quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Maragogi nao terá carnaval

Prefeitos de Maragogi e Gameleira também cancelam Carnaval

O prefeito de Maragogi, Sérgio Lira (PP), em Alagoas, a 137 km do Recife, acabou de cancelar o período momesco da cidade, após ler notícia no meu blog de que o prefeito de Ribeirão, Marcelo Maranhao (PSB), saiu na frente, sendo o primeiro a desistir da festa por falta de recursos. A prefeita de Gameleira, Verônica do Major (PSB), também anunciou o cancelamento do carnaval da cidade por falta de recursos.

Homem é assassinado, quase degolado em Garanhuns

HOMEM É ASSASSINADO PRÓXIMO AO ATERRO SANITÁRIO EM GARANHUNS


Matéria destaque no Portal Agreste Violento

Por volta das 10h desta quarta-feira (25), populares encontraram o corpo de um homem as margens da BR-424, próximo ao Aterro Sanitário no município de Garanhuns, sentido a cidade de Caetés no Agreste do estado. A vítima que não foi identificada, apresentava várias lesões pelo corpo, provavelmente foi morta com golpes de foice e pauladas, armas encontradas ao seu lado, como praticamente degolada e um braço quebrado.

A Polícia Militar foi comunicada do ocorrido e preservou o local do crime até achegada da Polícia Civil comandada pelo delegado João Lins, que após realizar o levantamento do local encaminhou o corpo para o Instituto de Medicina Legal (IML) em Caruaru/PE.

Um popular que passava pelo local informou a Polícia Civil que, ele tinha costume de conversar com a vítima. O homem havia passado a morar neste casebre abandonado acerca de três meses, mas durante suas conversas ele nunca disse seu nome, apenas dizia que havia abandonado a família que mora no Sítio Papa Terra em Garanhuns para ter ido morar sozinho. A 22ª delegacia realiza buscas para identifica essa possível família.

De acordo com o delegado, a casa estava completamente revirada, dando a entender que houve alguma luta corporal. Ele não portava documentos pessoais nem carteira porta cédulas e pode ter sido assaltado. Provavelmente, a foice e dois pedaços de madeiras usados no crime foram adquiridos no próprio local, como também a vítima se encontrava armada com um facão na cintura.



No casebre os Agentes encontraram uma foto de um homem que provavelmente seja a vítima assassinada. As investigações continuam em andamento.

Com Informações e Fotos :

Agreste Violento

Gilmar diz que vai julgar Lava Jato com 'naturalidade' se for relator

LETÍCIA CASADO
DE BRASÍLIA

FolhapressO ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes disse nesta quarta (25) que que vai julgar os os processos da Operação Lava Jato com "naturalidade", caso vire relator.

"[Eu agiria com a] Mesma naturalidade com que eu decido todos os processos. Estou em Brasília, vocês sabem, desde 1974 e conheço os personagens todos aí da vida política há muitos anos e lido com os processos com a abertura que os senhores conhecem no plenário", disse Gilmar Mendes a jornalistas ao chegar ao Supremo para conversar com Cármen Lúcia.

Ele disse que a presidente Cármen Lúcia está conversando com os ministros para que a definição sobre o novo relator da Lava Jato seja a "mais institucional possível".

No domingo, Mendes foi ao Palácio do Jaburu conversar com o presidente Michel Temer. O ministro e o presidente têm relação de proximidade há anos.

"Foi uma conversa de informação, de avaliação de momento, de cenário. Análise em linhas gerais do que está sendo feito", disse Gilmar.

Para o ministro, Michel Temer acertou na decisão de aguardar a definição do novo relator antes de anunciar quem ocupará a vaga no STF de do antigo relator Teori Zavascki, morto em acidente aéreo na quinta (19).

"Me parece que é uma deferência à própria corte, para que também não haja tumultos políticos, suposições de interferências e tudo mais. E uma manifestação de respeito à harmonia entre os poderes", disse.

Segundo Gilmar Mendes, Cármen Lúcia ainda não chegou a uma decisão sobre como será distribuída a relatoria.

"A presidente está conduzindo as conversas com todos os colegas para que nós tenhamos um encaminhamento o mais institucional possível. Acho que esse será o encaminhamento que terá o apoio, se não da unanimidade dos colegas, pelo menos da ampla maioria. É isso que a presidente deve estar costurando e fazendo", afirmou.

Eles começaram a conversar sobre a sucessão da relatoria no sábado, quando voltaram juntos em avião da FAB do enterro de Teori.

Gilmar Mendes não quis comentar sobre as alternativas para a substituição do relator.

Ele elogiou a decisão de Cármen Lúcia de dar seguimento ao processo da homologação da delação dos 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht.

"A presidente é extremamente competente e ágil e atua com rigor jurídico e científico e também com a responsabilidade política para não deixar que as matérias sofram qualquer retardo. Este é o cuidado que certamente se tem neste momento", afirmou.

