terça-feira, 5 de junho de 2018

Vox Populi devastadora para Paulo Câmara


Edmar Lyra

A pesquisa Vox Populi, que não pode ter seus números divulgados por não ter sido registrada, traz uma notícia péssima para Paulo Câmara. Com elevado índice de rejeição e baixo índice de intenção de voto, a situação do governador socialista não é boa. Aliados já cogitam pular do barco, o que traria um ambiente de grande dificuldade para o governador manter a hegemonia do PSB em outubro.

Pessoas dormem em fila para comprar gás de cozinha no Recife



TV Jornal  


Em um depósito de gás na Rua Catiguá, no Vasco da Gama, Zona Norte do Recife, a procura por gás de cozinha só aumenta. Nesta terça-feira (5), a frente da revendedora já amanheceu lotada e pessoas estão dormindo na fila para poder comprar o produto.


A família de Roberto Francisco dormiu na frente do estabelecimento para comprar o botijão. O autônomo, a esposa e a filha de 3 anos dormiram em um colchão no meio da rua. "Dormimos todos aqui para conseguir o gás, só volto para casa com ele", disse Roberto.


Teve até quem pagou um substituto no trabalho para conseguir comprar um gás de cozinha. Carlos Cleyton é motorista de ônibus e pagou um colega para trabalhar no lugar dele, enquanto espera na fila. "Se caso não conseguir, perco o dinheiro do trabalho e ainda vou ter pagar o meu colega", contou o motorista.


A dona de casa Celina Marques reclama da falta de garantia de que todos os consumidores que estão na fila vão conseguir levar o gás para casa. "Não temos um posição correta, ficamos a espera, arriscando a vida, porque aqui infelizmente não tem nenhuma segurança".


Preço

A espera não é o único motivo de reclamação. O preço do gás de cozinha, que está custando cerca de R$ 70 no cartão de crédito, também incomoda os consumidores. "O preço está alto e as filas só fazem aumentar", declarou a professora Carmem Célia


Pernambuco tem a 6ª maior taxa de homicídios do Brasil



Agência Brasil

   


Pernambuco é o sexto Estado do Brasil com a maior taxa de letalidade. O dado faz parte do 11º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, apresentado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e foi divulgado nesta terça-feira (05).


No ano de 2016, 62.517 pessoas foram assassinadas no Brasil, o que equivale a uma taxa de 30,3 mortes para cada 100 mil habitantes. Segundo a análise do anuário, a taxa de homicídios no Brasil corresponde a 30 vezes a da Europa, e o país soma 553 mil pessoas assassinadas nos últimos dez anos.


Todos os estados que lideram a taxa de letalidade estão na Região Norte ou no Nordeste: Sergipe (64,7 para cada 100 mil habitantes), Alagoas (54,2), Rio Grande do Norte (53,4), Pará (50,8), Amapá (48,7), Pernambuco (47,3) e Bahia (46,9). As maiores variações na taxa foram observadas em São Paulo, onde houve redução de 56,7%, e no Rio Grande do Norte, que registrou aumento de 256,9%.


Juventude negra

A violência letal contra jovens continua se agravando nos últimos anos e já responde por 56,5% das mortes de homens entre 15 e 19 anos de idade. Na faixa entre 15 e 29 anos, sem distinção de gênero, a taxa de homicídio por 100 mil habitantes é de 142,7, e sobe para 280,6, se considerarmos apenas os homens jovens.


O problema se agrava ao incluir a raça/cor na análise. Nos últimos dez anos, a taxa de homicídios de indivíduos não negros diminuiu 6,8% e a vitimização da população negra aumentou 23,1%, chegando em 2016 a uma taxa de homicídio de 40,2 para indivíduos negros e de 16 para o resto da população. Ou seja, 71,5% das pessoas que são assassinadas a cada ano no país são pretas ou pardas


Feminicídio e estupro

A violência contra a mulher também piora a cada ano. Os dados apontam que 68% dos registro de estupro são de vítimas menores de 18 anos e quase um terço dos agressores das crianças de até 13 anos são amigos e conhecidos da vítima e 30% são familiares mais próximos como país, mães, padrastos e irmãos. Quando o criminoso é conhecido da vítima, 54,9% dos casos são ações recorrentes e 78,5% dos casos ocorreram na própria residência.


