu a 200 quilômetros das "preciosas cidades" de Recife e Olinda. Em seu portal eles ainda publicaram vídeo com os acusados.
O Portal da BBC de Londres também destacou o fato e chegou até a colocar um mapa para mostrar onde fica o município, situado no Agreste Setentrional do estado.
Uma das novidades sobre o caso é que possivelmente dois dos três acusados de assassinar, esquartejar e comer a carne das próprias vítimas chegaram a gravar um filme caseiro com cenas de homicídio e canibalismo. O fato ainda será investigado pela delegacia responsável.
Sobre o crime - Foram presos na última quarta-feira (11), no munícipio de Garanhuns, Bruna Cristina de Oliveira da Silva, Jorge Beltrão Negromonte da Silveira e Isabel Cristina Pires da Silveira acusados de assassinar, praticar canibalismo e usar a carne das vítimas para rechear empadas e coxinhas que uma das suspeitas vendia na cidade. Oito mortes são atribuídas ao grupo, que praticava rituais macabros.
O trio afirmou participar de uma seita chamada Cartel , anti-semitista e que combatia a procriação, por isso premeditava assassinar mulheres que tinham “úteros maltidos" por terem gerado mais de um filho. O primeiro crime cometido por eles teria sido contra uma moradora de rua identificada como Jéssica Camila. Ela teria sido tirada das ruas pelos suspeitos quando pedia esmolas em um canal em Boa Viagem, no Recife.
Com uma filha de dois anos, foi levada para a casa da família, no bairro de Rio Doce, Olinda, onde foi assassinada dois meses depois. O crime aconteceu em julho de 2008. Jéssica também teve o corpo enterrado no quintal da casa e depois teve os ossos removidos para um terreno baldio, quando o trio se mudou para a Paraíba. Desde então, uma das suspeitas, Bruna, passou a usar a identidade da falecida. A polícia acredita que a criança de cinco anos que morava com a família e participava dos rituais seria filha de Jéssica. De acordo com os três envolvidos, além de matar, esquartejar e enterrar as vítimas, eles comiam a carne dos corpos e faziam com que a garotinha também se alimentasse dos restos humanos praticando canibalismo.
Ainda de acordo com o suspeito, para a seita, a criança é tida como uma entidade por sua pureza e inocência. Ele acrescentou que o grupo seria apenas uma célula da seita que reúne centenas de pessoas ao redor do mundo. Também contou que os crimes eram praticados apenas por ele e Bruna, porque Isabel seria muito nervosa e atrapalhava os rituais de purificação, acrescentando que as mulheres foram mortas com uma faca de cozinha que já está em poder da polícia.
Os assassinatos em série começaram a ser desvendados, depois que a polícia encontrou os corpos de Giselly Helena da Silva, de 31 anos, e Alexandra Falcão da Silva, de 20. Na casa onde moravam os suspeitos e onde foram localizados os cadáveres esquartejados e enterrados no quintal, também foram encontrados um livro e um caderno onde os assassinos praticamente fazem uma confissão escrita de próprio punho.

Brasileiros fazem fortuna com novas ideias na internet


Os brasileiros que fizeram mais sucesso no exterior entre os nascidos nos anos 70 talvez tenham sido os atletas Ronaldo Nazário, o Fenômeno, e Gustavo Kuerten. Eles ainda são de uma época em que para ser jovem, famoso e rico era preciso ser ídolo em algum esporte, integrar uma banda de rock ou atuar em novelas.

Tudo mudou com a nova geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, que praticamente se alfabetizou depois de a internet ter se popularizado. Entre esses jovens, dois brasileiros fizeram uma fortuna que estaria nos sonhos até mesmo de craques do Barcelona.

Eduardo Saverin foi o primeiro deles, ao transformar-se em cofundador do Facebook. Segundo a revista Forbes, ele integra a lista dos bilionários mundiais. Outro novo milionário do mundo digital é o brasileiro Mark Krieger, que estampou as capas do New York Times e do Wall Street Journal na semana passada, depois de vender o Instagram, um aplicativo de compartilhamento de fotos no celular, justamente para a gigante rede social.

Por ter 10% da empresa, Krieger, criado num condomínio de Alphaville, ou brasileiro "by birth", como ele se descreve no Twitter, tem agora cerca de US$ 100 milhões entre dinheiro e ações do Facebook, a nova proprietária do Instagram.

