quarta-feira, 12 de junho de 2019

Grave acidente mata ex- Goleiro do Sete em Garanhuns

Grave acidente na BR-424 mata ex-goleiro do Sete de Setembro, em Garanhuns


Um grave acidente foi registrado na noite desta terça-feira (11), na BR-424, nas proximidades da Serra Branca, na cidade de Garanhuns no Agreste.




A grave colisão envolveu um caminhão Ford/Cargo (bitoneira) de placas BPW-6206, na cor bege e um veículo Astra na cor prata e placas DHQ-7868 de Garanhuns.

De acordo com informações preliminares, o condutor do veículo Astra, identificado como Hercules Pereira da Silva, morador do Magano teria perdido o controle do veículo invadindo a faixa contrária e colidido violentamente no caminhão.



Com o impacto da colisão, o jovem  Raldinei Torres Brito, de 23 anos que estava no banco do passageiro morreu na hora. O motorista do Astra foi socorrido em estado grave para o Hospital Regional Dom Moura por uma equipe do SAMU.



Uma equipe do Corpo de Bombeiros fez o desencarceramento do corpo de Raldinei que ficou preso às ferragens. Equipes da PM e da PRF estiveram no local aguardando a chegada do IC que após levantamento cadavérico encaminhou o corpo ao IML, em Caruaru.

Comando Policial

Bom dia!

Bom dia!

Quarta-feira, 12 de junho de 2019. Hoje é Dia de São Gaspar de Búfalo, Correio Aéreo Nacional, Mundial de Combate ao Trabalho Infantil e Dia dos Namorados. Vivemos o Outono brasileiro.

Na história:

Em 1817, três chefes da Revolução Pernambucana eram fuzilados em Salvador, Bahia.

Em 1953, Elisabeth II era coroada Rainha da Inglaterra.

Em 1964, o líder político sul-africano Nelson Mandela era condenado a prisão perpétua.

Em 1987, o Plano Bresser era lançado por Sarney, onde salários e preços eram congelados por 90 dias, até o fim do gatilho salarial.

Em 2000, a Polícia Militar cercava um ônibus da linha 174, sequestrado no Rio de Janeiro, com desfecho trágico: morte de uma refém e o assassinato do bandido depois de desarmado.

terça-feira, 11 de junho de 2019

Caso Moro: Telegram garante que aplicativo é inviolável

Empresa diz que vazamento da conversa entre Moro e Dallagnol pode ter ocorrido por um malware no celular ou roubo de senha

Por Da redação



Telegram tem função que armazena documentos no aparelho celular (Reprodução/VEJA)

O serviço de troca de mensagens russo Telegram divulgou nesta terça-feira, 11, uma nota garantindo a inviolabilidade do aplicativo, após vazamento de conversas entre o ministro Sergio Moro e o promotor Deltan Dallagnol, divulgadas pelo site The Intercept Brasil, no último domingo, 9.

A empresa afirmou que, em seis anos de existência, nunca compartilhou um único byte de informação para terceiros, como China, Irã e Rússia, que atualmente bloquearam o aplicativo, por não terem acesso ao conteúdo.


O Telegram afirma que seu script de segurança nunca foi descoberto, apesar de pesadas tentativas para invadir o aplicativo.


Questionado em seu Twitter sobre o caso de Moro e Dallagnol, que ganhou destaque no Brasil no começo desta semana, a empresa especulou que um malware, uma espécie de vírus, presente em um dos celulares, pode ter copiado as mensagens salvas no aparelho, dando acesso ao suposto hacker.

Outra forma de acesso seria por meio de um roubo da senha de uma das contas dos usuários. Para isso, o aplicativo recomendou aos usuários a verificação em dois passos: além da senha, é exigido um código enviado ao celular de quem possui a conta.

Pedro Oliveira@pppoliveira

 · 10h

Respondendo a @telegram

Did you see that (now in English)? https://theintercept.com/2019/06/09/brazil-lula-operation-car-wash-sergio-moro/ …

Exclusive: Leaked Chats Between Brazilian Judge and Prosecutor Who Imprisoned Lula Reveal Prohibi...

