segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Governador deve anunciar Danilo pra governador dia 21

Governador deve anunciar o candidato na próxima quinta-feira (dia 20)

O governador Eduardo Campos deve anunciar na próxima quinta-feira, dia 20, o candidato do PSB à sua sucessão.

Se ele não mudar de opinião, o candidato deverá ser o deputado federal e atual secretário das Cidades Danilo Cabral.

Convém fazer esse registro (“mudança de opinão”) porque já estiveram “escolhidos” e a escolha não se confirmou os secretários Tadeu Alencar e Paulo Câmara e o deputado Maurício Rands.

Danilo ganhou musculatura nos últimos oito dias depois que a imprensa nacional noticiou que o governador tem parentesco direto ou indireto com os três pré-candidatos que estavam melhor colocados na disputa: Tadeu Alencar (Casa Militar), Paulo Câmara (Fazenda) e Maurício Rands (ex-deputado federal).

Para não enfrentar esse tipo de questionamento em sua campanha presidencial, o governador teria feito opção por Danilo, que já foi vereador no Recife e está responsável pela construção das grandes obras de mobilidade no Estado de Pernambuco.

João Paulo sem entusiasmo para lutar pelo Senado

O deputado federal João Paulo disse a aliados do PT, neste final de semana, que não está com disposição para disputar a vaga do Senado em outubro próximo na chapa encabeça pelo senador Armando Monteiro (PTB).

O argumento que ele sustenta é que pretende disputar a reeleição porque já deu sua “quota de sacrifício” ao partido nas eleições de 2012, quando foi candidato a vice-prefeito do Recife na chapa do senador Humberto Costa.

No entanto, pressões não irão faltar para que o ex-prefeito do Recife seja o candidato a senador na chapa do PTB porque esse é o desejo do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff.

O PT, por deliberação de sua executiva nacional, terá que decidir sua vida em Pernambuco até o dia 23 de março próximo.

São João promete repetir cenário de disputa acirrada


Blog do Roberto Almeida.

A eleição no município de São João, no Agreste do Estado, marcada para o próximo dia 6 de abril, deve ser, como de costume, apertadíssima. A tendência é que se repita o acirramento da disputa de 2012, quando o prefeito cassado, Genaldi Zumba (PSD), venceu o pleito com pouco mais de 90 votos de diferença sob o segundo colocado, Nelsinho Barbosa (PSB).

Os partidários do prefeito cassado estão otimistas e acreditam que vão repetir a dose. Alguns inclusive argumentam que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) teria desrespeitado “a vontade do povo”, tirando “no tapetão” uma vitória conseguida nas urnas.

Os socialistas, por sua vez, acreditam que a decisão da Justiça Eleitoral foi tomada por conta das irregularidades cometidas pelo social-democrata desde a época de campanha. “É preciso tirar São João das páginas policiais. Esse grupo que detinha o poder estava acabando com a imagem do município”, pregam militantes que apoiam a candidatura de Nelsinho Barbosa.

Apoios - O candidato do PSD, Genival Zumba, terá como seu grande eleitor o irmão, Genaldi, prefeito do município até a semana passada. A candidatura de Genival deve ter, ainda, a sustentação do PTB, através do ex-prefeito de Canhotinho, Álvaro Porto, e do presidente estadual da sigla, o senador Armando Monteiro Neto.

Nelsinho Barbosa, por sua vez, conta com o apoio do prefeito em exercício, Jamesson Guilherme, e dos ex-prefeitos Antônio de Pádua, Pedro Barbosa e Gonzaga Cabral. É esperada, também, uma visita do governador Eduardo Campos a São João, além dos deputados Inocêncio Oliveira e Marcantônio Dourado.

O candidato do Partido dos Trabalhadores, Dantas, espera contar com reforço dos parlamentares Humberto Costa e Pedro Eugênio, mas é improvável que grandes lideranças da legenda se engajem da campanha do correligionário.

Advogada é achada morta dentro de apartamento em área nobre de João Pessoa


Autoridades estão investigando o caso e há suspeitas de que ela seria uma advogada que atua na área criminalista

Uma advogada foi assassinada nesta segunda-feira (17) dentro da própria residência na comunidade São Luiz, no bairro do Bessa, área nobre de João Pessoa. A morte dela foi confirmada pelo cabo Edvan, que esteve no local do crime.

Segundo o policial militar, familiares chegaram à residência e encontraram o corpo no chão, com sinais de espancamento. Há hipótese de que seja um latrocínio, que é o roubo seguido de morte, porque foram roubados joias e objetos do local.

