sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Sabia que deixar cachorrinho tomar ar fresco na janela do carro dá multa? Conheça lei

 (Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
Aproveitando a estiagem das chuvas e para refrescar do calor intenso desta época, o (a) proprietário do cachorrinho shih tzu colocou o animal de estimação para tomar um ar fresco na janela do carro. Vê-se claramente na foto que o cãozinho é segurado pelo carona, no banco da frente, o que é permitido pelo Código Brasileiro de Trânsito (CTB). Mas parte do corpo está para fora, o que é passível de multa, como prevê o artigo 235 do CTB.

Ao andar sozinho no carro com cão ou gato é bom evitar deixá-los soltos ou segurá-los entre as poltronas da frente ou do lado esquerdo, entre o corpo e a porta, como muitas vezes se vê por aí. As multas podem ir de R$ 53,20 a R$ 127,69, além de acúmulo de três a cinco pontos na carteira.

Ministério Público vai investigar casos de abuso sexual de mulheres pela polícia do estado

O promotor Maxwell Vignoli recebe documento assinado por mais de 20 entidades defensoras de direitos humanos.Foto: Reprodução/Facebook (Reprodução/Facebook)
O promotor Maxwell Vignoli recebe documento assinado por mais de 20 entidades defensoras de direitos humanos.Foto: Reprodução/Facebook
Mais de 20 entidades ligadas aos direitos humanos entraram hoje à tarde (20) com uma representação no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para que o órgão investigue as denúncias de que policiais da Secretaria de Defesa Social teriam abusado sexualmente de adolescentes em vulnerabilidade, especialmente em bairros da Zona Norte do Recife. Os representantes dos movimentos sociais foram recebidos pelos promotores Maxwell Vignoli e Marcos Aurélio Farias da Silva, da Promotoria de Direitos Humanos, e o processo pode ser distribuído na próxima semana, antes do recesso da instituição. O encontro aconteceu um dia depois de o então secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, pedir demissão do cargo, sendo aceito pelo governador Eduardo Campos (PSB). O gesto ocorreu após o secretário dar polêmicas declarações ao Jornal do Commercio, onde demonstrou ver com naturalidade casos de abusos praticado contra adolescentes e mulheres e ainda avaliou a homossexualidade como desvio de conduta, tal como "bandigagem".  

No encontro, o MPPE garantiu aos participantes seis eixos de atuação: investigar casos já denunciados; indicar políticas públicas de segurança para enfretamento da violência contra a mulher e contra a população LGBT; promover audiência pública para que as secretarias da Mulher, de Direitos Humanos, da Criança e Juventude, bem como a SDS apontem como atuam no combate à violência de gêneros por policiais militares. Por último, o MPPE ficou de analisar, em conjunto com a sociedade civil, a formação de direitos humanos oferecida pela polícia, a participação da sociedade civil na elaboração e controle da política pública de segurança e articular a atuação das promotorias criminais e defesa da cidadania e da infância.

Durante a reunião, Liana Cirne Lins, do grupo Direitos Urbanos, que se reúne sempre no Facebook, disse estar preocupada que a entrevista do agora ex-secretário seja uma visão de gestão de Defesa Social. "Há uma violação sistemática desses direitos pelos órgãos que deveriam protegê-los. As críticas não são apenas à Polícia Militar, mas a todo o aparelho de segurança pública", afirmou a ativista.


Representante do Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares e integrante da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco, Ivan Moraes que as entidades vão acompanhar de perto as ações do MPPE. "A demissão do secretário foi simbólica, mas é preciso que o Poder Executivo dê uma demonstração à sociedade que a política vai mudar", afirmou.  


Diario
 procurou a assessoria de imprensa da SDS, mas foi informado de que o novo secretário da pasta, Alessandro Carvalho Mattos, não iria se pronunciar até receber informações do MPPE
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Eduardo Campos começará em janeiro conversas para escolher seu sucessor

