terça-feira, 28 de maio de 2019

Bom dia...

Bom dia!

Terça-feira, 28 de maio de 2019, Dia de São Beda Venerável, do Ceramista, Internacional de Luta pela Saúde da Mulher e Mundial Contra à Mortalidade Materna. Vivemos o Outono brasileiro.

Na história:

Em 1964, era criada a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Em 1978, era inaugurada a barragem de Sobradinho, na Bahia.

Em 2009, morria vítima de infarto o narrador esportivo Adilson Couto, aos 62 anos.

Em 2009, era inaugurado em Caruaru o Shopping Difusora.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Corpos de Gabriel Diniz e pilotos alagoanos são liberados pelo IML de Sergipe



Bruno Felix com TV Pajuçara




Carros funerários farão o transporte das vítimas | Thiago Correia/TV Pajuçara

Os corpos do cantor Gabriel Diniz e dos pilotos alagoanos Linaldo Xavier e Abraão Farias foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Sergipe na noite desta segunda (27). Os três morreram após a queda de uma aeronave em Estância, no Litoral Sul sergipano.

De acordo com informações apuradas pela equipe de reportagem da TV Pajuçara, uma van com parentes e amigos das vítimas, além de diretores do Aeroclube de Alagoas, foi ao IML para o reconhecimento das vítimas.

Após o reconhecimento e a posterior liberação, a previsão é de que Gabriel Diniz seja encaminhado a uma funerária na região, e depois siga para um ginásio poliesportivo em João Pessoa, onde será velado. Os corpos de Linaldo e Abraão virão para Alagoas.

Situação dos corpos

O diretor do Instituto Médico Legal de Sergipe, José Aparecido Cardoso, afirmou que os corpos das três vítimas do acidente aéreo foram encontrados com muitos machucados. “Trauma torácico, trauma abdominal, trauma craniano e várias fraturas”, explicou Cardoso.

Amazonas confirma morte de mais 42 presos; total chega a 57 desde domingo



As mortes, segundo a secretaria estadual de Administração Penitenciária, ocorreram por enforcamento

Por Clara Cerioni, com agências



Protesto de familiares: após 15 mortes, parentes fazem barricada em frente ao presídio (Sandro Pereira/Reuters)

São Paulo — O governo do Amazonasconfirmou no começo da noite desta segunda-feira (27) que mais 42 presos foram mortos em estabelecimentos prisionais do Estado. As mortes acontecem um dia depois de outros 15 detentos terem sido assassinados.

Segundo a secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap), a principal linha de investigação envolve disputa de facções no Estado.


As mortes ocorreram por enforcamento no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM I), todos localizados em Manaus (AM).

Ainda de acordo com a secretaria, agentes do Grupo de Intervenção Prisional (GIP) e do Batalhão de Choque da Polícia Militar estão nas três unidades revistando e recontando os presos. Um inquérito será aberto para investigar os homicídios.

Chacina em Manaus

Neste fim de semana, 15 presos foram assassinados no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus (AM), mesmo presídio que deixou 56 pessoas mortas durante uma rebelião em 2017.

De acordo com a secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap), as mortes ocorreram durante uma “briga entre presos” dos pavilhões 3 e 5, e que, após o acionamento do Batalhão de Choque da Polícia Militar, a situação no Compaj estava sob controle.


Nenhuma fuga foi registrada e nenhum agente penitenciário foi ferido durante a confusão de ontem. A briga começou durante o horário de visitação.

Hoje, a Seap confirmou que todos os mortos foram identificados e seus corpos, liberados para as famílias. Em função do ocorrido ontem, a secretaria aplicou uma série de medidas administrativas em todas as unidades prisionais do estado, entre elas, a suspensão das visitas.

As causas das mortes, segundo o secretário de Administração Penitenciária do Amazonas, Marcus Vinícius de Almeida, foi devido a ataques com escovas de dentes e ‘mata-leão’.

A chacina ocorreu em horário de visita de familiares, o que segundo Almeida, foi o descumprimento de uma regra entre os criminosos. “Foi a primeira vez no Amazonas”.

O secretário revelou que as mortes ocorreram por perfurações e asfixia. “A gente identificou alguns estoques pequenos e, por incrível que pareça, eram escovas de dentes. Eles raspam”, explicou, revelando a origem do objeto pontiagudo.

A secretaria abriu investigação para identificar os presos envolvidos nos crimes, através das câmeras internas. Questionado sobre uma possível briga entre facções, o secretário disse que o Estado não as reconhece e que a investigação irá apurar a motivação dos crimes.

“Agora, uma ação como que aconteceu no passado (quando 57 pessoas morreram em janeiro de 2017, após confronto de facções), isso está descartado”.

“Quanto a evitar 100% que uma morte acontecesse, nós temos que ter a maturidade de entender que, em qualquer prisão do mundo, quando se quer matar, infelizmente vai se matar, como mataram. Mataram enforcados. Alguns com ‘mata-leão’. Então, isso o Estado não tem como evitar”, declarou Almeida.