"Quando o marido dela e os filhos chegaram à casa, encontraram uma situação estranha e acharam a advogada ferida a pedradas no chão. Ela pode ter sido vítima de um latrocínio, porque a casa estava revirada e faltavam alguns equipamentos", disse o cabo Edvan durante entrevista ao radiofônico Correio Debate, na Rede Correio Sat.

O cabo ainda informou que uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel esteve na residência e constatou o óbito da mulher. A casa está isolada e aguarda para que seja feito o trabalho da perícia. As autoridades estão investigando o caso.

Há suspeitas de que a vítima seria irmã de uma policial e atuava na área criminalista

Eduardo e o segredo sobre a sucessão


Dirigentes adotam discurso programático para evitar perguntas sobre o escolhido do governador

Suetoni Souto Maior

Eduardo já orientou dirigentes socialistas e auxiliares a silenciarem sobre eleições
Escalado pelo governador Eduardo Campos para conversar com os dirigentes de partidos aliados sobre o conteúdo programático que norteará a sucessão estadual, o secretário de Governo do Recife e presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, acostumou-se a ouvir sempre a mesma pergunta dos interlocutores: “Sim, mas quem foi que o governador escolheu para a disputa?”

O questionamento tem um motivo de ser. O grande número de cotados que surgiu fez com que a discussão girasse mais em torno de nomes que de propostas. As especulações geraram tamanho desgaste dentro do partido que o governador orientou dirigentes e auxiliares a silenciarem. A partir daí, estabeleceu um cronograma para ouvir aliados e depois anunciar o nome.

Com uma pasta embaixo do braço contendo as diretrizes programáticas definidas por PSB e Rede, Sileno vem ouvindo os partidos desde segunda-feira da semana passada. Ao Diario, disse que até a próxima quinta-feira terá o retorno das contribuições dos partidos. A partir daí, o governador definirá quem encabeçará a chapa. Os socialistas mais próximos ao presidenciável não descartam que ele seja adiado por mais uma semana.

A ansiedade dos partidos se dá porque eles acreditam que a consulta em curso é apenas protocolar e que o governador já escolheu o candidato, mas não quer passar a impressão de que não ouviu os aliados. Uma tese admitida por alguns socialistas. Para outros, ele está tendo dificuldade de escolher nomes porque o PSB, desde 1986 e com exceção de 2012, sempre teve como candidatos naturais Eduardo ou o ex-governador Miguel Arraes. A resposta padrão do governador a esse respeito, entretanto, também tem virado rotina: “Estamos discutindo programa de governo”.

Há até bolsa de apostas com o favoritismo oscilando entre os secretários estaduais Danilo Cabral (Cidades), Paulo Câmara (Fazenda) e Tadeu Alencar (Casa Civil), o vice-governador João Lyra Neto, o ex-ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, e o ex-deputado federal Maurício Rands.

Saiba mais

Entenda o que está sendo conversado com os partidos antes da escolha do nome para a disputa do governo

Programa
O partido tem apresentado aos aliados as linhas gerais do programa construído em parceria com a Rede e que tem a sustentabilidade como uma das prioridades

Contribuições
Assim como o estabelecido para os outros estados, o PSB abriu espaço para que os partidos aliados apresentem sugestões para o programa destinado a Pernambuco

Base aliada
Eduardo Campos foi reeleito, em 2010, com o apoio de 15 partidos. Esse número cresceu para 16 com a entrada do PV no governo. Recentemente, PT e PTB deixaram  base

Continuam
Permanecem na base aliadaPRB, PP, PDT, PSL, PSC, PR, PSDC, PHS, PTC, PRP, PCdoB, PTdoB e PV

PSB do governador Eduardo Campos cogita filiação de Joaquim Barbosa



No final do ano passado, a ministra do Superior Tribunal da Justiça (STJ) Eliana Calmon antecipou a aposentadoria e anunciou sua filiação ao PSB de Eduardo Campos.
A carreira jurídica do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, pode estar chegando ao fim, mas para dar início a uma carreira dentro da política. O governador Eduardo Campos, que preside o PSB e provável candidato do partido à Presidência da República, mencionou o nome do magistrado como imbatível na disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Segundo a Revista Veja, Barbosa teria comentado que pretende antecipar sua aposentaria - os ministros do STF devem se aposentar compulsoriamente aos 70 anos. O atual presidente tem 59 anos e está há cerca de 11 anos no Supremo.

