Para participar da edição 2014 do “Big Brother Brasil”, cujo prazo para inscrição se encerra nesta sexta-feira (15), o futuro brother ou sister deve responder a um extenso questionário com 103 perguntas, dividido em 8 partes. No formulário disponível no site do programa, o candidato ao prêmio milionário do reality deve responder se está disposto a ficar nu e se relacionar com alguém do mesmo sexo na casa e se tem ficha na polícia ou está sendo processado judicialmente.
BLOG DO ITAMAR
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Inscrições do BBB perguntam se o candidato ficaria nu ou se teria relação homosexual
Promotor alerta sobre ameaça de morte da marfia ao Papa Francisco
O Papa Francisco poderia estar risco de ser atacado pela máfia organizada ‘Ndrangheta, de acordo com um promotor que já foi alvo da máfia, informou o jornal “The Washington Post”.
Nicola Gratteri, de 55 anos, promotor na região da Calábria, onde a ‘Ndrangheta é mais ativa, disse que os esforços do papa em reformar a Igreja Católica estão deixando a máfia “muito nervosa”.
A organização é considerada por especialistas como a mais perigosa, unida e mais difícil de se infiltrar no país.
“Não posso dizer se a organização está em posição de fazer algo, mas eles são perigosos e vale a pena refletir”, alertou o promotor. “Se os chefões puderem achar um jeito de parar o Papa, eles vão considerar seriamente.”
“Aqueles que até agora lucraram com a influência e a riqueza da igreja estão ficando nervosos. Por muitos anos, a máfia lavou dinheiro e fez investimentos com a cumplicidade da igreja. Mas agora o Papa está desmantelando os centros de poder econômico no Vaticano, e isso é perigoso.”
Gratteri acrescentou que no sul da Itália os integrantes do crime organizado têm fortes relações com os líderes das igrejas locais, o que ajuda a dar legitimidade aos criminosos. Ele também disse que a maior parte dos mafiosos italianos são católicos praticantes, apesar de suas atividades violentas.
“Um atirador da ‘Ndrangheta vai rezar e beijar seu rosário antes de atirar em alguém”, disse o promotor, que vive sob proteção policial desde a década de 1980. Ele foi nomeado pelo premiê Enrico Letta para liderar um comitê especial destinado a reduzir a influência do crime organizado.
O Papa Francisco já se expressou fortemente contra o crime organizado no passado.
José Dirceu publica carta aberta. Veja na íntegra.
Leia abaixo a carta aberta de José Dirceu publicada em seu site oficial.
" Carta aberta ao povo brasileiro
O julgamento da AP 470 caminha para o fim como começou: inovando – e violando – garantias individuais asseguradas pela Constituição e pela Convenção Americana dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
A Suprema Corte do meu país mandou fatiar o cumprimento das penas. O julgamento começou sob o signo da exceção e assim permanece. No início, não desmembraram o processo para a primeira instância, violando o direito ao duplo grau de jurisdição, garantia expressa no artigo 8 do Pacto de San Jose. Ficamos nós, os réus, com um suposto foro privilegiado, direito que eu não tinha, o que fez do caso um julgamento de exceção e político.
Como sempre, vou cumprir o que manda a Constituição e a lei, mas não sem protestar e denunciar o caráter injusto da condenação que recebi. A pior das injustiças é aquela cometida pela própria Justiça.
É público e consta dos autos que fui condenado sem provas. Sou inocente e fui apenado a 10 anos e 10 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha – contra a qual ainda cabe recurso – com base na teoria do domínio do fato, aplicada erroneamente pelo STF.
Fui condenado sem ato de oficio ou provas, num julgamento transmitido dia e noite pela TV, sob pressão da grande imprensa, que durante esses oito anos me submeteu a um pré-julgamento e linchamento.
Ignoraram-se provas categóricas de que não houve qualquer desvio de dinheiro público. Provas que ratificavam que os pagamentos realizados pela Visanet, via Banco do Brasil, tiveram a devida contrapartida em serviços prestados por agência de publicidade contratada.
Chancelou-se a acusação de que votos foram comprados em votações parlamentares sem quaisquer evidências concretas, estabelecendo essa interpretação para atos que guardam relação apenas com o pagamento de despesas ou acordos eleitorais.
Durante o julgamento inédito que paralisou a Suprema Corte por mais de um ano, a cobertura da imprensa foi estimulada e estimulou votos e condenações, acobertou violações dos direitos e garantais individuais, do direito de defesa e das prerrogativas dos advogados – violadas mais uma vez na sessão de quarta-feira, quando lhes foi negado o contraditório ao pedido da Procuradoria-Geral da República.
