segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Metralhadora e espingarda são roubadas da 1ª Delegacia de Garanhuns

Diretor do Sinpol Artur Pedro falou sobre arrombamento na Delegacia de Garanhuns 
Foto: reprodução/TV Jornal

NE10 Interior
Uma metralhadora .40 e uma espingarda calibre 12 que pertecem à Secretaria de Defesa Social (SDS) foram roubadas da 1ª Delegacia de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco. 

De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), os policiais perceberam o arrombamento na manhã desta segunda-feira (12). "A delegacia é fechada na sexta e só é reaberta na segunda", afirmou o diretor do Sinpol Artur Pedro.

Segundo o diretor, o autor ou autores do furto teriam pulado o muro e entrado pela porta dos fundos. O prédio foi interditado e o Instituto de Criminalística (IC) foi acionado para dar início às investigações. A delegacia não tem câmeras de segurança.

Em nota, a Polícia Civil informou que um inquérito foi instaurado para apurar os fatos. O delegado seccional Flávio Pessoa foi designado, em caráter especial, para o caso. A corregedoria também será comunicada para adotar as medidas cabíveis, ainda segundo a polícia.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Ex jogador assassinado

Bicampeão paraibano, ex-jogador é assassinado em Fortaleza

foto: divulgação

A informação de um assassinato em Fortaleza-CE chocou o futebol nordestino na noite deste sábado (14).

A vítima foi o ex-jogador Miltinho, de 39 anos, bicampeão paraibano com as camisas de Sousa (2009) e Treze (2010).

De acordo com o também ex-jogador Cícero César, que é cearense e já jogou no Campinense, Miltinho teria sido assassinado por volta das 21h30 deste sábado, vítima de três disparos de arma de fogo.

No futebol da Paraíba, o fortalezense José Milton Azevedo da Silva vestiu as cores de Auto Esporte, Botafogo-PB, Campinense, Nacional de Patos, Sousa, Esporte e Treze.

Fora do estado, o meia atuou no Náutico, Santa Cruz, Flamengo do Piauí, Ypiranga-PE, Fortaleza, entre outros clubes.

FONTE: Da Redação

Hecatombe de Garanhuns completa 100 anos neste domingo

Mais de 100 homens fortemente armados espalharam terror e mortes pelas ruas da cidade no dia 15 de

Por: Wagner Oliveira - Diario de Pernambuco

Publicado em: 14/01/2017 13:00 Atualizado em: 15/01/2017 08:54

Viúvas e órfãos da Hecatombe de Garanhuns. Foto: Ricardo Fernandes/DP
Um episódio que por muitos anos permaneceu velado na cidade de Garanhuns, no Agreste do estado, completa 100 anos neste domingo. Originada a partir de uma briga entre duas correntes políticas, a Hecatombe de Garanhuns deixou cicatrizes profundas. Até hoje, há quem se emocione ou evite falar sobre o fato que espalhou sangue e dor pelo município. No dia 15 de janeiro de 1917, num massacre impiedoso, 18 pessoas foram mortas no prédio onde funcionava a cadeia pública da cidade. Entre as vítimas, estavam sete membros da sociedade, cinco soldados da Polícia Militar, cinco jagunços e um morador que passava pela rua no momento do tiroteio.

O estopim para a matança dos chefes de tradicionais famílias garanhuenses, como Jardins, Miranda e Ivo foi o assassinato do deputado estadual Júlio Brasileiro, morto pelo capitão Francisco Sales Vila Nova, no Café Chile, na Praça Independência, no Recife, em 12 de janeiro daquele ano. Um crime cometido por apenas um homem mas que foi vingado em pessoas sem nenhuma ligação com a morte do deputado.

“O assassinato de Júlio Brasileiro foi o que gerou a Hecatombe de Garanhus. Após saber da morte do marido, a viúva Ana Duperron pensou se tratar de um complô armado pelos adversários políticos dele e decidiu mandar matar todos eles. Foi um dia de massacre em Garanhuns. Pessoas inocentes foram assassinadas dentro da cadeia públic, onde achavam que estariam protegidas. Policiais que faziam a guarda também foram mortos”, conta o professor e escritor José Cláudio Gonçalves de Lima, autor do livro Os sitiados: a Hecatombe de Garanhuns.

