quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Assalto com morte em Garanhuns

VIOLÊNCIA EM GARANHUNS: Assaltante morre ao tentar Assaltar Bombeiro nas imediações do Hospital Perpétuo Socorro
Carlos Eugênio
 

E a violência em Garanhuns cresce a cada dia. Hoje, dia 1º, por volta das 11h20min, dois suspeitos armados no cruzamento das ruas Ildefonso Lopes e Ernesto Dourado, no bairro de Heliópolis, tentaram assaltar um Bombeiro Militar e um dos assaltantes morreu após reação do Militar. A Informação é do Blog Arlete Santos Notícias.

Além do assaltante morto, o comparsa também ficou ferido na região do tórax e no braço, mas com a ajuda de um terceiro suspeito consegui fugir. Eles estavam em um veículo de cor preta, de placas e marca não registrados e tentaram o assalto nas proximidades do Hospital Perpétuo Socorro.

Uma Unidade do SAMU foi acionada, mas ao chegar ao local constatou que o assaltante já estava em óbito. A Polícia Militar realizou o isolamento da área até a chegada da equipe da 22ª Delegacia de Homicídios de Garanhuns. (Com informações e imagens de http://www.arletesantos.com.br/)

Agora - Tentativa de assalto com morte em Garanhuns

Nos chegam informações que uma dupla de bandidos tentou assaltar um policial nas imediações do hospital perpétuo socorro aqui em Garanhuns, o policial reagiu e matou um dos assaltantes, o outro está em fuga na região onde a polícia faz buscas no intuito de encontrar o mesmo. Mais informações a qualquer momento em nossas atualizações.



Governo decreta emergência em 70 municípios Pernambucanos


O Governo de Pernambuco decretou situação de emergência em 70 municípios do Agreste devido à estiagem. “Fica declarada a existência de ‘situação de emergência’ por um período de 180 dias”, assinalou o governador Paulo Câmara por meio do decreto publicado no Diário Oficial do estado nesta terça-feira (31).

Ainda conforme consta no decreto, “os órgãos estaduais localizados nas áreas atingidas […] adotarão as medidas necessárias para o combate da situação em conjunto com os órgãos municipais”.

Em agosto de 2016, o governo havia declaro situação de emergência em 69 municípios. Os municípios que estão em situação de emergência são os seguintes:

Agrestina, Águas Belas, Alagoinha, Altinho, Angelim, Belo Jardim, Bezerros, Bom Conselho, Bom Jardim, Bonito, Brejão, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Cachoeirinha, Caetés, Calçado, Camocim de São Félix, Canhotinho, Capoeiras, Jurema, Lagoa do Ouro, Lagoa dos Gatos;

Lajedo, Limoeiro, Machados, Orobó, Palmeirina, Panelas, Paranatama, Passira, Pedra, Pesqueira, Poção, Riacho das Almas, Sairé, Salgadinho, Saloá, Sanharó, Caruaru, Casinhas, Correntes, Cumaru, Cupira, Feira Nova, Frei Miguelinho, Garanhuns, Gravatá;

Iati, Ibirajuba, Itaíba, Jataúba, João Alfredo, Jucati, Jupi, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Bento do Una, São Caetano, São João, São Joaquim do Monte, São Vicente Ferrer, Surubim, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte, Terezinha, Toritama, Tupanatinga, Vertente do Lério, Vertentes e Venturosa.

Do G1/Caruaru e região.

Comerciante de Surubim capota carro após investida de assaltantes armados

Imagens compartilhadas em redes sociais

No começo da tarde desta terça-feira (31) um comerciante da cidade de Surubim foi alvo de uma tentativa de assalto na BR-104, em Caruaru.


De acordo com as informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o comerciante, que não teve seu nome divulgado, foi emboscado na altura de um parque de vaquejadas por criminosos armados, que também estava de carro. Na ação, ele acabou perdendo o controle do veículo e capotando na pista.


O mesmo transportava rolos de tecidos, que ficaram espalhados pela pista. A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para realizar os trabalhos de organização do trânsito e coleta de informações.

O comerciante, que tem 48 anos, teve apenas ferimentos leves, sendo socorrido para o Hospital Regional do Agreste. Nada foi levado e ninguém foi preso.

