terça-feira, 24 de setembro de 2019

Com discurso maníaco e agressivo, Bolsonaro envergonha o Brasil na ONU



Em discurso vergonhoso, Jair Bolsonaro afunda a imagem do Brasil e propaga mentiras na abertura da Assembleia-Geral da ONU nesta terça-feira (24)

Alan Santos/PR




As expressões dos líderes mundiais e parlamentares que presenciaram o discurso de Bolsonaro na Assembleia-Geral da ONU nesta terça-feira (24) demonstravam a incredulidade sobre o que saía da boca de Jair. O discurso foi permeado de ataques infundados, fake news e muita, muita teoria conspiratória dos anos 70: Bolsonaro atacou governos petistas, países vizinhos, a mídia internacional e a sanidade mental dos ouvintes.

Em um discurso maníaco e agressivo, Jair Bolsonaro não teve vergonha de mentir para o mundo sobre a preservação ambiental brasileira ao afirmar que a “a Amazônia permanece quase intocada”. Além disso, acusou, mais uma vez, os povos indígenas de provocarem os recentes incêndios na floresta. Citando uma carta com suposta maioria das representações indígenas, Bolsonaro ainda atacou o líder indígena Raoni – chamando-o de “peça de manobra” – e as ONGs, tentando deslegitimar quem se coloca na linha de frente na defesa da Amazônia.

Em artigo no UOL, o jornalista Jamil Chade comentou as principais repercussões do discurso de Bolsonaro na ONU. Entre as mensagens que recebeu, representantes da cúpula da ONU chegaram a afirmar que “Ele (Bolsonaro) acabou de perder a última chance de ser respeitado”. O vexame na Assembleia-Geral das Nações Unidas provocou comentários indignados de grande parte dos diplomatas perante as falas autoritárias e mentirosas de Jair. Segundo Chade, um embaixador asiático chegou a questionar “Quando é a próxima eleição?”, demonstrando ansiedade para que o Brasil saia desse desgoverno retrógrado que combate inimigos imaginários enquanto ignora os problemas reais do país e do mundo.

Mais mentiras

 

“Hoje o Brasil está mais seguro e ainda mais hospitaleiro”, diz Bolsonaro ao citar que o número de homicídios está diminuindo no país. Não parece que fala do mesmo país que no final de semana se despediu de mais uma criança inocente vítima de violência policial, Agatha Vitória Sales Félix, que morreu com um tiro nas costas por conta da política de extermínio e uso de armas incentivadas por Jair.

Com elogios a Donald Trump e um discurso que remete aos tempos de Guerra Fria, Jair prega o retrocesso em todas as esferas. Ao citar versículos da Bíblia, Bolsonaro age também contra a Constituição de seu próprio país. O Brasil é um Estado laico e, por isso, seu representante deveria exalar neutralidade, sem destacar qualquer religião, principalmente em eventos internacionais onde estão presentes lideranças de todas as religiões do mundo. Jair se diz patriota, mas não consegue nem mesmo respeitar sua Constituição.

Bolsonaro discursou frases bizarras, absurdas e sem sentido. Um pseudo líder confuso que mistura religião e um combate ao que chama frequentemente de “ideologia” e que diz ser o grande mal do país. “A ideologia invadiu a alma humana expulsando Deus. Ela sempre deixou um rastro de ignorância e morte por onde passa”, afirmou. Com frases desse tipo num discurso vergonhoso transmitido para o mundo inteiro, Jair envergonha o povo brasileiro ao tentar justificar a destruição que provoca no país, desmontando estatais, prejudicando os mais pobres e instaurando a censura e o preconceito.

Algumas pérolas da vergonha Bolsonaro na ONU

Em plena ONU, Bolsonaro defende a ditadura militar!


E ainda diz que a Amazônia não está em perigo!




Jair Bolsonaro discursou na manhã desta terça-feira 24 na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York (EUA).


E a expectativa de que o Brasil pudesse passar pelo evento sem dar (mais um) vexame não se confirmou.

Logo no início de sua intervenção, Bolsonaro voltou a fantasiar sobre o socialismo e, de modo inacreditável, defendeu o Golpe Militar de 1964 e a ditadura que se seguiu a ele.

