terça-feira, 24 de setembro de 2019

Torcedora palmeirense que narra jogos para filho cego leva prêmio da Fifa



Por Redação SRzd


Silvia Grecco e Nickollas. Foto: Divulgação/Fifa


Após ficar conhecida em todo o Brasil, Silvia Grecco, mãe do garoto Nickollas, de 12 anos, conquistou o prêmio Fifa Fan Award, concedido aos torcedores que se destacaram no ano.

Devido à deficiência visual do garoto, que também é autista, Silvia o acompanha em jogos do Palmeiras e narra cada lance da partida para ele.

“Nós estamos aqui representando nosso time, o Palmeiras, todos os torcedores do Brasil, todos os torcedores do mundo, todos que torcem pela pessoa com deficiência. O futebol pode transformar a vida dessas pessoas. É muito amor, muita dedicação e o simples gesto de narrar o jogo para meu filho, tivemos a oportunidade de um jornalista brasileiro, Marco Aurélio Souza [do Grupo Globo], nos ver com o coração. Nossa história rodou o mundo”, disse após receber o prêmio segunda-feira (23), em Milão, na Itália.


“Agradeço à Fifa por poder falar para o mundo do futebol que a pessoa com deficiência existe e precisa ser amada e incluída”, completou Silvia que pretende levar esta ação a torcedores de outros clubes.


“Meu sonho é andar pelo Brasileirão proporcionando isso aos outros. O meu filho tem essa oportunidade porque eu posso levar, mas a grande maioria não tem. Os deficientes precisam de terapia, acompanhamento médico e 90% das pessoas com deficiência estão em lares vulneráveis, não tem essa condição. É muito triste. E não é fácil. Vou fazer com que possa realizar esse sonho”, falou Silvia.


A brasileira concorreu ao prêmio junto com a torcida holandesa da Copa do Mundo de Futebol Feminino e contra o uruguaio Justo Sánchez.


Sob Bolsonaro, importação de armas é maior da história






A importação de revólveres e pistolas bateu recorde nos oito primeiros meses deste ano. De janeiro a agosto, as compras somaram US$ 15 milhões, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado.

A alta foi identificada também na quantidade de armas que entraram no país —foram 37,3 mil revólveres e pistolas, sendo 25,6 mil deles somente no mês em agosto. Nos primeiros oito meses do ano passado, para comparação, foram importadas 17,5 mil armas dessas categorias.

Os resultados, obtidos pela Folha nos registros do Ministério da Economia, são muito superiores à série histórica. Em 2005, por exemplo, foram 26 unidades, com valor total de US$ 7.200.

O impulso coincide com uma mudança. Até o ano passado, a importação de armas era proibida quando existissem produtos similares fabricados no Brasil.

Essa restrição foi derrubada em decreto do presidente Jair Bolsonaro, publicado em maio deste ano, que também flexibiliza normas para compra de armas no país.

Os atos eram uma promessa de campanha do hoje presidente: ampliar a posse (direito de manter em casa ou no trabalho) e porte (direito mais amplo) de armas de fogo.

A medida, contudo, é contestada por especialistas em segurança pública, como o gerente de projetos do Instituto Sou da Paz, Bruno Langeani.

“Antes mesmo dos decretos já havia um aumento na comercialização de armas no Brasil. Com os atos do presidente, a tendência de crescimento deve continuar. Quanto mais armas em circulação, pior a questão dos homicídios, a violência letal”, disse.

O aquecimento do mercado de armas —intenção manifesta de Bolsonaro, que afirma que a flexibilização do porte e da posse vão permitir que o cidadão se defenda melhor— se reflete não só na quantidade já importada mas também no potencial de entrada desses produtos no Brasil.

A procura por armas expandiu o número de pedidos para importações, que precisam de aval do Exército.

Dados enviados à Folha mostram que, de janeiro a agosto, foi autorizada a compra de 152,5 mil armas estrangeiras, contra 86,4 mil no mesmo período do ano passado.

Isso indica que a importação de armas deve manter a tendência de alta, já que a maioria ainda vai desembarcar no Brasil.

O aval do Exército é dado a qualquer arma de fogo — e não apenas revólver e pistola — e pode ser para a compra de uma única unidade ou de um lote.

Essa expansão, entretanto, foi puxada por pedidos feitos por pessoas físicas, afirma o Exército. Foram 5.000 autorizações — 300 a mais do que no mesmo período de 2018, um avanço de 6,4%.

Na mesma comparação, houve recuo nas autorizações para pessoas jurídicas e órgãos de segurança pública. Esse número caiu 12%, de 478 para 421, nos primeiros oito meses de 2019.