Joaquim Barbosa nega oficialmente que almeja disputar um cargo político, mas é sondado como forte candidato de oposição ao PT e à reeleição da presidente Dilma Rousseff. Porém, em uma entrevista concedida nesta semana, Barbosa disse se identificar com o PT de antes.

"Mas é o PT antigo, não esse PT de hoje, tomado por bandidos, pela corrupção. Em termos de ideias, seria o PT de antes da candidatura do Lula", afirmou. Sonhando com a filiação do "cobiçado" presidente do Supremo, Eduardo disse acreditar que o mesmo toparia o desafio.
Depois da repercussão do julgamento do processo do mensalão, Barbosa já foi convidado várias vezes para integrar alguns partidos que pretendem aproveitar a popularidade dele e obter maior aprovação dos eleitores. O próprio PSB já tinha convidado Barbosa através do deputado federal Romário, presidente do PSB no Rio de Janeiro, que postou em seu Twitter que os socialistas estavam à disposição do ministro caso ele queira se candidatar ao governo do estado. "O partido está de portas abertas para todos aqueles que desejam fazer política decente", afirmou o ex-jogador.
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"Acho que chegou a hora de sair", diz presidente do STF Joaquim Barbosa

Além do PSB, Barbosa já foi cortejado pelo PSDB, do também presidenciável senador Aécio Neves. O mineiro desejaria ter Joaquim Barbosa na chapa presidencial como vice.
Em nota, Barbosa nega candidatura
A Secretaria de Comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF) negou, através de uma nota oficial publicada neste sábado (15), as intenções do presidente da Corte, o ministro Joaquim Barbosa, de sair do Poder Judiciário e ser candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. A nota oficial, porém, reiterou a intenção do magistrado em deixar a carreira no STF antes da aposentadoria compulsória, aos 70 anos.
"O presidente do Supremo Tribunal (STF), Ministro Joaquim Barbosa, ratifica que não é candidato a presidente nas eleições de 2014", diz o texto. Neste final de semana, uma matéria da revista Veja mostrou que o ministro está cogitando sua saída do STF para este mês, depois do julgamento dos embargos infrigentes no processo do mensalão. A saída estratégica logo foi associada à uma estratégia eleitoral. O nome do ministro aparece bem avaliado em pesquisas, como a recente do Datafolha, que chegou a apontá-lo com 15% das intenções de voto numa possível candidatura à Presidência da República.
A legislação brasileira permite que juízes e outros funcionários do Poder Judiciário se desincompatibilizem de seus cargos e se filiem a uma legenda até seis meses antes da eleição. Neste  ano, a eleição está marcada para o dia 5 de outubro. Assim, Barbosa teria até o dia 5 de abril para procurar um partido político e viabilizar qualquer projeto político-partidário.
Confira a nota na íntegra
1) O Presidente do Supremo Tribunal (STF), Ministro Joaquim Barbosa, ratifica que não é candidato a presidente nas eleições de 2014.

2) Com relação a uma possível renúncia ao cargo que hoje ocupa, o Ministro já manifestou diversas vezes seu desejo de não permanecer no Supremo até a idade de 70 anos, quando teria que se aposentar compulsoriamente. No entanto, não existe nenhuma definição com relação ao momento de sua saída. Ele não fez consulta alguma ao setor de recursos humanos do STF sobre benefícios de aposentadoria.

3) No que se refere ao seu futuro após deixar o Tribunal, o Ministro reserva-se o direito de tomar as decisões que julgar mais adequadas para a sua vida na ocasião oportuna. Entende que após deixar a condição de servidor público, suas decisões passam a ser de caráter privado.

4) O Ministro Joaquim Barbosa não faz juízo de valor sobre nenhum dos partidos políticos brasileiros, individualmente. A respeito do quadro partidário, já expressou sua opinião no sentido da realização de uma ampla reforma política que aprimore o atual sistema.   Apesar de já ter tornado público o seu voto nas últimas três eleições presidenciais, o Presidente do STF, Tribunal que é o  guardião da Constituição,  ratifica seu respeito por todas as agremiações partidárias, seus filiados e eleitores