"[Os comunistas] tentaram mudar o regime, mas foram derrotados. Vencemos aquela guerra e resguardamos a nossa liberdade", disse Bolsonaro.

Conversa Afiada reproduz, de modo não literal, outras pérolas do presidente brasileiro nas Nações Unidas:

- apresento um novo Brasil, depois de estar à beira do socialismo

- no meu governo, o Brasil vem trabalhando para reconquistar a confiança do mundo

- em 2013, um acordo entre o PT e a "ditadura cubana" trouxe 10 mil médicos para um verdadeiro "trabalho escravo"

- já nos anos 1960, agentes cubanos foram enviados para diversos países para colaborar com a instalação de ditaduras

- tentaram mudar o regime, mas foram derrotados. Vencemos aquela guerra e resguardamos a nossa liberdade

- o Foro de São Paulo é uma organização criminosa criada para levar o socialismo à América Latina

- a economia está reagindo (sic), ao romper vícios e amarras de duas décadas

- meu governo tem o compromisso solene com a preservação ambiental (quá, quá, quá) e o desenvolvimento sustentável

- sofremos ataques sensacionalistas da mídia internacional

- um outro país se portou de modo desrespeitoso e com espírito colonialista

- um desses países, no G7, ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil, sem sequer nos ouvir

- nossos nativos são seres humanos, como qualquer um de nós. Quero deixar claro que o Brasil não vai aumentar para 20% sua área demarcada como terra indígena

- Raoni e outros caciques são usados como peça de manobra por governos estrangeiros em uma guerra informacional

- nossa política é de tolerância zero com a criminalidade, inclusive com os crimes ambientais

- qualquer iniciativa de apoio à preservação da Floresta Amazônica deve ser tratada em pleno respeito à soberania brasileira

- estamos prontos para, em parceria, aproveitar de forma sustentável todo o nosso potencial

- o Brasil reafirma seu compromisso intransigente com os mais altos padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e da liberdade

- seguiremos contribuindo com a construção de um mundo em que não haja impunidade para criminosos e corruptos

- Moro é símbolo do meu país

-  a Amazônia não está sendo devastada, nem consumida pelo fogo

- o Brasil que represento é um país que está se reerguendo e reconquistando sua confiança política e econômica

- durante as últimas décadas, nos deixamos seduzir por sistemas ideológicos de pensamento (sic)

- a ideologia invadiu nossos lares para investir contra a família

- o politicamente correto expulsou a racionalidade

- a ideologia invadiu a alma humana para expulsar Deus e a dignidade

- fui covardemente esfaqueado por um militante de esquerda e só sobrevivi por um milagre de Deus

Em tempo: não à toa, a hashtag #BolsonaroEnvergonhaOBrasil está nos trending topics do Twitter...

Em discurso na ONU, Bolsonaro escancara programa de ultradireita e anti-indígena

Em seu primeiro discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, presidente do Brasil também negou que Amazônia esteja sendo devastada: "É uma falácia dizer que a Amazônia é um patrimônio da humanidade"

O presidente Jair Bolsonaro discursa na cerimônia de abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, nesta terça-feira. MARY ALTAFFER (AP)

EL PAÍS


O presidente Jair Bolsonaro usou o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU em Nova York para escancarar, diante do mundo, seu programa de ultradireita, pró-ditadura militar e anti-indígena para o Brasil. Para a audiência brasileira, não houve surpresa em relação às ideias que o capitão da reserva do Exército defende desde a campanha. O ultraconservador iniciou seu discurso reivindicando o golpe militar de 1964 que instalou uma ditadura militar no Brasil. Repetiu seu argumento, sem base na realidade, que sua chegada ao poder salvou o Brasil do "socialismo".

Em um discurso de pouco mais de meia hora e lida sem grandes interrupções, Jair Bolsonaro desafiou os críticos de sua política ambiental e discurso contra multas ambientais, para dizer que as queimadas recordes nos últimos cinco anos no país e na Amazônia, medidas por órgãos oficiais, são infladas pela mídia global que deseja atacá-lo.

"É uma falácia dizer que a Amazônia é um patrimônio da humanidade", disse, em uma crítica ao francês Emmanuel Macron. O presidente brasileiro também repetiu ao mundo que não haverá nova demarcação de terras indígenas no Brasil e ainda atacou a extensão das atuais.