Não me condenaram pelos meus atos nos quase 50 anos de vida política dedicada integralmente ao Brasil, à democracia e ao povo brasileiro. Nunca fui sequer investigado em minha vida pública, como deputado, como militante social e dirigente político, como profissional e cidadão, como ministro de Estado do governo Lula. Minha condenação foi e é uma tentativa de julgar nossa luta e nossa história, da esquerda e do PT, nossos governos e nosso projeto político.
Esta é a segunda vez em minha vida que pagarei com a prisão por cumprir meu papel no combate por uma sociedade mais justa e fraterna. Fui preso político durante a ditadura militar. Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites.
Mesmo nas piores circunstâncias, minha geração sempre demonstrou que não se verga e não se quebra. Peço aos amigos e companheiros que mantenham a serenidade e a firmeza. O povo brasileiro segue apoiando as mudanças iniciadas pelo presidente Lula e incrementadas pela presidente Dilma.
Ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência e anular esta sentença espúria, através da revisão criminal e do apelo às cortes internacionais. Não importa que me tenham roubado a liberdade: continuarei a defender por todos os meios ao meu alcance as grandes causas da nossa gente, ao lado do povo brasileiro, combatendo por sua emancipação e soberania."
Veto de Dilma a criação de novos municípios será derrubado no Congresso. Vamos desmoralizar a Presidente. Diz Patriota
O deputado Gonzaga Patriota (PSB) criticou nesta quinta-feira na tribuna da Câmara Federal o veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto de lei complementar aprovado pelo Congresso que devolvia às Assembleias Legislativas a prerrogativa de criar, incorporar, fundir e desmembrar novos municípios.
“Vamos derrubar este veto e desmoralizar a presidente da República, que baseada em parecer de burocratas do Ministério da Fazenda desrespeitou a totalidade dos líderes partidários no Congresso Nacional que, por unanimidade, aprovaram esta proposta”, disse o deputado pernambucano.
Segundo ele, a alegação da presidente de que novos municípios criariam novas despesas não procede porque o bolo do FPM seria o mesmo.
O deputado disse também que se conhecesse a realidade brasileira a presidente Dilma Rousseff não teria vetado o projeto.
Marcos Valério se entrega em Belo Horizonte
Marcos Valério, considerado o "operador do mensalão", se entregou na Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte às 20h50 desta sexta-feira (15). Ele estava acompanhado do advogado, Marcelo Leonardo.
Ele deixou a fazenda onde mora, em Caetanópolis, a 100 quilômetros de Belo Horizonte, no fim da tarde. Dois carros foram vistos deixando a propriedade. A suspeita é que Valério tenha saído da propriedade em um carro importado branco. Ele estaria de boné e óculos escuros. A defesa não confirmou se ele estava em um dos carros.
O "operador do mensalão" foi condenado a 40 anos, quatro meses e seis dias por formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Mandados de prisão para Minas
Sete mandados de prisão de condenado do processo do mensalão devem ser cumpridos em Minas Gerais. Têm ordens de prisão Marcos Valério, Kátia Rabello, Cristiano Paz, Simone Vasconcelos, José Roberto Salgado, Ramon Hollberbach e Romeu Queiroz.
Destes, já se entregaram à Polícia Federal Simone Vasconcelos, Cristiano Paz, Romeu Queiroz e Kátia Rabello.
Não foram expedidos, ainda de acordo com esta fonte, os mandados de prisão de Rogério Tolentino e Vinicius Samarane.
Ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência', diz Dirceu
DE SÃO PAULO
O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu divulgou nota oficial nesta sexta-feira (15), dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou sua prisão imediata, e disse que "ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência e anular essa sentença espúria".
"Não importa que me tenham roubado a liberdade: continuarei a defender por todos os meios ao meu alcance as grandes causas da nossa gente, ao lado do povo brasileiro, combatendo por sua emancipação e soberania", afirmou.
O petista afirmou ainda que o julgamento "permanece sob o signo da exceção" e que "a pior das injustiças é aquela cometida pela própria Justiça".
Veja especial sobre o julgamento do mensalão
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"É público e consta nos autos que fui condenado sem provas", escreveu Dirceu. Segundo ele, sua condenação se deu por "cumprir meu papel no combate por uma sociedade mais justa e fraterna".