 / Foto: Clemilson Campos/ JC Imagem

Foto: Clemilson Campos/ JC Imagem

Com diversos nomes no governo e no PSB disponíveis e interessados em disputar o governo do Estado, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) afirmou nesta sexta-feira (20) que a partir de janeiro começará uma rodada de conversas com o pré-candidatos para escolher quem será seu sucessor. "Não abri essa conversa ainda porque não achei que tinha circunstância para que ela acontecesse. Precisávamos antes saber qual seria o quadro nacional, que agora está começando a se consolidar", destacou em entrevista ao comunicador Geraldo Freire, na Rádio Jornal.
Como tem feito desde que deixou o governo, Campos fez críticas à presidente Dilma Rousseff (PT), destacando que seu governo não representou a continuidade das políticas públicas e econômicas do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O Lula preservou a estabilidade e teve a sabedoria de avançar nas políticas sociais preservando os ganhos dos governos que lhe antecederam", queixou-se.
Eduardo Campos aproveitou para criticar também a condução política do governo federal. "O governo vai para mais uma aliança conservadora mais ampla. E ele não aponta para o que desejam as ruas. Por isso nós nos sentimos no direito legítimo de colocar em debate o que queremos para o futuro do Brasil no que se refere a cidadania e a economia que dá sinais claros de que vai parar", afirmou.
Durante a entrevista o governador-presidenciável se solidarizou com a família do cantor Reginaldo Rossi que faleceu nesta sexta-feira. Campos afirmou que o estado estará disponível para auxiliar os parentes e amigos de Rossi no necessário para a organização do velório. "Pedi ao secretário Marcelo Canuto que fosse ao hospital em nome do governo se solidarizar. Estamos todos muito tristes e o estado já decretou luto oficial de três dias", assegurou.

De óculos escuros, corpo de Reginaldo Rossi é velado na Alepe

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Bandeira de Pernambuco cobre o caixão do Rei do Brega
Foto: Igo Bione/NE10

Do NE10
Com informações de Malu Silveira/NE10
Esposa, filho e amigos do cantor recifense Reginaldo Rossi iniciaram, na noite desta sexta-feira (20), as últimas homenagens ao Rei do Brega. O corpo do artista, que faleceu na manhã desta sexta-feira (20), aos 70 anos, chegou ao plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na Rua da Aurora, Centro do Recife, às 18h, com atraso. O velório segue até as 15h deste sábado (21). 
Rossi será enterrado, no sábado, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife. O horário previsto do sepultamento é 20h.

Também foi depois do horário previsto que as centenas de fãs que fazem fila ao redor da Alepe para se despedir do músico puderam participar da homenagem. Marcado para as 18h já com a visita do público, o velório começou pouco depois, apenas com familiares e amigos. Uma cerimônia reservada à família ocorreu antes da entrada dos súditos do Rei do Brega.
Antes de chegar ao velório, o corpo de Reginaldo Rossi foi levado ao cemitério Morada da Paz, em Paulista, onde será sepultado, em caixão fechado. Fãs e familiares poderão dar o último adeus ao ídolo bregueiro, que está com os óculos escuros característicos, até o sábado, inclusive durante a madrugada. O caixão está coberto com a bandeira de Pernambuco.
A esposa do rei e o seu filho chegaram à Alepe por volta das 17h, porém preferiram não dar entrevista. A mulher dele está muito emocionada. O percussionista Naná Vasconcelos, que o conhece desde a década de 1960, foi um dos primeiros a chegar ao local e falou com a família.
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Naná Vasconcelos chegou cedo à Alepe (Foto: Malu Silveira/NE10)

O cantor recifense morreu por volta das 9h25 desta sexta-feira, após quase um mês de uma luta contra um recém descoberto câncer de pulmão. Rossi passou o último mês da sua vida internado na capital pernambucana, onde deu entrada com dores no peito. A carreira de sucesso começou em 1964 e foi acompanhada de uma vida desregrada fumando e bebendo.

Papai Noel furtado da Praça Central de Taquaritinga do Norte é recuperado pela polícia civil


Imagem 1Um indivíduo acusado de furtar o Papai Noel, do Presépio de Natal da Praça Central de Taquaritinga do Norte, na madrugada do dia 17 de dezembro, foi detido por policiais civis da Delegacia do município.
Diógenes Brito de Oliveira, 26 anos foi detido nesta quinta-feira (19) e com ele foi encontrado e recuperado o Papai Noel. O acusado confessou a prática do crime e informou que estava muito embriagado na ocasião.

