quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Carreta carregado de cimento capota na serra dos ventos na BR-423 em Iati/PE


Um grave acidente foi registrado na serra dos ventos na BR-423, no fim da desta quarta-feira 18 de janeiro de 2017, por volta das 17h30 em Iati/PE. 


De acordo  as informações um carreta M.BENZ/LS 1634  de placa HXN-3007 de cor branca Bahia, que estava carregada de cimento capotou por várias vezes, após o motorista perder o controle da mesma na decida da serra dos ventos, no interior da carreta estava duas pessoas que ficaram presas as ferragens. 
As mesma foram identificadas por Fagner dos Santos Costa, 25 anos, residente em Feira de Santana/BA, e  Maria Cicera da Silva, 35 anos, residente no Bairro Magano em Garanhuns/PE.


As vítimas foram retiradas das ferragens pela Equipe do Corpo de Bombeiros, com vários ferimentos e fraturas pelo o corpo, sendo socorridas ao Hospital Regional Dom Moura em Garanhuns/PE. 

A Polícia Rodoviária Federal, esteve no local e tomou as mediadas cabíveis.

Diego Souza do Leão é convocado para a seleção brasileira

Jogador do Sport vai atuar no amistoso entre a seleção brasileira e a Colômbia, que ajudará as famílias das vítimas da tragédia da Chapecoense

JC Online

Diego Souza tem 31 anos e tem passagem pela seleção brasileira em 2009
Acervo JC Imagem

O técnico da seleção brasileira, Tite, convocou na manhã desta quinta-feira os 23 jogadores que vão participar do amistoso contra a Colômbia em prol da Chapecoense, na próxima quarta-feira, no Engenhão, no Rio de Janeiro. A lista divulgada pelo comandante da equipe nacional confirmou a presença de um atleta do Sport: o meia Diego Souza.

 

No início da semana, um membro da comissão técnica da seleção entrou em contato com o Sport para saber quais as condições técnicas e físicas de Diego e do volante Rithely, que também estava sendo cogitado na lista. A ligação já era um indício que os rubro-negros poderiam ser chamados para o jogo.

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Diego participa da pré-temporada do Leão desde o dia 9 de janeiro. Ele, inclusive, já reúne experiência defendendo o Brasil. Integrou equipes das categorias de base e atuou em partidas nos anos de 2009 e 2011. Tite levou em consideração o histórico do atleta e explicou que foi o desempenho técnico do meia rubro-negro que chamou sua atenção. "Diego jogou todos os jogos pelo Sport, em uma função mais adiantada, mais solta, com muita proximidade do que faz um atacante. Demonstrou muita qualidade nessa função", comentou o técnico, em entrevista coletiva.

SOLIDARIEDADE

Desta vez, o técnico da seleção brasileira, Tite, só chamou atletas que atuam em clubes nacionais, porque o jogo está marcado em uma data fora do calendário da Fifa. Toda a renda arrecadada na partida será doada para as famílias dos jogadores vítimas da tragédia da Chapecoense. No último 29 de novembro, o avião que transportava a delegação do time de Santa Catarina caiu perto do aeroporto do Medellín. Na ocasião, a Chape viajava para a Colômbia para enfrentar o Atlético Nacional pela primeira partida da final da Copa Sul-Americana.

CONFIRA LISTA COMPLETA

Goleiros

Weverton (Atlético-PR) 

Danilo Fernandes (Internacional) 

Muralha (Flamengo)

Laterais

Fábio Santos (Atlético-MG)

Fagner (Corinthians)

Jorge (Flamengo)

Marcos Rocha (Atlético-MG)

Zagueiros

Geromel (Grêmio)

Luan Garcia (Vasco)

Rodrigo Caio (São Paulo)

Victor Hugo (Palmeiras)

Meias

Camilo (Botafogo)

Diego (Flamengo)

Gustavo Scarpa (Fluminense)

Henrique (Cruzeiro) 

Lucas Lima (Santos)

Rodriguinho (Corinthians) 

Wallace (Grêmio)

Willian Arão (Flamengo)

Atacantes

Diego Souza (Sport)

Dudu (Palmeiras)

Luan (Grêmio)

Robinho (Atlético-MG)

Cantora do Grupo Kaoma e achada morta em carro incendiado

Loalwa Braz, do Kaoma, é achada morta em carro incendiado, diz polícia

Veículo estava em distrito de Saquarema, RJ, nesta quinta (19). Artista ficou conhecida pelo hit 'Chorando se foi'.