Em comum, os dois estudaram em algumas das universidades mais renomadas do mundo. Saverin se graduou em Harvard, onde fundou o Facebook com Mark Zuckerberg. Krieger é de Stanford, na Califórnia. Ele ainda vive no Vale do Silício, onde o cofundador do Facebook também já viveu.

Muitos brasileiros dessa nova geração têm se mudado para os Estados Unidos em busca do sonho de conseguir o mesmo sucesso de Saverin e de Krieger. Como os dois, também ingressam em universidades de renome e acabam indo para a Califórnia não para surfar ou ser artista de cinema, como os jovens do passado, mas para tentar ser o próximo prodígio do mercado tecnológico, criando um produto que encante o mundo.

No topo dessa lista está a brasileira Bel Pesce, que nasceu em uma família de classe média de São Paulo e estudou no colégio Etapa. Foi aceita no MIT e, de cara, precisou lidar com o seu primeiro problema: pagar a anuidade de cerca de US$ 40 mil. Como seus pais não podiam ajudá-la, ela trabalhou em empresas como Google, Microsoft e Deutsch Bank, além dos departamentos de Matemática e Economia do MIT e no prestigioso Media Lab.

Hoje, Bel vive no Vale do Silício e comanda o Lemon, um aplicativo para celulares que serve para organizar os gastos. "Observamos que os smartphones mudaram o comportamento das pessoas de muitas maneiras", disse Bel. Ela exemplifica: "Não há mais necessidade de carregarmos uma câmera, mas, por outro lado, ainda carregamos carteiras cheias de recibos, cartões e muito mais, por isso acreditamos que o celular poderá se transformar em uma carteira inteligente, com muito mais recursos". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Criança que testemunhou canibalismo tem duas certidões de nascimento


Duas pessoas se apresentaram à polícia como parentes da menina de cinco anos que vivia com o trio suspeito de homicídios e ocultação de cadáveres em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. Segundo a juíza da Vara Regional da Infância e da Juventude do município, Karla Peixoto Dantas, eles prestaram depoimento na sexta-feira (13) e deixaram material para a realização de testes de DNA.
“A lei prioriza que ela seja entregue à família extensa. Estamos todos empenhados em tentar localizar os parentes. Só se não houver comprovação de parentesco é que ela será inserida no cadastro nacional de adoção. Família substituta não é prioridade, esse não é nosso objetivo”, esclarece Karla Peixoto Dantas.
Segundo a juíza, foram encontradas duas certidões de nascimento com a criança. “Constam pais diferentes e avós diferentes nas duas certidões. Temos uma certidão que diz que ela é filha do suspeito, outra aponta outro pai”, esclarece.A menina foi, segundo a polícia, testemunha dos crimes cometidos na casa – dois corpos foram encontrados enterrados no quintal na última quarta-feira (11). Ela contou à polícia que o pai teria cortado o pescoço das vítimas.
Segundo a polícia, a menina seria filha de uma mulher assassinada em 2008, em Olinda. Uma das suspeitas assumiu que usava o nome dessa mulher e dizia que a menina era filha dela.
A criança está em uma instituição de acolhimento em Garanhuns até que a dúvida seja elucidada. A previsão é de que o resultado do teste de DNA saia em vinte dias. “Formalmente estamos na fase de produção de provas, realizando perícias para verificar a maternidade e paternidade”, comenta a juíza.
Segundo a juíza, uma equipe multidisciplinar está prestando assistência à criança. “Teremos, além da Justiça, psicólogos e assistentes sociais para analisar as opções e verificar quem oferece mais condições de criá-la em um ambiente harmônico”, conta.
Os suspeitos de cometer a barbárie formam um triângulo amoroso composto por um homem e uma mulher de 52 anos, que seriam casados, e uma jovem de 23. Em depoimento à Polícia Civil, eles disseram que usavam carne humana para produzir salgados, que eram vendidos à população e servidos como refeição, inclusive para a criança. Os suspeitos ainda confessaram guardar parte dos corpos das vítimas na geladeira.
A Polícia Civil ainda informou que os suspeitos fariam parte de uma seita, que pregava a purificação do mundo e a diminuição populacional. A meta seria matar três mulheres por ano. O homem suspeito de comandar o trio nos assassinatos fez um livro, ilustrado e registrado em cartório, onde conta detalhes dos crimes e da vida dele. Nas páginas, há informações de que ele era formado em Educação Física e faixa preta em caratê.
Um dos dois corpos seria de uma mulher desaparecida desde fevereiro; o outro, de uma mulher de 20 anos, que sumiu no dia 15 de março. Depois de as famílias das vítimas prestarem queixa, a polícia localizou o trio quando uma fatura de cartão crédito chegou à casa de uma das mulheres. Imagens das câmeras de segurança de lojas onde as compras foram efetivadas mostravam os suspeitos.
As vítimas também teriam sido vistas perto da casa dos suspeitos antes de desaparecerem. A polícia conseguiu mandados de prisão e de busca e apreensão e, ao ser abordada, uma das mulheres teria assumido os crimes e revelado o local onde as vítimas foram enterradas.

