sábado, 11 de novembro de 2017

Dez anos depois, Santa Cruz repete roteiro e é rebaixado para a Série C

Tricolor voltará a jogar a Série C no próximo ano e finaliza ano frustrante sem títulos e muito longe do tão sonhado - e falado - retorno para a Série A do Campeonato Brasileiro

Por Lucas Liausu, Recife

Ricardo Bueno Santa Cruz (Foto: Marlon Costa/ Pernambuco Press)

Nos seus 103 anos de vida, o Santa Cruz talvez nunca tenha vivido uma crise tão grande quanto a que se iniciou na segunda metade dos anos 2000. Mais precisamente em 2007, quando caiu da Série B do Campeonato Brasileiro para a Série C e depois ainda foi parar na Série D. Passado o calvário, o Tricolor jogou a Série A no ano passado, mas aos poucos parece repetir o passado. Rebaixado para a Série B logo de cara, acaba de confirmar a segunda queda seguida, desta vez novamente para a Série C e justamente dez anos depois da primeira.

Agonizando na Série B desde a sua metade, o Santa Cruz já vinha preparando a queda há algum tempo e ela aconteceu neste sábado, em Varginha, na derrota por XxX para o Boa Esporte. A queda se deu neste sábado também por conta da vitória do Guarani sobre o CRB. Uma simples vitória dos tricolores adiaria o rebaixamento pelo menos em mais uma rodada.

A queda do Santa Cruz é ainda mais dolorosa por conta dos objetivos do clube. Quando caiu da Série A no ano passado, o discurso era para conseguir a volta já nesta temporada. Isso foi repetido até pelo menos o fim do primeiro turno, quando consideravam o acesso viável.

A queda, no entanto, começou a ser escrita desde o começo da Série B. O técnico Vinícius Eutrópio, que começou a trabalhar em janeiro no clube, já entrou no campeonato nacional bastante contestado por não ter sequer chegado nas finais do Campeonato Pernambucano e da Copa do Nordeste. Ele foi demitido apenas na sexta rodada e a crise financeira, que já era clara, ficou ainda mais evidenciada.

Vinícius Eutrópio Santa Cruz (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Quando demitiu Eutrópio, o Santa devia dois meses de salários aos jogadores e ao tentar contratar outro treinador, ouviu de um deles que não aceitaria justamente por conta disso. A dica ouvida para manter Adriano Teixeira, ex-zagueiro e auxiliar da casa, foi colocada em prática, mas a equipe continuou a despencar na tabela.

Adriano Teixeira Santa Cruz (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Apegado ao passado, o clube foi em busca de Givanildo Oliveira, que chegou com fama de "Rei do Acesso" e ainda falando em recolocar o Santa Cruz na Série A. No entanto, ele esteve longe de atingir o objetivo e chegou a ficar sete jogos seguidos sem vencer até ser demitido.

Givanildo Oliveira Santa Cruz (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Já com um discurso diferente - enfim falando em livrar o time do rebaixamento -, Marcelo Martelotte chegou em setembro com uma difícil missão. Fazer o time voltar a jogar um bom futebol e acalmar os ânimos nos bastidores por conta dos constantes atrasos salariais. Num primeiro momento, os objetivos até foram atingidos, mas durou pouco tempo e o Santa voltou a ser presa fácil para os seus adversários.

Marcelo Martelotte Santa Cruz (Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press)

Na semana passada, já com o rebaixamento em iminência, a maior crise interna do ano se instalou no clube. Os jogadores ameaçaram parar de treinar e nem jogar as últimas rodadas caso parte dos salários não fossem pagos. Os jogadores deram um prazo até a próxima segunda-feira ao presidente Alírio Moraes e os diretores e prometem, a partir daí, parar de forma definitiva.

Alírio Moraes Santa Cruz (Foto: Antônio Melcop/ Santa Cruz

Homens tentam assaltar hospital em Caruaru



Segundo a Polícia Militar, eles estavam armados, encapuzados e chegaram em uma van. Também chegaram a trocar tiros com a Polícia Militar.


Tentativa de assalto aconteceu na madrugada deste sábado (11) em Caruaru (Foto: Unimed Caruraru)


Do G1 - Caruaru


 


Três homens tentaram assaltar pacientes do Hospital Unimed na madrugada deste sábado (11), no bairro Universitário, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. Segundo a Polícia Militar, eles estavam armados, encapuzados e chegaram em uma van.


No local os homens renderam dois seguranças e anunciaram o assalto. Os suspeitos perceberam que entre os pacientes estava um policial militar e começaram a atirar. Os homens fugiram e deixaram cair um revólver.


Até a publicação desta matéria, ninguém foi preso. Não houve registro de feridos durante a tentativa de assalto. Por meio de nota, a direção do Hospital Unimed informou que "tem o mesmo sentimento de insegurança da sociedade, reforçando o apelo as autoridades que apresentem soluções contra esse problema". A Polícia Militar informou que o policiamento na área é feito 24 horas por dia.


Santa Cruz perde e está com o pé na cova

Santa Cruz perde do Boa Esporte e está a um passo da Série C


Santa Cruz pode ser rebaixado ainda hoje, se o Guarani vencer o CRB em Campinas


FELIPE HOLANDA


Twitter: @f_holanda1



   O técnico Marcelo Martelotte chegou à mais uma derrota na Série B

O Santa Cruz respira por aparelhos na Série B do Campeonato Brasileiro. Depois de ser engolido pelo Boa Esporte, que venceu por 4x2, neste sábado (11/11), em Varginha, pela 35ª rodada, o tricolor pode decretar o rebaixamento matemático à Série C hoje. Para não ser rebaixado com três jogos de antecedência, terá que torcer contra o Guarani, que está enfrentando o CRB neste momento, em Campinas.


Com a derrrota por 4x1, o Santa Cruz permaneceu na 18ª colocação, estacionado com 33 pontos. Já o Boa Esporte tem 43, na 15ª posição, praticamente sacramentando sua permanência na Série B.


Apesar de entrar em campo pressionado pela estadia no Z-4, o Santa Cruz não demonstrou nervorsismo. Ao menos nos primeiros minutos. Trocou passes com tranquilidade, à espera de uma brecha para atacar. Aos sete, Bruno Paulo tentou o chute de fora da área, mas mandou longe da meta de Fabrício. Dois minutos mais tarde, o Boa Esporte tentou responder. O meia Fellipe Mateus, porém, também isolou.


Apesar do falso domínio do Santa Cruz, foi o Boa Esporte que levou perigo pela primeira vez de forma efetiva na peleja. Tanto que abriu o placar em jogada de bola parada. Aos 12, Rodolfo arrancou e foi derrubado por Wellington Cézar na grande área. Atento, o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, o próprio Rodolfo deslocou Júlio César e fez 1x0 para os donos da casa.


Mesmo golpeada, no entanto, a Cobra Coral procurou forças para reagir. Com 15, Ricardo Bueno aproveitou a sobra de bola e bateu de perna esquerda para empatar a contagem. Antes de ultrapassar a última linha, a bola ainda desviou em dois marcadores do Boa Esporte. Nenhum conseguiu fazer o corte.


Mas se engana quem pensa que o Santa Cruz tomaria as rédeas do jogo a partir do empate. Aos 17, o Boa quase fez o segundo. Alyson fez boa jogada e cruzou para área. Reis, com o gol vazio, bateu fraco na bola. O suficiente para que o zagueiro Anderson Salles chegasse para cortar, quase que em cima da linha. Foi por muito pouco.


Sabendo da nescessidade de um resultado positivo, àquela altura, necessário, a Cobra Coral seguiu pressionando. Não passou, contudo, de lampeijos. E foi o Boa que continuou superior. Com 32, Geandro aproveitou sobra de bola e soltou uma bomba. Júlio César, no reflexo, se esticou todo e fez grande defesa para evitar o gol. Dois minutos depois, Alyson teve nova chance, mas isolou.


No final do primeiro tempo, o Boa Esporte seguiu tentando o gol de desempate. Aos 41, Reis cruzou na medida para a grande área e Rodolfo, livre de marcação, mandou por cima da meta coral, desperdiçando grande chance. No minuto seguinte, Paulinho teve nova oportunidade. Outra vez, porém, errou o alvo. Mas levou perigo e fez o Santa ir aos vestiários pressionado.


No segundo tempo, Martelotte tentou dar uma cara ao time do Santa Cruz, colocando Derley improvisado na lateral direita. Walber foi o substituído. Pelo menos a priori, nada mudou. Foi o Boa que continuou agredindo e com mais posse de bola. Não conseguia, porém, criar chances efetivas.


Até que aos 18, a equipe mineira conseguiu fazer o segundo. Paulinho rolou para Rodolfo, que driblou a marcação e bateu no canto esquerdo de Júlio César, fazendo 2x1. Foi a primeira oportunidade clara no segundo tempo.


Depois daí, o Santa Cruz praticamente se entregou. Com 21, o árbitro assinalou pênalti após toque de mão do zagueiro Guilherme Mattis. Na cobrança, Rodolfo, com um chute forte, marcou seu terceiro gol no jogo, fazendo 3x1 para os donos da casa.


E o Boa não quis saber de tirar o pé. Aos 28, em contragolpe, quase fez o quarto. Paulinho fez linda jogada e tentou encobriu o arqueiro tricolor. A bola, caprichosamente, beijou a trave esquerda e saiu pela linha de fundo. Até que com 34, Wesley fez 4x1. 


Como um último suspiro, o atacante Grafite quase descontou. O camisa 23 bateu de fora da área e carimbou o travessão de Fabrício. Com 38, Grafite teve nova chance. Desta vez, não desperdiçou. Tocou na saída do goleiro Fabrício e diminuiu o prejuízo dos corais. Foi a última jogada de destaque da partida.


FICHA DO JOGO

BOA ESPORTE 4


Fabrício; Geandro, Caíque, Douglas Assis e Elivelton; Escobar e Alyson (Wesley); Reis, Fellipe Mateus (Lucas Hulk) e Paulinho; Rodolfo (Julio Santos). Técnico: Sidney Moraes.


SANTA CRUZ 2


 Julio Cesar; Walber (Derley), Guilherme Mattis, Anderson Salles e Yuri (Bruno Silva); Wellington Cézar, Thiago Primão e João Paulo; André Luís, Ricardo Bueno e Bruno Paulo (Grafite). Técnico:Marcelo Martelotte.


Estádio: Dilzon Melo (Varginha-MG). Horário: 16h30 (do Recife). Árbitro: Paulo Roberto Alves Júnior (PR). Assistentes: Bruno Boschilia (PR-Fifa) e Victor Hugo Imazu dos Santos (PR). Gols: Rodolfo, aos 14 do 1º tempo, e aos 18 e 22 do 2º tempo. Wesley, para o Boa Esporte, aos 34 do 2º tempo. Ricardo Bueno, para o Santa Cruz, aos 15 do 1º tempo. Grafite, para o Santa Cruz, aos 37 do 2º tempo. Amarelos: Bruno Paulo e Thiago Primão (Santa Cruz). Escobar e Lucal Hulk (Boa Esporte)


Nautico perde e está oficialmente rebaixado

Náutico volta a cometer velhos erros, perde para o Londrina e está oficialmente rebaixado


Falhas na defesa levaram à derrota que decretou a queda do Timbu à Série C



   

Alvirrubro ainda chegou a empatar a partida, com gol de Aislan, mas não resistiu e levou o segundo gol


A Série C é uma realidade para o Náutico. A derrota por 2 a 1 para o Londrina neste sábado, na Arena de Pernambuco, apenas oficializou matematicamente o rebaixamento do Timbu. O jogo foi um retrato da campanha alvirrubra na Série B, com erros defensivos em momentos decisivos da partida comprometendo todo o esforço da equipe durante os 90 minutos. Aos 46 minutos do segundo tempo, Germano, cobrando pênalti, decretou o destino do clube.



O jogo

Como prometido, o técnico Roberto Fernandes levou a campo uma equipe modificada em relação ao jogo anterior, mesmo tendo todo o elenco à disposição. Ele deu chances a jogadores como o zagueiro Rafael Miranda e o meia Cal Rodrigues, que devem ser aproveitados na próxima temporada. O próprio treinador havia ressaltado o favor motivação para esta partida. O time entrou em campo praticamente rebaixado, mas ele queria ver ânimo dos atletas dentro das quatro linhas.

E o que se viu na beira do gramado foi um Roberto Fernandes mais agitado que o normal, cobrando bastante dos jogadores. Talvez na tentativa de dar essa motivação aos atletas. E o que se viu em campo, no primeiro tempo, foi um Náutico correndo, até mais organizado que em outras oportunidades. Uma equipe que jogava e deixava jogar. Oportunidades de abrir o placar não faltaram ao Timbu, principalmente, com a dupla Dico (o melhor da equipe na etapa) e William. Autor de três no clássico com o Santa Cruz, o camisa 9 não estava tão afiado desta vez, desperdiçando todas as chances.



O Londrina aderiu ao jogo aberto do Náutico e tentava impor o seu ritmo. Teve mais posse de bola e assim como o Timbu criou suas chances de gol. O goleiro Jefferson apareceu bem, evitando enquanto foi possível que o adversário saísse na frente. Foi assim até os 42 minutos. Numa cena que aconteceu inúmeras vezes nesta Série B, após tanto pressionar, o Alvirrubro sofreu o gol já no fim do primeiro tempo, numa jogada em que a defesa deu espaço demais para o atacante Carlos Henrique. Com liberdade e tempo, finalizou bem, sem dar chance desta vez ao camisa 1 alvirrubro.

Segundo tempo

O Náutico voltou modificado para a etapa final. Cal Rodrigues não conseguiu contribuir para o time e foi substituído por Bruno Mota. Num dia em que não conseguiu acertar nada, William deu lugar ao prata da casa Gerônimo. O Timbu voltou mais presente no ataque, mas o gol de empate veio mesmo numa cobrança de falta e de um jogador inesperado. O zagueiro Aislan bateu muito bem na bola, vencendo a barreira e o goleiro César. 

O Londrina se encolheu e não mostrou o mesmo desempenho da etapa anterior. O Náutico, por sua vez, cresceu, com Gerônimo dando mais dinâmica ao time, muitas vezes, vindo buscar a bola no meio campo. Se era dedicação que Roberto Fernandes tanto queria, pode-se dizer que não faltou ao atletas alvirrubros. Já qualidade técnica… na maioria dos lances ficou clara a limitação do elenco, que voltou a criar muitas chances, mas pecava nas finalizações.

Da metade para o final, o jogo voltou a ficar aberto, com o Náutico bastante exposto na defesa. O Londrina voltou a criar chances e Jefferson apareceu bem, salvando o Timbu. Sem nada a perder, o Timbu se lançou ao ataque por completo, porém, voltou a esbarrar nas limitações e nas falhas da defesa. Já nos acréscimos, aos 46, Aislan cometeu um pênalti bobo em Artur. Germano cobrou e deu a vitória aos visitantes. Vontade, não faltou, faltou qualidade técnica mesmo.

Ficha do jogo

Náutico

Jefferson; David, Aislan, Rafael Ribeiro e Ávila; Amaral, Renan Paulino e Cal Rodrigues (Bruno Mota); Rafinha, William (Gerônimo) e Dico (Leílson). Técnico: Roberto Fernandes.

Londrina

César; Lucas Ramon, Dirceu, Edson Silva e Ayrton; Germano, Bidía (Ítalo) e Jardel (Safira); Negueba, Artur e Carlos Henrique (Marcinho). Técnico: Cláudio Tencati

Local: Arena de Pernambuco

Gols: Carlos Henrique (ao 42 min do 1°T); Aislan (aos 5 min do 2°T); Germano (aos 46 min do 2°T).

Cartões amarelos: Rafinha (N); Ayrton (L).

Árbitro: Jean Pierre Goncalves Lima (RS)

Assistentes: Lúcio Beiersdorf Flor e Leirson Peng Martins (ambos do RS)

Público: 1.120

Garanhuns abre oficialmente “A magia do Natal”





A Magia do Natal de Garanhuns foi aberta, oficialmente, na noite desta sexta-feira (10), em frente ao Palácio Celso Galvão, na Avenida Santo Antônio. O prefeito de Garanhuns, Izaías Régis, foi o responsável por abrir oficialmente a programação da noite. O vice, Haroldo Vicente também participou da ocasião. 


A cantora Andrea Amorim inaugurou o Palco Prefeitura e emocionou o público cantando duas músicas natalinas, compostas especialmente para o evento. Em seguida, as cantoras Amanda Back, Belinha Lisboa e Carla Marques se juntaram à Andrea e fizeram um show repleto de MPB, indo da atual “Trem Bala” até canções das décadas de 50 e 60. As garanhuenses homenagearam Joana, Adilson Ramos e The Fevers, que também irão pisar no Palco Prefeitura durante as festividades.

Decoração – As luzes e a decoração dos demais pontos da cidade também foram acesas simultaneamente. O Relógio de Flores, na Praça Tavares Correia, e Praça Souto Filho, a Praça Luminosa, foram inaugurados simultaneamente ao evento de abertura.

Filha de vereador assassinado manda recado pra Renan Calheiros

Filha do vereador assassinado, Bahia Boiadeiro manda recado para Senador Renan Calheiros: "Tá bonito pra sua cara"!




No sepultamento do vereador Adelmo Rodrigues de Melo, mais conhecido como Neguinho Boiadeiro, executado nesta quinta-feira (09) na cidade de Batalha no sertão alagoano, sua filha "Bahia" Boiadeiro, visivelmente transtornada, fez declarações públicas sobre acusações que envolvem sua família.


O irmão de Bahia, “Pretinho” Boiadeiro, é suspeito de efetuar disparos de arma de fogo contra José Emílio Dantas, sobrinho do deputado estadual Luís Dantas do PMDB. Inconformada com os últimos acontecimentos, Bahia saiu em defesa de seu parente: “Ele só revidou aos disparos pra não morrer também. Meu pai já estava morto”, disse.

“Pretinho” contou para a irmã que quando passava pela porta de Emílio foi surpreendido por disparos de revólver, vindos de dentro da residência e, assustado, reagiu. “Além do meu pai morto, a justiça de Alagoas ainda decretou a prisão do meu irmão. Por isso, ele está foragido. Porque, aqui em Alagoas, é assim”, desabafou Bahia.

O agropecuarista Emílio Dantas foi socorrido do Sertão para o Hospital Geral do Estado e passa bem. Ele foi atendido e recebeu alta na noite desta quinta-feira.

A filha de Neguinho Boiadeiro, aplaudida pela multidão que compareceu ao velório de seu pai, fez questão de mandar um recado pra o senador : “Você mandou meu pai apaziguar essa família (referindo-se aos rivais de seu pai) pra morrer? Tá bonito pra sua cara, isso”, desabafou indignada.

Para poder coibir a violência no município, cerca de 60 policiais foram enviados ao município de Batalha. Até que a situação volte ao normal, o policiamento está reforçado e se fará ostensivo na cidade

Cupira-PE: Prefeito decreta três dias de luto oficial em memória ao vice-prefeito Zé Ricardo





O prefeito de Cupira, José Maria Leite de Macedo, decretou luto oficial no município por três dias, em sinal de pesar pelo falecimento do vice-prefeito José Ricardo Araújo, “Ricardão”, 69 anos. 

José Ricardo faleceu neste sábado (11), em sua residência Cupira. 

O texto é justificado pelo falecimento, pelos inestimáveis serviços prestados ao município na condição de vice-prefeito e secretário de Administração


Morre vice prefeito de Cupira Zé Ricardo



Morreu na madrugada deste sábado (11), em sua residência, o vice-prefeito de Cupira, Jose Ricardo de Araujo, popularmente conhecido como Ricardão. Ele tinha 69 anos e morreu de um provávelataque fulminante.

O corpo será velado na Câmara de Vereadores de Cupira e o sepultamento está marcado para as 17 horas.