Bolsonaro anuncia redução de 90% de normas de segurança no trabalho



Por Fábio Pupo e Ana Krüger | Valor


SÃO PAULO E BRASÍLIA  -  (Atualizada às 20h05) O presidente Jair Bolsonaro anunciou pelas redes sociais, nesta segunda-feira, que fará uma redução de 90% nas Normas Regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho. Conforme um texto divulgado pelo presidente, “há custos absurdos [para as empresas] em função de uma normatização absolutamente bizantina, anacrônica e hostil” nesse segmento.

O texto informa que a primeira NR a ser revista é a de número 12, “que trata da regulamentação do maquinário, abrangendo desde padarias até fornos siderúrgicos”. A promessa é que o pacote de revisão seja entregue em junho.

No material divulgado por Bolsonaro, há frases entre aspas de declarações contra as NRs, mas que não são atribuídas a ninguém. Entre outras coisas sem autoria identificada, é dito que “existem quase 5.000 documentos infralegais, portarias, instruções normativas, decretos da década de 1940 que ainda são utilizados para nossa fiscalização, de forma arbitrária”.

Mais adiante, o texto diz que “um pequeno empresário chega a ser submetido a 6,8 mil regras distintas de fiscalização”. A informação segundo a qual busca-se uma redução de 90% dessas regras aparece nesse contexto.

O texto diz ainda que, segundo o secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, “a modernização das NRs faz parte de um processo que tem a integridade fiscal como espinha dorsal, rumo à retomada do crescimento”. A partir daí, há uma defesa da reforma da Previdência, do equilíbrio fiscal e do aumento do investimento público.

"Emprego"

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho,  confirmou que a primeira mudança deve ficar pronta no começo de junho. ele alegou que a medida tem como objetivo diminuir custos para empresas e gerar empregos no país.

Marinho afirma que as medidas irão “customizar, desburocratizar e simplificar” as normas regulamentadoras. “Hoje o industrial brasileiro que compra uma máquina sofisticada normalmente gasta quase o dobro que o custo de transação, o que encarece nossa competitividade”, disse em vídeo publicado na internet.

A partir disso, serão revistas as normas 1, 2, 3, 9, 15, 17, 24 e 28. As regras tratam de insalubridade, periculosidade, construção civil e trabalho a céu aberto. O secretário alega que as mudanças estão sendo discutidas pelo governo com trabalhadores e empregadores, com assessoria da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro).

“O que queremos é permitir um ambiente saudável, confortável, competitivo e seguro. Para que a economia brasileira esteja à altura de outros lugares do mundo para gerar renda e trabalho, com segurança e saúde para o trabalhador”, afirmou.

Parte das mudanças foi adiantada pelo Valor em abril. A ideia é em até três meses produzir uma legislação mais flexível e que dê menos discricionariedade aos auditores fiscais do Trabalho, responsáveis por acompanhar o cumprimento da norma. A queixa da indústria é que a disparidade de interpretações e uma postura mais rígida do que a verificada em países com legislação bem rigorosa para produção de bens de capital, como a Alemanha.

Pilotos de avião que caiu com Gabriel Diniz eram diretores do Aeroclube de AL


POR G1

Os dois pilotos que estavam na aeronave que transportava o cantor Gabriel Diniz e que caiu na tarde desta segunda-feira (27) no interior de Sergipe eram diretores do Aeroclube de Alagoas, que confirmou ao G1 que eles estavam dando uma carona para o músico até Maceió, onde comemoraria o aniversário da namorada.

Por telefone, um outro diretor do Aeroclube, que se identificou apenas como Roberto, confirmou a identidade dos pilotos: Gabriel Abraão Farias, piloto desde 2012, e Linaldo Xavier Rodrigues, que tinha 3 anos de experiência. Os dois eram comandantes.

"O Farias era muito amigo do Gabriel Diniz, e levou o Xavier para passar o fim de semana em Salvador (BA), onde encontraram o cantor [que havia feito show em Feira de Santana] e voltariam juntos para Maceió", afirma Roberto.

Eles estavam em um avião monomotor de modelo PA-28-180, prefixo PTKLO, fabricado em 1974 e pertencente ao Aeroclube, e que caiu no povoado Porto do Mato, em Estância, sul sergipano.

A assessoria do aeroclube informou que o avião estava com a manutenção em dia, e em perfeito estado de conservação.

De acordo com o registro do avião junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ele era registrado para realizar apenas voos de instrução, e tinha operação negada para táxi aéreo. O aeroclube informou que o avião não era utilizado para táxi aéreo ou frete, mas poderia ser usado pelos diretores para uso pessoal.

Diniz era namorado da psicóloga alagoana Karoline Calheiros, e, após o show na Bahia, estava a caminho de Maceió para comemorar o aniversário dela. Farias teria oferecido uma carona a ele na aeronave, que acabou caindo.

As causas do acidente são desconhecidas, e serão investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Ceripa), da Aeronáutica.