Blog do Ney Lima

Big Ben fecha lojas e demite funcionários no Recife

Enquanto rede de farmácias passa por reestruturação econômica em todo o País, lojas do Recife estão desabastecidas e algumas já chegaram a fechar, gerando demissões

Da editoria de Economia

Loja do bairro das Graças fechou. Aviso na porta diz que operação foi distribuída para outras unidades
Foto: André Ner/ JC Imagem

Lojas esvaziadas, medicamentos básicos em falta e operações fechadas em Pernambuco. Esse é o atual cenário da rede de farmácias Big Ben, que chegou ao Estado há quase uma década estimulando uma acirrada competição no setor. A empresa, que está passando por um processo de reestruturação econômica em todo o Brasil, sofre com a falta de estoques na maioria dos estabelecimentos. Faltam medicamentos simples, como amoxicilina, dipirona e paracetamol. Não há previsão para a reposição de produtos. Paralelamente, funcionários já foram demitidos e os que estão no emprego sofrem com um quadro de incerteza. 

“Já faz uns três meses que vários remédios estão faltando. A gente ouve dos próprios clientes uns rumores de que a Big Ben vai fechar e a gente vai ser demitido. Mas ninguém da chefia disse nada sobre o assunto”, declara a funcionária de uma loja na Zona Norte do Recife. 

Demitida nessa terça-feira (31), uma atendente de uma das lojas mais antigas da cidade, na Domingos Ferreira, disse ao JC que se sentia aliviada. “Apesar da tristeza, conforta saber que vou receber todos os meus direitos. O grande medo de todo mundo era ser demitido e ficar sem nada”, conta a ex-funcionária que trabalhava há sete anos para a empresa e preferiu não se identificar. Segundo ela, vários colegas de diferentes lojas foram dispensados ontem sob o argumento de corte de pessoal. 

Enquanto em algumas lojas os trabalhadores ainda não sabem qual será o futuro, em outras o desligamento de profissionais já é certo e declarado pela gerência. “A empresa está passando por uma fase muito complicada. Eu sou líder aqui e preciso escolher, entre as pessoas da minha equipe, quem vai sair. Minha esposa também acabou de ser demitida. Essa situação toda é muito difícil”, aponta o gerente de uma outra unidade da Big Ben na área central do Recife. 

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Até o momento, pararam de funcionar uma operação no bairro das Graças, outra no Espinheiro e uma em Caruaru, Agreste do Estado. Na unidade das Graças, localizada na Rua Senador Alberto Paiva, um aviso na porta avisa que a loja teve suas operações transferidas para outra unidade desde o dia 18 de janeiro. 

De acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Produtores farmacêuticos de Pernambuco, Ozéas Gomes, a rede tem 72 lojas no Estado, sendo a segunda maior operação do País, depois do Pará. “Cada empresa sabe onde a crise aperta e a Big Ben está reorganizando sua estrutura. Mas o importante é que o setor não está em crise”, diz. Até o fechamento desta reportagem, a empresa não retornou as ligações do JC.

SETOR

Embora a rede Big Ben esteja passando por uma crise, o setor farmacêutico segue crescendo em todo o Brasil. Entre janeiro e novembro de 2016, último dado levantado, a Abrafarma contabilizava 6.377 lojas referentes a todas as 27 redes de farmácia associadas.

Grupo ligado a Marina tinha negócios com Lidermac

Contratos mais vantajosos foram em parceria com a construtora carioca Construcap, coordenada por aliados da ex-ministra, que chegou a ser vice, e depois titular, na chapa do ex-governador Eduardo Campos à presidência, em 2014

Por: Folha de Pernambuco

Ex-ministra Marina SilvaFoto: José Cruz/ABr

A construtora Lidermac, investigada por participação em um esquema de lavagem de dinheiro, tem como um dos contratos mais volumosos com o Governo do Estado uma parceria com a construtora carioca Construcap, coordenada por aliados da ex-ministra Marina Silva, que chegou a ser vice, e depois titular, na chapa do ex-governador Eduardo Campos à presidência, em 2014.

O consórcio formado pelas empresas foi responsável pela construção do acesso viário da fábrica da Fiat, publicado no Diário Oficial, em agosto de 2013, e foi uma das contrapartidas do Estado no investimento privado. O custo da obra foi orçado em R$ 142 milhões. 

