sexta-feira, 7 de março de 2014

Papa Francisco confessa ter furtado crucifixo de caixão

Ne10

Rosário do sacerdote lhe despertou o ladrão que todos levamos conosco, brincou Francisco
Foto: AFP
O papa Francisco confessou nesta quinta-feira (6), que pegou a cruz de rosário de seu falecido confessor quando ele estava no caixão. O pontífice, que completa um ano de papado no dia 13 de março, disse que carrega o crucifixo até hoje, em uma pequena bolsa debaixo de sua batina, esperando ter metade da misericórdia do sacerdote. Francisco fez a declaração em uma reunião informal com sacerdotes de Roma, enquanto falava sobre a necessidade de ser compreensivo com os fiéis. 
Francisco contou a história de um “grande confessor” de Buenos Aires, que escutava as confissões da maioria de seus sacerdotes, incluindo as do papa João Paulo II, quando visitou a argentina. Quando o sacerdote de Buenos Aires morreu, Francisco foi rezar perante o seu caixão aberto. Disse que viu o rosário que o religioso tinha em suas mãos e imediatamente lhe “despertou o ladrão que todos levamos conosco”. “Enquanto organizava as flores, tomei a cruz”, contou, lembrando ainda as palavras que mencionou no momento: “me dê a metade de sua misericórdia”.
Francisco acrescentou que, quando chegou ao caixão, ficou assombrado porque ninguém havia levado flores. “Esse homem havia perdoado os pecados de todos os sacerdotes de Buenos Aires e não tinha nem uma flor sequer”, recordou. Ele disse que foi, então, comprar um ramo de rosas. “Cada vez que algum mau pensamento sobre alguém me assalta, minha mão se dirige para ela (a cruz), sempre”, declarou

Sem alarde, Globo exibe mais um beijo gay


Veja

Fernando (Matheus Nachtergaele) e Roberto (Evandro Soldatelli) seguem os passos de Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Mateus Solano) em ‘Doce de Mãe’ (Reprodução)
Depois de todo o frisson causado pelo casal Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Mateus Solano), que conseguiu, enfim, selar seu relacionamento com um beijo de Amor à Vida, é capaz que cenas de afeto entre homossexuais se tornem corriqueiras na teledramaturgia da Globo. Cerca de um mês depois do final da trama de Walcyr Carrasco, Fernando (Matheus Nachtergaele) encerrou o episódio de ontem (quinta, 6) de Doce de Mãe (quintas, 23h30) beijando o namorado, Roberto (Evandro Soldatelli).

Com um humor singular, ao mesmo tempo lírico e politicamente incorreto, o seriado do diretor Jorge Furtado vem se superando a cada semana, ao mostrar um lado nada óbvio da terceira idade e da relação que nós, filhos e netos, estabelecemos com ela. No seu sexto episódio, contou como a adorável Dona Picucha se envolveu com um suposto professor de tango, Jamón (Fabrício Belsoff) – que, na verdade, fazia horas extras como garoto de programa no lar de idosos.

Picucha não chega a recorrer aos serviços do moço, mas a confusão põe o assunto sexo em discussão na família. Entre empadinhas, numa das cenas mais engraçadas, a protagonista perguntou à queima-roupa para a filha Elaine (Louise Cardoso): “Há quanto tempo você não faz sexo?”, disse, logo após pedir o pote de canela. “Mamãe, como a senhora foi da canela para o sexo?”, espantou-se a outra. “Mulher quando fica burra assim, é falta de sexo”, justificou Picucha, um tanto sem jeito, mas querendo dizer que o marasmo na cama pode desconcentrar qualquer criatura no dia-a-dia.

Em paralelo ao tango, Fernando seguiu tentando fazer dar certo o seu “bar para amantes de Frank Sinatra que gostam de futebol”. Para os irmãos, era melhor que ele abrisse um bar gay. “Só por que eu sou gay, tenho de abrir um bar gay?”, questionou.

No fim, ao som de La Cumparsita, todo mundo dançou, sensualizou e beijou – até quem há tempos não o fazia, como Elaine, e quem não podia beijar na TV, como Fernando, apesar de ter sido bem rápido, discreto e filmado em plano aberto. Picucha não beijou ninguém, mas comemorou o grand finale com O Fole Roncou, de Baby Consuelo. Muito apropriado, aliás.