Do G1 Região dos Lagos

A cantora Loalwa Braz, vocalista do grupo Kaoma, foi encontrada morta (Foto: Reprodução/Facebook/Kaoma)

A cantora Loalwa Braz Vieira foi encontrada morta dentro de um carro incendiado em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio, na manhã desta quinta-feira (19). A informação foi confirmada pelo comando da Polícia Militar e pela assessoria de imprensa da Polícia Civil por telefone. O carro foi encontrado na Estrada da Barreira, no distrito de Bacaxá e a 124ª Delegacia de Polícia investiga o caso.

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, Leonardo Couri, a equipe foi acionada por volta de 3h40 da madrugada desta quinta-feira para combater um incêndio em uma residência. A casa seria da cantora, mas a informação não foi confirmada pela polícia. O fogo consumiu o sótão. Segundo o comandante, enquanto a equipe trabalhava no imóvel, um novo chamado foi feito.

"Era para conter as chamas que consumiam um carro. Dentro do automóvel a equipe identificou que havia um corpo carbonizado e a perícia foi acionada. Foi tudo muito rápido", afirmou Leonardo Couri. O corpo ainda não chegou no Instituto Médico Legal de Araruama.

Segundo informações preliminares do comando da PM, dois homens foram vistos na casa da cantora, que fica próximo ao local onde o carro foi localizado. Ainda não há informações sobre a ligação entre a possível invasão e o crime.

Loalwa Braz ficou conhecida como a voz da lambada, ritmo que se consagrou nos anos 80. Vocalista do grupo Kaoma, Loalwa alcançou o topo das paradas musicais com "Chorando se foi", que foi levada a 116 países ao longo de duas décadas.

Seca de 5 anos atrapalhou economia de Pernambuco

Pior seca dos últimos dez anos deixou prejuízo de R$ 104 bilhões no Nordeste

Paulo Veras

Seca reduziu em meio milhão o número de cabeças de gado no primeiro ano
Foto: André Nery/JC Imagem

Por cinco anos, choveu. A água fez vicejar a agricultura e a produção de frutas, alimentou o gado e fez crescer a bacia leiteira, dinamizou a produção do interior. Mas a seca enveredou pelos últimos cinco anos. A agricultura, que crescia 5,3% em 2011, encolheu espantosos 31,6% no ano seguinte. A pecuária, que avançava a 6,4%, recrudesceu 13,8% em 2012. Maior obra hídrica da do País, a Transposição do Rio São Francisco, que prometia levar água para 12 milhões de nordestinos, não ficou pronta a tempo. Um estudo técnico da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) estima em R$ 104 bilhões o prejuízo do Nordeste com a seca entre 2012 e 2015; considerada a pior dos últimos cem anos.

Para a bacia leiteira pernambucana, o efeito da seca foi dramático. O Estado, que chegou a produzir 2,5 milhões de litros de leite por dia, produz hoje pouco mais da metade: 1,4 milhão de litros diários. O rebanho bovino chegou a quase 2,5 milhões de animais nos tempos bons. Meio milhão morreu ou migrou para outros estados no primeiro ano. Das 760 mil vacas em lactação que existiam no Estado em 2011, restaram 360 fêmeas. O lado bom é que a seca fez com que ficassem apenas os melhores animais.

“Não sei como eles ainda conseguem produzir leite. No calor, uma vaca precisa em média de 120 litros de água por dia. Se a vaca não tem água suficiente ou se essa água não é de qualidade, a produção cai”, explica Erivânia Camelo de Almeida, coordenadora da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro). A água que era de graça, passou a ser paga e as fontes estão cada vez mais distantes dos produtores. A ração também estourou os custos. A saca do milho, que custava R$ 22, bateu em R$ 58. A da soja, que era R$ 48, passou para R$ 95.

No Agreste, onde a seca bateu mais forte e onde há hoje a maior deficiência hídrica do Estado, a falta de água atingiu em cheio a indústria têxtil, já que a produção depende diretamente de lavanderias e estamparias. “O jeans é o que mais necessita de água para a produção. Está difícil conseguir e ela está caríssima. Então tem muita lavanderia que não consegue fazer o serviço porque simplesmente não tem água disponível”, conta Fredi Maia, presidente do Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções de Pernambuco.