DAMÁZIO - Crônica de uma queda anunciada de secretário do governo Eduardo Campos um verdadeiro colecionador de polemicas e desafetos

Em três anos à frente da Secretaria de Defesa Social, Damázio colecionou polêmicas e desafetos


Foto: Roberto Ramos/DP/D.A Press/Arquivo
Foto: Roberto Ramos/DP/D.A Press/Arquivo













A polêmica entrevista do secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, sobre o abuso sexual cometido por policiais militares, acompanhada das declarações de que homossexualidade seria um “desvio” de conduta, de que o policial exerce um fascínio sexual entre as mulheres e todo “PM antigo” tem amante foi o estopim para sua saída do governo Eduardo Campos (PSB). Após a repercussão negativa do caso e da ampla divulgação nas redes sociais, Damázio colocou o cargo à disposição. O pedido foi prontamente aceito pelo governador Eduardo Campos (PSB).
Damázio estava no cargo desde abril de 2010. Sua saída acabou precipitando a reforma do secretariado, programada para o próximo mês. Para seu lugar foi escolhido o delegado federal Alessandro Carvalho, que é secretário executivo da SDS e assumirá a pasta interinamente. Entre seus subalternos, Damázio era visto como uma pessoa autoritária e intempestiva. “Ele morreu pela boca feito peixe”, afirmou um integrante da cúpula do governo.
No pedido de exoneração entregue ao governador, ontem, o ex-secretário pede desculpas e avisa que suas declarações não representam seu pensamento. “Dirigi-me à sociedade pernambucana para declarar que as mesmas (declarações) não constituem meu pensamento nem minha visão de mundo, razão pela qual repilo os termos e peço desculpas a todos aqueles que por ventura tenham se sentido ofendidos”, disse Damázio, em um trecho na nota.

Já fora do cargo, o ex-secretário afirmou ao Diario, por telefone, que daqui para a frente só falaria de futebol. Aposentado da Polícia Federal, ele não informou sobre seu futuro profissional. “Segurança não é mais comigo, não. Agora o momento é de despedida. A gente está se despendindo. Tudo tem começo meio e fim”, destacou.
Ciente de que a entrevista que culminou com sua saída do cargo, publicada no Jornal do Commercio, poderia respingar no projeto presidencial do governador e também numa das maiores vitrines do socialista, o programa Pacto Pela Vida, Damázio enfatizou que as declarações não poderiam ser confundidas com as políticas desenvolvidas pelo governo do estado, que, segundo ele, “vem revolucionando a segurança pública no Brasil com transparências, práticas cidadãs e absoluta intolerância com qualquer conduta contrária aos direitos humanos, à liberdade de expressão”.
“Para proteger o governo e seu legado, informo que já coloquei o cargo à disposição do governador Eduardo Campos”, disse Damázio. O governador, após receber o secretário, disse entender os motivos alegados pelo ex-auxiliar e agradeceu o trabalho realizado por Damázio ao longo dos últimos três anos.
Saiba mais
Salários dos PMs
Menos de 24 horas após assumir a Secretaria de Defesa Social, Wilson Damázio concedeu a primeira entrevista afirmando que os policiais civis deveriam ganhar mais que os militares. A declaração causou mal-estar na Polícia Militar e indignação na corporação
Morte do coronel Marinaldo
O suicídio do coronel Marinaldo, em maio de 2012, também causou desgaste para Damázio. No mesmo dia da morte do militar e antes mesmo que o inquérito fosse concluído, o então secretário da SDS declarou que Marinaldo havia se matado por causa de dívida. A declaração descontentou os militares por causa do juízo de valor
Queixas durante o Carnaval
Desde o Carnaval, havia a especulação de que Damázio perderia o cargo logo após os festejos de Momo em função da difícil convivência com os servidores na Secretaria de Defesa Social, por tratar mal as pessoas e não atender bem os prefeitos nem os parlamentares. O governador Eduardo Campos, no entanto, o manteve no cargo
Demissão de comandante
A entrega do cargo do comandante geral da PM Luis Auréliano, em maio deste ano, também causou estremecimento na relação da corporação com Damázio. Querido entre os militares, o ex-comandante vinha se queixando ao secretário de uma suposta conduta autoritária do secretário executivo da Secretaria de Planejamento, Bernardo de D’Almeida. Damázio apenas ouvia as queixas, mas não se posicionava para não contrariar Bernardo
Proibição de máscaras nos protestos
As manifestações de ruas e a proibição por parte de Damázio de que os manifestantes cobrissem o rosto com máscaras sob o argumento de que seria crime. O secretário entrou em rota de colisão com o Ministério Público, que se posicionou favorável aos manifestantes. Um vídeo do Diario, mostrando que policiais estavam armando flagrantes contra os manifestantes, também desgastou o secretário

Ex vereador e Empresário do PSB Givaldo Calado deve apoiar Armando em Garanhuns

Magno Martins escreve hoje em seu blog que "em Garanhuns o senador Armando Monteiro Neto, candidato a governador pelo PTB, pode arrebatar, nos próximos dias, a primeira adesão de um socialista: o empresário Givaldo Calado. Ele não morre de amores pelo governador e tem grande admiração por Armando".