André de Paula só pretende tomar posse na próxima terça-feira


O ex-deputado André de Paula (PSD), que vai assumir a cadeira de Sérgio Guerra (PSDB-PE) na Câmara Federal, só pretende tomar posse na terça-feira da próxima semana.

Ele ainda não foi comunicado pela mesa da Câmara sobre a vacância do cargo, o que só deve ocorrer na próxima segunda-feira porque o Congresso Nacional está em “recesso branco”.

Deputados e senadores não têm aparecido para trabalhar devido aos festejos do carnaval, que só foram encerrados ontem (06).

André Alves de Paula começou sua carreira política ao lado do ex-senador Marco Maciel. Foi vereador no Recife pelo PFL, deputado estadual e deputado federal (em três legislaturas).

Em 2010, ficou como 1º suplente da coligação “Pernambuco Pode Mais” – formada pelo PSDB, DEM e PMDB – que teve como candidato a governador o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB).

Em 2011, a convite do ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, ele trocou o DEM pelo PSD e hoje preside o partido no Estado de Pernambuco.

O novo deputado pernambucano é filho do ex-presidente do Bandepe, André Carlos Alves de Paula, e casado com Patrícia Dubeux com quem teve três filhas: Andréa, Maria Cláudia e Maria Cândida.

Claudiano Martins Filho pode ser candidato a deputado federal


Inaldo Sampaio

Ligadíssimo ao deputado Sérgio Guerra (PSDB), que faleceu em São Paulo, ontem, aos 66 anos de idade, o deputado estadual Claudiano Martins Filho (PSDB) pode ser candidato a deputado federal para tentar substituí-lo no partido.

A família “Martins” tem uma grande influência na região de Itaíba e é confiando nesse cacife que Claudiano Filho pretende ser eleito.

Até a véspera da morte de Sérgio Guerra, o PSDB contava apenas com três candidatos a deputado federal: o próprio, Bruno Araújo (reeleição) e Daniel Coelho.

Claudiano Filho está de olho no “espólio” do ex-presidente nacional do PSDB e se conseguir ficar com essa “herança” terá grandes chances de ser eleito

Joao Lyra: "Farei o possível para eleger Paulo Câmara

Diário de Pernambuco.

Durante o velório do ex-senador Sérgio Guerra (PSDB), na manhã desta sexta-feira (7), o vice-governador João Lyra Neto (PSB) afirmou que a escolha do secretário da Fazenda, Paulo Câmara, para concorrer ao Governo de Pernambuco não deixou mágoas entre ele e o governador Eduardo Campos (PSB). "Como integrante da Frente Popular, vou fazer o possível para eleger Paulo Câmara governador", disse.

Lyra, que assume o Governo do Estado em abril, após a saída de Eduardo Campos, fez elogios ao secretário. "Ele [Câmara] será um excelente governador", declarou.

Questionado sobre uma possível mudança na equipe após a transição de governos, João Lyra foi enfático ao confirmar que alterações serão feitas no primeiro-escalão. "Alguns vão precisar sair para apoiar as campanhas de Paulo Câmara e de Eduardo", confirmou. João Lyra, contudo, preferiu não citar, por enquanto, os nomes cotados para ocupar os lugares que ficarão vagos a partir do próximo mês.

Serra, Alckmin e Aécio se emocionam no adeus a Guerra

Blog do Magno

O adeus ao ex-deputado Sérgio Guerra, em velório na Assembleia Legislativa que começou às 10 horas e se estendeu até às 15h30, expressou a sua dimensão, liderança e expressão política no cenário nacional. Do PSDB, com exceção do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, passaram por lá suas três maiores lideranças.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, chegou junto com o ex-governador José Serra, que disputou a eleição presidencial passada. Uma hora após, era a vez de Aécio Neves, candidato tucano ao Planalto. Todos, vale frisar, bastante emocionados. Serra chegou a chorar ao lado do caixão.