Controle de armamento

Os pesquisadores ressaltam a importância de uma política de controle responsável de armas de fogo para aumentar a segurança de todos. Segundo a pesquisa, entre 1980 e 2016, 910 mil pessoas foram mortas por perfuração de armas de fogo no país. No começo da década de 1980, os homicídios com arma de fogo eram 40% do total e chegou a 71,1% em 2003, quando foi implantado o Estatuto do Desarmamento. A proporção se manteve estável até 2016. O levantamento aponta, ainda, que os estados onde houve maior crescimento da violência letal são os mesmos onde cresceu a vitimização por arma de fogo


Menino que morreu vítima de bala perdida estava indo para a escola

Lucas Gabriel de Andrade Silva, de 7 anos, foi atingido por uma bala perdida e não resistiu
Lucas não resistiu aos ferimentos


Reprodução/ TV Jornal

Será sepultado na tarde desta terça-feira (5) no Cemitério Descanso Eterno, no município de Escada, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, o corpo do garoto Lucas Gabriel de Andrade Silva, de 7 anos de idade. O menino foi morto após ser atingido por uma bala perdida na calçada da casa da tia na Rua João Spineli no bairro da Mangueira, em Escada.

De acordo com a polícia, dois homens em uma moto efetuaram vários disparos contra dois jovens que estavam em via pública identificados como Matheus Henrique do Nascimento Matias, de 16 anos, e Josimar Dionísio da Silva, de 20. Os dois teriam envolvimento com o tráfico de drogas na região e eram alvos dos criminosos.

No momento dos disparos a criança estava na porta de casa pronta para ir à escola.

Os tiros atingiram o peito e ombro de Lucas que ainda chegou a ser socorrido pelo pai o estudante de educação física Rafael David. Logo após dar entrada no hospital, o garoto não resistiu à gravidade do ferimento. “Eu saí na intenção de tentar socorrer ele para não deixar ele chorar. Mas quando chego lá, ele está sem chorar e quem chora somos nós”, lembrou o pai.

Uma das vítimas já baleada ainda correu para dentro da casa da família do menino e acabou morrendo na cozinha. O outro alvo morreu na calçada.

Mãe está bastante abalada

Lucas era filho de pais separados. A mãe não teve condições emocionais de ir ao Instituto de Medicina Legal (IML). A polícia ainda não identificou os suspeitos que conseguiram fugir por uma área de canavial após terem abandonado a moto que usaram no crime. 

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Escada.

Pernambuco terá unidade do grupo Aché





Há menos de um mês da inauguração do novo complexo industrial do Grupo Inbetta no Paulista, Pernambuco conta com o início da construção de mais uma fábrica, desta vez, da empresa Aché Laboratórios Farmacêuticos. A nova unidade está sendo instalada no Complexo Industrial Portuário de Suape, no Cabo de Santo Agostinho, e contará com um investimento de R$ 500 milhões.A conclusão da primeira etapa do projeto está prevista para o primeiro semestre de 2019. A expectativa é de que sejam ofertados mais três mil postos de trabalho diretos e indiretos após a conclusão total do parque fabril.


“Aproveitamos essa oportunidade com o grupo Aché, de avançar, de se desenvolver. Um grupo que já tem mais de 50 anos fazendo medicamento no Brasil, de maneira tão profissional e correta. E hoje, o Ache dá vida a esse empreendimento, com o lançamento da pedra fundamental. E, com certeza, essa indústria de medicamentos em Pernambuco será referência não só para o Nordeste, mas para o Brasil. Digo isso sem medo de errar, porque todos os empreendimentos que aqui chegaram, tiveram a certeza de que investir em Pernambuco vale a pena. Eles conhecem o nosso potencial, tanto no aspecto da infraestrutura quanto na questão tributária, e, principalmente, no fornecimento de uma mão de obra de qualidade, que dá conta do recado e que efetivamente faz toda a diferença”, destacou o governador Paulo Câmara.


O Aché Laboratórios vai atuar em Pernambuco com medicamentos alopáticos e fitoterápicos para uso humano, em estrutura de 25 hectares. O projeto, que será entregue em duas fases, contempla a implantação de fábrica para produção de medicamentos sólidos e um centro de distribuição. Na primeira fase, será construída uma área dedicada à embalagem de produtos sólidos e o centro de distribuição, os quais serão inaugurados ainda no primeiro semestre de 2019. Já a segunda etapa, que contempla o espaço para a fabricação dos medicamentos, está prevista para 2021. Quando concluída, a planta poderá produzir cerca de 700 milhões de unidades de medicamentos por ano.


