domingo, 9 de abril de 2017

Limpa vômito do face de Temer nao ta dando conta


Profissional apaga vômito nas postagens de Temer


Magno Martins


Cada post tem em média 3 mil comentários negativos


(DCM) Com informações de Roberto de Martin:


Não é fácil a vida de quem cuida das redes sociais do Planalto.


Dado o desprezo pelo presidente, existe um profissional destacado apenas para cuidar de limpar o Facebook dos emojis de vômito. A cada declaração de desastrosa de Temer, e todo dia tem uma, é uma enxurrada.


O “limpador”, chamemos assim, diz que tira “milhares por dia”. Há uma tentativa de estabelecer diálogo com os internautas, mas “é impossível”.


O Facebook foi procurado para ver se havia uma maneira de se livrar dos vomitinhos. Não deu em nada.


Para cada post, a média é de 3 mil comentários negativos


sábado, 8 de abril de 2017

Noite de terror em Sertânia


Nill Júnior

Tiros atingiram varanda na Avenida Agamenon Magalhães. Foto: tribuna do Moxotó


Arrastão e homicídio marcaram noite na cidade

Sertânia viveu uma noite de medo da sexta para o sábado. A cidade do Sertão do Moxotó foi alvo de arrastões a estabelecimentos comerciais e pessoas nas ruas, além de um homicídio.

Um jovem de 21 anos, identificado como Marciel Morais Silva, foi morto a tiros por dois homens nas imediações da avenida Agamenon Magalhães. Ele etava com traje escolar quando foi perseguido e morto. Marciel era estudante da Escola estadual Jorge de Menezes.

A situação continuou esta manhã. Pelo menos uma farmácia e um motociclista também foram várias de assalto a mão armada esta manhã. A população reclama do pequeno número de policiais na cidade além de falta de estruturada Polícia Civil para investigar os crimes

Soldado perde testículo após sessão de tortura no alojamento do Exército




Por Estadão




Jovem de 20 anos sofreu golpes com pedaços de madeira, plástico e fios e precisou ter o órgão amputado


Com as mãos e os pés amarrados, o soldado de 20 anos do 27.º Batalhão de Infantaria Paraquedista que sonhava em seguir a carreira militar sofreu golpes com pedaços de madeira, plásticos e fios. Na sequência, foi deitado em uma cama e um cabo mordeu suas nádegas até sangrar e arrancar pedaços. O jovem teve um testículo amputado por causa das agressões. O relato é do advogado Marcelo Figueira, que representa o soldado na ação movida na Justiça Federal contra 18 cabos acusados de tortura.

Em nota, o Comando Militar do Leste do Exército informou que instaurou inquérito policial militar sobre o caso e indiciou e expulsou até agora oito pessoas. Eles foram licenciados em 28 de fevereiro e não têm mais vínculo administrativo com a instituição. O caso foi revelado pelo jornal O Globo.

Segundo Figueira, a sessão de tortura aconteceu no segundo andar do alojamento dos cabos, em horário fora do expediente. Para que os golpes e os gritos do jovem não fossem vistos nem ouvidos, os agressores fecharam janelas e cortinas. Um soldado que estava com o rapaz, e que também seria torturado, teria desmaiado ao testemunhar as agressões.

Figueira afirma que os cabos mandaram que, no dia seguinte, a vítima usasse roupas de mangas compridas e calças para que ninguém visse as marcas. Mas, dois dias depois, por causa dos golpes nos testículos, ele teve um órgão amputado - e o outro ficou comprometido. Após a operação, os médicos informaram que o soldado não poderá mais saltar de paraquedas. 

O caso aconteceu há dez meses, mas apenas em fevereiro deste ano o soldado decidiu acionar a Justiça Federal do Rio. A vítima mora na zona norte da cidade e preferiu não ter o nome divulgado.

“Entendemos que a União tem responsabilidade neste caso. Ele está muito traumatizado, fazendo acompanhamento psiquiátrico e psicológico. O sonho dele era ser paraquedista igual ao tio. Passou da fase de recruta com as melhores notas, mas agora não quer mais voltar para o Exército”, disse Figueira.

O soldado, que estava na Força havia um ano e meio, entrou em licença médica para recuperação física e psicológica. Segundo o advogado, ele pediu ao comandante para que fosse deslocado para outro grupo, para não ter de conviver com os agressores, mas não foi atendido.

Denúncia

A Justiça Militar da União recebeu denúncia feita pelo Ministério Público Militar em 14 de março. A iniciativa desencadeou um processo em curso na Justiça Militar. Uma audiência está agendada para o dia 10 de maio de 2017, segundo informou o Exército.