Os corpos foram resgatados em uma área de mangue, de difícil acesso. Diniz foi reconhecido por amigos que estiveram no local.

Gabriel Diniz é o terceiro ex-vocalista da Cavaleiros que morre de acidente

GABRIEL DINIZ É O TERCEIRO EX-VOCALISTA DA BANDA CAVALEIROS FORRÓ QUE MORRE EM ACIDENTE

Antes de estourar em carreira solo com o hit “Jenifer”, Gabriel Diniz foi vocalista, entre 2010 e 2011, da banda Cavaleiros do Forró. Curiosamente, outros dois cantores que fizeram parte do grupo também morreram em acidentes trágicos.

O primeiro aconteceu em 2004, quando um ônibus que transportava alguns membros colidiu em outro ônibus de viagem na cidade de Goianinha, a 70 km de Natal. A colisão provocou a morte de quatro pessoas — incluindo o vocalista José Inácio Alexandre da Silva e o guitarrista Edivan Paulo da Silva — e deixou 20 feridos.

Já em 2017, Eliza Clívia, outra ex-vocalista da banda, faleceu em um acidente de carro na região central de Aracaju. Ela e o marido estavam em um veículo que bateu em um ônibus quando retornavam de uma entrevista.

Gabriel Diniz morreu nesta segunda-feira (27). Ele era um dos tripulantes do avião de pequeno porte que caiu em um mangue no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe, no início da tarde.

Nas redes sociais, a banda lamentou. “Para sempre lembraremos da sua luz, alegria e irreverência”, publicou como legenda de um vídeo do artista. O grupo alterou também a imagem de perfil para uma completamente preta, demonstrando luto. Atualmente, ele conta com Jaílson Santos, Ramon Costa, Michel Junior como integrantes.

Presidente do IPA cogita entregar cargo



O ex-deputado e presidente do IPA, Odacy Amorim cogitou a entregar o cargo por falta de comunicação e relação com o secretário Dilson Peixoto.

Uma fonte socialista afirmou que Odacy foi contido temporariamente pelo senador Humberto Costa. Mas a corda está esticada.

Assim como Gabriel Diniz: Relembre nomes da música que morreram no auge

Gabriel Diniz - Foto: Luiz Fabiano / Divulgação

A morte de Gabriel Diniz, nesta segunda (27), vítima de acidente de avião, traz à tona outros artistas da música que deixaram suas famílias e seus fãs precocemente, também no auge da carreira, vitimados por acidentes aéreos e automobilísticos. A gente relembra alguns desses nomes, guardados na história e nas lembranças dos que os acompanharam e, por eles, sentiram dor.

Cristiano Araújo faleceu em acidente de carro no dia 24 de junho de 2015

Cristiano Araújo – No São João de 2015, um acidente automobilístico em Morrinhos (GO) matou o cantor sertanejo, que vivia o auge da carreira. Com Cristiano Araújo estava a namorada, Allana Coelho Pinto de Moraes, que também faleceu.

Claudinho, ao lado de Buchecha – Foto: reprodução

Claudinho – O cantor, que fazia dupla de funk com Buchecha, morreu em julho de 2002, devido a um acidente na Via Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo. O carro em que ele estava derrapou, saiu da pista e bateu numa árvore. Quem conduzia era o empresário da dupla, Ivan Manzielle, que sobreviveu.

João Paulo, ao lado de Daniel – Foto: reprodução

João Paulo – Da dupla sertaneja com Daniel, João Paulo morreu num acidente na Rodovia dos Bandeirantes, em setembro de 1997. O carro em que ele estava capotou, invadiu o canteiro central e pegou fogo, levando-o à morte. Perícia constatou, anos depois, que o acidente foi devido a uma das rodas dianteiras do veículo.

Chico Science – Foto: reprodução

Chico Science – O pernambucano, “cabeça” do movimento manguebeat e da banda Nação Zumbi, morreu num acidente entre Recife e Olinda, em fevereiro de 1997. Chico chocou o carro contra um poste, após outro veículo fechar-lhe a passagem, tendo seu cinto de segurança rompido.

Mamonas Assassinas – Foto: Folhapress / reprodução

Mamonas Assassinas – Os cinco integrantes da banda – Dinho, Beto Hinoto, Júlio Rasec, Samuel e Sérgio Reoli – morreram em março de 1996, num acidente de avião. A aeronave chocou-se contra a Serra da Mantiqueira, quando retornava para São Paulo, após show em Brasília.

Gonzaguinha – Foto: reprodução

Gonzaguinha – O filho de Luiz Gonzaga morreu em 1991, num acidente de carro na cidade de Renascença, no Paraná. Gonzaguinha colidiu seu veículo contra uma caminhonete, na volta de um show. A força do impacto fez o cinto de segurança arrebentar.

Maysa – Foto: Folhapress / reprodução

Maysa – A cantora morreu em 1977, ao bater o carro contra uma mureta da ponte Rio-Niterói, no Rio de Janeiro. De acordo com a família, à época, Maysa não dormia havia cinco dias, devido a remédios que estava tomando.