"Fui preso político durante a ditadura militar. Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites", diz a nota do ex-ministro.
O STF condenou Dirceu pelos crimes de corrupção ativa, por 8 votos a 2, e formação de quadrilha, por 6 a 4. A maioria dos ministros do STF concluiu que ele comandou a organização do mensalão com o objetivo de corromper parlamentares e garantir apoio no Congresso para o governo Lula.
Os ministros que condenaram Dirceu justificaram seus votos apontando um conjunto de circunstâncias. Dirceu era o homem forte do governo, reuniu-se várias vezes com os operadores do mensalão e uma de suas ex-mulheres recebeu favores do grupo. Por isso, o STF concluiu que era ele quem estava no comando do esquema.
Confira abaixo a íntegra da nota
O julgamento da AP 470 caminha para o fim como começou: inovando - e violando - garantias individuais asseguradas pela Constituição e pela Convenção Americana dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário.
A Suprema Corte do meu país mandou fatiar o cumprimento das penas. O julgamento começou sob o signo da exceção e assim permanece. No início, não desmembraram o processo para a primeira instância, violando o direito ao duplo grau de jurisdição, garantia expressa no artigo 8 do Pacto de San Jose. Ficamos nós, os réus, com um suposto foro privilegiado, direito que eu não tinha, o que fez do caso um julgamento de exceção e político.
Como sempre, vou cumprir o que manda a Constituição e a lei, mas não sem protestar e denunciar o caráter injusto da condenação que recebi. A pior das injustiças é aquela cometida pela própria Justiça.
É público e consta dos autos que fui condenado sem provas. Sou inocente e fui apenado a 10 anos e 10 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha - contra a qual ainda cabe recurso - com base na teoria do domínio do fato, aplicada erroneamente pelo STF.
Fui condenado sem ato de oficio ou provas, num julgamento transmitido dia e noite pela TV, sob pressão da grande imprensa, que durante esses oito anos me submeteu a um pré-julgamento e linchamento.
Ignoraram-se provas categóricas de que não houve qualquer desvio de dinheiro público. Provas que ratificavam que os pagamentos realizados pela Visanet, via Banco do Brasil, tiveram a devida contrapartida em serviços prestados por agência de publicidade contratada.
Chancelou-se a acusação de que votos foram comprados em votações parlamentares sem quaisquer evidências concretas, estabelecendo essa interpretação para atos que guardam relação apenas com o pagamento de despesas ou acordos eleitorais.
Durante o julgamento inédito que paralisou a Suprema Corte por mais de um ano, a cobertura da imprensa foi estimulada e estimulou votos e condenações, acobertou violações dos direitos e garantais individuais, do direito de defesa e das prerrogativas dos advogados - violadas mais uma vez na sessão de quarta-feira, quando lhes foi negado o contraditório ao pedido da Procuradoria-Geral da República.
Não me condenaram pelos meus atos nos quase 50 anos de vida política dedicada integralmente ao Brasil, à democracia e ao povo brasileiro. Nunca fui sequer investigado em minha vida pública, como deputado, como militante social e dirigente político, como profissional e cidadão, como ministro de Estado do governo Lula. Minha condenação foi e é uma tentativa de julgar nossa luta e nossa história, da esquerda e do PT, nossos governos e nosso projeto político.
Esta é a segunda vez em minha vida que pagarei com a prisão por cumprir meu papel no combate por uma sociedade mais justa e fraterna. Fui preso político durante a ditadura militar. Serei preso político de uma democracia sob pressão das elites.
Mesmo nas piores circunstâncias, minha geração sempre demonstrou que não se verga e não se quebra. Peço aos amigos e companheiros que mantenham a serenidade e a firmeza. O povo brasileiro segue apoiando as mudanças iniciadas pelo presidente Lula e incrementadas pela presidente Dilma.
Ainda que preso, permanecerei lutando para provar minha inocência e anular esta sentença espúria, através da revisão criminal e do apelo às cortes internacionais. Não importa que me tenham roubado a liberdade: continuarei a defender por todos os meios ao meu alcance as grandes causas da nossa gente, ao lado do povo brasileiro, combatendo por sua emancipação e soberania.
Jose Dirceu se entrega a PF
O ex-ministro José Dirceu se entregou na sede da Polícia Federal, em São Paulo , na noite desta sexta-feira (15). Antes de entrar, Dirceu acenou para militantes petistas e também cumprimentou a mulher de José Genoino .