 

O dia em que Garanhuns virou cenário de faroeste

A notícia do assassinato de Júlio Brasileiro, que ascendia como liderença política na região, rapidamente espalhou-se por Garanhuns. Após receber o telegrama enviado pelo deputado Eutrópio Silva, no qual foi informada da morte do marido, Ana Duperron e os parentes de Júlio escreveram para Alfredo Brasileiro Viana, sobrinho de Júlio que morava em Brejão, pedindo que ele viesse a Garanunhs e trouxesse vários jagunços. A presença dos mais de 100 homens armados pelas ruas da cidade assustou a população e os adversários políticos de Brasileiro. A princípio, a viúva e os familiares de Júlio disseram que os jagunços seriam para protegê-los, no entanto, em pouco tempo, iniciaram a vingança do crime ocorrido no Recife. Casas e estabelecimentos comerciais dos políticos que faziam oposição a Brasileiro começaram a ser atacados.

“Ao saber da morte do marido, Ana Duperron disse que não receberia pêsames. Falou também que só vestiria luto quando as outras vestissem e que só choraria quando as outras chorassem. Referindo-se às mulheres dos líderes políticos adversários de Júlio Brasileiro. Ela acreditava que a morte do marido havia sido tramada por eles”, ressalta o professor e escritor José Cláudio Gonçalves de Lima. Cláudio é o coordenador da Comissão do Memorial do Centenário da Hecatombe de Garanhuns, criada pelo Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns para registrar a passagem dos 100 anos da hecatombe.

Com medo, muitas famílias deixaram a cidade. Quem ficou, preferiu o silêncio. Nem mesmo os descentes dos envolvidos ou vitimados na hecatombe costumavam tocar no assunto. E assim foi por muito anos. Hoje, pouca gente conhece a história. Natural de Garanhus, o escritor Mário Márcio de Almeida Santos também escreveu sobre o tema. Ganhou o prêmio Othon Bezerra de Melo, da Academia Pernambucana de Letras (APL), em 1992, com o livro Anatomia de uma tragédia - a Hecatombe de Garanhuns. Mário Márcio, que ocupou a cadeira de número 4 na APL, morreu em setembro de 2015, aos 88 anos.

Com ameaças a todo momento, o pânico tomou conta da cidade naquele 15 de janeiro. “Os jagunços e parentes de Brasileiro foram até a casa de Manoel Jardim, onde agrediram as filhas e a esposa dele. Em seguida, foram ao armazém dos irmãos Miranda e atiraram várias vezes, mas Argemiro e Júlio Miranda estavam escondidos. Depois seguiram para o armazém de Sátiro Ivo e ameaçaram invadí-lo, mas depois foram embora”, relata José Cláudio Goncalves. Ainda segundo o professor, os agressores seguiram para a casa de Antônio Borba Júnior, aliado dos Jardins, mas também não o encontraram. 

Temendo pela sua vida, Borba Júnior pediu ajuda ao delegado e tenente Antônio de Pádua Pimentel Meira Lima, que o aconselhou a se esconder na delegacia, onde também funcionava a cadeia pública da cidade. “Logo em seguida, o tenente Meira Lima foi até a casa da viúva Ana Duperron, onde já estava o juiz José Pedro de Abreu e Lima e os parentes de Brasileiro. Foi quando nasceu o plano de mandar todas as outras lideranças políticas para a delegacia dizendo que lá estariam protegidos. Além disso, o delegado havia retirado grande parte da munição que estava na delegacia. Horas mais tarde, perto das 15h, todos os líderes políticos foram supliciados. Foi um tiroteio que durou quase meia hora. Foi muita violência. O reforço policial que estava vindo do Recife só chegou por volta das 16h”, destaca o professor.

“Houve uma grande conspiração para que esse fato (hecatombe) acontecesse. Todos que morreram eram pessoas idôneas, fundadores de Garanhuns. Manoel Jardim foi quem trouxe iluminação para essa cidade, inaugurou a primeria escola e calçou várias ruas. Além da elite política que foi assassinada, cinco soldados morreram e hoje pouca gente sabe quem foram essas pessoas que morreram tentando defender os outros, o que é uma grande injustiça”, aponta o advogado Luís Afonso de Oliveira Jardim, 57 anos, descendente de Manoel Jardim e membro da Comissão do Memorial do Centenário da Hecatombe de Garanhuns. Luís Afonso conta que só houve reação por parte das pessoas que estavam dentro da delegacia porque suas tias conseguiram mandar duas armas e munições escondidas em bandejas de comida. “Somente por isso eles reagiram. Mas não conseguiram sobreviver. Manoel Jardim estava tão doente que foi levado para a cadeia pública em uma cadeira”, completa Luís Afonso.