Em nota, o comando do 27.º Batalhão de Infantaria Paraquedista afirmou que adotou todas as medidas administrativas e de apoio médico e psicológico. “Após a recuperação de uma cirurgia a que foi submetido, na qual foi extraído um dos testículos, o militar passou por uma inspeção de saúde, em 31 de agosto de 2016, recebendo o parecer ‘apto’, visto que o fato não resulta em incapacidade definitiva para o serviço do Exército. Entretanto, desde 21 de outubro de 2016, o soldado foi afastado de suas atividades de trabalho para fins de tratamento psicológico”, informou o Exército.

O órgão também afirmou que “rechaça veementemente a prática de maus-tratos ou de qualquer ato que viole direitos fundamentais dos militares em treinamento e cursos de formação”. “O Exército Brasileiro dispõe, na grade curricular do programa padrão de instrução individual básica, o ensino de direitos humanos. Durante a formação dos militares, são transmitidos conhecimentos para prevenir e coibir práticas violadoras de direitos e maus-tratos, com o objetivo de evitar riscos à integridade física e ofensas à dignidade da pessoa humana.” 

No Recife, os garis paralisam em greve


Greve: garis do Recife param no fim de semana

Magno Martins


Garis decidiram suspender as atividades no fim de semana (Foto: Katherine Coutinho / G1)

Três mil trabalhadores de duas empresas fizeram assembleia e paralisaram serviços nesta sexta (7). Por dia, são coletadas 1.600 toneladas de material.

Por G1 PE

Os três mil trabalhadores de duas empresas contratadas para fazer a coleta de lixo no Recife paralisaram as atividades nesta sexta-feira (7). Os funcionários da Vital Engenharia e da Cael realizaram assembleia durante a manhã a afirmaram que ficarão sem trabalhar até a segunda-feira (10), suspendendo os serviços no fim de semana.

A Prefeitura do Recife informou que vai tentar conseguir a retomada das atividades da categoria por meio de ação judicial. Segundo a assessoria de comunicação da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana da cidade (Emlurb), essa é a única atitude a ser tomada pelo poder público, uma vez que o serviço é terceirizado.

A paralisação dos garis deverá provocar o acúmulo de lixo nas ruas da capital pernambucana. De acordo com a Emlurb, por dia, são retiradas das vias públicas 1.600 toneladas de material. As duas empresas movimentam diariamente 40 caminhões compactadores.

De acordo com a Força Sindical, que coordena o movimento dos trabalhadores de coleta de lixo no Recife, a paralisação foi definida em encontro comandado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Pernambuco.

Poder público

Por meio de nota, a Emlurb informou que está monitorando a paralisação das empresas responsáveis pela limpeza urbana da cidade e que está buscando junto ao Ministério Público do Trabalho uma medida cautelar para que o serviço seja retomado imediatamente. O problema é decorrente de uma situação exclusiva entre as empresas e a justiça do trabalho.

Bolsonaro é processado por quilombolas de todo o país pelo crime de racismo


Conhecido por não medir palavras na hora de ofender minorias, o deputado de extrema-direita Jair Bolsonaro (PSC-RJ) corre o risco de, finalmente, morrer pela boca. Depois das últimas declarações em palestra no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, o parlamentar está sendo processado nos quatro cantos do país pelo crime de racismo, que é inafiançável e imprescritível, com pena prevista de até três anos de reclusão e multa.

Por Katia Guimarães Do Socialista Morena

As ações foram protocoladas por movimentos ligados às comunidades negras e quilombolas, como a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) e a Frente Favela Brasil, junto à Procuradoria-Geral da República em Brasília e o Ministério Público Federal no Rio. A partir de amanhã, a Conaq entrará ainda com representações nos MPs de 25 estados, onde conta com coordenações regionais. No Congresso Nacional, deputados e senadores do Partido dos Trabalhadores também acionaram a Procuradoria Geral da República com mais uma representação pelo mesmo crime.

Bolsonaro causou indignação e revolta após afirmar, entre outros absurdos, que afrodescendentes de comunidades quilombolas “não servem nem para procriar”. Em frase gravada em vídeo, o deputado diz: “Fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de 1 bilhão de reais por ano é gasto com eles”, afirmou. Bolsonaro também disse que, se eleito presidente, “todo mundo terá uma arma de fogo em casa, não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola”. A platéia presente riu.

O caso inundou as redes sociais e integrantes da comunidade judaica repudiaram o clube carioca. O médico paulistano Nelson Nisenbaum disse que o evento foi uma ofensa ao legado do judaísmo. “É profundamente amargo verificar que entre nós, judeus, há tantas pessoas que não têm capacidade de perceber, entender e temer os discursos de ódio, discriminação e totalitarismo desse patético ser. Permitir sequer que estas idéias adentrem um ambiente judaico, ainda que não essencialmente religioso ou litúrgico, é um verdadeiro sacrilégio, uma profanação, uma grave ofensa ao legado humanista do judaísmo, tão sagrado e caro a nós”, afirmou.

