Uma jovem de 18 anos morreu, na noite deste domingo, na Ponte Duarte Coelho, que liga os bairros da Boa Vista e de Santo Antônio, em circunstâncias misteriosas. Stephany Wanessa Gouveia estava acompanhada de um rapaz de 17 anos. Ambos tinham ido ao jogo entre Sport e Santa Cruz na Ilha do Retiro e estavam trajando uniforme da Torcida Jovem do Sport.
Pessoas que estavam passando no local tentaram ajudar e chamaram o Corpo de Bombeiros, que tentou reanimar Stephany, sem sucesso. Peritos da Polícia Civil afirmaram que não era possível concluir qual seria a causa da morte. Havia sinais de uma hemorragia, pela saída de sangue pela boca. No entanto, os peritos não garantiram se houve ou não violência física.
Familiares pedem que haja investigação sobre a morte. Uma tia da garota, policial, que não quis se identificar, disse que viu no corpo da sobrinha uma marca de "taser" (arma de choque utilizada pela polícia).
Em meio ao drama, o rapaz que estava ao lado de Stephany foi detido e levado à Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente. Dois homens afirmaram que foram assaltados por um grupo de oito pessoas, incluindo o garoto e Stephany. Chamada ao local, a Polícia Militar constatou que o jovem de 17 anos, de fato, portava o celular de um dos dois denunciantes.
Uma tesmunha, no local da morte, disse que viu tudo de um edifício na Rua da Aurora. Segundo o relato, o casal estava andando de mãos dadas, atravessando da Boa Vista para o bairro de Santo Antônio, quando a jovem caiu.
ATROPELAMENTO - Outro falecimento aconteceu nas proximidades do Parque 13 de Maio, em Santo Amaro. Um homem não identificado, trajado de uniforme da Torcida Organizada Inferno Coral, foi atropelado por um ônibus. O que não se pôde comprovar é a maneira como a pessoa foi parar no caminho do veículo.
Há duas versões para a morte, contadas por testemunhas diferentes. Em uma delas, teria havido um confronto entre torcidas organizadas do Santa Cruz e do Sport, e a vítima teria sido jogado em direção ao ônibus. Em outra versão, não teria havido confronto entre torcidas rivais, mas, sim, uma baderna feita por torcedores do Santa Cruz; e, num momento de distração, o homem teria sido atropelado.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
MST abre ‘abril vermelho’ em Pernambuco com ocupação de fazenda
AE.
A jornada nacional de lutas pela reforma agrária em Pernambuco teve início neste sábado com a ocupação da fazenda Serra Grande, em Gravatá, no agreste. De acordo com o movimento, o proprietário da área chamou o Grupo de Apoio Tático itinerante da Polícia Militar do Estado (Gati) a fim de reprimir a ação e tentar retirar as famílias à força.
A assessoria da PMPE informou não ter havido nenhuma ação truculenta por parte da polícia. “O dono da terra acionou a emergência da PM depois da ocupação, uma viatura seguiu para o local e foi recomendado ao proprietário que procurasse a Justiça visando a uma reintegração de posse”, afirmou o policial de plantão.
Segundo Denaide Souza, integrante da coordenação estadual do movimento, as famílias ocuparam inicialmente uma casa, na sede da fazenda. Depois de muita negociação, saíram e começaram a armar seus barracos em uma área próxima, ao ar livre. “Não vamos sair, vamos continuar resistindo”, disse.
O Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST) promete realizar cerca de 20 ocupações de terra em todo o Estado neste mês, o Abril Vermelho, em memória de 21 sem-terra assassinados em Eldorado de Carajás, no Pará, em 17 de abril de 1996, que foi transformado em Dia Nacional de Luta pela reforma Agrária.
O movimento frisa que 16 anos depois do massacre que teve repercussão internacional ninguém foi preso, não foi realizada reforma agrária e os militantes e sem-terra ligados ao movimento continuam sendo alvo de violência. Para o MST, o primeiro ano do governo Dilma Rousseff foi o pior dos últimos 16 anos em termos de criação de assentamentos.
domingo, 15 de abril de 2012
Modelo de urbanização em xeque na cidade do Recife
Beatriz Braga _PE247 - Teve início nesta manhã o movimento que ocupará o Cais José Estelita, no Centro da cidade, antes que o projeto Novo Recife tome o espaço. Contrários ao Consórcio que prevê a construção de treze edifícios na Rua Engenheiro José Estelita, mais de 2 mil pessoas confirmaram presença, no Facebook, para o protesto de hoje. A ideia é ocupar a orla portuária com oficinas, bicicletadas, debates, piquenique, grafitagem, shows e, enfim, muita arte contra a verticalização de uma das paisagens consideradas mais bonitas da cidade.
Entre os rostos do heterogêneo grupo que promete não desocupar o Estelita até ás 16h, personalidades da cena artística recifense confirmaram presença, como: Claudio Assis (Amarelo Manga, Baixio das Bestas), Adelina Pontual (Véio, O Pedido), Johnny Hooker, Fabio Trummer (Banda Eddie), Fernando Peres, Xico Sá (jornalista), Lala K e Catarina Deejah (DJ's).
O primeiro dessa lista, inclusive, “invadiu” o evento prévio do Rio Clima, na última sexta (13), e entregou uma carta do grupo idealizador do protesto, o Direitos Urbanos, ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos. No envelope, a síntese da sua revolta:
“Causa-nos indignação profunda que o poder público local esteja fascinado com uma ideia de desenvolvimento e progresso há muito ultrapassada, comprometido com um modelo de cidade que é excludente, predatório e violento, permanecendo ao lado dos grandes empreendimentos imobiliários de luxo (...), financiando a expulsão da população pobre, através de valorização imobiliária sem contrapartida de desenvolvimento social”, dizia o trecho da carta.
A atual polêmica parece ter despertado a necessidade de se discutir a área central da cidade, sua preservação e revitalização, debate que hibernava no Recife. De um lado, o grupo de empresas, que engloba as construtoras Moura Dubeux e Queiroz Galvão, apresenta ao governo solução a uma área há décadas rendida ao ostracismo e degradação. Do outro, representantes da sociedade civil não concordam com a restrição do local às torres, sendo algumas previstas com mais de quarentas andares, e questionam o modelo de urbanização adotado nas últimas décadas.
“Ensino os meus alunos a construir. Eu não tenho a intenção de impedir o progresso nem a transformação necessária da cidade, mas isso deve ser feito, sobretudo, segundo a ética (...). O Cais José Estelita é uma área especial para a qual nós devemos nos voltar e devemos garantir esse descortino não só, eu volto a dizer, para uma camada que tem acesso à compra daqueles imóveis, mas para a população da cidade como um todo. Então aquela área não pode ficar restrita ao uso ou ao usufruto de uma pequena parcela da população”. Explicou o professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Urbano da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tomás Lapa, na audiência pública, realizada, em 22 de março, para discutir o projeto.
Os manifestantes de hoje pretendem, como ficou claro nas suas manifestações virtuais, mostrar ao governo que desejam uma forma diferente de ocupação da cidade e, para levar essa mensagem, nada mais emblemático do que a arte.
Sarney seguirá internado em UTI de hospital em SP até amanhã
FOLHA DE SÃO PAULO
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após ser submetido a um cateterismo a uma angioplastia com a colocação de stent na madrugada deste domingo (15).
Segundo boletim médico divulgado no início da tarde deste domingo, ele seguirá na UTI até amanhã.
De acordo com o hospital, o estado de saúde do presidente do Senado é estável. A equipe médica que assiste o senador José Sarney é coordenada pelo cardiologista Roberto Kalil Filho, o mesmo médico do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
EXAMES
José Sarney deu entrada no final da tarde deste sábado (14) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para a realização de exames de rotina.
Segundo nota divulgada pelo hospital, os exames estavam agendados para a semana que vem, mas foram antecipados porque o senador se sentiu mal na noite de sexta (13).
Após passar pelas primeiras avaliações (ecocardiograma e eletrocardiograma), os médicos detectaram alterações compatíveis com o quadro de insuficiência coronária.
Violência contra a mulher é debatida em Pernambuco
Beatriz Braga _PE247 - Escolhido por ser um dos dez Estados mais violentos e populosos do Brasil, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) inaugurará, em Pernambuco, ciclo de debates sobre violência contra mulheres. A audiência pública acontece nesta saegunda-feira (16), a partir das 14h, no auditório da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Mais cedo, às 13h, a equipe realiza coletiva de imprensa, no mesmo local.
A Comissão, responsável por investigar agressões contra mulheres, iniciou suas operações em de fevereiro deste ano. O trabalho desta segunda, em Pernambuco, se repetirá pelos demais Estados que figuram no topo do ranking da violência do País.
A agressão doméstica é a principal causa de lesões entre mulheres de 15 e 44 anos no mundo. Os dados são da Organização das Nações Unidas (ONU), que mostram, ainda, os prejuízos econômicos provocados por esse tipo de violência: na América Latina, os gastos com esse problema representam 14,6% do Produto Interno Bruto (PIB), aproximadamente U$ 170 bilhões. No Brasil, o custo da violência doméstica abrange 10,5% do total do PIB.
Pernambuco, especificamente, é um dos principais contribuintes para o País se destacar negativamente nesse sentido. O Estado ocupa o terceiro lugar em assassinatos de mulheres, indicado no Mapa da Violência, elaborado pelo Instituto Sangari/Ministério da Justiça. Além de abrigar o município de Escada, que registra o maior número de homicídios contra mulheres no País.
Operação policial apreende mídias piratas na Mata Norte
Uma operação da Polícia Militar em Passira, na Mata Norte de Pernambuco, resultou na apreensão de quase 1,3 mil mídias piratas, entre CDs e DVDs, neste sábado (14). Um homem de 47 anos foi preso suspeito de comercializar a mercadoria.
De acordo com a polícia, o investigado vendia as mídias piratas, sem nota fiscal, em uma banca armada na cidade. Com ele, foram encontrados R$ 300 em dinheiro, proveniente do comércio ilegal.
Ainda foram apreendidos cinco rádios, uma televisão de 14 polegadas, um aparelho de reprodução de DVD, uma caixa de som amplificada, sete lanternas, 13 cabos de áudio e vídeo, quatro pen drives, dois leitores de cartão de memória, um cartão de memória, oito carregadores de aparelho celular, quatro carregadores de bateria, três limpadores de DVD e uma calculadora.
Todo o material foi encaminhado à Delegacia de Plantão de Limoeiro, no Agreste do estado, onde o suspeito prestou depoimento. Ele vai responder por crime contra a propriedade imaterial em liberdade.
De acordo com a polícia, o investigado vendia as mídias piratas, sem nota fiscal, em uma banca armada na cidade. Com ele, foram encontrados R$ 300 em dinheiro, proveniente do comércio ilegal.
Ainda foram apreendidos cinco rádios, uma televisão de 14 polegadas, um aparelho de reprodução de DVD, uma caixa de som amplificada, sete lanternas, 13 cabos de áudio e vídeo, quatro pen drives, dois leitores de cartão de memória, um cartão de memória, oito carregadores de aparelho celular, quatro carregadores de bateria, três limpadores de DVD e uma calculadora.
Todo o material foi encaminhado à Delegacia de Plantão de Limoeiro, no Agreste do estado, onde o suspeito prestou depoimento. Ele vai responder por crime contra a propriedade imaterial em liberdade.
(Foto: Divulgação/ Polícia Militar)
OperaçãoA Operação Caça-Pirataria foi iniciada nesta sexta-feira (13), em Limoeiro. Por volta das 13h, policiais prenderam um homem de 50 anos de idade, próximo à ponte nova da cidade.
Com ele, foram apreendidos mais de 1,7 mil mídias piratas, entre CDs e DVDs, e R$ 146 em dinheiro. O detido e os materiais foram encaminhados para a Delegacia de Limoeiro.
Com ele, foram apreendidos mais de 1,7 mil mídias piratas, entre CDs e DVDs, e R$ 146 em dinheiro. O detido e os materiais foram encaminhados para a Delegacia de Limoeiro.
Às redes sociais, mas com cuidado
Especialistas alertam políticos de todas as colorações partidárias sobre o uso de ferramentas como Twitter e Facebook
Débora Duque
Desde a campanha exitosa de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos, em 2008, a classe política tomou mais gosto pelas redes sociais. No Brasil, a adesão de políticos de todos os partidos e ideologias às novas mídias emplacou na última eleição (2010) e deve se consagrar no pleito municipal que se aproxima, apesar das restrições impostas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maioria se deslumbra com a possibilidade de atrair novos dividendos eleitorais, mas poucos são os que percebem a agenda negativa que essa nova forma de exposição é capaz de render a quem fugir à cartilha digital.
Tratar as redes sociais como um ambiente privado costuma ser a maior armadilha para políticos e figuras públicas. Para o bem e para o mal, os cargos e as funções que ocupam não podem ser dissociados dos perfis criados no Facebook, Twitter e similares. A receita, portanto, é clara: “O que um político não falaria em público ou numa entrevista, por exemplo, também não deve falar nas redes. O mundo online não é dissociável do mundo offline”, alerta Rosário de Pompéia, sócia da Le Fil Comunicação, empresa especializada na gestão de redes sociais.
Um episódio dessa confusão entre público e privado no meio digital colocou numa saia-justa o secretário estadual de Imprensa, Evaldo Costa. Irritado com as críticas ao governador Eduardo Campos (PSB) por conta do aumento das passagens de ônibus, ele desabafou contra os aliados do PCdoB: “Como fica o PCdoB trabalhando num governo com este perfil? Por que não se demitem da Secretaria de Ciência e Tecnologia?”
O desabafo público do porta-voz de governo precisou de retratação por parte do próprio secretário, mas o estrago já estava feito. E, graças à capacidade difusora da internet, foi observado por um círculo de pessoas muito mais amplo do que o do seguidores do jornalista.
O potencial multiplicador da rede é diretamente proporcional ao controle exercido pelos cidadãos, que se materializa em forma de cobranças, críticas e até ofensas. No ano passado, a vereadora Marília Arraes (PSB) se viu no meio de um bombardeio após ter deletado comentários negativos em sua conta do Facebook a respeito dos projetos de lei de sua autoria que visavam restringir o consumo de álcool em vias públicas do Recife. Na época, ela alegou ter apagado apenas as mensagens “ofensivas”, argumento prontamente rebatido por internautas. “A partir do momento em que se decide entrar para usufruir das redes, é preciso ser transparente. Tem que aceitar as críticas com humildade e, dependendo do teor, avaliar se vale a pena responder ou não”, avalia Paulo Rebêlo, consultor em Comunicação e Tecnologia e editor-executivo da AF2 Comunicação, em Brasília.
Tratar as redes sociais como um ambiente privado costuma ser a maior armadilha para políticos e figuras públicas. Para o bem e para o mal, os cargos e as funções que ocupam não podem ser dissociados dos perfis criados no Facebook, Twitter e similares. A receita, portanto, é clara: “O que um político não falaria em público ou numa entrevista, por exemplo, também não deve falar nas redes. O mundo online não é dissociável do mundo offline”, alerta Rosário de Pompéia, sócia da Le Fil Comunicação, empresa especializada na gestão de redes sociais.
Um episódio dessa confusão entre público e privado no meio digital colocou numa saia-justa o secretário estadual de Imprensa, Evaldo Costa. Irritado com as críticas ao governador Eduardo Campos (PSB) por conta do aumento das passagens de ônibus, ele desabafou contra os aliados do PCdoB: “Como fica o PCdoB trabalhando num governo com este perfil? Por que não se demitem da Secretaria de Ciência e Tecnologia?”
O desabafo público do porta-voz de governo precisou de retratação por parte do próprio secretário, mas o estrago já estava feito. E, graças à capacidade difusora da internet, foi observado por um círculo de pessoas muito mais amplo do que o do seguidores do jornalista.
O potencial multiplicador da rede é diretamente proporcional ao controle exercido pelos cidadãos, que se materializa em forma de cobranças, críticas e até ofensas. No ano passado, a vereadora Marília Arraes (PSB) se viu no meio de um bombardeio após ter deletado comentários negativos em sua conta do Facebook a respeito dos projetos de lei de sua autoria que visavam restringir o consumo de álcool em vias públicas do Recife. Na época, ela alegou ter apagado apenas as mensagens “ofensivas”, argumento prontamente rebatido por internautas. “A partir do momento em que se decide entrar para usufruir das redes, é preciso ser transparente. Tem que aceitar as críticas com humildade e, dependendo do teor, avaliar se vale a pena responder ou não”, avalia Paulo Rebêlo, consultor em Comunicação e Tecnologia e editor-executivo da AF2 Comunicação, em Brasília.
Está tudo definido em Pernambuco
Terminou a Primeira fase do campeonato Pernambucano.Na tarde desse Domingo (16/04) foram conhecidos os semi-finalistas do Regional, no clássico de Pernambuco entre Sport e Santa Cruz, ambos já estavam classificados, porém foi um grande jogo e com dois gols do Zagueiro Bruno Aguiar o Sport derrotou o Santa pelo placar de dois a um, já no jogo de outro classificado o Náutico derrotou fora de casa o central por 2x1, com os resultados os confrontos da Semi-final ficaram assim:
Sport x Náutico
Santa Cruz x Salgueiro
Sport x Náutico
Santa Cruz x Salgueiro
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