Depois que a delação for homologada, as informações poderão ser usadas para embasar os inquéritos da Lava Jato. Os investigadores poderão, por exemplo, pedir a abertura de um inquérito ou solicitar um mandado de busca e apreensão em determinado endereço.

A relatoria da Lava Jato pode ficar com algum dos ministros da Segunda Turma do STF, da qual Teori fazia parte.

PF investiga lavagem de dinheiro de U$ 100 milhões

26/01/2017

Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal e o Ministério Público Federal, com apoio da Receita Federal, deflagram hoje (26/1) a Operação Eficiência, desdobramento da Operação Calicute deflagrada no fim de 2016. 

Cerca de 80 Policiais Federais cumprem 9 mandados de prisão preventiva, 4 de condução coercitiva e 22 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro. Os mandados foram expedidos pela 7º Vara Federal Criminal. 

A PF investiga crimes de lavagem de dinheiro consistentes na ocultação no exterior de aproximadamente U$ 100 milhões. Boa parte dos valores já foi repatriada. Também são investigados os crimes de corrupção ativa e corrupção passiva, além de organização criminosa. Grandes empresários estão entre os investigados que tiveram a prisão preventiva decretada. 

Haverá entrevista coletiva hoje, às 10h30, na Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, situada na Av. Rodrigues Alves nº 01- Saúde. 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro 
Contato: (21) 2203-4406 / 4407 
cs.srrj@dpf.gov.br

Polícia Federal indicia dona de triplex no Guarujá; Lula e família não foram envolvidos

Ex-presidente, porém, permanece sendo investigado em apuração à parte

A Polícia Federal indiciou a publicitária Nelci Warken, proprietária confessa de um triplex localizado no Guarujá, alvo de investigação da fase Triplo X, da Operação Lava Jato. O relatório foi entregue pela PF à Justiça na última sexta-feira e divulgado nesta quinta-feira pelo juiz Sérgio Moro.

Além de Nelci, também foram indiciados funcionários da empresa Mossack Fonseca no Brasil: Maria Mercedes Riaño, Luis Fernando hernandez, Rodrigo Andrés Cuesta Hernandez, Ricardo Honório neto e Renata Pereira Britto. O empresário Ademir Auada, intermediário de negócios para a empresa, também foi indiciado.

Por outro lado, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e sua família não entraram na lista de indiciados. Porém, segundo o portal UOL, há outro inquérito em curso que investiga suposto pagamento de propina por parte de Lula através de reformas

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

“A violência em Pernambuco está insustentável”, diz Humberto Costa

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jamildo

    

O líder do PT no Senado, Humberto Costa, declarou-se preocupado com o crescente índice de violência em Pernambuco.

“O estado está vivendo um dos seus momentos mais violentos e com maior nível de insegurança por parte de sua população. As autoridades precisam urgentemente tomar providências”, cobrou o petista, que precisa renovar o mandato no próximo ano, se decidir disputar a reeleição como senador. haverá duas vagas em disputa, a dele e a de Armando Monteiro.

Os homicídios cresceram 44% nos últimos três anos, número considerado insustentável pelo senador.

“Pernambuco perdeu completamente o rumo e está sem política nenhuma na área da segurança pública. O que vemos são as pessoas com medo de sair de casa porque se sentem inseguras nas ruas. Isso sem falar nos diversos casos de estupros e de violência contra as mulheres ”, disse.

Em 2016, o número de mortes cresceu 15,17%, em relação ao ano anterior. Pernambuco voltou a figurar entre os 10 estados mais violentos do País, já em 2015, ocupando a sétima posição. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o número de homicídios por 100 mil habitantes ficou em 42. Os dados de 2016 ainda não estão disponíveis, mas a expectativa é de que tenha se aproximado de 50, quase o dobro da média nacional que é de 27 para 100 mil pessoas.

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“O atual governo vem culpando a crise, mas essa curva ascendente da violência já vem desde o final de 2013. A verdade é que não se investiu em políticas públicas para a segurança. Não conseguiram que as polícias e os serviços de inteligência trabalhassem integradamente. E hoje estamos vivendo um grande caos com essa quebra de braço entre a polícia militar e o governo de Pernambuco, onde quem perde é a população que fica completamente desprotegida”, criticou o senador Humberto.

“Além disso, o Brasil vive uma crise no sistema prisional que o Governo Federal também não está sabendo enfrentar. O sistema de Pernambuco também está na lista dos presídios que encarceram um número bem maior do que a capacidade permite. Hoje (25), houve um princípio de tumulto na Penitenciária Agroindustrial São José (PAI), localizada em Itamaracá, por causa da morte de um detento. Os presos fizeram um protesto para reclamar das condições precárias em que estão encarcerados”.