Aos 74 anos e neta de Argemiro Tavares de Miranda, dona Norma Carneiro Leão de Miranda Losada conta o que sabe sobre a hecatombe. “Esse assunto sempre foi muito velado na família. Meu pai tinha 8 anos quando meu avô foi assassinado e minha avó, Mirandolina Souto de Miranda, deixou Garanhuns com os quatro filhos pequenos. Meu tio Teotônio por pouco não morreu também. Ele estava na cadeia pública, mas os jagunços disseram que não matariam criança. Neste domingo, vou mandar celebrar uma missa em memória de todos os que morreram na hecatombe”, destaca Norma Miranda. Até hoje, dona Norma guarda o relatório do inquérito policial feito pelo então juiz de Gravatá, José Francisco Ribeiro Pessoa, que investigou as mortes. As cópias foram custeadas pelas viúvas das personalidades assassinadas, entre elas a avó de dona Norma.

Leia a matéria completa na superedição de fim de semana.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Nutella é retirada de supermercados por ser potencialmente cancerígo

Produção da Nutella é feita com óleo de palma refinado 
Foto: Divulgação

NE10

venda creme de avelã Nutella, que conta com uma legião de fãs no mundo todo, está ameaçada. Alguns estabelecimentos comerciais da Itália estão até boicotando o creme após alerta da Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos sobre a presença de um ingrediente potencialmente cancerígeno no preparo do produto, o óleo de palma refinado. 

Como informou o site inglês Independent, redes de supermercado, como a líder de mercado Coop, estão deixando de vender Nutella como forma de prevenção. Segundo o alerta da Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar, dado em maio de 2016, o óleo de palma pode aumentar o risco de desenvolvimento do câncer se  refinado a temperaturas acima de 200ºC.

O nível de risco ainda não foi definido com exatidão e, por isso, qualquer quantidade é considerada perigosa, especialmente para as crianças. Ou seja, é perigoso mesmo que consumido em quantidades moderadas. “Existem provas suficientes de que o glicidol é genotóxico e pode causar cancro”, explica Helle Knutsen, presidente da autoridade europeia.

Resposta

A empresa Ferrero, responsável pela fabricação da Nutella, contestou a autoridade. A saúde e segurança dos consumidores é a maior prioridade da Ferrero e nós confirmamos que os produtos da Ferrero são seguros", assegurou a companhia. “Fazer Nutella sem óleo de palma poderia produzir um produto inferior, seria um passo atrás”, considera Vincenzo Tapella, diretor de vendas da Ferrero, à agência Reuters. Segundo ele, o produto é responsável por dar ao creme a consistência que ele tem.

O óleo de palma poderia ser trocado por girassol ou colza, no entanto, esta mudança poderia custar até 20 milhões de euros por ano. As marcas Nestlé, Ben & Jerry’s, Cadbury e Clover também utilizam óleo de palma em seus produtos

Morre Capitão Gil

POLÍCIA MILITAR EM LUTO: Agreste perde o Capitão Gil


O Clube dos Oficiais da PM e CBM de Pernambuco (COPMBM/PE) confirmou o falecimento, do Capitão PM Gilson Marcone Cerqueira Nogueira, o popular Capitão Gil, ocorrido na tarde de hoje, dia 13, quando submetido a um procedimento cirúrgico no Hospital Monte Sinai, aqui em Garanhuns.

Oficial formado na Academia de Polícia Militar do Paudalho e com 18 anos de efetivo serviço na PMPE, o Capitão Gil se destacou no desempenho das suas funções em unidades da Polícia Militar de Pernambuco, como Batalhão de Radiopatrulha, 9º BPM, aqui em Garanhuns e, atualmente, no 15° Batalhão, em Belo Jardim.

“Oficial jovem, casado e pai de três filhos, deixa saudades para toda a família policial militar, além de parentes e amigos, que enlutados choram juntos a morte de alguém muito querido e que em vida, na missão de bem servir à sociedade Pernambucana, escreveu seu nome na causa da Segurança Pública”, registrou o Presidente do COPMBM/PE, o Coronel PM Josué Limeira Silva.

“Gilson era um dos policiais mais corajosos, honestos e atuantes que conheci durante toda a minha carreira Policial. Foi uma perda imensa pra Policia Militar de Pernambuco e pra população da nossa região. Vá com Deus meu grande amigo”, publicou o Prefeito de Lajedo, Rossini Blésmany, no facebook

Blog Carlos Eugênio

Paulo Câmara anuncia Raul Henry para Secretaria de Desenvolvimento Econômico

Foto: Divulgação

Quase duas semanas após a saída de Thiago Norões da Secretaria de Desenvolvimento, o governador Paulo Câmara (PSB) anunciou nesta sexta-feira (13) que o novo gestor da pasta será o seu vice, Raul Henry, do PMDB. A posse do peemedebista será na próxima semana.

A secretaria havia sido oferecida ao partido através do deputado federal Jarbas Vasconcelos, uma das principais lideranças da legenda em Pernambuco e ex-governador do Estado. O parlamentar indicou o economista Fernando Dueire, que declinou do convite.

“Raul tem experiência, dimensão, capacidade de gestão, a nossa confiança política e a interlocução necessária em Pernambuco e no Brasil para os desafios do mundo globalizado, pré-requisitos fundamentais a uma secretaria como a de Desenvolvimento Econômico. Sem esquecer da sua reconhecida capacidade de diálogo”, afirmou Paulo Câmara em nota.

Thiago Norões ocupou a pasta até o fim do ano passado e alegou ter deixado o cargo para voltar a se dedicar à advocacia. O ex-secretário é da procurador do Estado e já foi procurador adjunto e geral nos governos Eduardo Campos (PSB). Com Paulo Câmara, foi para a secretaria.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Lembrando da vida

PREFEITO LEMBRA DAS LIÇÕES DE PADRE GERALDO

via Roberto Almeida

Do prefeito de Itaquitinga, Geovani Oliveira, recebemos a seguinte mensagem de pesar pela morte do Monsenhor Geraldo Batista:

Vi em seu conceituado Blog a notícia do passamento do Monsenhor Geraldo Batista para outra dimensão. Confesso que mesmo sabendo dos problemas de saúde que ele enfrentava, não acreditava em sua partida por esse momento. Nas lembranças de minha infância convivi com Padre Geraldo, o Diretor do Colégio José Soares de Almeida. Minha mãe , também de saudosa memória , Professora Adelita (Lilita) sempre teve por ele o maior carinho, respeito e estima. Ainda guardo comigo um presente que recebi de Padre Geraldo quando eu tinha apenas 10 anos de idade, uma bandinha de frades feita de gesso e pintadas de dourado, que recebi em uma das minhas idas ao Colégio onde ele dirigia e minha mãe Lecionava.

Lembro de muitas coisas que ele sempre me dizia, uma delas era sempre que eu devia estudar e ter Fé em Deus e na vida. Nunca esqueço de suas colocações. Na missa, vez por outra ele chamava minha atenção pedindo silencio, o que eu atendia prontamente.

Padre Geraldo sempre foi um simbolo de Fé, determinação e exemplo. Ao lado de Padre Geraldo tive a honra de conviver com Luiz Gonzaga, o Sanfoneiro e, Frei Damião, este último por diversas vezes na casa paroquial, onde sempre tive acesso.

Impossibilitado de ir a Capoeiras para me despedir deste grande homem de Deus , devido as minhas atividades na prefeitura, sem poder me despedir desse amigo de minha mãe e de minha família , elevo Orações para que este espírito bondoso possa nos iluminar do Céu.

Imagine o reencontro de Frei Damião, Luiz Gonzaga e Padre Geraldo... O Céu está em festa, uma festa de santidade e poesia.

Vai com Deus meu Amigo, suas lembranças são imorredouras...

Nota - Clube dos Oficiais dá PM e CBM de PE

NOTA DE PESAR DO CLUBE DOS OFICIAIS DA PM E CBM DE PE

O Clube dos Oficiais da PM e CBM de Pernambuco recebe com pesar a notícia do falecimento, na tarde de hoje (13), do capitão Gílson Marcone Cerqueira Nogueira, quando submetido a um procedimento cirúrgico no hospital Monte Sinai, em Garanhuns, Agreste do Estado.

Oficial formado na Academia de Polícia Militar do Paudalho e com 18 anos de efetivo serviço na PMPE, sendo declarado Aspirante-a-Oficial no ano de 2001, conviveu entre nós de forma honrosa, destacando-se no desempenho das suas funções em unidades da Polícia Militar de Pernambuco, como Batalhão de Radiopatrulha, 9º Batalhão (Garanhuns) e, atualmente, no 15° Batalhão, em Belo Jardim.

Oficial jovem, casado e pai de três filhos, deixa saudades para toda a família policial militar, além de parentes e amigos, que enlutados choram juntos a morte de alguém muito querido e que em vida, na missão de bem servir à sociedade Pernambucano, escreveu seu nome na causa da Segurança Pública.

JOSUÉ LIMEIRA DA SILVA JR - CEL PM
PRESIDENTE DO COPMBM/PE