'BBB 12' - Após micareta, Laisa, Yuri e outros ex-BBBs vão à casa de João Carvalho


Depois de curtir os shows do Axé Brasil, em Belo Horizonte (fotos!), na noite desta sexta-feira, 13, os ex-BBBs Laisa, Yuri, Rafa e Ronaldo foram à casa de João Carvalho, que mora na cidade, neste sábado, 14.
“Apê do João em BH. João fazendo almoço, gente, vai merendeiro kkkkk", brincou Ronaldo, que postou uma foto do grupo no Twitter.
Em tempo: na micareta, Laisa e Yuri, que tinham se separado, fizeram as pazes e trocaram beijos.

Musa dos anos 1990, Marinara Costa revela que tentou se matar seis vezes

EGO


'Tinha um vazio no peito que nada preenchia. Hoje sou forte, centrada e feliz', diz ela, que há seis anos se converteu a uma igreja evangélica.

Nos anos 1990 Marinara Costa era uma das mulheres mais desejadas do país. Dona de um corpo exuberante, foi casada com o jornalista Fernando Vanucci e tirou a roupa para seis capas de revista - só para a “Playboy” posou nua quatro vezes. No entanto, nem fama, dinheiro nem beleza eram suficientes para realizá-la.

Marinara conta que amargava um vazio no peito, uma tristeza que fama alguma era capaz de preencher.  A depressão que surgiu quando ela tinha 17 anos nunca a abandonou e a fez tentar o suicídio por seis vezes.

Um dos momentos mais dramáticos foi o fim de seu quinto casamento, com o lutador Fernando Bosco. Sob efeito de drogas, segundo Marinara, ele a agrediu durante uma briga e feriu seus seios, recém-operados por conta de uma mastite crônica que a impedia de amamentar a filha deles, Maria Clara, na época com cinco meses.
A primeira atitude autodestrutiva foi na adolescência. Após uma briga com o primeiro namorado, ela se jogou de um carro a 70km por hora. Por sorte, sofreu apenas escoriações no corpo.
  “Travei uma luta corporal com ele, que destruiu a minha mama. Eu não tenho mais mama, tive que tirar a prótese e toda a glândula mamaria. Por causa da agressão, só tenho pele. Na briga, o tecido rompeu. Passei sete meses sem seio até a colocação da nova prótese.”
Hoje, aos 44 anos, Marinara trabalha como policial civil na Assembléia Legislativa do Rio e é síndica do prédio onde mora com as filhas - Júlia, 21 anos, do casamento com Fernando Vanucci, e Maria Clara, de 11 - na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Renovada, atribui sua "cura" à religião evangélica, à qual se converteu há seis anos. Atualmente, ela é diaconisa - uma espécie de faz tudo - da recém-criada igreja Pray House Church, que está à procura de uma sede para se estabelecer no Rio. Já no âmbito terreno, processa na Justiça uma rede de fast food que usa seu nome para batizar o molho de um sanduíche e prepara o lançamento de sua autobiografia, "Marinara, uma arma de fogo".
Apesar de ainda estar em forma, Marinara não quer mais ligar sua imagem à sensualidade. No atual momento de vida, ela cita Deus e Jesus por incontáveis vezes e assegura que todas as dores pertencem ao passado. “Me achava forte, mas não era. Hoje sou centrada e feliz. Os remédios, a tristeza... tudo foi para o lixo. Agora tudo é alegria!”