Genoino
O deputado federal e ex-presidente do PT, José Genoino, também se apresentou na sede da PF . Na chegada, ele foi aplaudido e saudado com gritos de guerra por militantes petistas.
Antes de sair de casa e se apresentar, Genoino divulgou nota afirmando que, "com indignação", vai cumprir a determinação do STF e reiterou que é inocente. Ele afirma que se considera um "preso político". No texto, Genoino diz que não há provas das acusações e que foi condenado porque estava exercendo a presidência do PT.
Genoino afirma ainda que foi condenado numa "operação midiática". Ele diz que o processo em que foi julgado teria sido marcado por "desrespeito às regras do Estado democrático de direito" e injustiças.
Avião da PF
A Polícia Federal informou que um avião da corporação transportará para Brasília os réus condenados cuja prisão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na capital federal, os presos serão levados para exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML). Deverão passar também pela Superintendência da PF e depois irão para o Complexo Penitenciário da Papuda.
Mandados de prisão
O plantão da Polícia Federal em Brasília confirmou ao G1 que recebeu na tarde desta sexta-feira (15) ofícios ordenando a execução imediata das penas para condenados no processo do mensalão. A PF vai enviar os ofícios para as superintendências regionais iniciarem a execução das prisões.
O STF publicou que nove réus não têm mais possibilidades de recurso e por isso tiveram o processo do mensalão encerrado para parte das condenações (o chamado trânsito em julgado).
São eles o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu , o ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, a ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabelo, o ex-vice-presidente do Banco Rural José Roberto Salgado, o operador do esquema Marcos Valério, sua ex-secretária Simone Vasconcelos, o ex-advogado de Valério Cristiano Paz e o ex-sócio de Valério Ramon Hollerbach.
Nesta quinta, outros sete réus também tiveram o processo declarado como transitado em julgado. São eles: o delator do mensalão, Roberto Jefferson; o ex-deputado José Borba; o ex-tesoureiro do extinto PL Jacinto Lamas; o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato; o ex-primeiro secretário do PTB Emerson Palmieri; o ex-dono da corretora Bônus-Banval Enivaldo Quadrado e o ex-deputado Romeu Queiroz.
Além desses 16 condenados, há outros seis réus que apresentaram embargos infringentes em todos os crimes que foram condenados, mas que não obtiveram ao menos 4 votos contra a condenação no julgamento.
MENSALÃO - 3 condenados devem se apresentar nas próximas horas em MG. 4 já estão presos.
Sete dos condenados pelo STF no julgamento do mensalão devem se apresentar ainda nesta sexta-feira (15) na sede da Polícia Federal em Belo Horizonte (MG). É no Estado onde atuava o chamado núcleo operacional do esquema, sob o comando do publicitário Marcos Valério.
O primeiro a se apresentar à PF foi Cristiano de Mello Paz (ex-sócio-presidente das empresas SMP&B e da Graffiti). Em seguida, por volta das 18h40, se apresentou Simone Vasconcelos, ex-diretora da SMP&B. Ela chegou à PF por volta das 18h40, ao lado do advogado Leonardo Isaac Yarochewsky, e não deu declarações à imprensa. Por volta das 19h25, se entregou o ex-deputado Romeu Queiroz.
A última a se entregar foi a ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello, por volta das 19h50.
Além de Simone, Paz, Queiroz e Rabello, devem ser apresentar na capital mineira Marcos Valério (operador do esquema), Ramon Hollerbach Cardoso (ex-sócio de Marcos Valério) e José Roberto Salgado (ex-diretor do Banco Rural).
Paulo Peixoto/Folhapress
Sede da Polícia Federal em Belo Horizonte, onde condenados do mensalão se entregaram nesta tarde
Todos os presos em outros Estados, como em BH, serão transportados a Brasília em aeronave da Polícia Federal, ainda neste final de semana, segundo a corporação.
O STF (Supremo Tribunal Federal) expediu 12 mandados de prisão contra condenados no processo do mensalão. A Polícia Federal já está nas ruas e tenta encontrar os condenados. Entre os 12 estão o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente do PT José Genoino, que foi o primeiro a se entregar à polícia.
Veja a lista dos 12 mandados expedidos:
1. José Dirceu
2. José Genoino
3. Delúbio Soares
4. Marcos Valério
5. Cristiano Paz
6. Ramon Hollerbach
7. Simone Vasconcelos
8. Kátia Rabelo
9. José Roberto Salgado
10. Romeu Queiroz
11. Jacinto Lamas
12. Henrique Pizzolatto,