Em três anos, houve uma redução de 28 mil empregos com carteira assinada. Outros 30 mil estão comprometidos. A produção têxtil, que movimenta até R$ 6 bilhões por ano, só não está pior porque o Brasil reduziu a importação de roupas.

CIDADES EM COLAPSO

Segundo Roberto Tavares, presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), em torno de 60 cidades estão em situação de colapso, quando o abastecimento é feito por carros-pipa, ou pré-colapso. O projeto da Adutora do Agreste, que pretendia atender a região, atrasou pela queda nos repasses federais causados pela crise, diz. Desde que foi retomada, no segundo semestre do ano passado, porém, o aporte da União quadruplicou. Nesse ritmo, a adutora ficaria pronta em 2018.

Originalmente, o equipamento seria alimentado pela Transposição através de um ramal que, se sair, só estará pronto daqui a quatro anos. Como alternativa, o Estado tem mobilizado uma série de obras menores para levar água da Zona da Mata para o Agreste. “Pelas séries históricas, a seca já deveria ter terminado. Esse ano deve ter chuvas na média ou um pouco abaixo. Já é um alento. Quando a seca acabar, nós estaremos melhor preparados do que os demais estados do Nordeste por causa dessas obras”, garante.

Infraestrutura é o desafio para economia de Pernambuco

Economistas ouvidos pelo JC apontam infraestrutura e qualificação profissional como desafios

Paulo Veras

Futuro vai existir soluções de infraestrutura como o Arco Metropolitano que não sai do papel
Foto: Guga Matos/JC Imagem

Embora tenha plantado a base para um desenvolvimento de mais longo prazo, Pernambuco ainda tem desafios estratégicos para enfrentar de olho no futuro. O principal deles, segundo economistas ouvidos pelo JC, é na área de infraestrutura. Tida como a salvação do PIB industrial do Estado, a Jeep é um excelente exemplo. Só em dezembro do ano passado, quase dois anos depois de a fábrica entrar em operação, é que o governo do Estado deu a ordem de serviço para construção de uma sistema com uma linha de alta tensão para o polo automotivo, uma demanda antiga.

Pior: o Arco Metropolitano, que ia facilitar o escoamento da produção, já foi projetado como uma parceria público-privada (PPP) estadual, como uma obra pública do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e como concessão federal; até agora, porém, nem o traçado foi totalmente definido. O mini-arco, um projeto estadual que seria alternativa, também não começou. Por meio da sua assessoria de imprensa, a FCA, companhia da marca Jeep, defendeu o Arco como um vetor logístico de desenvolvimento para a Mata Norte que está nos horizontes da empresa.

Segundo Ricardo Essinger, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), o Arco Metropolitano é apenas um dos problemas de infraestrutura de Pernambuco. Ele diz ainda que o terminal de contêineres de Suape tem um dos mais caros custo portuário do Brasil. E lembra que o eixo da ferrovia Transnordestina está seguindo em direção ao Porto de Pecém, no Ceará, enquanto o braço pernambucano não avança rumo ao porto do Estado.

“O partido ora está com o governo (federal) e ora está contra o governo. O que não acontecia. No início da gestão desses dez anos, o governo era sempre alinhado ao governo federal. E atualmente ele não está. Então esses investimentos federais precisam ser alavancados. Está havendo uma crise? Está. Mas nós estamos sofrendo mais talvez por conta dessa posição que tem o governo estadual”, lembra ainda o economista presidente da Fiepe

QUALIFICAÇÃO

Economista e sócia da Ceplan Consultoria, Tânia Bacelar chama atenção ainda para a necessidade de mais qualificação da mão-de-obra. “Pernambuco sempre foi um centro educacional relevante. Mantem esse diferencial. Mas precisa investir mais ainda porque a economia do século XXI é muito baseada em conhecimento”, argumenta. “Quando a crise brasileira passar, PE tem um potencial de desdobramento, principalmente de cadeias novas, que a economia daqui abrigou que é muito interessante”, projeta.

Para Fábio Silva, membro do Conselho Regional de Economia de Pernambuco (Corecon-PE), além da infraestrutura além da melhoria na infraestrutura e dos investimentos em qualificação profissional, o governo precisa apostar em mecanismos como mecanismos fiscais para adensar as cadeias produtivas.