“É preocupante quando se começa a fomentar o mercado de armas com baixíssimas condições de controle. Ainda existem normas do Exército a serem cumpridas, mas ficou mais simples para que pessoas físicas consigam importar”, afirmou o presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.

Além de retirar a restrição a importações, os decretos de Bolsonaro flexibilizam o acesso a armas de fogo de calibre anteriormente restrito. Muitas dessas armas, segundo Langeani, não têm fabricação nacional e resta, então, buscar pelas unidades lá fora.

A limitação para que se importasse apenas armas que não eram produzidas no Brasil foi criada para proteger a indústria nacional do setor, cuja principal empresa é a Taurus.

O objetivo do governo foi exatamente o oposto, abrir esse mercado para a concorrência internacional e, assim, permitir a compra de armas estrangeiras que podem ser mais baratas e de melhor qualidade que as brasileiras.

O Instituto Sou da Paz defende a quebra do monopólio para as aquisições feitas por órgãos de segurança pública, mas é contra a liberação para pessoas físicas e empresas que comercializam armas de fogo.

“Essa desregulamentação total do controle de armas pode ter efeito no mercado ilegal também, que é abastecido parcialmente por desvios do mercado formal”, afirma Langeani.

Sob Bolsonaro, o comércio de armas dentro do Brasil também cresceu.

No primeiro semestre de 2019, a Taurus vendeu cerca de 50 mil armas de fogo em território nacional. O valor é quase 13% superior às comercializações de armamentos do mesmo período do ano passado, quando cerca de 44 mil armas foram vendidas.

A empresa é especializada na fabricação de revólveres, pistolas e armas longas, como rifles e espingardas.

As vendas no Brasil proporcionaram uma receita líquida de R$ 71,2 milhões na primeira metade do ano à Taurus, superando em 10% o registrado no mesmo período do ano anterior.

Outro indicador desse aquecimento do mercado interno vem da base de dados da Polícia Federal.

Os registros de armas compradas por civis para defesa pessoal estão em alta. No primeiro semestre, o cadastro já representa 65% do total de vendas do ano passado inteiro.

Foram 17,9 mil armas catalogadas até junho de 2019, contra 27,5 mil em todo ano de 2018. Já o total de registros feitos no país em 2018, incluindo de pessoas jurídicas como empresas de segurança, chegou a 196,8 mil, segundo o Fórum Nacional de Segurança Pública. A entidade ainda não compilou os dados deste ano.

“Quando você fomenta e facilita o acesso, há estímulo a esse mercado. A grande pergunta é como o Estado vai fiscalizar isso”, diz o presidente do Fórum.

Os decretos que flexibilizam o porte e posse de armas — os mesmos que retiram a barreira a importações — são questionados no STF (Supremo Tribunal Federal), que ainda não se posicionou sobre o assunto.

Uma das ações é movida pelo partido Rede Sustentabilidade. O líder da sigla no Senado, Randolfe Rodrigues (AP), teme que o aumento de armas no país gere aumento da violência.

“A medida [de mudanças nas regras em relação a armas de fogo] não pode ser por meio de decreto do presidente da República. Isso teria que ser debatido no Congresso. A gente não resolve os problemas do país armando todo mundo”, declarou. Na ação, o partido argumenta que afrouxar as regras de acesso a armas coloca em risco a segurança de toda a sociedade.

No último dia do mandato, a ex-procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o STF declare inconstitucionais os seis decretos de Bolsonaro que alteram as regras para aquisição de armas.

O parecer foi enviado por ela na terça-feira (17), contrariando os interesses do Palácio do Planalto. Dodge concorda com o partido Rede e sustenta que o tema deveria ter sido discutido pelo Congresso, e não definido em decreto presidencial.

Ainda não há previsão para a decisão do Supremo. (Via: Folhapress)

Reforma da Previdência deve ser votada em 1º turno nesta terça-feira






A reforma da Previdência terá um capítulo decisivo nesta semana. Está marcada para esta terça-feira (24), no plenário do Senado, a votação em primeiro turno da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma. Segundo parlamentares, o clima é favorável a uma aprovação.

A presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Simone Tebet (MDB-MS), disse que a reforma da Previdência está “blindada”. Pela manhã, será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relatório referente às emendas recebidas em plenário. Após, a PEC para o plenário. A expectativa é cumprir o calendário, votando em segundo turno no dia 10 de outubro.

“Na semana seguinte, começarmos a votação em segundo turno. Em 10 de outubro, temos condições de entregar para o Brasil a reforma da Previdência”, disse Tebet.