“Um lugar onde a capacidade é de 700 presos e deixam lá 2.600 é uma bomba prestes a explodir. O caos é iminente em Pernambuco e, se o Estado não entrar fortemente e com uma política organizada para a Segurança, passaremos, infelizmente, por momentos terríveis e o número de homicídios vai aumentar ainda mais”, disse lamentar Humberto Costa.

Temer é contra ideia de Cármen Lúcia homologar delação da Odebrecht

VALDO CRUZ
GUSTAVO URIBE
DE BRASÍLIA

Pedro Ladeira - 5.fev.2016/FolhapressMichel Temer e a ministra Cármen Lúcia durante sessão no STF, em Brasília (DF)

O governo federal defende que a presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carmen Lúcia, escolha o nome de um relator para os processos da Operação Lava Jato antes de definir a homologação das delações premiadas de executivos de empreiteiras.

Ou seja, na avaliação da equipe presidencial, a ministra não deveria homologar a delação da Odebrecht durante o período do recesso do Judiciário, como é defendido por procuradores para evitar maiores atrasos no processo do acordo da empreiteira.

Assessores presidenciais destacam que, assim que a homologação for feita, o conteúdo dos depoimentos dos executivos da Odebrecht deve ser divulgado, o que tende a gerar turbulências para o Palácio do Planalto e seus aliados. Daí que o governo prefere que a homologação não aconteça agora.

A equipe de Temer ressalva, porém, que o governo não irá fazer nenhuma gestão neste sentido, de evitar antecipar a homologação, por avaliar que esta é uma decisão da presidente do Supremo e de seus colegas de tribunal. O presidente tem dito que não quer criar nenhuma área de atrito com Cármen Lúcia e tem elogiado sua atuação à frente da presidência do STF.

Em conversas reservadas, assessores e auxiliares presidenciais acham que a ministra deveria primeiro redistribuir os processos entre os ministros da 2ª Turma da Suprema Corte, composta por Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Isto deve ocorrer apenas na volta dos trabalhos do Judiciário, em fevereiro.

Para evitar a acusação de que o presidente Michel Temer quer interferir nas investigações, o Palácio do Planalto prega que o novo ministro que será indicado pelo peemedebista não integre a 2ª Turma e que o lugar de Teori Zavascki seja preenchido pelo ministro Edson Fachin.

O tema tem sido tratado pelo presidente com auxiliares e assessores e foi discutido em jantar, na noite de terça-feira (24), entre o peemedebista e o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL).

No mesmo dia, contudo, o procurador­-geral da República, Rodrigo Janot, abriu uma brecha para a presidente do STF homologar a delação premiada dos 77 ex-executivos da Odebrecht ainda durante o período do recesso, que termina na próxima terça-feira (31).

Janot fez um pedido formal de urgência à ministra para apressar a homologação da delação premiada. A presidente do STF avalia a possibilidade de adotar a medida, mas ainda não tomou uma decisão.

Antes de definir um nome, Temer pretende consultar Cármen Lúcia, em uma deferência à presidente da Suprema Corte e para evitar passar a mensagem pública de interferência no Poder Judiciário.

Ele só pretende avaliar a questão, no entanto, quando for anunciado o novo relator da Operação Lava Jato. O peemedebista já definiu o perfil que quer para a função: um nome técnico, apartidário e discreto, com passagem em um dos tribunais superiores do país.

Na lista dos principais cotados, estão Isabel Galotti, Luis Felipe Salomão e Ricardo Villas Cueva, ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça), e Ives Gandra Filho, presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho).

PGR pede arquivamento de inquérito sobre Lindbergh Farias na Lava Jato

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr

Agência Brasil – A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento do inquérito no qual o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) é investigado pelo crime de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato.

A investigação contra o senador foi aberta no Supremo em março de 2015, a pedido da PGR. Na ocasião, a Procuradoria afirmou que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse ter recebido, em 2010, a visita de Lindbergh pedindo R$ 2 milhões para sua campanha ao Senado

No parecer, a PGR seguiu o mesmo entendimento da Polícia Federal, que, em novembro do ano passado, também pediu o arquivamento da investigação. De acordo com procurador-geral, Rodrigo Janot, não há “elementos suficientes para a deflagração de ação penal”.

“Os resultados das diligências realizadas, conquanto não infirmem as mencionadas declarações, não foram capazes de reforçá-las, persistindo até mesmo dúvidas em relação a circunstâncias essenciais dos fatos aqui versados, tais como o local da primeira reunião entre o investigado e o ex-diretor da petrolífera e a suposta pessoa que teria repassado os dois milhões de reais”, disse Janot.

O inquérito era presidido pelo ministro Teori Zavascki, que morreu em um acidente de avião em Paraty (RJ) na semana passada. Com a morte do magistrado, a Corte ainda busca uma solução interna para a escolha do novo relator dos processos da Lava Jato.