A Construcap foi alvo da Operação Abismo, na 31° fase da Operação Lava Jato, quando foram levados em condução coercitiva Eduardo e Roberto Capobianco, da família do ambientalista João Paulo Capobianco, coordenador da campanha da ex-ministra Marina Silva, em 2010, e um dos colaboradores do seu projeto eleitoral em 2014. Neste pleito, Silva e o ex-governador Eduardo Campos fizeram uma aliança na eleição presidencial.

Na campanha de 2014, a Construcap doou para o comitê da campanha presidencial socialista o valor de R$ 464.309,23. Em 2010, a empreiteira também foi uma das doadoras oficiais da campanha de Marina Silva. O projeto eleitoral recebeu R$ 3,15 milhões de empreiteiras, entre elas, a Construcap. Além da construtora carioca, o montante também recebeu doações feitas pela Camargo Correia, Andrade Gutierrez e Promon S/A.

Abismo
Em julho de 2017, a Polícia Federal deflagrou a Operação Abismo para investigar suspeitas de desvios em licitações para a reforma do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes). A suspeita é que as firmas integrantes do consórcio -integrado pelas empreiteiras OAS, Carioca Engenharia, Construbase Engenharia, Schahin Engenharia e Construcap CCPS Engenharia - formaram um cartel para fixar preços e fraudar a licitação da reforma do centro de pesquisa da Petrobras.

Delatores
João Paulo Capobianco não participa comercialmente dos negócios da família. No entanto, delatores da Carioca Engenharia teriam citado o empresário como representante da empresa em reuniões que teriam resultado no direcionamento da obra. 

A reportagem entrou em contato com a assessoria de Marina Silva, que ressaltou que João Capobianco não foi coordenador da campanha de 2014, mas atuou como coordenador apenas do projeto presidencial de 2010. Também foram procuradas a Construcap e o empresário João Capobianco, sem sucesso. 

Vórtex
A operação - um desdobramento da Turbulência - veio a tona na última terça-feira (31) após investigações mostrarem que a Lidermac repassou, em julho de 2014, o montante de R$ 159.910,00 para a Câmara e Vasconcelos, já investigada na Turbulência, e que, segundo a Polícia Federal (PF), repassou esse mesmo valor, dois dias depois, para a dona do Cessna Citation, aeronave que vitimou o ex-governador Eduardo Campos (PSB) durante a campanha presidencial em agosto de 2014. A conta bancária da Câmara e Vasconcelos teria sido usada, segundo a PF, como uma espécie de “conta de passagem”.

Na manhã da última terça (31), seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos e quatro de conduções coercitivas expedidos em nome dos sócios Rodrigo Leicht Carneiro Leão, Gerson Carneiro Leão Neto, Glauco José Carneiro Leão Filho e Camila Leicht Carneiro Leão, porém só três foram levados para prestar depoimento. A PF, todavia, disse que a quarta pessoa, que não estava no Recife, se comprometeu a se apresentar.

Contratos 
Além de estar ligada ao esquema de compra do jatinho, a empresa também firmou contratos milionários com o Governo do Estado entre 2010 a 2016, com valores que giram em torno de R$ 87 milhões, segundo a Polícia Federal. Desse montante, R$ 75 milhões foram firmados até 2014, período no qual Eduardo Campos estava à frente do Governo. "Esse fato não quer dizer que esses contratos são irregulares. Mas o fato de ter sido usado uma empresa como uma conta de passagem, é algo típico de quando ocorre lavagem de dinheiro", explicou o superintendente da PF em Pernambuco, Marcello Diniz Cordeiro. 

Doações
Ao mesmo tempo em que os contratos aumentaram, as doações eleitorais da empresa saltaram de R$ 30 mil, em 2006, para R$ 3,8 milhões, em 2014, segundo a PF. Extraoficialmente, uma fonte ligada à investigação afirmou que, deste montante, R$ 1,5 milhão teria sido para a campanha do governador Paulo Câmara via PSB. 

Entretanto, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2014, a empresa doou R$ 1.650.000,00 para campanhas de seis partidos da então Frente Popular, sendo R$ 500 mil destinados ao Diretório Nacional do PSB, quantia que foi repassada à campanha do governador Paulo Câmara (PSB). Atualmente, as empresas privadas estão proibidas de fazer doações eleitorais por determinação do Supremo Tribunal Federal. 