Judge Sergio Moro repeatedly counseled prosecutor Deltan Dallagnol via Telegram during more than two years of Operation Car Wash.

theintercept.com


Telegram Messenger

@telegram

https://twitter.com/telegram/status/1138439518145716225 …

Telegram Messenger

@telegram

Respondendo a @pppoliveira

Most likely, a device taken over via third-party malware – or a hijacked login code for an account that did not use a password. We recommend setting a 2-step verification password for anyone who has reasons to doubt their carriers or governments. Details: https://telegra.ph/Keeping-your-chats-secure-06-10 …

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10:43 - 11 de jun de 2019

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Moro se antecipa à oposição e vai depor em comissão do Senado no dia 19

Ministro se colocou à disposição para explicar conversas com o MPF que foram vazadas; oposicionistas articulavam requerimento para convocá-lo

Por André Siqueira



Moro vai prestar esclarecimentos sobre mensagens reveladas pelo site The Intercept Brasil (José Cruz/Agência Brasil)

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, vai depor na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em audiência marcada para a quarta-feira, 19, sobre as conversas vazadas dele com o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba.

Na sessão do Congresso Nacional desta terça-feira, 11, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), leu um ofício, entregue pelo líder do governo Bolsonaro na Casa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), no qual Moro se coloca à disposição para ser ouvido. A informação foi confirmada a VEJA pela assessoria do senador Humberto Costa (PE), líder do PT.


O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição no Senado, disse a VEJA que a data foi marcada depois de um acordo entre Alcolumbre e os líderes da oposição.

Em seu perfil oficial no Twitter, Alcolumbre publicou a íntegra do documento. “Fui informado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, de sua disponibilidade para prestar os esclarecimentos à Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal sobre notícias amplamente veiculadas na imprensa relacionadas à Operação Lava Jato”, diz Bezerra Coelho.

O emedebista manifestou, ainda, “confiança” em Moro, certo “de que esta será uma oportunidade para que ele demonstre a sua lisura e correção como juiz federal, refutando as críticas e ilações a respeito da sua conduta”.

Ver imagem no Twitter

Davi Alcolumbre

@davialcolumbre

Tomei conhecimento por meio do líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PB), que o ministro da Justiça e Segurança Pública, @SF_Moro, se dispõe a comparecer à CCJ do @SenadoFederal para prestar esclarecimentos sobre as últimas notícias veiculadas na imprensa.

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15:33 - 11 de jun de 2019


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Nos bastidores, a oposição se articulava para apresentar um requerimento para convocar o ministro a prestar esclarecimentos sobre as mensagens, que foram reveladas no domingo 9 pelo site The Intercept Brasil.

Em alguns desses diálogos, Moro orientava Dallagnol, que era o responsável pela acusação que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão, e, em um deles, chegou a sugerir testemunha para ser ouvida. Nesta segunda-feira, o ministro afirmou que “não tem orientação nenhuma” nas mensagens.

“Não vi nada de mais nas mensagens. O que houve foi uma invasão criminosa de celulares de procuradores, para mim isso é um fato bastante grave ter havido essa invasão e essa divulgação. E, quanto ao conteúdo, no que diz respeito a minha pessoa, eu não vi nada demais”, afirmou o ministro em Manaus, após um evento na capital amazonense.

Para os oposicionistas, as conversas mostram que houve parcialidade do então juiz da Operação Lava Jato no Paraná no julgamento do processo de Lula.

Em nota, a defesa do ex-presidente afirmou que os processos foram “corrompidos” e que a liberdade do petista era “urgente”. O texto afirma, ainda, que Lula “não praticou qualquer crime e que é vítima de ‘lawfare’, que é a manipulação das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política”.

Bolsonaro exonera todos os peritos da equipe de combate à tortura



Por Redação SRzd


Presídio em Fortaleza. Foto: Reprodução


O presidente Jair Bolsonaro exonerou, através de decreto publicado nesta terça-feira (11), todos os peritos do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT), órgão criado em 2013 e que é responsável por investigar violações de direitos humanos em locais como penitenciárias, hospitais psiquiátricos, abrigos de idosos, dentre outros.


O decreto 9.831 ainda determina que a nomeação de novos peritos para o órgão precisará ser chancelada por ato do próprio presidente, e que esses novos membros não irão receber salário. Além disso, o ato de Bolsonaro ainda proíbe que os novos peritos tenham qualquer vinculação a redes e entidades da sociedade civil e a instituições de ensino e pesquisa, dentre outros.


“Fomos pegos de surpresa. É bastante claro que se trata de uma retaliação ao trabalho que a gente vem desenvolvendo”, afirmou à Agência Pública um dos peritos demitidos, Daniel Melo.


Segundo o perito, o decreto também torna inviável a atuação dos futuros peritos já que, sem remuneração, dificilmente teriam capacidade de conduzir investigações extensas.