Sumiço
“Fiquei sumida da mídia durante oito anos, desde a peça que encenei com Sheila Mello, ‘Dois quartos de motel’, em 2004. Desde então, comecei a ir à igreja, aceitei Jesus e comecei a me identificar com os ensinamentos Dele. Precisava de um tempo de tudo. Sempre fui muito intensa e polêmica. Não estava feliz. Quando comecei a entender os desígnios de Deus, me senti preenchida.”
Marinara Costa na capa da Playboy de dezembro de 1992 (Foto: Playboy / Divulgação)Marinara na Playboy, em 1992
Vazio
“Vim de uma família humilde e vivia rodeada de amigos, mas tinha uma solidão dentro de mim que nenhum amigo preenchia. Sempre acreditei em Deus. Rodei um pouco de tudo: budismo, cabala, igreja, seicho-no-ie, espiritismo... Nunca tive problemas com drogas, nem lança-perfume eu cheirei. Mas era muito dependente dos remédios de tarja preta e tentei o suicídio seis vezes.Tinha um buraco que nada preenchia.”
Depressão
“Antes de ser uma pessoa pública, tive depressão. Sempre por causa de questões afetivas. Quando tinha 17 anos, no meu primeiro relacionamento, eu me joguei de um carro em movimento a 70km por hora. Eu vejo como Deus me ama porque era para estar arrebentada e só me arranhei. Foi a primeira crise que tive. Depois, com o passar do tempo, a carência e a solidão continuaram. Como eu era ‘facinha'... Para me conquistar, bastavam uma boa conversa e aparentar ter um bom caráter.  Acreditava muito nas pessoas. Não buscava profundidade grande para me envolver.”
Busca
“Na minha busca pelo divino, por Deus, acabei me envolvendo com o espiritismo. Passei nove anos no candomblé. Era cambona, aquela que serve a comida e a bebida nos centros. Me lembro que cheguei lá muito angustiada. Isso foi em 2004. Estava superbem e de repente bateu uma angústia. Nesse centro não gostavam que se falasse de Deus, só gostavam que se falasse de Oxalá. Comecei a chorar, chorar, foi a primeira vez que vi o mundo espiritual. Uma médium recebeu uma pombagira (entidade feminina) e baixou a cabeça. De repente, ouvi um barulho estranho e quando vi, a pessoa estava torta, caída. Ela teve um pico de pressão e nunca mais voltei ali. Foi quando uma amiga me levou para a célula de uma igreja e comecei a ler a Bíblia. Me envolvi com o Senhor através da palavra. Amo o Evangelho, que é o poder de Deus. Encontrei um canal, a vibe de praticar a minha fé através da sintonia com Deus. Antes eu não sabia como administrar a minha fé.”
Separação de Fernando Vanucci
“Estava casada com o Fernando Vanucci quando fiz minha primeira revista,’Playboy’, em 1992. Logo depois, descobri umas coisas ruins do Fernando. A gente brigou e se separou. Ele foi o grande amor da minha vida e fiquei muito mal. Hoje ele é um homem de Deus e somos muito amigos.”
Marianara com o ex-marido Fernando Vanucci e a filha deles, Júlia (Foto: Reprodução/Facebook)Marianara com o ex Fernando Vanucci e Júlia
Momentos de depressão
“Teve vezes de eu ficar dentro de casa durante três dias. Passei nove dias sem tomar banho, o que é uma loucura porque tenho mania de limpeza e banho (risos). Queria morrer. Teve uma vez que pedi ajuda, outra vez uma empregada me viu caída e nas outras vezes foi Deus quem me ajudou.”
Tentativa de suicídio
“Com a separação do Vanucci, intensifiquei os remédios de tarja preta. Depois dessa crise com ele, participei do ‘Básico Instinto’, do Fausto Fawcet (espetáculo dos anos 90 com músicas do poeta e compositor apresentado por loiras sensuais, dentre elas, Marinara e Regininha Poltergeist). Também viajei pelo mundo para divulgar o fato de eu ter sido a única mulher policial que posou para a ‘Playboy’. Nesse tempo, tive um envolvimento com o Vitinho Belfort (o lutador Vítor Belfort). Eu estava muito apaixonada e acredito que ele também estivesse, mas foi um relacionamento conturbado. Vítor morava fora do país, e eu precisava administrar a minha ida para lá. Era muito complexo, pois tinha a minha filha Júlia, o meu trabalho e depois descobri uma traição dele. Isso me abateu muito. Foram cinco crises violentas por causa de relacionamentos.”
Extração dos seios
“A pior - e última - crise foi com o pai da Maria Clara (Fernado Bosco), quando sofri uma agressão física dele. Foi uma única vez, mas muito violenta. Tive de fazer cirurgia. Ele me machucou, foi errado, mas hoje tenho o entendimento. Invés de pedir socorro, quis partir para cima dele, erradamente. Na época eu estava doente. Maria Clara tinha cinco meses de vida e eu tinha feito quatro cirurgias, porque tenho uma dificuldade orgânica para amamentar. Sofria de mastite crônica bilateral, nas duas mamas. Eu tinha acabado de fazer a quarta cirurgia. Quando brigamos, estava com 50 dias de operada. Ele chegou em casa às seis horas da manhã e acordei com ele me chutando. Travei uma luta corporal, e ele destruiu a minha mama. Eu não tenho mais mama, tive que tirar a protése e toda a glândula mamaria. Por causa da agressão, só tenho pele. Na briga, o tecido rompeu. Passei sete meses sem seio até a colocação da outra prótese.”
Marinara Costa posa para o EGO (Foto: Jessica Monstans / EGO)Marinara Costa
Pós Fernando Bosco
“Esse momento foi um dos piores, porque atingiu meu corpo. Para uma pessoa como eu, que dependia da imagem para trabalhar, foi traumático, pois atingiu minha vida financeira. O que eu tinha de economia, tive de gastar com o tratamento. Fernando saiu de casa, e eu não estava trabalhando. Isso foi no início de 2001. Fiquei oito meses esperando a cirurgia para a colocação da prótese e depois tive que voltar a trabalhar.”
Solteirice
“O coração está querendo ser preenchido (risos). Para Deus, a formicação, o sexo fora do casamento, é pecado. Fiz uma escolha. Sabia que a área afetiva era a que mais me destruía, fiz uma aliança com Deus e escolhi me aliançar com Jesus. Ele começou a me capacitar e quando vi, já estava um mês, seis meses, um ano, sem namorar. Passei seis anos e cinco meses sem dar um beijo na boca. É estranho por um lado, mas passou tão rápido que nem percebi. Quando voltei a me relacionar, foi de forma diferente. Estou aberta para relacionamentos. Não quero mais curtir. Não tenho tempo para errar, tenho duas filhas, quanta história a gente vê de homens que violentam as filhas das namoradas.”
Volta por cima
“A Marinara hoje é uma pessoa muito feliz, com muita esperança, fé, com muita alegria no coração. Me sinto uma pessoa muito mais forte, coerente, amiga, fiel. Me achava forte, mas não era. Hoje sou centrada. Os remédios, a tristeza, tudo foi para o lixo. Agora tudo é alegria!”