Alckmin também se despediu do amigo em lágrimas, assim como o governador Eduardo Campos (PSB), um dos mais emocionados. A presidente Dilma Rousseff mandou um ramalhete de flores e enviou ao Recife para representá-la o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo (PCdoB). “Sérgio era um político plural, de dimensão nacional”, disse Aldo.

De outros estados foram vistos, ainda, o governador de Roraima, José Anchieta (PSDB), ao lado do vice-governador Francisco Rodrigues, que é pernambucano e assume o mandato tampão de nove meses a partir de abril. Estava presente, também, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, que, quando senador e líder do PSDB, fez dobradinha com Guerra na oposição ao governo Lula.“Sérgio era um líder carismático, carinhoso, atencioso, devotado às causas nacionais e apaixonado pelo seu Pernambuco”, disse Virgílio, que também não conteve as lágrimas diante do corpo do ex-deputado. Também deram adeus a Guerra o ex-senador Tasso Jereissati, ex-presidente nacional do PSDB, e o senador José Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado, além do senador Aloísio Nunes Ferreira (SP), líder tucano no Senado.

Da Paraíba veio o senador Cicero Lucena; da Bahia, o deputado Antônio Imbassahy, líder do PSDB na Câmara; de São Paulo também vieram os deputados Duarte Nogueira (SP), ex-líder na Câmara, e Alberto Goldman. De Pernambuco, todos os principais líderes estavam lá, como o governador, os senadores Armando Monteiro e Humberto Costa, o prefeito Geraldo Julio e o deputado João Paulo.

Do interior, praticamente todos os prefeitos aliados de Guerra estavam presentes, assim como ex-prefeitos, presidentes de partidos e vereadores. Emocionado, o governador Eduardo Campos disse que Guerra deixará uma grande lacuna no Estado. “Embora tenhamos divergido em alguns momentos, mas Sérgio nunca faltou a Pernambuco”, afirmou.

Alckmin disse que veio a Pernambuco dar o último adeus a um amigo, conselheiro e líder nacional do seu partido. Serra afirmou que, durante a sua campanha presidencial em 2010, Guerra deu uma forte colaboração na arregimentação de apoios e na coordenação. “Perdi um amigo; o Brasil, um grande líder”, disse.

Já Aécio lamentou o desaparecimento de Guerra porque, segundo ele, estava destinado a cumprir um grande papel em sua campanha para Presidência da República. “Ninguém tinha a compreensão melhor deste momento que estamos vivendo do que Sérgio. Ele não fará falta a mim ou ao meu partido, mas ao país”, destacou.

PRF registra 25 acidentes nas estradas que cortam Pernambuco nesta quinta-feira

Do JC Trânsito


A Polícia Rodoviária Federal (PRF-PE) registrou 25 acidentes e três feridos nas estradas que cortam Pernambuco durante esta quinta-feira (6). 
Ao todo, 724 veículos foram fiscalizados, 177 multas aplicadas. Foram fiscalizadas 630 pessoas e 219 testes de alcoolemia foram realizados, sendo três pessoas multadas e uma presa por dirigir sob efeito de álcool.
Não foram registradas mortes.

Sérgio Guerra e velado na ALEPE

Foto: BlogImagem
O corpo do deputado federal e ex-senador Sérgio Guerra (PSDB) está sendo velado desde as 9h15 na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). No primeiro momento apenas famíliares e amigos mais próximos participam da cerimônia.
O velório foi aberto ao público a partir das 11h no Plenário da Casa e o corpo do deputado será cremado às 16h, em uma cerimônia restrita à família. O parlamentar faleceu nessa quinta-feira aos 66 anos, em São Paulo.
Estão ao lado da família os deputados estaduais Daniel Coelho e Terezinha Nunes, a vereadora do Recife Aline Mariano e o deputado federal Raul Henry, candidato a vice na chapa do governador Eduardo Campos. O vice-governador João Lyra e a filha Raquel Lyra também estão na Alepe.
O corpo de Sérgio Guerra chegou ao Recife por volta das 6h30 da manhã e seguiu para o Cemitério Morada da Paz, mesmo local onde ocorrerá a cremação.
Presidente do PSDB em Pernambuco e ex-presidente nacional da sigla, Sérgio Guerra faleceu  em decorrência da complicação de um câncer, agravado em função de uma pneumonia. O deputado estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.