“A Fiat contrata produtos e serviços de uma grande quantidade de empresas. Automóvel tem vidro, borrachas, aço, auto-peças. E o que a gente tem observado é que existe um grande número de fornecedores que ainda não vieram para o Estado. Muito do que ela consome ainda vem de fora. Seria importante que com políticas públicas se favorecesse a instalação desses produtores. Isso é importante pensando no médio prazo para que esses setores puxem o crescimento de outros segmentos”, defende

Em 10 anos, Pernambuco foi do crescimento à crise econômica

Economia de Pernambuco se dinamizou nos últimos dez anos, mas sofreu fortemente com a crise

Paulo Veras

O ex-governador Eduardo Campos ao lado do ex-presidente Lula (PT) e do ex-presidente da Venezuela Hugo Chaves no canteiro de obras da Refinaria Abreu e Lima
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Uma refinaria de petróleo, dois estaleiros, um complexo químico-têxtil, uma fábrica de automóveis capaz de produzir anualmente 250 mil veículos. Por anos, Pernambuco foi um Eldorado de desenvolvimento. Alguns dos investimentos já estavam previstos antes de o PSB voltar ao governo, em 2007. Mas foram impulsionados por vultosos investimentos públicos que eram facilitados pela relação de amizade entre o ex-governador Eduardo Campos e o ex-presidente Lula (PT). Impulsionada, a economia de Pernambuco não só cresceu; como diversificou sua matriz e, até ser solapada pela seca e pela quebradeira na Petrobras, cresceu mais do que o País.

Não à toa, dois ex-secretários estaduais de Desenvolvimento integram a cúpula do PSB do Estado: o senador Fernando Bezerra Coelho e o prefeito do Recife, Geraldo Julio. Até 2011, todos os números do Produto Interno Bruto (PIB) eram muito favoráveis. Por um lado, o governo se especializou na atração de investimentos privados através da concessão de benefícios fiscais. Do outro, a aliança entre o governador e o presidente Lula garantia o forte aporte da União em investimentos públicos como a Transposição e a Refinaria Abreu e Lima (Rnest). Mesmo em 2009, quando a crise internacional impôs estagnação ao Brasil, Pernambuco marcou um crescimento de 1,6%. Aquecida, a construção civil engrossava a fileira de empregos. Com as novas plantas, a indústria avançou de 19,2% para 22% da economia do Estado.

“A partir de 2012, você já começa a verificar os efeitos da seca na agropecuária. Junto a isso, começava a se observar mudanças na região de Suape, com uma certa diminuição no ciclo de expansão da construção civil à medida que o estaleiro e a primeira parte da refinaria ficaram prontos”, explica Maurílio Lima, diretor de Estudos e Estatísticas da Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas (Condepe/Fidem). O PIB que crescia 4,5% em 2011 e fechou 2014 em 1,9%.

O ano da morte de Eduardo Campos e da eleição de Paulo Câmara foi o mesmo que deflagrou a Operação Lava Jato. Ícone do crescimento do Estado, a Rnest entrou na mira da investigação. Empreiteiras que trabalhavam na construção da planta industrial foram tragadas pelo escândalo de corrupção, assim como os agentes políticos; inclusive o próprio Eduardo. Sem receber, as empresas passaram a ter problema de caixa, dever fornecedores e funcionários. Em meio às incertezas, a Petrobras suspendeu as obras no segundo trem de refino, deixando a Rnest pela metade. No Brasil, a onda de desligamentos só foi menor do que a da construção de Brasília.

Segundo o presidente do Sintepav-PE, Aldo Amaral, entre 40 mil e 50 mil homens trabalharam no auge da construção da Rnest. “Hoje não tem 800 na área de construção”, estima. “Tem que botar as obras para recomeçar porque é o ponto de partida. É dali que diversos outros segmentos começam a se movimentar”, defende o sindicalista. Em dois anos, Pernambuco perdeu 136,5 mil empregos formais depois da crise.

'EFEITO PETROBRAS'

“O efeito Petrobras foi devastador”, afirma Maurílio. Braço da petrolífera, a Transpetro cancelou a construção de sete navios no Estaleiro Atlântico Sul e três no Vard Promar. A Companhia Petroquímica de Pernambuco (PQS) e a Companhia Têxtil Integrada de Pernambuco (Citepe), que custaram R$ 9 bilhões, foram vendidas por R$ 1,2 bilhão para a mexicana Alpek no final do ano passado, como parte do plano de desinvestimento da Petrobras. Em 2016, as duas empresas deram R$ 1,6 bilhão de prejuízo. “Foi um freio. A economia pernambucana sofreu um baque. Talvez seja a economia que mais sofreu, entre os estados, com essa crise na Petrobras”, afirma Maurílio.