A Vórtex, que é uma segunda fase da Turbulência, foi iniciada no segundo semestre de 2016. Na época em que houve o arquivamento da investigação de organização criminosa no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) - novembro de 2016 - a força tarefa do Ministério Público Federal (MPF) identificou irregularidades que levavam ao crime de lavagem de dinheiro, com cruzamento de dados bancários e dados do Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) e Controladoria-Geral da União (CGU).

Policial militar é demitido após briga por causa de R$ 70

Policial foi investigado pela Corregedoria Geral da SDS. Foto: TV Jornal/Arquivo

Um cabo da Polícia Militar de Pernambuco foi excluído da corporação após se envolver em uma briga por causa de uma dívida de R$ 70. De acordo com as investigações, o cabo João Denílson Aureliano da Silva teria agredido fisicamente com chutes a vítima porque ela não teria pago o dinheiro emprestado.

Além de perder o emprego, o policial foi condenado a dois anos e 20 dias de prisão pelo crime de lesão corporal de natureza grave. O caso aconteceu na Rua Agamenon Magalhães, na cidade de Araripina, no Sertão pernambucano.

Ainda segundo as investigações, as agressões “teriam sido provocadas pela ‘desconfiança’ do acusado de que a esposa da vítima teria se apropriado de uma quantia em dinheiro proveniente de um torneio de sinuca”.

A exclusão do policial militar foi determinada pelo secretário de Defesa Social, Angelo Gioia. A decisão foi publicada no Diário Oficial.

SDS não vai mais divulgar estatísticas diárias de homicídios

Raphael Guerra

    

Com número de homicídios em alta, SDS só irá divulgar estatísticas uma vez por mês. Foto: JC Imagem/Arquivo

Após dez anos, a Secretaria de Defesa Social (SDS) decidiu criar uma nova metodologia para contabilizar os homicídios registrados em Pernambuco. O assunto está sob estudo do novo gestor de estatísticas da pasta de segurança pública. Desde o início do mês, os números deixaram de ser divulgados diariamente no site oficial da SDS – o que tem chamado a atenção e sido alvo de críticas, principalmente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE).

A decisão de mudar a metodologia acontece justamente no momento em que o Estado registra aumento significativo no número de assassinatos. No ano passado, mais de 4.400 homicídios foram contabilizados. Entre os anos de 2013 e 2016, a taxa de assassinatos por 100 habitantes também registrou aumento considerável.

A promessa da SDS é de que até a próxima semana os números consolidados de janeiro sejam divulgados. Mas ficou decidido que isso só acontecerá, publicamente, uma vez por mês. Desde o início do programa Pacto pela Vida, as estatísticas eram atualizadas diariamente, no site da SDS, trazendo mais transparência à situação da violência no Estado.

Nos próximos dias, após a avaliação e decisão sobre a nova metodologia em estudo, a pasta deve divulgar detalhes de como os homicídios serão agora contabilizados.

Confira trecho da nota oficial do Sinpol-PE sobre o assunto:

“Temos denunciado a inaceitável falta de estrutura enfrentada pelas forças de segurança do estado. Faltam coletes, armamentos, gasolina para diligências, viaturas, papeis para impressão de boletins de ocorrência e principalmente efetivo policial. O pior é que, além de nada disso ter sido resolvido, as ações praticadas pela SDS não vem obtendo o resultado esperado, como foi a recente ‘dança das cadeiras’ com mais de 20 delegados de polícia, pois, mudam-se as pessoas, mas, mantém-se a precária estrutura e falta de efetivo. O combate a crescente onda de violência fica ainda mais prejudicado quando o Governo deixa de publicar os dados e estatísticas da violência em 2017. Essa falta de transparência nos preocupa muito, pois para que se possa atacar de forma efetiva e se combater esse aumento da criminalidade, precisamos trabalhar em cima de dados reais para que assim a política pública de segurança também seja real. O combate a criminalidade não é feito só com polícia, mas na questão do tocante a esta, o modelo que aí está não mais serve para a sociedade pernambucana. Essa situação nos assusta porque parece que o governo não quer atacar o problema de forma real.”