Em vídeo publicado no facebook, a cineasta Ieda Rozenfeld criticou o fato de haver “300 judeus cegos” aplaudindo as declarações preconceituosas de Bolsonaro. “Eu estava lá para ver se era verdade tudo que falam dele e ele é um imbecil”, afirmou. “Eu fui criada na Hebraica, é o berço dos meus avós”, completou.

Uma representação no Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar ainda está em estudo pelo PT e outros partidos de esquerda da Câmara. Segundo a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), Jair Bolsonaro veste a capa da imunidade parlamentar para justificar as barbaridades que diz. “Ele não pode se respaldar na imunidade. Ela não é dada para quem fere a Constituição, o Código de Ética. Acho que até os militares nacionalistas estão tremendo nas bases com as declarações do Bolsonaro”, afirmou.

Para a deputada Érika Kokay (PT-DF), apesar de o deputado fluminense ter cometido crime de incitação ao ódio e racismo, é preciso definir bem o escopo da representação, pois, por mais de uma vez, denúncias contra ele na Câmara foram arquivadas. Um caso recente envolveu a deputada Maria do Rosário (PT-RS), em que foi necessário acionar o Supremo Tribunal Federal para processar o deputado por apologia ao estupro. Mas Benedita afirma que, desta vez, tudo será feito para conter Bolsonaro. “Não dá mais para conviver com uma pessoa dessa natureza.”

Em entrevista ao blog, a coordenadora nacional da Conaq, Gilvânia Maria da Silva, disse que Bolsonaro já ultrapassou todos os limites e que chegou a hora de a sociedade ter a consciência do dano que causa o discurso de ódio do parlamentar. Ela cobra com veemência o procurador Rodrigo Janot e a Câmara. “Na nossa concepção, houve crime de racismo e quebra de decoro parlamentar. Ele tem que ser preso e perder o mandato. Não se pode mantê-lo impune ou a PGR e seus pares (os deputados) podem ficar desmoralizados.”

(O pescador Elcio Santana no quilombo da ilha de Marambaia, Rio. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Professora, Gilvânia veio para Brasília do Quilombo das Crioulas, em Pernambuco, passou pelo governo Dilma na Secretaria de Igualdade Racial e faz doutorado em sociologia na UnB. Para ela, o sentimento de indignação passa pelo governo Temer, que deu o golpe e acabou com as políticas sociais voltadas para as comunidades negras, quilombolas e indígenas. “É um terreno fértil para figuras como o Bolsonaro. O Brasil virou uma terra sem lei, perdemos a possibilidade mínima de respeito”, afirma. “Mas somos resistentes, são seis mil comunidades quilombolas. Não é um Bolsonaro da vida que vai nos fazer baixar a cabeça.”

A Frente Favela Brasil foi além em sua iniciativa e entrou com representação criminal não só contra Jair Bolsonaro, mas contra os diretores do Clube Hebraica do Rio, pedindo investigação e eventual ação penal pelo crime de racismo. “A participação dos DIRETORES do Clube Hebraica-RIO deve ser sopesada individualmente, durante a investigação criminal, uma vez que ao decidirem apresentar o referido Deputado em sua sede, mesmo após o cancelamento de semelhante evento na Hebraica – São Paulo, assumiram o risco de produzir o discurso de ódio do principal representado, Jair Bolsonaro, resultando na propagação do racismo em níveis alarmantes”, diz o texto da ação.

Em carta de carta de repúdio, a Frente Favela Brasil criticou a postura de parte da plateia no Clube Hebraica, que aplaudiu Bolsonaro. “Recebemos com muita tristeza os aplausos efusivos e gargalhadas de parte do público ali presente legitimando aquelas ofensas e desrespeito contra uma população que sempre foi solidária à luta dos membros da comunidade hebraica, pois sabemos de toda a perseguição sofrida por ela.”

A Frente ressaltou que o discurso de ódio de Bolsonaro, além de criminoso, contraria os acordos assinados pelo Brasil em fóruns como as Organizações dos Estados Americanos (OEA) e das Nações Unidas (ONU), ferindo o princípio da Dignidade da Pessoa Humana. “As declarações que incitam o ódio a grupos sociais não podem ser toleradas em uma sociedade democrática”. A Frente Favela Brasil se apresenta como um partido em construção que surge para lutar pelo protagonismo e pelo reconhecimento da dignidade da pessoa negra, dos moradores de favelas, dos pobres do campo e das periferias do Brasil.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Sertânia - Estudante executado na porta da escola

ESTUDANTE É ASSASSINADO NA SAÍDA DA ESCOLA EM SERTÂNIA

Tribuna do Moxoto


Escrito por  Esequias Cardoso



O ESTUDANTE QUE FOI MORTO NA NOITE DESTA SEXTA-FEIRA EM SERTÂNIA


Sertânia ora vive um clima de muita violência, a comunidade esta muito assustada. Na noite desta sexta-feira, dia 7 de abril, depois de diversos arrastões com roubos a vários cidadãos, por volta das 21 horas, um estudante, até o momento não identificado foi morto de forma cruel.