Jornal alemão afirma que Schumacher superou infecção pulmonar


Do JC Online

Foto: AFP
O heptacampeão mundial de Fórmula 1 Michael, em coma, superou uma infecção pulmonar, informa o jornal alemão Bild.
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Schumacher segue em processo de despertar do coma
A mesma publicação informara há dois dias que Schumacher havia sido diagnosticado na semana passada com uma infecção pulmonar, mas ele teria contraído a doença há mais tempo.
"A doença já não representa esta semana um risco urgente, segundo as últimas observações. Schumi já ganhou o combate contra a infecção pulmonar", completa o jornal.
Na quinta-feira, a família de Michael Schumacher informou por meio da porta-voz que continua acreditando na recuperação do heptacampeão.
Schumacher está sendo retirado do coma induzido de maneira gradativa em um hospital de Grenoble, leste da França, depois de sofrer um acidente de esqui em Meribel (Alpes franceses) em 29 de dezembro.
Na semana passada, o hospital teve que desmentir um boato sobre a morte de Schumacher

PSB usou fundo público para pagar R$ 14,6 mil em hospedagem de Eduardo Campos no Rio


Agência Estado

Prestação de contas do PSB em análise no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que o partido pagou R$ 14,6 mil para seu presidente nacional, o governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência Eduardo Campos, se hospedar durante o carnaval de 2012 no Rio, quando assistiu ao desfile das escolas de samba com a mulher e os filhos.
Os seis dias no Hotel Ceasar Park, na Praia de Ipanema, foram pagos com recursos públicos do Fundo Partidário, que, por lei, só pode ser usado para custeio de atividades relacionadas à manutenção do partido.
Conforme nota fiscal apresentada pelo PSB no processo, em análise pela Coordenadoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias (Coepa), a hospedagem de 17 a 23 de fevereiro daquele ano foi num apartamento padrão luxo, de frente para o mar. Durante a temporada, no entanto, o partido não divulgou nenhuma agenda partidária dele ou de outros filiados na capital do samba.
O Estado ouviu três dirigentes do partido à época, que, reservadamente, disseram não ter ocorrido eventos ou reuniões no período do carnaval.
Nos primeiros três dias da hospedagem, o governador não estava no Rio, mas em Pernambuco. Participou de eventos de carnaval em Recife, Olinda e Bezerros, como registrou sua agenda oficial, divulgada pelo governo.
No dia 20, após o almoço, embarcou para a capital fluminense, onde assistiu, com a mulher, Renata, os filhos e uma comitiva de integrantes de seu governo, ao desfile da Unidos da Tijuca.
A escola homenageava o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, com apoio do governo pernambucano. Campos ficou no camarote com a mulher, enquanto os filhos desfilaram. Até a data do check-out, não houve mais agenda oficial pelo governo. O PSB não registrou nenhum compromisso partidário no Rio, segundo sua página oficial.
A nota fiscal da hospedagem foi emitida em 14 de março de 2012 pela Stylus Viagens e Turismo, agência que também atende ao governo de Pernambuco e recebeu R$ 12,1 milhões de diversos órgãos do Estado desde 2008. O pagamento, dias depois, partiu de conta do PSB no Banco do Brasil, em Brasília, usada para movimentar os recursos do Fundo Partidário.
Exclusividade. Conforme a Lei dos Partidos Políticos (9.096/1995), os recursos deste fundo devem ser aplicados exclusivamente na manutenção das atividades da legenda, como pagamento de salários, custeio de sedes, institutos de pesquisa, campanhas e propaganda.
Questionado pelo Estado, o PSB informou, em nota, que a sigla só cobre despesas relacionadas com seu funcionamento. Contudo, não especificou de qual atividade partidária o governador participou no carnaval carioca ou se a presença no desfile é, no seu entendimento, um compromisso dessa natureza.
Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o jurista Carlos Velloso diz que a Justiça Eleitoral, se provocada, deve cobrar explicações sobre a despesa quando confrontada com situações do tipo. Segundo ele, se entender que houve irregularidade, cabem sanções como a devolução dos recursos.
“O que se entende por atividade partidária? Convenções, viagens para reuniões de próceres partidários, tudo aquilo o que diz respeito à vida do partido. Tem de ter uma agenda”, comentou, analisando o caso em abstrato.
Trata-se, no entanto, de um terreno complexo. O juiz Marlon Reis do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, é favorável a um controle mais rigoroso sobre esse tipo de despesa. Porém, segundo ele, o princípio constitucional da autonomia partidária impede que a Justiça avalie o mérito dos gastos, cabendo se ater apenas a formalidades, como, por exemplo, se os comprovantes de despesas apresentados são legítimos ou não.
A prestação de contas do Diretório Nacional PSB, apresentada em abril de 2013 ao TSE, passará sob o crivo da área técnica da corte, que dará parecer pela aprovação, reprovação ou aprovação das contas com ressalvas. Só depois, o processo será julgado. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo