terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

A transposição, um projeto dos tempos do Império

Por Marcia Dementshuk
Publicado originalmente na Agência Pública*
Foto: Mano Carvalho/ Agência Pública

Existem registros de ocorrência de secas no nordeste do país desde o século 17, e desde o século seguinte o poder central português já planejava meios de combatê-la, como registrou o pesquisador Francisco Jácome Sarmento.  “A primeira aprovação de verbas para combater consequências de secas deu-se pós-independência (1822), resultante da grande estiagem de 1824-35. (…) Antes registrou-se a gênese das frentes de emergência (no período seco 1721-25), quando navios trouxeram mantimentos para os que aceitassem trabalhar em obras públicas nas novas vilas”, escreveu na obra “Transposição do Rio São Francisco – realidade e obra a construir”.

Uma história que João Ferreira Filho, tenente-coronel da reserva do Exército Brasileiro conhece muito bem. Engenheiro especialista em obras na área hídrica, Ferreira Filho conta que os dois anos de estiagem que o Nordeste enfrentou no tempo do Império – de 1844 a 1845 – motivaram o intendente da comarca do Crato, no Ceará, Marcos Antônio de Macedo, a propor um projeto para trazer água do São Francisco para o seu estado. O canal partiria de Cabrobó, em Pernambuco, para abastecer o rio Jaguaribe, um dos principais do Ceará. Foi o primeiro projeto de transposição das águas do rio São Francisco, elaborado em 1847.

Trinta anos se passaram sem que o imperador Dom Pedro II tomasse conhecimento do ousado plano, até que o Nordeste enfrentou outro período de secas, entre 1877 e 1879. Desistiu de retomá-lo, porém, porque estudos feitos pelo Barão de Capanema demonstraram não haver recursos técnicos para fazer com que as águas transpusessem a Chapada do Araripe, localizada na divisa dos estados do Ceará, Piauí e Pernambuco.

Por isso, a primeira ação de combate a secas acabou sendo a construção do açude do Cedro, em Quixadá, no Ceará, vinte anos depois.

Em 1909, o governo republicano de Afonso Pena criou a Inspetoria de Obras Contra a Seca (embrião do atual Departamento Nacional de Obras Contra as Secas – Dnocs). A transposição chegou então a ser cogitada pelo seu primeiro presidente, Miguel Arrojado Ribeiro Lisboa mas, em agosto de 1913, ele desistiu de implementá-la novamente por causa da elevação de 160 metros na área da Chapada do Araripe, que interromperia o curso das águas.

Miguel Arrojado defendia que o problema do Nordeste era educação, conforme proferiu em conferência no dia 23 de agosto de 1913, no clube de Engenharia do Rio de Janeiro, conforme consta no arquivo do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) e da Biblioteca Nacional: “Chegamos, assim, ao mais grave de todos os problemas: o da educação! Só ela, unicamente ela, permitirá que o povo goze de sã higiene, aprenda e aperfeiçoe a irrigação, promova a indústria compatível com a ambiência, adote a fenação e use o silo, não abandone o gado e melhore-lhe a raça, facilite-lhe a água não contaminada, devolva as culturas nas grandes várzeas irrigadas, abra por si poços, faça pequenos açudes, compreenda, enfim, a importância deste grande esforço que está sendo empregado em prol do seu bem-estar”.

EPITÁSSIO PESSOA - Em viagem à Europa, Epitácio Pessoa, presidente entre 1919 e 1922, encontrou a solução para o problema da elevação da chapada junto ao engenheiro português Fonseca Rodrigues: se houvesse uma queda d’água na  jusante de Cabrobó, em Pernambuco, então seria possível gerar a energia hidráulica e mecânica para transpor a Chapada do Araripe.

Quando assumiu a presidência, Epitácio Pessoa inseriu a Transposição da Chapada do Araripe e a implantação de açudes entre suas ações prioritárias. Ele deu ordens para a construção de 205 grandes açudes – a maioria abastecida pelas águas do São Francisco –, 220 poços profundos e cerca de 500 km de ferrovias.

Mais uma vez, porém, essas obras foram interrompidas: uma fiscalização chefiada por Cândido Mariano da Silva Rondon constatou desvios de recursos, o famoso “Relatório Rondon”, de 1922.
A seca, um segredo do governo militar

O tenente-coronel João Ferreira Filho, que acompanha de perto os projetos de combate à seca desde os anos 80, relembra outro projeto de transposição: “Em 1982 eu estava no 1º Grupamento de Engenharia, sediado em João Pessoa (PB), e recebi a missão de acompanhar o projeto do coronel Mário Andreazza para a execução da transposição do São Francisco”. O projeto era abrangente: envolvia os rios São Francisco, Parnaíba e Tocantins, com previsão para ser realizado em 40 anos. Seriam redirecionados, ao final, 330 metros cúbicos por segundo do Rio São Francisco e 300 do Rio Tocantins, a um custo estimado em US$ 3,3 bilhões. “O farto e chuvoso inverno em 1984 e também questões políticas paralisaram a execução do projeto”, lamenta o coronel Ferreira.

Nesse período, a população brasileira acompanhava pela mídia o sofrimento do povo nordestino na seca que durou de 1979 a 1983. O fato de as secas nordestinas serem cíclicas já havia sido preconizado em 1977 pelos pesquisadores Carlos Girardi e Luiz Teixeira, do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos (SP). Mas a informação era mantida em segredo pelo governo militar. Os pesquisadores previram secas com duração de cinco anos a cada 26 anos, e secas de menor intensidade, com duração de três anos, a cada 13 anos. “Como eu estava no ITA (Instituto de Tecnologia da Aeronáutica), naquela época, tive acesso a esta pesquisa. O argumento para o sigilo era o pavor e o descontrole que iria gerar na população”, lembra o coronel Ferreira.

ITAMAR FRANCO - A seca de 1991 a 1993 foi menos intensa, mas foi ampla, atingindo também Fortaleza, no Ceará, e Campina Grande, na Paraíba. Ciro Gomes, então o governador do Ceará, construiu o Canal do Trabalhador em apenas 90 dias para abastecer Fortaleza, trazendo águas do Rio Jaguaribe. Na Paraíba, o governador na época, Cícero Lucena, pleiteou sem sucesso recursos federais para construir a adutora de Moxotó para abastecer Campina Grande com águas do Rio São Francisco.

Em âmbito nacional, o ministro da Administração e da Integração Regional do governo Itamar Franco, Aluízio Alves, apresentou um projeto semelhante ao de Mario Andreazza, mas prevendo a retirada de apenas 150 metros cúbicos do Rio São Francisco, a ser realizado em 180 dias em caráter emergencial.  A seca terminou em 1994 e o projeto não chegou a sair do papel.

FHC - De acordo com o coronel Ferreira, a seca de 1997 a 1999 foi ainda mais abrangente. Desta vez, entraram em colapso os sistemas de abastecimento de água de Fortaleza, do Recife, Caruaru (PE), Campina Grande (PB) e de João Pessoa. “O Recife era abastecido por água que vinha de navio, da Bahia. Na Paraíba o transporte de água até o município de Soledade era feito de trem e chegava ao preço de um grama de ouro o metro cúbico”, conta.

Assim, mais uma vez, a ideia da transposição de águas do Rio São Francisco voltou à pauta. O governo do presidente Fernando Henrique Cardoso determinou a elaboração de um projeto de transposição inicialmente com um eixo, de Cabrobó ao Ceará. O então governador de Pernambuco, Miguel Arraes, demandou que o governo federal ampliasse o projeto, incluindo o que é hoje o Eixo Leste. Seriam retirados 28 metros cúbicos por segundo pelo Eixo Leste, sendo 10 metros cúbicos para a Paraíba e 18 para Pernambuco. Pelo Eixo Norte, seriam retirados 99 metros cúbicos por segundo, sendo 10 para Pernambuco, 10 para a Paraíba, 37 para o Rio Grande do Norte e 42 para o Ceará. Ou seja: um total de 127 metros cúbicos por segundo de retirada de água, que beneficiaria 188 cidades. O custo estimado era de R$ 2.689.340.791,32.

Contudo, um grupo de empresas, entre elas a Odebrecht e a OAS Engenharia, havia obtido uma outorga pela Agência Nacional de Águas para usar 300 metros cúbicos por segundo para um mega projeto de irrigação, e assim não seria possível captar mais água sem comprometer o funcionamento da Hidrelétrica de Sobradinho. A polêmica durou até o final do governo Fernando Henrique. A solução foi reduzir a vazão de água na captação do Projeto de Integração do Rio Francisco.

LULA - Luís Inácio Lula da Silva, chegando à presidência, deparou com problemas em licitações, liberações ambientais e protestos populares contra a execução da obra, como a do bispo baiano Luiz Flávio Cappio, que impetrou uma greve de fome de 10 dias em protesto apoiado por ambientalistas de todo o país. Em agosto de 2007, foram iniciadas as obras dos canais de aproximação no Reservatório de Itaparica (Eixo Leste) e em Cabrobó (Eixo Norte) – veja o mapa.

É o mesmo local de onde, um século e meio antes, o governo imperial pretendia captar água

Inocêncio fecha João Lyra indignado

Sem compromissos públicos, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), dedicou-se ontem à sua agenda política. Durante todo o dia, o socialista recebeu políticos em seu gabinete e tratou das eleições de outubro. O deputado federal Inocêncio Oliveira, presidente estadual do PR, foi o primeiro a estar com Eduardo. Em seguida, o prefeito de Caruaru, José Queiroz, presidente do PDT no Estado, foi recebido.
Ambos ouviram de Eduardo Campos um pedido para que estejam juntos na eleição deste ano. O governador, entretanto, não colocou nomes que vão compor a chapa majoritária aos líderes partidários.
O governador pediu a compreensão de Inocêncio Oliveira e José Queiroz ao momento político que ele, Eduardo, está passando nacionalmente e que se reflete no cenário local. Aos visitantes, optou por analisar a conjuntura nacional.
O mesmo se deu na última sexta-feira (7), quando o governador conversou com seu vice, João Lyra Neto (PSB), um dos que pleiteiam a vaga de candidato a titular do Palácio do Campo das Princesas.
Sem argumentos concretos para demover Lyra do desejo de ser o candidato – o vice se filiou ao PSB no ano passado –, Eduardo teria procurado conduzir a conversa focando na transição da administração, que acontece nos primeiros dias de abril. Nenhuma palavra teria sido dada sobre o porquê João Lyra não deve ser o escolhido.
“Ele me pediu paciência. Disse que as pesquisas apontam que o candidato dele é o mais forte e que, juntos, vamos vencer a eleição. Eu disse que estaria – junto com meus prefeitos – ao lado do nome que ele achasse melhor”, destacou Inocêncio Oliveira.
O líder do PR afirmou que Eduardo garantiu ter a ex-senadora Marina Silva como sua vice e estar munido de pesquisas internas de todo o cenário nacional.
“Ele está certo de que, com os protestos contra a Copa do Mundo, o governo Dilma Rousseff ficará desgastado e ele poderá vencer em São Paulo”, contou o deputado federal.
João Lyra não tem nova conversa agendada com Eduardo. Entretanto, o vice ainda espera ouvir uma explicação sobre os motivos pelos quais não será indicado para disputar a reeleição.
O ambiente no PSB e no Centro de Convenções é pesado. Os socialistas estariam irritados com a forma como o processo de escolha do sucessor está sendo conduzido, mas não se arriscam – nem em sonho – a criticar publicamente o chefe

Oficial - Neymar e Bruna Marquezine terminam namoro

Agora é oficial. Chegou ao fim o namoro entre Bruna Marquezine, 18, e Neymar, 21.

A assessoria da atriz confirmou ao "F5" a informação e diz que ela não irá se manifestar sobre o ocorrido.

Procurada, a assessoria do atacante do Barcelona afirmou não falar sobre a vida pessoal do atleta.