Sandy: 'É possível amar duas pessoas ao mesmo tempo'

Sandy ganha cada vez mais espaço nas telinhas. No próximo dia 26 ela vai protagonizar o episódio "A Reacionária do Pantanal", na série "As Brasileiras", da "TV Globo". Na trama, ela se chamará Gabriela e se envolverá com dois homens ao mesmo tempo. Apesar de namorar Maurício (Pedro Neschling), ela se apaixona por Hugo (Guilherme Winter - foto). 

"É possível amar duas pessoas ao mesmo tempo. É mais fácil se satisfazer com uma só, mas o coração tem mais espaços para emoções do que a gente imagina", declara a cantora.

Além disso, sua personagem terá atitudes preconceituosas quando a mãe se envolve com uma mulher.

Sandy, porém, garante que este jeito não lhe pertence: "É o oposto de mim. Ela é quase homofóbica. Eu não, tenho vários amigos gays". Ela também explica que não atura boatos que envolvem seu nome e que sabe se defender. "Não gosto de mentiras a meu respeito. Tiro satisfação sem trocar ofensas. Não sou de engolir sapo, nem levo desaforo para casa", garante.

Thiaguinho cobra cerca de R$ 90 mil por show e prejudica casas noturnas populares

O cantor Thiaguinho, que saiu do grupo Exaltasamba para investir na carreira solo, cobra cerca de R$ 90 mil por show. De acordo com o jornal "Agora", o preço acaba prejudicando as casas noturnas mais populares, que precisam elevar os preços para contratar seus shows.

O pagodeiro lança, nesta terça-feira, a música "Linguagem dos olhos", de Charlles André e André Renato.

AGORA - Jovem é encontrado morto dentro de carro no Ibura as margens da BR-101


O jovem operador de empilhadeiras Germano Correia Marinho, 22 anos, foi encontrado morto nas proximidades do Posto Padre Cícero, às margens da BR-101, no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife.

Segundo a polícia, Germano estava em um Fiat Palio que havia pego emprestado de um tio para ir buscar a esposa no trabalho. No caminho, a vítima teria dado carona a três pessoas. Depois, seu corpo foi encontrado com marcas de tiros dentro do veículo. A  polícia suspeita que os disparos foram feitos por uma das três pessoas, ainda não identificadas.

O corpo do jovem foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), na área central do Recife, após levantamento do Instituto de Criminalística (IC) e da Força-Tarefa Capital do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil de Pernambuco.