Na primeira passagem da reforma pela CCJ, o relator da PEC, Tasso Jereissati (PSDB-CE), leu e submeteu seu parecer à comissão, que foi aprovado por 18 votos a 7 e levado ao plenário. No plenário, foram realizadas cinco sessões de discussão do tema.

Nem todas as sessões reservadas à reforma tiveram um quórum alto. Em algumas, poucos senadores pediram espaço para fala. O deputado Paulo Paim (PT-RS) pediu alteração das regras de aposentadoria especial, para profissões danosas à saúde e  mudanças nas regras de pensão por morte.

Em seu relatório, referente às emendas de plenário, Jereissati rejeitou 76 emendas recebidas no plenário do Senado que poderiam modificar a proposta e obrigar a volta do texto à análise dos deputados. O relator, no entanto, mudou a redação sobre o ponto que trata da criação de uma alíquota de contribuição mais baixa para os trabalhadores informais.

Cientes de que o relator não fará mudanças que provoquem a volta do texto à Câmara, alguns senadores jogam suas fichas na chamada PEC Paralela. A PEC, também relatada pelo tucano, promete trazer regras mais benéficas aos trabalhadores e foi criada para evitar alterações na PEC principal e, consequentemente, possibilitar uma aprovação em outubro.

A expectativa de Jereissati e Tebet é que haja uma diferença de 15 dias entre as votações da PEC original e as votações da paralela. No caso dessta, porém, a aprovação definitiva ainda levará tempo, uma vez que ainda precisa ser apreciada pela Câmara dos Deputados. (Via: Agência Brasil)

Gusttavo Lima desbanca Safadão, Marília e Luan e tem cachê mais alto. Confira






Em alta pelo Brasil, o cantor Gusttavo Lima também valorizou seu cachê nos últimos meses. De acordo com informações da colunista Fábia Oliveira, o sertanejo está liderando o ranking dos cachês mais caros do Brasil, considerando o seu seguimento musical. Para ter a presença do artista em um evento, a média está saindo por R$ 700 mil.

Ainda de acordo com a nota, para contratar a festa Buteco do Gusttavo Lima deve-se desembolsar R$ 800 mil. Luan Santana aparece em segundo lugar cobrando R$ 320 mil. Seguindo a lista, Wesley Safadão, Marília Mendonça e a dupla Zé Neto e Cristiano faturam cerca de R$ 300 mil por show. Mas vale lembrar que essas cifras mudam com o decorrer de diversos fatores, como movimento do mercado e a valorização ou desvalorização do artista. Historicamente, o cachê mais alto do Brasil é de Roberto Carlos, que cobra cerca de R$ 1 milhão para sair de casa.

Homem que matou companheira queimada é encaminhado ao Cotel



Kaleu Costa foi encaminhado ao Cotel depois de passar pela audiência de custódia


JC Online


Com informações da TV Jornal


A prisão de Kaleu foi decretada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE)
Foto: Arquivo JC

Foi encaminhado ao Cotel, em Abreu e Lima, nesta segunda-feira (23), Kaleu Christian Silva Regueira Costa, suspeito de atear fogo na companheira, a jovem Samara da Costa Mendes, de 18 anos, no último domingo (22). Segundo um vizinho, o crime aconteceu depois de uma discussão. A prisão preventiva foi decretada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), após audiência de custódia, na tarde desta segunda-feira (23).


Entenda o caso

Uma jovem morreu após ter o corpo incendiado pelo companheiro na noite desse domingo (22), na Comunidade dos Casados, no bairro de Santo Amaro, área Central do Recife. Segundo a polícia, o crime aconteceu durante uma discussão entre o casal.

Os policiais disseram que Kaleu Cristian Silva Regueira Costa, 24 anos, ateou fogo em Samara da Costa Mendes, 18, e, logo em seguida, tentou fugir pelo telhado das residências vizinhas, mas caiu e acabou sendo preso em flagrante.

Autuado por feminicídio, o suspeito afirma que agiu em legítima defesa, pois, de acordo com sua versão, quem seria morto era ele.

"Ela iria me matar"

“Ela iria me matar. Me trouxe de Maceió para fazer alguma coisa contra mim aqui. Ela me trouxe de Maceió e eu tenho três filhos. Queria me enrolar no colchão e tocar fogo em mim, tramando tudinho pra me matar. Por isso que eu tive que reagir primeiro”, afirmou.

Jovem querida

Uma vizinha, que não quer ser identificada, diz que Samara era uma jovem querida onde morava. “Todo mundo gostava dela e ela não tinha briga com ninguém aqui. A gente está muito revoltado com essa situação que aconteceu com ela. Ele era muito ciumento”, disse a vizinha.

Gravidez descartada

A gravidez de Samara foi descartada, segundo uma perícia realizada pela Polícia Científica, pois havia, segundo a família da jovem, uma possibilidade de gravidez. As investigações seguem com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Nota do TJPE

"O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) informa que, em audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (23), na Central de Audiências da Capital, Kaleu Christian Silva Regueira Costa teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva. Ele será encaminhado para o ao Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife."

Família de Ágatha recusa ajuda do governo do Rio




Família de Ágatha recusa ajuda financeira do governo do Rio. Secretaria estadual de Vitimização diz que ofereceu-se para pagar o velório da menina.


(Foto: Reprodução Rene Silva)


Da Folha de S. Paulo - Por Mônica Bergamo


 


A família de Ágatha Félix, menina de 8 anos morta por uma bala perdida durante ação policial no Complexo do Alemão, no Rio, recusou o auxílio da secretaria estadual de Vitimização —e não quer receber recurso de nenhuma espécie do governo. 


A pasta, que atende familiares de vítimas da violência, diz que ofereceu-se para pagar o velório da jovem. 


Danilo Félix, tio da garota, afirma que o enterro foi realizado com recursos da família e do jornal Voz das Comunidades: “Não queremos ajuda do governo.”


Organizações brasileiras farão um discurso contra a política de segurança do governador do Rio, Wilson Witzel, no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, nesta terça (24). “Os alvos são sempre os mesmos: negros jovens e pobres que vivem nas favelas da cidade”, diz o texto. 


Radialista acusado de estupros preso em Frei Miguelinho

POLÍCIA CIVIL PRENDEU EM FREI MIGUELINHO RADIALISTA ACUSADO DE ESTUPRAR DUAS ADOLESCENTES






Policiais Civis de Frei Miguelinho, sob o comando do Delegado Humberto Pimentel, prenderam nesta segunda-feira (23), Abílio Barroso Filho, de 55 anos, radialista, em Cumprimento do Mandado de Prisão Expedido no dia 18/09/2019 pela Comarca de Santa Maria do Cambucá e Mandado de Prisão Expedido no dia 12/09/2019, pelo Tribunal de Justiça de Sergipe. Ambos mandados são de crimes sexuais, onde o imputado  na época dos crimes era Conselheiro Tutelar de Frei Miguelinho. As vítimas a época tinham 16 e 13 anos de idade.

O acusado foi encaminhado à Penitenciária Dr. Ênio Pessoa Guerra em Limoeiro.

Preso na PB assaltante de PE

PRESO NA PARAÍBA SEGUNDO ASSALTANTE DOS CORREIOS DE RIACHO DAS ALMAS, DE CHÃ GRANDE E QUE ASSALTOU EMPRESÁRIO E COOPERATIVA DE CRÉDITO EM BEZERROS






Através de informações repassadas pela equipe da Delegacia da Polícia Federal de Caruaru, a Polícia Militar de Monteiro na Paraíba, prendeu na tarde desta segunda- feira (23) no bairro do Bráz em Monteiro, Wédem da Silva Araújo, por força de mandado de prisão da comarca de Caruaru. Wédem estaria residindo em Sumé no Sitio Pitombeira.

O procurado estava conduzindo um o Fiat Strada Working CD, cor prata, exibindo a placa OYZ-2870/PE. A Polícia averiguou o veiculo e observada a numeração do motor não era compatível com a numeração do CHASSI. Foi constatado que o automóvel de posse de Wédem é oriundo de roubo ou furto e que sua placa verdadeira é PDK-5988, de Frei Miguelinho/PE.

No local onde Wédem estava residindo com a sua namorada foram encontrados vários objetos inclusive dois revólveres calibre 38 com 16 munições e R$ 10.150,00 (Dez mil centro e cinquenta reais) em espécie.

O Delegado de plantão em contato com a Policia Federal descobriu que as armas de fogo apreendidas também oriundas de roubo pertencem a empresas de seguranças de valores de Bezerros.


O delegado chefe da Delegacia da Polícia Federal de Caruaru, Dr. Márcio Tenório, disse que o Wédem junto com o comparsa Euclides Chagas cometeu o assalto na agência dos Correios de Riacho das Almas no dia 11 de julho, do assalto a agência dos Correios de Chã Grande no dia 04 de setembro e a agência do banco Siscoob em Bezerros no dia 24 de julho e sozinho assaltou um empresário no entorno da Policlínica do Salgado no dia 17 de julho e na tentativa de atingir o empresário baleou uma adolescente de 15 anos na cabeça.