O ex-casal, que assumiu a relação durante o Carnaval de 2013, passou por diversas crises nos últimos meses.

Bruna já apagou todas as fotos do namorado em sua conta no Instagram, inclusive a homenagem ao aniversário do jogador de futebol publicada na semana passada.

Já Neymar manteve as imagens ao lado da atriz.

Num post desta terça-feira (11), ele transcreveu a letra da música "Tá Escrito", do grupo Revelação, junto de uma foto em que aparece a tatuagem que tem no pescoço "Tudo passa".

"Quem cultiva a semente do amor segue em frente, não se apavora. Se na vida encontrar dissabor, vai saber esperar sua hora. Às vezes a felicidade demora a chegar. Aí é que a gente não pode deixar de sonhar. Guerreiro não foge da luta e não pode correr. Ninguém vai poder atrasar quem nasceu pra vencer. É dia de sol mas o tempo pode fechar. A chuva só vem quando tem que molhar. Na vida é preciso aprender, se colhe o bem que plantar. É Deus quem aponta a estrela que tem que brilhar. Erga essa cabeça mete o pé e vai na fé. Manda essa tristeza embora. Pode acreditar que um novo dia vai raiar. Sua hora vai chegar", diz a letra da canção.

No último dia 3 de fevereiro, Bruna Marquezine afirmou, em entrevista ao "Mais Você" (Globo), que seu namoro com Neymar continuava firme e forte. "Estamos muito bem!", disse ao ser questionada por Ana Maria Braga.

Atualmente, a atriz está no ar na novela "Em Família" (Globo), onde interpretou a protagonista Helena na segunda fase da trama. Na segunda-feira (10), depois de uma passagem de tempo, ela ressurgiu como a filha da personagem, Luiza

Polícia pede prisão de mulher que teria torturado filho com ovo quente

Criança cruza os braços e fecha os olhos ao relembrar a tortura (Foto: Dyepeson Martins/G1)

A Polícia Civil do Amapá pediu nesta segunda-feira (10) a prisão de uma mulher de 22 anos que teria queimado as mãos do filho de 7 anos após a criança pegar uma moeda de R$ 1 sem a autorização dela. O dinheiro seria para comprar biscoitos, segundo contou o garoto que está sob a proteção da avó paterna, numa área de ponte no bairro Zerão, Zona Sul de Macapá. Conforme informou o delegado Flávio Souza, como punição o menino foi obrigado a pressionar um ovo quente entre as duas mãos até que ele estourasse. O episódio aconteceu no domingo (9). Desde então, a mulher aguarda por decisão judicial no Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Congós, onde foi apresentada pelos crimes de lesão corporal grave e maus tratos.

Menino foi obrigado a pressionar um ovo quente
entre as mãos

“Ela confessou o crime. Agora é esperar que a Justiça estadual e o Ministério Público se manifestem sobre o ocorrido”, declarou o delegado.

Em entrevista ao G1, a avó paterna do menino, Maria do Socorro Silva, de 46 anos, disse que os momentos de tortura foram narrados pela criança, que durante a entrevista mostrou-se acanhada, com a cabeça baixa e os braços cruzados.

“Ele disse que pegou a moeda em cima de uma mesa porque não tinha comido nada durante o dia. (…) Foi um trauma muito forte. Eu ainda não consegui dormir só pensando em tudo pelo que ele teve que passar”, disse a avó, que se emocionou ao lembrar do momento em que foi informada sobre a violência.

A conselheira tutelar da Zona Sul de Macapá Regiane Gurgel informou que o episódio chegou ao conhecimento da entidade cerca de duas horas após o ocorrido, quando o menino foi levado por vizinhos ao Pronto Atendimento Infantil (PAI) do Hospital das Clínicas Alberto Lima (HCAL). O garoto estava com as mãos queimadas e o rosto com marcas de espancamento. Enfermeiros que fizeram o primeiro atendimento acionaram o Conselho Tutelar.

“Esse garoto será acompanhado por assistentes sociais e psicólogos durante um longo período”, disse Regiane Gurgel.

