segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Paulo Câmara empossa gerentes regionais de Educação


Dilma Marques será reconduzida ao cargo de gerente na Gerência Regional de Educação Dep. Antônio Cavalcanti Novaes

O governador Paulo Câmara empossa, hoje, os profissionais que vão atuar nas 16 Gerências Regionais de Educação (GREs) do Estado pelos próximos anos. Os servidores, que estarão em todas as regiões do Estado, foram escolhidos através de um processo seletivo realizado com o projeto “Vem Pro Time”, uma nova forma de seleção para o preenchimento e desenvolvimento de cargos de liderança.

Das 16 Gerências Regionais de Educação, 11 terão seus gestores (as) reconduzidos ao cargo, por terem obtido as maiores pontuações na seleção, e cinco – Metropolitana Norte, Metropolitana Sul, Mata Centro, Sertão do Moxotó-Ipanema e Sertão do Alto Pajeú – estarão sob nova gestão.

No Twitter, Trump afirma: Irã nunca irá ter uma arma nuclear



O presidente dos Estado Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (6) que o Irã nunca irá ter uma arma nuclear.



Em 2018, cumprindo uma de suas principais promessas de governo, Trump retirou o seu país do acordo multilateral firmado por seu antecessor, Barack Obama, em 2015. 

O Irã afirmou em comunicado no domingo (5) que seu trabalho de enriquecimento de urânio não respeitará mais o acordo nuclear de 2015, que limitava o nível de enriquecimento a 3,6%, e que sua produção não terá mais restrições.

O anúncio foi feito depois que o Conselho de Segurança Nacional iraniano fez uma reunião de emergência para discutir a política nuclear do país após o assassinato do general Qassim Soleimani, morto em um ataque aéreo dos Estados Unidos em Bagdá na semana passada.

Haja Besteira: Bolsonaro diz que Soleimani não era general


O presidente Jair Bolsonaro disse, hoje, que a tendência do preço do combustível no Brasil é se estabilizar, mesmo com a tensão no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã.

Na noite da última quinta-feira, um ataque norte-americano nas proximidades do aeroporto de Bagdá, no Iraque, matou o general iraniano Qassem Soleimani. O governo do Irã prometeu retaliação e, em meio à escalada da tensão, o preço do barril do petróleo teve forte alta na semana passada. Irã e Iraque estão entre os maiores produtores do mundo.

De acordo com Bolsonaro, os preços caíram desde a alta inicial e, na opinião do presidente, o impacto do ataque no mercado de petróleo não foi grande.

Bolsonaro também disse que Soleimani "não era general". O governo dos Estados Unidos, ao qual o governo brasileiro é alinhado, chama Soleimani de terrorista.

"Reconheço que o preço [dos combustíveis] está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos Estados Unidos e Iraque, do general lá que não é general e perdeu a vida [Soleimani], não houve... O impacto não foi grande. Foi 5% passou para 3,5%. Não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar", afirmou o presidente na saída do Palácio da Alvorada.

O governo tem reuniões ao longo desta segunda para tratar de eventuais impactos da crise sobre o preço dos combustíveis no Brasil. Bolsonaro deve participar de algumas dessas conversas.

Filho do presidente da Câmara de Vereadores de São Joaquim do Monte é morto a tiros



O filho do Presidente da Câmara de Vereadores de São Joaquim do Monte, no Agreste de Pernambuco. Foi assassinado a tiros na zona rural da cidade na noite do último sábado 04 de Janeiro de 2020.

De acordo informações da Polícia Militar, o crime aconteceu no sítio Fundão, a vítima identificado como sendo José Lucas da Silva, de 24 anos, foi alvejado por disparos de arma de fogo por cinco suspeitos que o abordaram ao chegar em casa, dizendo ser policiais.

Governo Bolsonaro se afastou do combate à corrupção, diz general Santos Cruz


Segundo o reservista, o afastamento foi ponto de 'desilusão para muita gente'

Estadão Conteúdo
  
Santos Cruz ainda classificou a política externa do governo como "completamente ideológica"

Em entrevista concedida à BBC Brasil, o general de reserva do Exército e ex-ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, avaliou o primeiro ano do governo Bolsonaro e concentrou críticas à atuação no combate à corrupção, bandeira eleitoral do presidente Jair Bolsonaro em 2018 e que, segundo Santos Cruz, foi ponto de "desilusão para muita gente".

Para ele, as mudanças no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) - órgão que foi rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira (UIF) e repassado ao Banco Central - e as pressões sobre o diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, contribuíram para o enfraquecimento do combate à corrupção.

