Ameaça foi transmitida pela TV do Irã e Exército de Israel está em alerta.
Mísseis sendo lançados (Foto: Reprodução)
Um porta-voz da Guarda Revolucionária iraniana afirmou que “há preparação para destruir Israel” como resposta pela morte do general Qassem Soleimani, morto em um ataque aéreo promovido pelos Estados Unidos.
A ameaça foi feita ao canal de TV iraniano Iran International e foi recebida com preocupação pela comunidade internacional, já que Soleimani fazia parte da Guarda Revolucionária.
Em resposta, Israel colocou o exército em alerta no início da manhã, temendo uma possível retaliação contra o país que é o aliado mais próximo dos EUA no Oriente Médio.
Em comunicado oficial, o Irã afirmou que “o regime dos EUA será responsável pelas consequências dessa aventura criminosa” e que o país norte-americano “cometeu seu maior erro estratégico no Oriente Médio e não ficará livre das consequências desse erro.”
A ameaça também foi feita pelo Conselho Nacional de Segurança do Irã, que afirmou se vingar dos EUA “na hora certa e no lugar certo”.
Durante transmissão ao vivo feita no Facebook neste sábado (4), o presidente Jair Bolsonaro declarou que gostaria de acabar com as investigações contra o senador Flávio Bolsonaro, seu filho mais velho. O ex-capitão acredita que é tudo uma armação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.
“Durante as eleições ‘ah, o caso do Flávio não foi para frente porque o Bolsonaro conseguiu trancar o processo’. Se eu tivesse a possibilidade de trancar, teria anulado, cancelado. Essa é uma armação que vem lá do governo do Rio de Janeiro, é basicamente isso”, declarou o presidente.
O senador é investigado por ter supostamente montado um esquema de corrupção em seu gabinete enquanto era deputado estadual na ALERJ com “rachadinhas” de funcionário – incluindo servidores laranjas – e por ter supostamente lavado o dinheiro obtido com esse esquema através de uma loja de chocolates e empreendimentos imobiliários.
“O governador que se elegeu em cima do Flávio. Ao chegar ao governo do estado resolveu fazer o quê? “Eu quero ser presidente da República” e daí? Tem que me destruir. Ele tem seus amigos, aquele lado que nós sabemos e tudo faz para derrubar a gente, o tempo todo desgastando. Se o Flávio for absolvido hoje, vão falar que eu interferir”, declarou ainda o presidente.
Homens foram encontrados, carbonizados e mutilados neste sábado 04/01/2020 no sítio Poço do Cosmo na zona rural da cidade de Iatí, Pelas imagens, que circularam nos grupos de wattsap, são dois homens e apresentam sinais de tortura e crueldade.
As vítimas foram encontradas por populares que passavam pelo local e não se sabe ainda, quem são e a motivação dos crimes.
Bolsonaro fala em transmissão de energia sem fio para Roraima
O presidente Jair Bolsonaro disse na sexta, 3, que vai aos Estados Unidos no próximo mês para conhecer uma solução de “transmissão de energia elétrica sem meios físicos”, mas a tecnologia apontada pelo governante como eventual solução para problemas de suprimento em Roraima é algo distante da realidade, improvável de ser aplicada atualmente, segundo especialistas.
A afirmação do presidente a jornalistas, no entanto, causou estranhamento entre especialistas, que apontaram que sistemas para transmissão de eletricidade sem fio, quando existem, são ainda experimentais e aplicáveis apenas em pequena escala.
“Em fevereiro vou estar nos Estados Unidos, vou lá visitar empresários, que são militares... vão me apresentar transmissão de energia elétrica sem meios físicos. Se for real, de acordo com a distância, que maravilha! Vamos resolver o problema de energia elétrica de Roraima passando por cima da floresta”, disse Bolsonaro ontem cercado por apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.
Especialistas do setor de transmissão de energia, no entanto, questionaram a possibilidade de uma solução inovadora como a citada pelo presidente ser aplicada no Estado, que tem população estimada de 605 mil pessoas.
“Obviamente que isso é uma meta, é um sonho chegar a esse ponto. Eu sei que há pesquisas realmente nessa área, mas até onde se sabe isso está limitado a baixíssimas potências. Está muito longe de ser o que é necessário (para Roraima)”, disse o professor aposentado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Ruy Carlos Ramos de Menezes.
“Certamente é uma coisa para o futuro, tudo indica que haverá (a tecnologia). Agora, a preocupação com Roraima imagino que seja muito mais imediata. Achar que essa tecnologia é solução para o linhão é realmente um disparate”, acrescentou.
O professor Dorel Ramos, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que só conhece aplicações comerciais que conseguem evitar a construção de subestações de energia com o uso da chamada indução para alimentar pequenas comunidades, mas ainda assim é necessária uma linha de transmissão.
“Isso existe há muito tempo, mas é muito restrito a questões específicas. Não é uma transmissão sem fio ampla, geral e irrestrita... Roraima é um Estado, não é uma pequena carga, e ‘sem meio físico’ é forma de falar. Simplesmente você evita fazer uma subestação, mas se não tem uma linha de transmissão de alta tensão você não consegue fazer nada”, afirmou.
“Não sei se é disso que ele está falando, não sei se tem outro tipo de tecnologia, mas que eu saiba não tem nada... solução que existe para grande escala é com fio.”
O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (4) que “todo cearense é cabeçudo”. “Chamar de cearense cabeçudo, você não identifica ninguém, lá todo mundo é cabeçudo”, afirmou em vídeo gravado para o evento de filiação organizado pelo Aliança pelo Brasil em Fortaleza (CE).
Após conflitos com o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, o mandatário saiu da sigla em novembro de 2019 e articula a criação de um novo partido.
A fala do presidente aos apoiadores em Fortaleza foi transmitida em live no Facebook de Bolsonaro (a partir do minuto 10). O presidente também agradeceu ao estado e afirmou que foi um dos primeiros locais onde foi recebido por uma multidão de simpatizantes em aeroporto em julho de 2016.
“Acho que foi primeiro estado que tivemos grande recepção em aeroporto. Tudo começou por aí, se não me engano, um dos grandes articuladores disso acho que foi Alex Ceará, um cara cabeçudo. Se bem que chamar cearense de cabeçudo você não consegue identificar ninguém, lá todo mundo é cabeçudo”, disse.
Esta é a segunda vez que o jornalista vai estar na bancada do Jornal Nacional
Thalis Araújo
taraujo@jc.com.br
Márcio Bonfim está na Globo Recife há 13 anos Foto: João Cotta/TV Globo
O jornalista da TV Globo Recife, Márcio Bonfim, vai apresentar, pela segunda vez, o Jornal Nacional, neste sábado (04). A notícia foi dada por ele mesmo, no encerramento do NE1, jornalístico que Bonfim apresenta diariamente.
A primeira vez que Márcio Bonfim apresentou o JN foi no dia 31 de agosto, abrindo o rodízio feito em comemoração aos 50 anos do telejornal. Ao lado de Cristina Ranzolin, do Rio Grande do Sul, Márcio teve uma aparição brilhante que encantou os brasileiros e, em especial, os pernambucanos.
Fantástico
No último dia 26 de novembro, foi noticiado pelo JC que Márcio Bonfim foi escolhido para ser o substituto do titular do Fantástico, Tadeu Schimidt e, no último domingo de 2019 (29), ele foi ao ar. Um dia depois, Márcio Bonfim usou as redes sociais para agradecer ao público pelas mensagens de carinho que recebeu.
História de Márcio Bonfim
Márcio Bonfim dos Santos, 38 anos, nasceu em Alvares Florence, no interior de São Paulo e está há 13 anos na filial da Globo no Recife. Com quase 21 anos de carreira, ele tinha como projeto de vida, a princípio, ser engenheiro ou arquiteto. “Eu era um desenhista arquitetônico, e de repente me surpreendi na época do vestibular optando por comunicação social, praticamente, na última semana. Quando trabalhava em um escritório de arquitetura, pelo fato de sempre atender as ligações, um cliente me disse que, com minha voz, eu deveria ser radialista ou apresentador de TV. De repente, eu fiz um teste indicado por ele, e fui selecionado. Uma semana depois, comecei a faculdade de jornalismo, o curso técnico de Rádio, e estou na estrada há um tempo. Foi assim que eu acabei me envolvendo com a comunicação”, contou por telefone, direto da redação da Globo no Rio de Janeiro para o Jornal do Commercio.
Chegada do jornalista ao Recife
O âncora do NE1 chegou a Recife em 2006. Tempo suficiente para se sentir pernambucano de coração. “Tenho uma relação muito próxima: sou casado com uma pernambucana, tenho um filho pernambucano, a bisavó da minha filha, que mora em São Paulo, é de Serrita, no interior do Estado. Quando cheguei aqui, em 2006, passei a conviver na redação com pessoas que contaram para o Brasil e para o mundo a importância e a relevância de Pernambuco de uma forma geral. Hoje, me sinto em casa quando apresento o telejornal do meio-dia, que é voltado para as comunidades, abrindo espaço para os moradores cobrarem do poder público. Me sinto honrado por estar em Pernambuco realizando o que eu mais gosto, que é trabalhar com informação”, afirma.
'Sempre acreditei no trabalho'
De pé no chão, o jornalista comentou a questão da representatividade de ter mais um negro comandando o telejornal: “Vou usar um pouco do que a minha mãe sempre diz: todo dia é uma construção pela carreira. Seja no trabalho, seja na vida. Eu já tenho 20, indo para 21 anos de profissão. Ao longo dessa minha trajetória, trabalhei em emissoras educativas, na TV Cultura, na TVE do Rio, afiliadas da Globo, emissoras de rádio, e agora, há 13 anos na Globo Recife como apresentador do NE1. Eu sempre acreditei muito no trabalho. E não posso desmerecer o quanto eu trabalho diariamente na profissão, como jornalista de uma forma geral. Seria muito complicado dizer que eu estou aqui só por ser negro. Não é só por isso. É a construção de uma carreira de uma pessoa que saiu do interior de São Paulo que trabalha, que é pai, que é irmão. [...] Não estou aqui preenchendo uma vaga destinada a alguém de um biotipo. É resultado de um trabalho realizado em 20 anos de profissão. Eu vim para cá para trabalhar, fui escalado para isso. É assim que eu vejo”.
Título de cidadão pernambucano
Dois meses depois de ter comandado uma edição especial do Jornal Nacional na TV Globo, o jornalista e apresentador Márcio Bonfim recebeu o título de cidadão de Pernambuco. O projeto de Resolução do deputado Clodoaldo Magalhães (PSB) foi aprovado por unanimidade, no último dia 05 de novembro, durante reunião plenária na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
“O título reconhece o profissional que trabalha com amor e dedicação para levar a notícia até a casa do povo. Márcio Bonfim tem papel fundamental para o jornalismo em nosso estado”, disse o deputado Clodoaldo Magalhães.
Os amazonenses estão comprando “gato por lebre”, ou melhor, urubu por galinha caipira. A denúncia é do site de notícias O Abutre, que publicou fotos postadas em redes sociais mostrando as aves sendo depenadas e vendidas nos bairros de Manaus ao preço “promocional” de R$ 5 o quilo.
Segundo a denúncia, o comércio é feito nas ruas da cidade em carros que circulam anunciando a venda do produto clandestino. As fotos mostram urubus já abatidos, preparados e embalados para o consumo.
Ainda de acordo com a publicação, os urubus são capturados com linha de pesca e anzóis com isca.
Segundo médicos ouvidos pelo portal, comer urubu não é recomendável. A ave é necrófaga – se alimenta de animais mortos – e possui bactérias de putrefação que podem provocar infecção alimentar e outros danos à saúde humana.
Cientistas acreditam que os urubus se alimentam de comida estragada sem passar mal graças ao seu sistema imunológico e ao potente suco gástrico secretado por seu estômago que que neutraliza as bactérias e toxinas presentes na carne podre.
Os urubus não têm habilidade para caçar, pois as garras de suas patas são ineficientes para essa tarefa, sendo assim desenvolveram outras habilidades e para encontrar a refeição, eles contam com olfato e visão apurados. São capazes de ver um bicho pequeno a 3 mil
O presidente do Irã, Hassan Rohani, anunciou neste domingo (10) a descoberta de um novo campo de petróleo no sul do país, com mais de 50 bilhões de barris de óleo bruto. O achado pode aumentar em um terço o tamanho das reservas comprovadas de petróleo do país persa.
O anúncio de Rohani é feito no momento em que o Irã se vê pressionado pelas sanções americanas, depois de os EUA terem abandonado, no ano passado, o acordo nuclear antes firmado com potências mundiais.
Rohani fez o anúncio em um discurso na cidade desértica de Yazde e explicou que o campo está localizado no sul do Irã, precisamente na província de Khuzestan, centro da indústria petrolífera nacional.
Segundo ele, mais de 53 bilhões de barris seriam adicionados às reservas comprovadas do Irã, atualmente em cerca de 150 bilhões.
“Estou dizendo à Casa Branca que nos dias em que você sancionou a venda de petróleo iraniano, os trabalhadores e engenheiros do país foram capazes de descobrir 53 bilhões de barris de petróleo”, afirmou Rohani, segundo a agência semioficial de notícias Fars.