Em 2015, o PIB de Pernambuco encolheu 3,5%. Os dois primeiros trimestres de 2016 também foram de dura retração (-7,6% e -3,5%). Com cenário nacional turvo, não há previsão de quando as coisas vão melhorar. Para o governo, porém, o trabalho dos últimos dez anos garante uma base industrial sob a qual Pernambuco conseguirá se recuperar mais rápido que o resto do País.

Quando se olha para o PIB, o que tem segurado a indústria é a Jeep. O polo automotivo de Goiana, na Mata Norte, é um dos mais modernos do mundo e, embora enfrente gargalos de infraestrutura, produz para além do mercado brasileiro em crise. Juntos, a fábrica da Jeep e 16 fornecedores empregam 9.000 pessoas. Em 2016, primeiro ano cheio desde que começou a operar, a empresa produziu 122 mil unidades dos modelos Jeep Renegade, Fiat Toro e Jeep Compass. Entre janeiro e novembro do ano passado, o Porto de Suape exportou 32,8 mil veículos.

Adolescente e jovem são encontrados mortos dentro de casa em Sairé

Corpos foram encontrados no Sítio Cruzeiro do Oeste, na zona rural de Sairé 
Arte: NE10

NE10 Interior

Um adolescente de 16 anos e uma jovem de 18 foram encontrados mortos nessa quarta-feira (18) dentro de uma casa no Sítio Cruzeiro do Oeste, na zona rural de Sairé, no Agreste de Pernambuco.

De acordo com a Polícia Militar, testemunhas teriam ouvido o barulho de um carro e em seguida alguns disparos durante a madrugada.

Ao entrar na residência, os policiais encontraram o corpo do adolescente na sala. Ele foi atingido por vários tiros de armas calibre 38 e 12. Já o cadáver de Vitória Bruna de Oliveira Silva, 18 anos, estava dentro de um quarto. Ela foi atingida por um tiro no peito.

A polícia não soube informar a autoria do crime, nem os motivos. Os corpos foram recolhidos pelo Instituto de Medicina Legal (IML) e levados para Caruaru.

Missas lembraram a passagem do 7° dia de morte do Monsenhor Geraldo

Via Blog Capoeiras


Missas lembram o 7° Dia da morte do Monsenhor Geraldo, em Capoeiras


Na matriz de São José, em Capoeiras, nesta quarta-feira, 18/01/2017, duas celebrações eucarísticas lembraram a passagem do Sétimo Dia do falecimento do Monsenhor Geraldo Batista de Lima. A primeira missa às 16h, foi celebrada pelo Bispo da Diocese de Sobral, Ceará, Dom Vasconcelos, e concelebrada pelo vigário paroquial de Capoeiras, Monsenhor José Augusto, e por outros padres da diocese de Garanhuns. A Igreja Matriz ficou lotada de fiéis católicos, amigos e familiares do Monsenhor.

Na homilia, Dom José Vasconcelos disse para os que creem em Deus, a morte não é o fim, mas o começo de uma nova vida, eterna e plena ao lado do criador.


No final da Santa Missa, os padres presentes homenagearam o Monsenhor Geraldo Batista lembrando histórias e falando das suas qualidades cristãs. Ao ser dito que os fiéis imaginassem a maravilha de Deus fazendo se encontrarem nos céus alegres as almas do Monsenhor Geraldo e de Frei Damião, muitas pessoas se emocionaram.


Três irmãs do Monsenhor Geraldo assistiram a celebração eucarística, uma delas falou e agradeceu aos capoeirenses, ao Monsenhor José Augusto e ao clero a forma carinhosa como têm tratado da memória do Monsenhor Geraldo e acolhido seus familiares.

O bispo e os padres homenagearam o monsenhor Geraldo Batista fazendo orações e depositando flores no seu tumulo localizado na própria Matriz de São José.



Ás 19h na Matriz de São José outra missa de 7º Dia foi celebrada em sufrágio da alma do monsenhor Geraldo, e novas homenagens foram prestadas