Populares que estavam nas imediações da avenida Agamenon Magalhães, centro de Sertânia narraram que dois elementos perseguiram o estudante atirando a esmo para todas as direções até atingi-lo, enquanto a vítima corria para se livrar dos seus algozes.

"Meu filho quase ia sendo atingido, pois estava na calçada e os tiro atingiram as vidraças onde ele estava, foi muito assustador", disse uma moradora.

OS TIROS ATINGIRAM A VARANDA DE UMA CASA NA AVENIDA AGAMENON MAGALHAES, BEM EM FRENTE A CADEIA PÚBLICA DE SERTANIA


A vitima foi executada no beco próximo a distribuição de Gaz, é que depois que caiu os elementos efetuaram contra o mesmo diversos tiros para ter a certeza de que o serviço estava feito.

Algumas pessoas que reconheceram a vítima, disseram ao Tribuna do Moxotó que o estudante não é sertaniense, que é baiano e que ali naquele Estado um irmão do mesmo havia sido assassinado.

Lamentável a situação caótica em que vive a segurança pública no Estado e em particular em Sertânia, a polícia com muito efetivo nao pode fazer. Apesar de após o fato empreender diligências no sentido de localizar os elementos responsáveis pela execução

Correios inaugura novo centro de tratamento de cartas em Pernambuco



O novo espaço vai aumentar a capacidade produtiva e agilizar a distribuição de cartas e encomendas


   




O novo Centro de Tratamento de Cartas inaugurado nesta quinta feira, pelos Correios vai aumentar a capacidade produtiva em até 3 vezes mais, em relação ao anterior, que funcionava no bairro do Bongi. Localizada em Jaboatão dos Guararapes, a nova unidade ocupa uma área de 10 mil e 800 metros quadrados.

Para o novo CTC foram adquiridas três máquinas de tratamento, que fazem a triagem e organização dos objetos postais de acordo com o endereço e CEP, agilizando o trabalho de distribuição feito pelos carteiros, que já recebem todo o material pronto e em ordem para entrega.

Pedro Mota, diretor regional dos Correios considera que a partir de agora será possível facilitar o trabalho de monopólio postal e evitar o trabalho braçal nos Centros de Distribuição

Comissão aprova nova classificação para CNH de motociclistas



A categoria A será dividida em 3: a A1, A2 e a A3


Agência Câmara Notícias


Caberá ao Contran regulamentar a lei e definir os exames que serão feitos em cada subcategoria
Foto: Mayra Cavalcanti/JC Trânsito

A Comissão de Viação e Transportes aprovou projeto de lei (PL 3245/15), do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), que classifica a carteira de habilitação dos motociclistas de acordo com a cilindrada da moto. A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) e recebeu parecer favorável do relator, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE). A nova versão traz alguns ajustes no texto original, como determinar que a nova classificação não prejudicará os motociclistas já habilitados ou em processo de habilitação quando a lei entrar em vigor.


Nova divisão

A categoria A, genérica, para condutores de veículos motorizados de duas ou três rodas, com ou sem carro lateral, será dividida em três subcategorias: A1, para condutor de motos de até 300 cilindradas; A2, para condutor de veículos de até 700 cilindradas e A3, para todos os veículos, sem restrição de cilindrada. Independentemente da subcategoria, a formação do condutor deverá incluir curso de direção em circuito fechado, anterior à prática em via pública.

O projeto define também que, para habilitar-se na subcategoria A2, o motociclista deverá esta habilitado, há no mínimo um ano, na subcategoria A1 e não ter cometido nenhuma infração gravíssima ou ser reincidente em infrações graves, nos últimos 12 meses. Para a subcategoria A3, acontece da mesma forma: o condutor deve estar habilitado na A2 há um ano, não ter cometido infração gravíssimas ou ser reincidente em infrações graves nos últimos 12 meses.

Caberá ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentar a lei e definir os exames que serão feitos em cada subcategoria. Patriota disse que a proposta tem dois méritos. Primeiro, impede que candidatos à habilitação façam o teste em uma motocicleta de potência inferior à que usará no dia a dia. Depois, permite dosar o teste de habilitação ao veículo que será usado pelo condutor. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado agora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania