quarta-feira, 25 de abril de 2018

Aneel aprova reajuste de 8,89% nas contas da Celpe em Pernambuco




Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça (24) reajuste médio de 8,89% para os consumidores de energia atendidos pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). A empresa atende 3,7 milhões de unidades consumidoras no estado. 

Para os consumidores residenciais e comerciais, atendidos na baixa tensão, o reajuste médio será de 8,47%. Para as indústrias, atendidas na alta tensão, o valor médio do aumento será de 9,9%. As novas tarifas passarão a ser cobradas a partir do dia 29 deste mês.

De acordo com a Aneel, ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, leva-se em consideração a variação de custos associados à prestação do serviço. “O cálculo leva em conta a aquisição e a transmissão de energia elétrica, bem como os encargos setoriais”, informou a agência.

Apreensão de drogas na divisa de PE e AL

HOMEM FOI PRESO PELA PRF COM 50 QUILOS DE MACONHA PRÓXIMO A DIVISA DOS ESTADOS DE PERNAMBUCO E ALAGOAS





A Policia Rodoviária Federal na madrugada de ontem (24.04.18), durante uma fiscalização de rotina no KM 21 da BR 104 em São José da Laje – Alagoas, prendeu em flagrante um individuou que viajava de Maceió-AL com destino  a Caruaru-PE, transportando 50 quilos de maconha.


De acordo com a PRF, o envolvido viajava sozinho e ao ter o veiculo abordado por volta de 01h00, foi observado que o mesmo transportava 02 caixas de papelão no porta malas do veiculo , ao averiguarem o conteúdo das caixas os agentes rodoviários encontraram a droga.

O motorista foi conduzido a Delegacia de Policia juntamente com a droga apreendida onde foi autuado em flagrante

Execução em Caruaru

JOVEM FOI ASSASSINADO COM 09 DISPAROS DE ARMA DE FOGO EM CARUARU






Um homicídio foi registrado na tarde de ontem (24.04.18) na Rua Topázio, Bairro Centenário – Caruaru.

A vitima o jovem LUCAS SAMUEL CAETANO DA SILVA, 18 anos, estava na rua onde morava quando foi alvejado com 09 disparos de arma de fogo, por 02 elementos que estavam em uma moto Bross de cor preta, que tomaram destino ignorado.


A vitima chegou a ser socorrida pelo SAMU ao Hospital Regional do Agreste, mas devido a gravidade dos ferimentos faleceu.

A motivação e autoria do crime ainda são desconhecidas.

O corpo foi encaminhado ao IML local.

63 pessoas já foram assassinadas este ano em Caruaru

Homicídio em Lajedo

CARTELEIRO FOI ASSASSINADO A TIROS EM LAJEDO


A Guarnição Tática de Lajedo às 20h00 de ontem (24.04.18),  foi acionada por populares para averiguar a informação de que havia ocorrido um homicídio no Bairro Poço.  

O policiamento seguiu ao local, onde localizou o corpo da vitima, o carteleiro   ANDERSON DA ROCHA SILVA, 19 anos, que residia na  Rua Francisco Fagundes, nº 148, Bairro Poço – Lajedo, o qual apresentava perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. 


De acordo com as informações repassadas por uma tia, a vitima tinha acabado de sair da casa de um tio, conduzindo uma moto Pop 100 quando foi alvejado pels disparos efetuado por 03 elementos que estavam em uma Saveiro de cor branca, os quais tomaram destino ignorado.

O efetivo realizou rondas, porém sem êxito.

O local do crime foi isolado até a chegada da Policia Civil, que após os procedimentos legais encaminhou o corpo ao IML de Caruaru

Bahia registra 61 casos de H1N1 com 12 mortes em 2018





Vacinação começou na última segunda-feira


Em quatro meses, a Bahia registrou 72 casos confirmados para Influenza, sendo 61 deles por H1N1, com 12 mortes. O balanço, que inclui os dados contabilizados até o dia 21 deste mês, foi divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) na manhã desta quarta-feira, 25.

De acordo com o órgão, houve também o registro de 416 notificações para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A comparação do balanço de 2017 e 2018 demonstra o crescimento no número de casos esse ano.

No mesmo período de 2017, foram contabilizados 161 casos de SRAG. Destes, 15 foram confirmados como Influenza, sendo que dois foram pelo vírus H1N1. Não foi registrada morte por conta do H1N1 em 2017.

Mortes

Dos casos de H1N1 desde ano, oito foram em Salvador e os demais nos municípios de Saúde, Serrinha, Camaçari e Lauro de Freitas, sendo que teve uma ocorrência em cada cidade.

Conforme o órgão de saúde, das 12 mortes por H1N1, cinco foram entre vítimas acima de 60 anos, três menores de 2 anos, uma de 2 a 4 anos, duas entre 20 e 29 anos e uma de 40 a 49 anos.

Vacinação

A campanha de vacinação contra a Influenza na capital baiana começou na última segunda, 23. O público-alvo são crianças de seis meses até 5 anos, além de grávidas e mulheres que deram à luz no período de até 45 dias. 

Idosos a partir de 60 anos, doentes crônicos, detentos e professores e profissionais de saúde também podem tomar.

A aplicação da dose acontece até 1º de junho

Sindicato dos Bancários contabiliza 23 explosões a banco em PE este ano



Lei sancionada esta semana prevê penas mais rígidas para esse tipo de crime


Cidades

   Bradesco de Jucati teve caixas explodidos durante a madrugada

No dia seguinte à sanção da Lei Federal Nº 13.654, que torna mais duras as penas para roubos e furtos com uso de explosivos, uma quadrilha detonou caixas eletrônicos do Bradesco de Jucati, no Agreste pernambucano e, na fuga, dois suspeitos morreram em troca de tiros com a polícia, em Garanhuns, na mesma região. Enquanto a polícia acredita que esse tipo de ocorrência vai se reduzir com a nova legislação, o diretor jurídico do Sindicato dos Bancários de Pernambuco (que contabiliza 53 investidas contra instituições financeiras este ano, sendo 23 explosões), João Rufino, defende que a lei é inócua e prevê até possíveis embargos.


“Bandido nenhum vai deixar de explodir banco porque a lei é mais rigorosa, isso é factóide. O principal não foi feito, que é estabelecer um maior controle sobre o transporte e armazenamento de explosivos pelo Exército e também na formação dos técnicos que trabalham com esse material. São toneladas e mais toneladas roubadas todos os anos”, declara Rufino.


Com relação à inutilização ou destruição das cédulas em caso de explosão dos caixas eletrônicos, o sindicalista diz que a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) certamente vai entrar com embargo. “Não se pode exigir que as empresas privadas comprem produtos específicos, é inconstitucional”, diz, embora a lei cite várias tecnologias. “Não há nada que garanta que essas opções são todas seguras e a destruição de notas precisa de regulamentação pelo Banco Central. Só a tinta é mais usada, mas não inibe. Há produtos no mercado mais inovadores e que podem ser adotados sem legislação”.


MENOR REINCIDÊNCIA

O secretário-executivo da Secretaria de Defesa Social (SDS) e coordenador da Força-Tarefa Bancos, Humberto Freire, tem outra avaliação. “Em 2016 tivemos 151 casos de roubos e furtos a instituições financeiras e em 2017 esse número caiu para 91, quase 40% a menos e com esse perfil mais severo com certeza vai cair mais”, afirma. “Só em 2017 prendemos 230 criminosos envolvidos nesse tipo de crime e a reincidência é muito alta, eles são soltos rapidamente e voltam a delinquir”.


Um exemplo citado é de um grupo suspeito de, pelo menos, 20 explosões na Mata Norte, preso no início do ano passado em Vertente do Lério, com mandado de preventiva após investigações. Mesmo com prova de imagens de câmaras da ação, seus quatro integrantes foram soltos seis meses depois e estão novamente sob investigação.


Freire salienta que a polícia tem feito vários rastreamentos de explosivos em conjunto com o Exército – que ontem anuniou início de uma fiscalização nacional sobre explosivos. E diz também que a inutilização das notas é uma demanda antiga nas discussões sobre segurança bancária. “O custo é um fator que causa resistência, mas agora a legislação estabelece prazos de forma coercitiva, que vai de multa à interdição do estabelecimento”, observa.


INVESTIMENTOS

Por meio de nota, a Febraban afirma que a redução de 339 ocorrências para 217 entre 2016 e 2017, no País, “se deve ao aprimoramento do processo de combate a esse tipo de crime”, com investimentos de cerca de R$ 9 bilhões ao ano, o triplo do valor gasto há dez anos. E diz defender “o aperfeiçoamento de leis, como a 13.654/18”, uma vez que um dos motivos para o aumento dos crimes com o uso de explosivos é a falta de tipificação própria para punições mais severas. Mas não se posiciona sobre a inutilização das cédulas.


Com a nova lei, quem for condenado por roubo com uso de explosivo em vez de dois a oito anos pode pegar pena de quatro a dez anos, além de multa. O furto desse material, que antes era simples (com pena de um a quatro anos) também passou para quatro a dez anos. Em caso de roubo com uso de arma ou destruição de obstáculo a pena que era majorada em um terço passa a ser elevada em dois terços. Havendo lesão corporal, em vez de sete a 15 anos, a pena pode variar até 18 anos. E a morte passa a ter multa, além da pena de 20 a 30 anos de reclusão


Estados cortam R$ 23 bi em investimentos; MG e PE têm 2.700 obras paradas



Desde 2014, 25 estados reduziram recursos para infraestrutura, saúde e seguranca


Porto de Suape, em Ipojuca - Folhapress



Flavia LimaDaniel CamargosJoão Pedro Pitombo

SÃO PAULO e SALVADOR

Em delicada situação fiscal provocada pela forte recessão e pelo alto endividamento turbinado por grandes eventos públicos, os estados seguiram os tristes passos do governo federal e cortaram quase  R$ 23 bilhões em investimentos em 2017 na comparação com o teto de 2014. 

Os dados constam de relatório da IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado. 

É quase como se tudo o que é gasto com o programa Bolsa Família em um ano fosse retirado da economia, com estragos igualmente relevantes, porém ainda mais espalhados. 

A recessão econômica a partir de meados de 2014 atingiu fortemente a arrecadação de tributos de União, estados e municípios, interrompendo uma trajetória de elevação dos gastos que começou logo depois da crise de 2008. 

Sem autonomia legal para mexer em despesas fixas e onerosas, como a folha de pagamento, puniu-se o investimento. Mas, como esse item é considerado crucial para a recuperação da economia, a sua queda acaba colocando em xeque o já lento processo de retomada.

No caso específico dos estados, reduzir investimentos significa postergar projetos de construção de escolas e hospitais e provisão de equipamentos, além de paralisar obras como pontes e rodovias. 

Das áreas sociais, a segurança pública é a mais atingida, agravando o quadro atual de vulnerabilidade. Em Minas Gerais há quase 1.200 obras paradas, e o Rio de Janeiro sofre com o menor nível de investimento da década.

“Cortar investimentos é uma espécie de suicídio dos estados, que ficarão ainda menores nos próximos anos”, afirma José Roberto Afonso, pesquisador do Ibre-FGV e professor do IDP (Instituto de Direito Público). “O investimento de hoje dita o tamanho do estado no futuro.”

Em maior ou menor intensidade, o estrago foi generalizado e atingiu 25 das 27 unidades da Federação. A tesoura pesou especialmente em cinco estados, três deles da região Sudeste. As exceções foram Paraná e Rondônia.

Sem surpresas, o Rio de Janeiro puxou a fila. Após um período de fortes gastos alimentados por receitas com o petróleo e empréstimos autorizados pelo governo federal, o estado praticamente parou em 2017. 
Ao longo de todo o ano passado, os investimentos somaram apenas R$ 987 milhões, ou R$ 6,6 bilhões abaixo do registrado em 2014.

Desde então, os investimentos no Rio caíram em média 52,7% ao ano, descontada a inflação. O estado em situação mais frágil foi seguido pelo Acre (-40,4%), Espírito Santo (-39,1%), Amazonas (-36,8%) e Minas Gerais (-34,5%).

Na outra ponta, aparecem o Paraná, com uma taxa de crescimento robusta para o momento, de 16,1% entre 2014 e 2017, e Rondônia, com alta de 0,8% dos investimentos no período. Além disso, dois estados do Nordeste e outro do Sul conseguiram barrar quedas muito fortes da rubrica.

No caso do Rio Grande do Norte, o investimento encerrou o período de ajuste praticamente estável, segundo dados da IFI.

A falta de dinheiro para investimento afeta a vida dos mineiros. Relatório inédito do TCE (Tribunal de Contas do Estado) identificou 1.188 obras paralisadas atualmente em Minas Gerais.

Desse total, 438 (37%) esperam recursos estaduais —em parceria com as prefeituras— para a conclusão. Outras 24 são de responsabilidade exclusiva do governo mineiro.

UNIDADE DE SAÚDE VIRA PONTO DE DROGA

Em Mateus Leme, distante 65 quilômetros de Belo Horizonte, a construção da UBS (Unidade Básica de Saúde) no bairro Nossa Senhora do Rosário foi iniciada em 2012 e está paralisada, com 36% da obra realizada. 

“Está tudo abandonado. O local virou ponto para usuários de drogas”, diz o comerciante Ronaldo Nunes de Morais, morador do bairro.

A outra unidade de saúde do bairro, segundo Morais, é insuficiente para atender os moradores da região. 

Ele recorda de quando acompanhou o primo até o local, durante uma crise alérgica. Procuraram o equipamento de saúde, mas não conseguiram atendimento. “Tivemos de ir para a UPA [Unidade de Pronto-Atendimento], distante daqui”, recorda. 

O valor total da obra é de R$ 1,2 milhão. A Secretaria da Saúde do governo mineiro informa que já fez dois repasses, que somados totalizam R$ 790 mil. 

“O restante ainda não foi transferido ao município, em razão da indisponibilidade financeira do estado”, afirma a pasta, em nota.

A Secretaria de Saúde destaca ainda o déficit e a situação de calamidade financeira, decretada em dezembro de 2016 pelo governador Fernando Pimentel (PT).

“Diante disso, estamos nos esforçando para honrar os compromissos pactuados, manter nossas ações e dar os melhores encaminhamentos possíveis, ante o contexto mencionado”, informa.

Entre as obras paralisadas estão estradas, pontes, calçamento, quadras esportivas, campos de futebol, escolas e creches. 

Outro estado com uma das maiores quedas no volume de investimentos, o Espírito Santo tenta deixar para trás um quadro de crise hídrica, desarranjos no setor de óleo e gás e os efeitos do desastre causado pela empresa de mineração Samarco sobre a economia local. 

Segundo o atual secretário estadual da Fazenda, Bruno Funchal, a economia encolheu 12% apenas em 2016. De lá para cá, os gastos com custeio caíram cerca de 10% ao ano, em meio a bloqueios de cargos comissionados, suspensão de concursos públicos e congelamento de salários dos servidores desde 2015. 

“Passamos três anos comendo um saco de sal grosso”, afirma Funchal.

Em Pernambuco, grandes obras como a dragagem do canal de acesso ao porto de Suape, orçada em R$ 297 milhões, a implementação da hidrovia do rio Capibaribe, com valor de R$ 101 milhões, e a urbanização do canal do Fragoso, em Olinda, ficaram paradas por falta de recursos dos cofres estaduais.

Levantamento do TCE, divulgado em dezembro do ano passado, apontou que o governo pernambucano tinha cerca de 1.500 obras com orçamento acima de R$ 20 milhões paradas.

Com valor total estimado em R$ 3,9 bilhões, essas obras só tiveram cerca de um terço de seu valor pago pelo estado até o fim de 2017.

Com recursos limitados, a gestão do governador Paulo Câmara (PSB) optou por centrar os investimentos em áreas sensíveis, como a segurança pública.

Em 2017, o governador anunciou um pacote de investimento de R$ 150 milhões na renovação da frota da polícia e do Corpo de Bombeiros.

Mas ainda há gargalos a superar. Levantamento do sindicato dos policiais civis de Pernambuco apontou que 85% das delegacias do estado estão sucateadas.

Na Bahia, o governo conseguiu manter o nível de investimento, mas ainda faltam recursos para obras de menor porte, sobretudo no interior do estado. 

Os investimentos foram concentrados em duas áreas: mobilidade, com prioridade para conclusão das obras do metrô de Salvador, e saúde, com a construção de novos hospitais e policlínicas no interior do estado.

O Paraná —ao lado de Rondônia— conseguiu elevar o gasto com investimentos nos últimos anos, mas, para chegar lá, o caminho foi doloroso.

Em abril de 2015, a tropa de choque da Polícia Militar reprimiu com violência professores e alunos paranaenses que se manifestavam contra proposta do governador Beto Richa (PSDB) de aumentar a contribuição previdenciária dos funcionários.

Richa deixou o governo do Paraná para concorrer a uma vaga no Senado. 

O então secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, diz que o Paraná conseguiu reorganizar suas contas porque iniciou o ajuste antes dos outros estados, ainda em 2014. Mas que isso aconteceu à custa de uma “briga grande”. 

O governo viu aprovada a alíquota de contribuição à Previdência dos inativos de 11%. Houve ainda a elevação das alíquotas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Bens e Serviços) e IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

O estado acumula também uma longa lista de medidas impopulares, como suspensão de contratações, congelamento de salários de funcionários públicos e revisão de benefícios fiscais. 

Foram retirados incentivos sobre a produção de etanol, do setor têxtil e da mandioca.

Após uma leve recuperação em 2017, os investimentos dos estados devem subir um pouco mais em 2018, confirmando a dinâmica de anos eleitorais, diz Rodrigo Orair, diretor da IFI (Instituição Fiscal Independente), do Senado.

O movimento, no entanto, estaria longe de equacionar os problemas. 

Sem o ajuste das contas, os investimentos vão continuar patinando ou terão até que sofrer novos cortes. 
A estratégia, no entanto, é insustentável em um prazo mais longo, diz Felipe Salto, também da IFI. Para ele, os estados vão precisar elevar a arrecadação ou recorrer ao corte de despesas obrigatórias. 

“Provavelmente vai ser o caminho do meio, com uma combinação das duas coisas. Não tem mágica nem bala de prata para recuperar a sustentabilidade fiscal”, diz.

Para Orair, a combinação entre queda dos investimentos e aumento do risco fiscal —em que estados não encontram recursos para cumprir seus compromissos— pode deixar uma conta amarga para a União.
Em última instância, o governo federal pode ser obrigado a estender prazos para pagamento de dívidas ou estabelecer novos regimes de recuperação fiscal —exatamente a situação em que se encontra hoje o Rio de Janeiro.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Rio informou que a prioridade foi o pagamento de salários dos servidores ativos, inativos e pensionistas.

Para contornar a atual crise, alimentada pela desaceleração da indústria do petróleo, o estado não teve alternativa senão aderir ao plano de recuperação fiscal, em setembro de 2017. 

Procuradas, as secretarias de Fazenda dos estados do Acre, Amazonas e Minas Gerais não retornaram.

Folha de São Paulo

Elementos do Assalto a Jucati presos com grande arsenal

VEÍCULO ROUBADO, ARMAS DE FOGO DE USO RESTRITO, MUNIÇÕES E MATERIAIS PARA ARROMBAMENTO, FORAM APREENDIDOS COM SUSPEITOS DE PARTICIPAÇÃO NO ROUBO AO ROUBO DO POSTO DE ATENDIMENTO DO BANCO BRADESCO EM JUCATI




Hoje (24.04.18),  equipes do BEPI foram informadas pela central da 11° CIPM que o caixa eletrônico do Bradesco de JUCATI foi estourado, de pronto as equipes se deslocaram  até o local e após receber informações de populares que o veículo de fuga seria uma S10 de cor Branca,de imediato deu-se início às buscas. As equipes conseguiram visualizar e seguir  os rastros deixados pelos elementos onde posteriormente foram encontrados em uma granja no SÍTIO PAPA TERRA, Zona Rural de Garanhuns.



Após cerco do local os mesmos empreenderam fuga pela  caatinga, após horas seguindo rastros, as equipes se depararam com JOSÉ LUIZ DOS SANTOS SILVA, 49 anos, que residia  em Caruaru,  e WANDEVAL SOARES MARTINS, 31 anos, que residia em Itaíba,  cada um em posse de 01 espingarda calibre 12 efetuando disparos contra a equipe do BEPI, onde de pronto a equipe revidou a injusta agressão e os dois foram alvejados e socorridos ao Hospital Regional Dom Moura, onde posteriormente vieram a óbito.




Retornando a  residência foi localizado 01 S-10 de cor branca placa PGZ 2712, 02 S-10 de cor  prata placas OEV 6026 e KLO 6409, 01 Celta de cor prata,  placa MUQ 1413 e 01 Fiat Uno  de cor preta NML 6251,   05 homens que estavam no interior da residência, onde foi localizado01 espingarda cal. 12,  01 rifle cal. 44; 01 rifle cal. 22; 01 espingarda de fabricação caseira tipo "soca soca"; 01 simulacro de arma de fogo; 02 invólucros de emulsão explosiva com cordel e espoleta, munições de diversos calibres, balaclavas, luvas, coletes balísticos, roupas camufladas e materiais para explodir caixas eletrônicos



Os suspeitos juntamente com todo material apreendido foram encaminhados à 18ª DESEC em Garanhuns e apresentados, para adoção das medidas cabíveis.