Na verdade o estranhamento de Givaldo com o governador vem desde o lançamento fracassado do nome de Antônio João Dourado para a Prefeitura de Garanhuns. Por isso o ex-vereador deve ficar mesmo com Armando Monteiro

Volkswagen produz a última Kombi, afirmam funcionários

Montadora disse que linha de montagem parou apenas para o recesso de fim de ano dos da fábrica, mas funcionários mostraram fotos da linha de montagem vazia, de uma Kombi assinada pelos trabalhadores e da unidade que seria a última a ser produzida

 (Fotos: Reprodução/Facebook)
Um dia após o anúncio do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) de que não haverá exceção para que nenhum veículo continue em linha no Brasil sem os obrigatórios airbags duplos frontais e freios com sistema ABS, a linha de montagem da Kombi, na fábrica da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP), amanheceu vazia, como mostra a foto. A imagem foi postada por um funcionário da VW em uma rede social. A comunidade Sampa Kombi Clube, reuniu diversas fotos em sua página no Facebook que dão a entender que a Kombi já deixou de ser produzida.

Essa informação foi confirmada pela Volkswagen, mas a empresa disse que as linhas de todos os modelos foram paralisadas por causa do recesso de Natal/Ano Novo, como acontece todos os anos.

Funcionários da montadora disseram que a última Kombi foi produzida às 22h desta quarta-feira (18). Segundo o presidente do Sampa Kombi Clube, Eduardo Gedrait, a unidade de chassi EP 022.526 foi a última e será guardada no acervo da montadora. Ele acredita que essa foi a última Kombi da história. “Se esse carro fosse colocado no mercado, ele teria um grande valor, provavelmente bem maior do que a Last Edition, mas como ela será enviada ao acervo da montadora, a penúltima unidade será a mais valiosa do mercado, o problema é saber para qual concessionária ela será enviada”, disse.
Uma das últimas unidades foi assinada por funcionários da Volkswagen
Uma das últimas unidades foi assinada por funcionários da Volkswagen

As fotos postadas na rede social mostram a Kombi com uma placa “última Kombi produzida em 2013”. Procurada pela reportagem do Vrum, a Volkswagen disse que ainda não foi comunicada oficialmente de que a Kombi não poderá mais ser fabricada e que está marcada uma reunião para o início da próxima semana, quando o destino do modelo será oficialmente definido pela montadora, mas a empresa deixou claro que seguirá o que manda a lei. O fato da frase estampada no para-brisa constar apenas “última Kombi de 2013” e não “última Kombi da história”, traz ainda mais dúvida. Resta saber se a Volkswagen tem alguma carta na manga que daria uma sobrevida para a Kombi.

Foto mostra a linha de montagem da Kombi já completamente vazia
Foto mostra a linha de montagem da Kombi já completamente vazia
Ao lado do possível último chassi do utilitário produzido, outras duas unidades comemorativas apareceram nas fotos. Uma, que já estava emplacada (ou seja, voltou à linha de montagem apenas para uma aparição estratégica), ostentava um esquema especial de pintura com fotos dos 700 funcionários que trabalham na produção da Kombi. Outra unidade foi assinada pelos trabalhadores da linha. Esta sim, parecia que havia acabado de ser produzida.


Exceção para a Kombi
Caso o Contran aceitasse a exceção para a Kombi, como propôs a Volkswagen e divulgado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a montadora poderia continuar com a produção do modelo por mais três anos, o que preocupou bastante os consumidores que pagaram R$ 85 mil para ter na garagem a série especial Last Edition. Para tranquilizá-los, a Volkswagen enviou uma carta a cada um dos proprietários da Kombi Last Edition informando que ela estava ciente dos impactos do retorno da produção da Kombi, em especial para o cliente da edição especial e que este deveria aguardar um novo contato da montadora, assim que o destino final da Kombi fosse decidido.

Gedrait acredita que a Volkswagen iria procurar os clientes para devolver a diferença do valor pago pela Last Edition ou fazer algum outro tipo de compensação, já que o valor de uma Kombi Standart 0km é de aproximadamente R$ 45 mil.
Uma das unidades foi estampada com fotos dos funcionários que trabalham na linha de montagem da Kombi
Uma das unidades foi estampada com fotos dos funcionários que trabalham na linha de montagem da Kombi