Morador de Garanhuns é preso em São Caetano após roubar ambulância do Dom Moura para fugir só de toalha






Um homem foi preso após roubar e fugir numa ambulância do Hospital Regional Dom Moura, após ser atendido em um hospital em Recife. De acordo com a Polícia Militar, José Leonardo Ferreira da rocha, de 26 anos sofreu um acidente em Garanhuns e foi socorrido para o Hospital Dom Moura na cidade.

Após o atendimento, o médico decidiu transferir o homem para o Hospital da Restauração no Recife, onde foi atendido e liberado. Ao receber alta José, o motorista da ambulância e uma enfermeira voltavam para Garanhuns quando pararam para lanchar. Quando os dois profissionais desceram do veículo, José Leandro ligou a viatura e fugiu.


A Polícia Militar foi acionada e conseguiu prender o suspeito em São Caetano. José foi levado para Delegacia de Plantão de Caruaru e ao chegar no local a polícia descobriu que ele tem um mandado de prisão em aberto por um homicídio cometido em Garanhuns no ano de 2015.

O homem foi levado para Delegacia de Belo Jardim, que é responsável pela área de atuação das ocorrências que acontecem em São Caetano, onde foram tomadas as medidas cabíveis.

Com informações e imagens do Caruaru no Face.

Fala mentirosa, odiosa, desastrosa e falsa de Bolsonaro piora a imagem do Brasil no mundo

Falsa e desastrosa, fala de Bolsonaro na ONU só piora imagem do Brasil. Por Kennedy Alencar

POR KENNEDY ALENCAR

Numa primeira avaliação, o discurso do presidente Jair Bolsonaro na ONU foi falso e terá impacto danoso para a imagem internacional do Brasil. Foi falso porque negou a realidade que os dados mostram e que o mundo inteiro conhece: cresceram o desmatamento e as queimadas na Amazônia no primeiro ano da administração Bolsonaro. Além de falso, o discurso foi desastroso.

A verdade: está em curso no Brasil uma política de desmonte da proteção ambiental criada ao longo das últimas três décadas. Foram enfraquecidos órgãos de fiscalização, como o Ibama e o ICMBio. Ricardo Galvão, um cientista respeitado, foi derrubado da direção do Inpe por dizer a verdade: cresceu a devastação da floresta tropical brasileira, conforme alertas do sistema Deter.

Há sinais públicos e notórios de estímulo a fazendeiros e garimpeiros ilegais dados por Bolsonaro e seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Esse ministro adota políticas contra avanços ambientais. Bolsonaro faltou com a verdade ao dizer que a mídia mente sobre a devastação na Amazônia.

Bolsonaro destacou a soberania brasileira sobre a Amazônia. Ora, essa soberania não está em questão. É teoria conspiratória alimentada por setores das Forças Armadas.

É uma visão obtusa num mundo que sofre com o aquecimento global, algo negado por nosso ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. A solução é global. São legítimas as preocupações internacionais sobre a Amazônia. A proteção da floresta tropical interessa a cidadãos do mundo, mas sobretudo aos brasileiros, que poderão sofrer consequências negativas na agricultura e no abastecimento de água se a Amazônia for devastada a um ponto que impeça ou torne muito difícil a sua sobrevivência.

O que está em questão, portanto, é a preservação da Amazônia. Também importa o fortalecimento da fiscalização que foi deliberadamente enfraquecida pelo atual governo. Mas Bolsonaro e Salles adotam caminho contrário ao meio ambiente. Os satélites da Nasa e a comunidade científica mundial têm como averiguar os dados da devastação no Brasil.

Esse negacionismo de Bolsonaro, num tom duro, com cores religiosas e claramente irrealista diante de 193 mandatários estrangeiros e seus representantes, só vai piorar a imagem brasileira no exterior. O mundo já percebeu que Bolsonaro, além de autoritário e demagogo de extrema-direita, é um inimigo da preservação ambiental e do combate ao aquecimento climático. Seu discurso aprofundou essa percepção perante líderes mundiais na abertura hoje da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