Inicialmente, os produtos serão trazidos de Guarulhos (SP) em granel (comprimidos e cápsulas) para o complexo fabril de Pernambucano, onde serão embalados e distribuídos para as regiões Norte e Nordeste. Após a finalização da segunda fase do projeto, em 2021, os medicamentos sólidos também serão fabricados em Suape. “Ao constatar o foco que esse Governo dá a esses dois pilares – que nós entendemos ser fundamentais para qualquer região em desenvolvimento -, que são a educação e a saúde, só reafirma a certeza da nossa escolha por Pernambuco. Eu tenho a certeza de que esse é apenas o início de um projeto de muito sucesso, que trará bons frutos para todos aqueles que acreditam e que estão engajados nesta nova empreitada. Agradeço a parceria até aqui, com o desejo de que nossos vínculos se estreitem ainda mais para que possamos, de maneira sustentável, apoiar e promover o desenvolvimento do nosso amado Brasil”, explanou a presidente do Aché, Vânia Nogueira de Alcântara Machado.


O Governo de Pernambuco iniciou as negociações com o Grupo Aché em dezembro de 2015, quando o governador Paulo Câmara visitou a fábrica de Londrina (PR). Após um ano de visitas, estudos, reuniões e negociações, um Protocolo de Intenções para a instalação do empreendimento foi assinado em dezembro de 2016. Em abril de 2017, a empresa venceu a licitação para aquisição de um terreno de 25 hectares. Logo em seguida, em maio do ano passado, foi assinado o contrato de compra e venda do terreno.


Aché é uma empresa 100% brasileira, com mais de 50 anos de atuação no mercado farmacêutico. Conta com três complexos industriais: em Guarulhos (SP), São Paulo (SP) e Londrina (PR); além de participação na Melcon do Brasil e na Bionovis, joint- venture brasileira dedicada à pesquisa e desenvolvimento de medicamentos biotecnológicos. A empresa emprega mais de 4.700 colaboradores e possui uma das maiores forças de geração de demanda e de vendas do setor farmacêutico no Brasil. Possui um portfólio com 344 marcas em 858 apresentações de medicamentos sob prescrição, genéricos e MIP (isentos de prescrição), além de atuar nos segmentos de dermocosméticos, nutracêuticos, probióticos e biológicos


Em PE, pré-candidatos evitam comentar os atos dos caminhoneiros

Para especialista, estratégia adotada foi a 'mais fácil' diante de um tema 'novo' entre os eleitores

Kleber Nunes - O Estado de S.Paulo

RECIFE - Os principais pré-candidatos ao governo de Pernambuco se esquivaram de se posicionar sobre a greve dos caminhoneiros, que causou reflexos nas estradas de todo o País. As principais críticas às medidas adotadas pelo governo federal, seja para debelar a crise ou para a formulação de preços de combustíveis, partiram dos chamados “nanicos”.

Greve dos caminhoneiros trouxe reforma tributária ao debate eleitoral Foto: AFP PHOTO / DOUGLAS MAGNO


Pré-candidato à reeleição, o governador Paulo Câmara (PSB) evitou compromissos públicos durante os dias de paralisação. No auge da crise, montou um gabinete de crise integrando diversos órgãos da gestão, e declarações apenas sobre as intervenções do grupo para mitigar os impactos provocados pela mobilização. Procurada, a assessoria de imprensa do governo não respondeu ao pedido de entrevista com o governador.

O senador Armando Monteiro (PTB), pré-candidato que deve rivalizar com Câmara na disputa pelo governo, usou o Twitter para criticar a política de preços da Petrobrás e atacou o governo Temer, acusando-o de “imprevidente”. “Acho que os caminhoneiros foram conduzidos a uma situação insustentável. No entanto, os excessos com episódios de violência e bloqueios que prejudicaram o direito de ir e vir da população não podem ser tolerados”, disse ele ao Estado. “As minhas manifestações buscaram contribuir com o que para era essencial e está na raiz da situação que causou a greve e seus transtornos: a política de preço exercida pela Petrobrás e a estrutura tributária vigente.”


Pré-candidato pelo PRP, coronel Luiz Meira disse ao Estado que “apoia totalmente as reivindicações dos caminhoneiros”, mas evitou se manifestar nas redes sobre o assunto. “Estou respeitando o momento. A gente não pode colocar (a opinião) e sair atirando para todo lado, vai parecer que é oportunismo e eu nunca fui oportunista”, disse.


“Viajei nesse período da greve para o sertão, conversei com muitos caminhoneiros nos pontos de bloqueio e declarei meu apoio. Foi uma paralisação legítima por isso eu defendo, mesmo sabendo que teve infiltração de pessoas do PT”, afirmou.


A pré-candidata ao governo pernambucano pelo PSOL, Danielle Portela, criticou medidas do governo federal para afirmar que há um “golpe em curso no Brasil”. “Vamos levar para o debate público nossa posição contrária a tudo que se desdobrou com essa crise como a tentativa de entregar a Petrobrás ao capital internacional, ampliar o Estado de exceção instalado no Rio de Janeiro para o Brasil e a necessidade de inverter o modelo de tributação que penaliza os mais pobres”, afirmou.