Política externa

Em constantes viagens desde que deixou o governo, Santos Cruz também foi crítico à política externa do governo, a qual classificou como "completamente ideológica" e responsável por afetar negativamente a percepção de nações estrangeiras sobre o Brasil.

Orgia com gastos no Senado tem Alcolumbre como principal protagonista


Davi Alcolumbre é representante do Amapá, nascido na capital, começou sua carreira política como vereador de Macapá, eleito em 2000. É de família abastada e certamente tem uma belíssima residência na cidade.

No entanto, o presidente do Senado Federal gastou a bagatela de R$ 1 milhão em diárias em um hotel de Macapá.

O hotel em referência tem diárias em torno de R$ 140. Assim, Alcolumbre gastou o equivalente a 7 mil diárias, numa cidade onde possui residência.

Outros senadores seguem o exemplo do presidente, como Telmário Mota, que pagou R$ 24 mil a um prestador de serviços que afirma nunca ter emitido qualquer nota para justificar o gasto.

As estapafúrdias regras de transparências, dispensam esses senhores de justificarem os seus absurdos gastos.

Uma vergonha!

Fake News de Natal: Novos dados mostram retração de 1,5% no comércio



Lojistas desconfiam sobre o verdadeiro desempenho do comércio durante o Natal de 2019. Segundo nova pesquisa, setor de eletrônicos foi o que registrou maior queda de vendas

Dados da empresa especializada em monitoramento do varejo, a FX Retail Analytics, mostram que o fluxo de visitas em shoppings em dezembro caiu 1,5% em comparação com o mesmo período em 2018. Este é mais um número que deve somar na desconfiança de lojistas sobre o verdadeiro desempenho do comércio durante o Natal.

Bolsonaro quer licença para matar sem-terras


Foto: ANTONIO SCORZA / Agência O GloboO

O presidente Jair Bolsonaro defendeu seu projeto que estabelece um excludente de ilicitude para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Em sua conta no Facebook, Bolsonaro compartilhou reportagem do GLOBO que mostra que há uma articulação no Congresso para derrubar o projeto e disse que o excludente é “necessário”. Pouco depois, ao deixar o Palácio da Alvorada, o presidente voltou a defender a proposta e ainda afirmou a jornalistas que estuda um projeto para estabelecer uma “GLO do campo”, para ser utilizada em reintegrações de posse.

— Quero inclusive adiantar para vocês, quero uma GLO do campo. Quando marginais invadem uma propriedade rural, o juiz determinando a reintegração de posse, quando sempre os governadores protelam, quase como regra, protelam isso, pode ser o governador, seja lá quem for, o próprio presidente, poderia, pelo nosso projeto, criar a GLO rural, para chegar e tirar o cara da propriedade do cara — disse Bolsonaro.

 Segundo Bolsonaro, a ideia é estabelecer uma “brecha” para que o governo federal possa realizar a reintegração:

— A GLO do campo, a ideia é também o governador poder pedir, deixando uma brecha talvez, está faltando um finalmente ainda (no projeto), (para) uma iniciativa nossa (do governo federal) — explicou, acrescentando depois: — Tem alguns estados que, mesmo a Justiça determinando a reintegração de posse, o governador que faz. Isso é protelado. Tem um estado aí, não quero falar qual é, que está no nosso colo para resolver. Depois de oito anos que os caras invadiram. Fica mais difícil para fazer a reintegração de posse. Tem que ser algo urgente.

Ao comentar a resistência dos parlamentares ao projeto que estabelece um excludente de ilicitude”, Bolsonaro afirmou que a GLO não é uma “ação social”.

O presidente chegou a dizer que, se o Congresso não aprovar a proposta, “não tem GLO, ponto final”. Depois, voltou atrás e afirmou que “raramente” irá decretar uma operação desse tipo em seu governo.

Nesta segunda-feira, o GLOBO mostrou que líderes de partidos do centrão e de outras legendas já começaram a discutir a possibilidade de derrubar o projeto de lei enviado por Bolsonaro que prevê a criação de um excludente de ilicitude. Parlamentares avaliam que a proposta pode criar “uma licença para matar”, inclusive na repressão de manifestações. O presidente compartilhou uma reprodução da reportagem e rescreveu que “a tropa da GLO não é para fazer relações públicas, ela vai para se impor, conter ações terroristas, depredação de bens, queima de ônibus, evitar que inocentes morram” e que “para enfrentar a esses marginais, é que se faz necessário o excludente de ilicitude”.

O Globo