Dados da empresa especializada em monitoramento do varejo, a FX Retail Analytics, mostram que o fluxo de visitas em shoppings em dezembro caiu 1,5% em comparação com o mesmo período em 2018. Este é mais um número que deve somar na desconfiança de lojistas sobre o verdadeiro desempenho do comércio durante o Natal.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
Paulo Câmara empossa gerentes regionais de Educação
No Twitter, Trump afirma: Irã nunca irá ter uma arma nuclear
Haja Besteira: Bolsonaro diz que Soleimani não era general
O presidente Jair Bolsonaro disse, hoje, que a tendência do preço do combustível no Brasil é se estabilizar, mesmo com a tensão no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã.
Na noite da última quinta-feira, um ataque norte-americano nas proximidades do aeroporto de Bagdá, no Iraque, matou o general iraniano Qassem Soleimani. O governo do Irã prometeu retaliação e, em meio à escalada da tensão, o preço do barril do petróleo teve forte alta na semana passada. Irã e Iraque estão entre os maiores produtores do mundo.
De acordo com Bolsonaro, os preços caíram desde a alta inicial e, na opinião do presidente, o impacto do ataque no mercado de petróleo não foi grande.
Bolsonaro também disse que Soleimani "não era general". O governo dos Estados Unidos, ao qual o governo brasileiro é alinhado, chama Soleimani de terrorista.
"Reconheço que o preço [dos combustíveis] está alto na bomba. Graças a Deus, pelo que parece, a questão lá dos Estados Unidos e Iraque, do general lá que não é general e perdeu a vida [Soleimani], não houve... O impacto não foi grande. Foi 5% passou para 3,5%. Não sei quanto está hoje a diferença em relação ao dia do ataque. Mas a tendência é estabilizar", afirmou o presidente na saída do Palácio da Alvorada.
O governo tem reuniões ao longo desta segunda para tratar de eventuais impactos da crise sobre o preço dos combustíveis no Brasil. Bolsonaro deve participar de algumas dessas conversas.
Filho do presidente da Câmara de Vereadores de São Joaquim do Monte é morto a tiros
Governo Bolsonaro se afastou do combate à corrupção, diz general Santos Cruz
Segundo o reservista, o afastamento foi ponto de 'desilusão para muita gente'

Em entrevista concedida à BBC Brasil, o general de reserva do Exército e ex-ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, avaliou o primeiro ano do governo Bolsonaro e concentrou críticas à atuação no combate à corrupção, bandeira eleitoral do presidente Jair Bolsonaro em 2018 e que, segundo Santos Cruz, foi ponto de "desilusão para muita gente".
Para ele, as mudanças no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) - órgão que foi rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira (UIF) e repassado ao Banco Central - e as pressões sobre o diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, contribuíram para o enfraquecimento do combate à corrupção.
Política externaEm constantes viagens desde que deixou o governo, Santos Cruz também foi crítico à política externa do governo, a qual classificou como "completamente ideológica" e responsável por afetar negativamente a percepção de nações estrangeiras sobre o Brasil.
Orgia com gastos no Senado tem Alcolumbre como principal protagonista

No entanto, o presidente do Senado Federal gastou a bagatela de R$ 1 milhão em diárias em um hotel de Macapá.
O hotel em referência tem diárias em torno de R$ 140. Assim, Alcolumbre gastou o equivalente a 7 mil diárias, numa cidade onde possui residência.
Outros senadores seguem o exemplo do presidente, como Telmário Mota, que pagou R$ 24 mil a um prestador de serviços que afirma nunca ter emitido qualquer nota para justificar o gasto.
As estapafúrdias regras de transparências, dispensam esses senhores de justificarem os seus absurdos gastos.
Uma vergonha!
Fake News de Natal: Novos dados mostram retração de 1,5% no comércio
Lojistas desconfiam sobre o verdadeiro desempenho do comércio durante o Natal de 2019. Segundo nova pesquisa, setor de eletrônicos foi o que registrou maior queda de vendas
Bolsonaro quer licença para matar sem-terras
Foto: ANTONIO SCORZA / Agência O GloboO
O presidente Jair Bolsonaro defendeu seu projeto que estabelece um excludente de ilicitude para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Em sua conta no Facebook, Bolsonaro compartilhou reportagem do GLOBO que mostra que há uma articulação no Congresso para derrubar o projeto e disse que o excludente é “necessário”. Pouco depois, ao deixar o Palácio da Alvorada, o presidente voltou a defender a proposta e ainda afirmou a jornalistas que estuda um projeto para estabelecer uma “GLO do campo”, para ser utilizada em reintegrações de posse.
— Quero inclusive adiantar para vocês, quero uma GLO do campo. Quando marginais invadem uma propriedade rural, o juiz determinando a reintegração de posse, quando sempre os governadores protelam, quase como regra, protelam isso, pode ser o governador, seja lá quem for, o próprio presidente, poderia, pelo nosso projeto, criar a GLO rural, para chegar e tirar o cara da propriedade do cara — disse Bolsonaro.
Segundo Bolsonaro, a ideia é estabelecer uma “brecha” para que o governo federal possa realizar a reintegração:
— A GLO do campo, a ideia é também o governador poder pedir, deixando uma brecha talvez, está faltando um finalmente ainda (no projeto), (para) uma iniciativa nossa (do governo federal) — explicou, acrescentando depois: — Tem alguns estados que, mesmo a Justiça determinando a reintegração de posse, o governador que faz. Isso é protelado. Tem um estado aí, não quero falar qual é, que está no nosso colo para resolver. Depois de oito anos que os caras invadiram. Fica mais difícil para fazer a reintegração de posse. Tem que ser algo urgente.
Ao comentar a resistência dos parlamentares ao projeto que estabelece um excludente de ilicitude”, Bolsonaro afirmou que a GLO não é uma “ação social”.
O presidente chegou a dizer que, se o Congresso não aprovar a proposta, “não tem GLO, ponto final”. Depois, voltou atrás e afirmou que “raramente” irá decretar uma operação desse tipo em seu governo.
Nesta segunda-feira, o GLOBO mostrou que líderes de partidos do centrão e de outras legendas já começaram a discutir a possibilidade de derrubar o projeto de lei enviado por Bolsonaro que prevê a criação de um excludente de ilicitude. Parlamentares avaliam que a proposta pode criar “uma licença para matar”, inclusive na repressão de manifestações. O presidente compartilhou uma reprodução da reportagem e rescreveu que “a tropa da GLO não é para fazer relações públicas, ela vai para se impor, conter ações terroristas, depredação de bens, queima de ônibus, evitar que inocentes morram” e que “para enfrentar a esses marginais, é que se faz necessário o excludente de ilicitude”.