Para a professora Nara Pavão, do departamento de Ciência Política da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), os pré-candidatos buscaram a estratégia mais fácil e eficiente ao se posicionarem sobre a paralisação. “Esse foi um assunto novo que entrou na pauta, além de ser polêmico foi muito confuso para a opinião pública. Então, juntando essa complexidade do assunto com a pouca visibilidade neste período de pré-campanha faz sentido a opção deles em não se posicionarem publicamente. É clara a estratégia barata”, disse.


A cientista política Priscila Lapa, professora da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (PE), avalia que a crise dos combustíveis despertou a população para as eleições deste ano e aumentou no eleitor a importância da confiança em quem vai dar o voto. “Nessa mobilização dos caminhoneiros as pessoas começaram a enxergar melhor que os governos não tiveram capacidade suficiente para resolver de maneira rápida os problemas causados pela paralisação. Por isso, além das cobranças de costume como combate à corrupção, o cidadão começa a avaliar quais candidatos merecem o voto de confiança e têm condições de superar momentos como esse de crise”, disse


Violência na explosão a carro forte no Agreste

Criminosos fortemente armados explodiram um carro-forte no Distrito de Lajes em Caruaru/PE






Na noite desta segunda-feira 04 de junho de 2018, cerca de 10 criminosos explodiram um carro-forte da empresa preserve no distrito de Lajes, na zona rural de Caruaru, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 18h20, a ação dos criminosos aconteceu às  margens da BR-104.  



Ainda segundo informações da PM, os suspeitos trocaram tiros com os vigilantes e em seguida  fugiram. A quantia levada pelos criminosos  não foi divulgada. Ainda de acordo com as informações os quatro vigilantes conseguiram fugir do local sem ferimentos, foram encontradas várias cápsulas de rifle calibre 665. Até a publicação desta matéria os criminosos não foram localizados.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

PP não abre mão da vaga no Senado, diz Eduardo da Fonte

Mesmo com a possibilidade do PSB fechar aliança com o PT – o que garantiria uma vaga em aberto para a Casa Alta para o senador Humberto Costa (PT) disputar a reeleição – o presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte, disse, em entrevista ao Blog de Jamildo, que o partido não abre mão de uma das vagas para o Senado, seja ele próprio ou o deputado estadual Pastor Cleiton Collins o candidato.

“A vaga é de senador tanto para mim ou para Cleiton”, disse, ao ser questionado se o PP poderia indicar o vice na chapa de Paulo Câmara, como já foi ventilado. A outra vaga seria do deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB). Para Eduardo da Fonte, o partido “preenche todos os requisitos” para ter esse espaço na majoritária.

Perguntado sobre a possibilidade do partido rumar para a oposição se não conseguir a vaga na chapa, Eduardo da Fonte afirmou que “não abriu conversas” com o grupo Pernambuco quer mudar, liderado pelos senadores Armando Monteiro Neto (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (MDB); pelos deputados Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB). A prioridade, segundo da Fonte, é do governador, já que o PP integra atualmente a base da gestão socialista.

“Só vamos abrir conversa (com a oposição) quando for definido que não tem conversa com o governador. O PP não vai fazer leilão como outros partidos”, disse o deputado. O parlamentar acrescentou ainda que “o tempo é do governador” e “não tem pressa” para definir o destino da sigla nas eleições de outubro. O presidente do PP ressaltou, porém, que “o intuito do partido é ficar na Frente Popular”.

“Vamos trabalhar para que a gente fique na base (do governador), disse.

Ainda de acordo com o deputado, o partido vai marcar uma reunião da Executiva estadual antes das convenções partidárias em agosto para definir as candidaturas. Antes disso, o PT definirá, no dia 10 deste mês, se lançará uma candidatura própria ou se apoiará o governador Paulo Câmara. No dia seguinte, o grupo Pernambuco quer mudar anuncia a sua chapa majoritária, que tende a oficializar os nomes de Armando para o governo e Mendonça para o Senado.

A outra vaga para o Senado tem como um dos nomes cotados o deputado estadual André Ferreira (PSC). Caso seja firmada a aliança entre socialistas e petistas, Ferreira, que é pré-candidato a senador, ficaria sem espaço.

Questionado se o PP corria o risco de não ter espaço no governo e nem na oposição, Eduardo da Fonte abriu a possibilidade de que o partido montar uma chapa avulsa para o Senado sem candidato a governador. Para ele, a sigla tem “autonomia” e musculatura para essa empreitada, lembrando que a agremiação tem a maior bancada na Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). Nas últimas eleições, o partido não esteve contemplado na chapa majoritária