Desde o início do governo Bolsonaro, os integrantes do Mecanismo vinham denunciando que a ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, trabalhava para impedir a atuação dos peritos. Em fevereiro, a ministra foi acusada de impedir a vistoria a penitenciárias do Ceará para avaliar denúncias de maus tratos e tortura no sistema prisional cearense. No mês de abril, após realizarem as visitas, os peritos divulgaram um extenso relatório que apontou instalações superlotadas, presos com mãos e dedos quebrados e lesões na cabeça afirmando terem sido atingidos por chutes ou golpes de cassetetes, celas alagadas, tomadas por mofo, e falta de medicamentos para detentos com tuberculose e hepatite.


O relatório da inspeção ainda denunciou que presos soropositivos estavam sem acesso ao atendimento médico e impedidos de receber visita de familiares que poderiam trazer os coquetéis contra o HIV. Durante as vistorias, os peritos encontraram uma cela, nos mesmos presídios, ocupadas por detentos ex-policiais e filhos de policiais com colchão, ventilador e mosquiteiro.


O presidente do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), Leonardo Pinho, afirmou que irá recorrer à Justiça – Ministério Público Federal (MPF) e na Defensoria Pública da União (DPU) – contra a medida.


Foragido simula própria morte com ketchup, mas polícia descobre farsa

Foragido é acusado de controlar o tráfico na Vila Holandesa, em Moreno. Para investigadores, ele usou ketchup para simular sangue na roupa.

Por: Redação OP9

Zé Quita simulou a própria morte em fotografia para escapar da Polícia, mas farsa foi descoberta. Fotos: Divulgação Polícia Civil

Um homem procurado pela Polícia Civil por suspeita de tráfico e homicídios na cidade de Moreno, na Região Metropolitana do Recife, tentou forjar a própria morte para escapar da prisão divulgando uma imagem dele próprio aparentemente baleado. De acordo com o delegado que acompanha o caso, Everson Leonardo Nascimento de Lima, conhecido como Zé Quita, montou o cenário e posou para a foto simulando estar morto.

Na cena, que ele mesmo compartilhou às escondidas, o suspeito aparece deitado, com os olhos fechados e com a roupa manchada com um líquido vermelho na camisa, dando a entender que teria sido vítima de um homicídio. Os investigadores descobriram a farsa e acreditam que o líquido que simula sangue é, na verdade, ketchup. “É uma simulação bem grotesca. Ele achava que não seria mais procurado se a polícia achasse que ele estava morto. Ele é perigoso e está escondido. Só costuma aparecer na região da Vila Holandesa para cometer homicídios”, afirmou o delegado adjunto da 13ª Delegacia de Homicídios da DHPP Fábio Lacerda, responsável pela investigação.

De acordo com Lacerda, já está configurada a participação de Everson em pelo menos um homicídio na Vila Holandesa, onde ele atua como traficante e costuma ameaçar moradores para manter o domínio dos crimes na região. Para incentivar denúncias que levem à localização de Zé Quita, o delegado divulgou nesta terça-feira (11) um cartaz com a foto do suspeito. O design da peça, que remete aos cartazes com fotos de criminosos procurados dos filmes de faroeste, foi produzido voluntariamente por um um colega do investigador.

Para incentivar denúncias por parte da população, o delegado criou e divulgou um número de WhatsApp da delegacia. O canal é exclusivo para informações sobre homicídios em Moreno e o anonimato é garantido. “A população tem medo de denunciar. O WhatsApp é uma forma de facilitar as denúncias, já que a pessoa não precisa comparecer à delegacia”, completou o delegado. O número é o (81) 98770.4812.

PSL não vai entrar na defesa de Moro, diz Luciano Bivar


Por: AE

Fotos: José Cruz/Agência Brasil e Valter Campanato/Agência Brasil

Partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL não vai entrar na linha de defesa do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, que teve seu celular interceptado por hacker e supostas comunicações mantidas com integrantes do Ministério Público divulgadas pelo site The Intercept. A Ordem dos Advogados do Brasil cobrou o afastamento do ministro e dos procuradores para apuração de possíveis irregularidades na condução da Operação Lava Jato e das ações penais. O site afirma que recebeu o material de uma fonte anônima.

"O Moro nem é filiado ao PSL, tá certo?", justificou o presidente da legenda, deputado Luciano Bivar (PSL-PE). Segundo ele, cada parlamentar é livre para, individualmente, se manifestar sobre o caso, mas não haverá uma ação conjunta ou em nome da sigla governista.

Na manhã desta terça-feira (11) deputados e senadores do PSL se reuniram em Brasília. Eles terminaram o encontro sem discutir qualquer manifestação em defesa política do ministro. O encontro serviu para lançar uma campanha pela aprovação da reforma da previdência.