Fala desastrosa

Bolsonaro disse que seu governo tem “compromisso solene com a preservação do meio ambiente”. Culpou o clima seco e falou em “queimadas espontâneas”. Falou em ataques sensacionalistas da imprensa internacional, que retratou a realidade do que acontece lá. Sugeriu que o presidente da França, Emmanuel Macron, comportou-se com espírito irrealista, num tom nada conciliador. Alfinetou França e Alemanha, fundamentais para o acordo União Europeia-Mercosul, sair do papel

Sugeriu que continuará com medidas para implementar atividades econômicas em reservas indígenas e que não demarcará mais áreas desse tipo. Falou que cacique Raoni é usado por países estrangeiros. Atacou ONGs que desejariam manter os índios “como homens da caverna”. Afirmou que fará “nova política indigenista” no Brasil. Negou retrocessos sociais em direitos humanos e na política de segurança pública.

Além de falso, o discurso é desastroso do ponto de vista da imagem internacional. Irrealista, agressivo em relação a países que enxergariam o Brasil “como colônia”.

Soou absurdo o presidente dizer que “meu país esteve muito próximo do socialismo” e sugerir que cubanos do programa Mais Médicos seriam agentes socialistas parecidos com espiões de Cuba nos anos 60. O Brasil nunca esteve próximo do socialismo. Isso é mentira. É totalmente insensata essa ideia de risco socialista no Brasil e na América Latina. Pega mal internacionalmente, parece paranoico e antiquado.

As medidas para frear órgãos de controle adotadas por Bolsonaro, como escolher um procurador-geral da República do bolso colete, tira autoridade do presidente para falar de corrupção. O presidente hoje é um inimigo da Lava Jato.

Caciques de 14 povos do Xingu protestam contra indígena convidada por Bolsonaro para ir à ONU



Ysani Kalapalo, defensora do presidente, embarcou nesta segunda-feira. Manifesto de lideranças diz que o governo 'usa uma figura simpatizante de suas ideologias radicais'

Ysani Kalapalo, indígena do Xingu REPRODUÇÃO DA INTERNET

POR VINICIUS SASSINE E GUSTAVO MAIA

O Globo

BRASÍLIA - Caciques de 14 povos indígenas do território do Xingu, em Mato Grosso, e a Associação Terra Indígena Xingu protestaram contra o convite feito por Jair Bolsonaro para que a indígena Ysani Kalapalo integre a comitiva do presidente na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira. Ysani é bolsonarista, defende o presidente nas redes sociais e está com frequência em Brasília, em apoio a atos da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves. Ela não conta com apoio das lideranças do Xingu, nem mesmo do cacique dos kalapalo.


As 14 lideranças e a associação representativa do território do Xingu divulgaram um manifesto contra a representação de Ysani na comitiva presidencial na ONU. Intitulado "carta de repúdio", o documento diz que o convite a Ysani "demonstra mais uma vez o desrespeito com os povos e lideranças indígenas renomados do Xingu". A jovem embarcou a Nova York, nesta segunda, junto com a comitiva do presidente.


"Desrespeita-se a autonomia própria das organizações dos povos indígenas de decisão e indicação de seus representantes em eventos nacionais e internacionais", cita a carta. "O governo brasileiro ofende as lideranças ao dar destaque a uma indígena que vem atuando constantemente em redes sociais com objetivo único de ofender e desmoralizar as lideranças e o movimento indígena do Brasil."


O governo de Bolsonaro não se contenta com os ataques aos indígenas e ainda busca legitimar uma política anti-indígena "usando uma figura simpatizante de suas ideologias radicais com a intenção de convencer a comunidade internacional de sua política colonialista e etnocida", afirmam as lideranças na carta de repúdio.


A indígena, nas redes sociais, expressa apoio a Bolsonaro e chega a questionar a origem criminosa das queimadas na Amazônia, com afirmações de que o fogo é comum nessa época do ano, fazendo parte do processo de produção dos próprios povos indígenas. O cacique do povo kalapalo, Tafukuma Kalapalo, é o primeiro a assinar o protesto contra ela.


Ysani é próxima de Damares. Uma reportagem publicada pela revista "Época" em janeiro deste ano revelou a ilegalidade da adoção feita pela ministra há 15 anos. Uma criança indígena kamaiurá foi retirada do Xingu à revelia de familiares e do povo kamaiaurá, a pretexto de um tratamento dentário. A menina foi criada como filha por Damares, sem um processo de adoção na Justiça. Nunca mais voltou.


O pano de fundo usado pela então pastora evangélica eram dados irreais sobre a prática chamada de infanticídio em comunidades indígenas. O cacique do povo kamaiurá, Kotok Kamaiurá, também assina a carta contra a presença de Ysani na comitiva de Bolsonaro. A jovem fez postagens em suas redes sociais para defender Damares no episódio da adoção ilegal da criança, hoje uma jovem de 20 anos de idade.

Investigação contra Hélio Negão é o motivo da irritação de Bolsonaro com a PF


Um inquérito contra o deputado federal Hélio Lopes (PSL-RJ), conhecido como Hélio Negão, seria o motivo da irritação do presidente Jair Bolsonaro (PSL) com a cúpula da Polícia Federal (PF).

Segundo a coluna Radar, da revista Veja, os agentes federais investigam Hélio por crimes que teriam sido cometidos há mais de quinze anos. Alertado pelo amigo, o presidente viu no caso uma ação da PF para tentar intimidar seu grupo político. O deputado é o candidato de Bolsonaro à Prefeitura do Rio.

Ainda de acordo com a coluna, o caso teria motivado a declaração de Bolsonaro feita há 12 dias no portão do Palácio da Alvorada, quando antecipou que estaria “para estourar” uma acusação contra uma pessoa próxima a ele.

“Não adianta fazer essa campanha contra a minha pessoa, contra minha família. Agora contra quem está do meu lado também, que está para estourar um problema aí. Um problema não, uma falsa acusação sobre uma pessoa importante que está do meu lado”, disse o presidente na ocasião.

Priscila Senna e Benil agitam Festival da Confecção em Cupira



Evento começa nesta quinta-feira (26) e segue até sábado (29)

NE10 INTERIOR


Priscila Senna é uma das atrações do festival (Divulgação)

O Festival da Confecção (FCC) será realizado em Cupira, no agreste, e reúne produtores e fornecedores. O evento, que começa nesta quinta-feira (26) e segue até domingo (29), estimula novos negócios e incentiva a indústria e o comércio do município. O FCC conta com 50 stands de exposição de produtos e serviços, cursos profissionalizantes, bancos de linha de crédito, além de shows de Priscila Senna e Benil.

Também fazem parte da programação concursos, palestras, oficinas e desafios. Um dos destaques é o desafio Renault, que confina oito pessoas dentro do veículo durante os dias do evento. O carro ficará exposto em frente ao local sob supervisão. Durante os quatro dias várias provas eliminatórias serão realizadas. O ganhador final receberá prêmios relacionados a confecção local, linha de crédito, assessoria contábil e empreendimento.

O concurso Miss Plus Size Fashion (Seletiva Cupira) também é um dos destaques. A ganhadora da seletiva sairá com o título de Miss Plus Size Fashion Cupira 2019 e ganhará a inscrição para participar da etapa Estadual. A vencedora também receberá prêmios dos patrocinadores do evento. As interessadas em participar devem se inscrever até esta segunda-feira (23) através do site oficial do Festival da Confecção.

Confira programação completa:

Quinta-feira (26)

16h às 22h - Festival da Confecção
18h - Desafio Renault Oroch | Jovem Pan
19h - Abertura Oficial
21h - Palestra sobre o tema do evento com o ex-ministro Raul Jungmann
22h - Shows Benil e Priscila Senna (Musa)

Sexta-feira (27)

16h às 22h - Festival da Confecção
18h às 20h - Palestra Produção compartilhada com o professor Dr. Lindenberg Filho (UFPE)
20h às 22h - A importância da contabilidade para micro e pequenos empreendedores com José Carlos
19h - Concurso Miss Plus Size Cupira 2019
19h - Show: Dj Larrosa
21h - Música ao vivo na praça de alimentação

Sábado (28)

16h às 22h - Festival da Confecção
14h às 18h – Oficinas Sebrae
16h - Palestra: E-commerce - Negócios e as Mídias Digitais
19h - Desfile
22h - Música ao vivo na praça de alimentação

Domingo (29)

7h - Corrida da Tesoura
10h às 16h - Festival da Confecção
16h - Encerramento do Festival | Final do Desafio Renault
17h - Festa dos Costureiros.