“A nossa preocupação agora é cuidar da saúde da criança que sofreu uma violência absurda. Já acionamos o Ministério Público para que tome as medidas cabíveis. (…) A mãe provavelmente perderá a guarda do menino que está sob os cuidados da avó após ela ter assinado um termo de responsabilidade e cuidados”, informou a conselheira.

O pai do garoto está viajando a trabalho, segundo informou a avó do menino.

G1

Oscar Barreto desafia PT nacional e se lança candidato a governador


O presidente do PT do Recife, Oscar Barreto, acaba de provar que é bom de briga.

Num claro desafio à cúpula nacional do seu partido, que é a favor de uma aliança com o PTB nas próximas eleições estaduais, lançou-se candidato a governador.

Como foi reeleito no Recife com mais de 60% dos votos dos filiados ao PT, Barreto não terá dificuldades para conseguir 10% dessas assinaturas, como exige o estatuto do partido, para apresentar-se como candidato a governador.

Segundo a presidente Teresa Duere, a candidatura do correligionário será levada em consideração pelo partido, que a submeterá as instâncias partidárias.

“Vamos considerar todas as teses que forem apresentadas dentro do prazo. (Oscar) é o primeiro nome que se apresenta e será avaliado, não por mim mas pelo conjunto do partido”, afirmou Teresa à Rádio Folha.

Enquanto isso, o maior entusiasta no partido da tese da candidatura própria, que é o senador Humberto Costa, caiu na real e passou a defender, como Lula, aliança com o PTB para apoiar a candidatura do senador Armando Monteiro Neto

Vice viaja a MG para se reunir com a diretoria da Fiat

O vice-governador de Pernambuco, João Lyra Neto, viaja hoje (11) para Minas Gerais a fim de se reunir com a diretoria da Fiat.

A reunião foi solicitada pelos empresários italianos, dado que o vice, a partir de 4 de abril, assumirá o Governo do Estado.

No entanto, o vice propôs a inversão da pauta. Em vez de a reunião ocorrer no Recife, realizar-se-ia em Belo Horizonte.

Ontem à noite, o vice jantou em Piedade com o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho.

Ambos estavam com seus nomes colocados à sucessão estadual, mas não atenderiam aos critérios estabelecidos pelo governador Eduardo Campos.

Sem informações do que se passa na cabeça do governador, ficaram apenas no terreno das conjecturas.

Carros-pipa reforçam combate à seca na zona rural de Caruaru

A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar de Caruaru informou, nesta terça-feira (11), que a falta d’água enfrentada por moradores da zona rural do município tem sido um problema cada vez menos frequente. Isso porque, de acordo com a assessoria da pasta, a prefeitura envia, todos os meses, cerca de 600 carros-pipa para abastecer as cisternas da região, amenizando assim a situação dos pequenos agricultores e dando suporte para que as famílias não fiquem desassistidas.

De acordo com o secretário Anselmo Pereira, a expectativa é que, este ano, as chuvas ajudem a população para que não haja tanta carência por parte das comunidades rurais. Ainda segundo o secretário, o envio mensal de carros-pipa à zona rural da cidade demanda um investimento da ordem R$ 70 mil, recursos oriundos dos cofres municipais.

Carros-pipa reforçam combate à seca na zona rural de Caruaru

A Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar de Caruaru informou, nesta terça-feira (11), que a falta d’água enfrentada por moradores da zona rural do município tem sido um problema cada vez menos frequente. Isso porque, de acordo com a assessoria da pasta, a prefeitura envia, todos os meses, cerca de 600 carros-pipa para abastecer as cisternas da região, amenizando assim a situação dos pequenos agricultores e dando suporte para que as famílias não fiquem desassistidas.

De acordo com o secretário Anselmo Pereira, a expectativa é que, este ano, as chuvas ajudem a população para que não haja tanta carência por parte das comunidades rurais. Ainda segundo o secretário, o envio mensal de carros-pipa à zona rural da cidade demanda um investimento da ordem R$ 70 mil, recursos oriundos dos cofres municipais.