A divisão sobre sair ou não em defesa do ministro evidenciou-se quando a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) conclamou os parlamentares a irem juntos à sede da Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República cobrarem uma investigação sobre o ataque hacker em dispositivos móveis do ministro e de procuradores da Lava Jato. A deputada recebeu a sugestão de representar para que o caso seja enquadrado na Lei de Segurança Nacional, uma vez que o veículo que divulgou as conversas é estrangeiro.

"Vai ter mais reunião? O que vocês acham de os deputados irem lá na Polícia Federal pedir uma investigação do vazamento? Vocês querem ir?", disse Zambelli. Alguns deputados responderam ironicamente que ela fosse e falasse também de tentativas de intrusão nos celulares deles.

Sem adesão, Zambelli disse à reportagem que pretende ir sozinha aos órgãos investigadores ainda nesta terça-feira. "Eu vou entrar na PGR com pedido de investigação pela Lei Carolina Dieckmann (sobre delitos informáticos)", disse ela. Zambelli diz que a rede de ativistas e militantes de que faz parte - o movimento Nas Ruas - está pronta para protestar em apoio a Moro.

CPI

Ao fim do encontro, o vazamento das supostas conversas foi tema de bate-papo entre os parlamentares. Eles ponderavam que a PGR e a PF já haviam aberto procedimentos de apuração e avaliavam que o caso pode virar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Há duas em funcionamento atualmente na Câmara. Deputados disseram, porém, que os fatos não têm gravidade para tanto.

"As informações estão tão cristalinas, não tem nada que seja não republicano", disse Bivar. "Acho que tem de abrir uma CPI ao contrário, para investigar quem vazou", opinou Zambelli. "A gente pensou nisso, mas pode ser um desgaste e prolongar um assunto que daqui a pouco pode morrer."

Senadores do PSL viram digitais do senador Renan Calheiros (MDB-AL) na reação de órgãos de controle, como o Conselho Superior do Ministério Público (CNMP). Isso porque o ex-secretário-geral da Mesa do Senado Luiz Fernando Bandeira de Mello Filho, consultor da confiança de Renan, foi um dos conselheiros que assinou o procedimento para apurar a conduta dos procuradores da República integrantes da Lava Jato. A apuração foi considerada por parlamentares como uma "reação do submundo".

"O Bandeira é membro do CNPM. Ele é um dos que assinou o pedido de investigação dos procuradores. A mando do Renan", disse a senadora Juíza Selma Arruda (PSL-MT).

Agora todo mundo está vendo que não era só discurso diz Lula sobre Moro


Por: AE

Foto: Luís Nova/Correio Braziliense

"Agora todo mundo está vendo que não era só discurso", disse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a interlocutores quando foi informado do teor das conversas atribuídas ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, e o procurador da República Deltan Dallagnol divulgadas domingo, dia 9, pelo site The Intercept. 


Segundo pessoas que estiveram com Lula, a revelação dos diálogos deixou o ex-presidente mais confiante de que o fim do período na prisão pode estar próximo - e também revoltado com os responsáveis pela Lava Jato.

Nesta terça-feira, 11, Lula recebeu as visitas dos advogados Cristiano Zanin e José Roberto Battochio na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Segundo Zanin, Lula "ficou bastante impactado com o conteúdo do material". Em entrevista coletiva na saída do prédio da PF, eles disseram esperar que o Supremo Tribunal Federal (STF) leve em conta as revelações ao analisar os pedidos de habeas corpus pendentes na Corte.

"Temos a expectativa de que (o STF) julgue os HCs já pendentes e inclusive a falta de neutralidade do juiz Sérgio Moro em relação ao ex-presidente Lula", disse Zanin. "São temas já apresentados ao Supremo e que ajudam no julgamento", completou.

De acordo com o advogado, a defesa deve incluir formalmente no processo os diálogos revelados no domingo, mas ainda não definiu a forma e a data. Embora os novos dados não estejam nos autos, segundo Zanin sua essência é a base da argumentação da defesa desde o início do processo. "São coisas que nós já havíamos levantado desde o início. Esperamos que estes fatos novos ajudem a sensibilizar e mostrar ao Judiciário que o ex-presidente Lula não teve um julgamento justo, imparcial e independente", afirmou.

Conforme Zanin, o material divulgado até agora já é suficiente para provar que Moro não agiu como juiz imparcial mas "como coordenador da acusação".

Nesta terça-feira, o ex-presidente recebe a visita do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. Na segunda-feira, 10, Lula esteve com o deputado Emídio de Souza, tesoureiro nacional do PT, e com o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh. Os três são advogados e integram formalmente a defesa do petista.