sexta-feira, 27 de março de 2020

Doria: o mundo inteiro está errado e só o Bolsonaro está certo?


"O Brasil precisa discutir quem será o fiador das mortes"

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(Divulgação/Governo de SP)

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), subiu nesta sexta-feira 27/III o tom das críticas a Jair Bolsonaro e à irresponsável campanha do governo federal pelo afrouxamento da política de isolamento social, que vai na contramão de todas as recomendações das autoridades mundiais de saúde.

"É racional ter atitudes corretas, humanitárias, solidárias. Hoje, mais de 50 países estão em quarentena, lutando contra uma pandemia, a pior crise de saúde do mundo nos últimos 100 anos. Quase a metade da população do planeta está recolhida, em casa. O mundo inteiro está errado e o único certo é o presidente Jair Bolsonaro está certo. Será essa a racionalidade?", disparou Doria em entrevista coletiva.

"Há um decreto assinado pelo presidente da República defendendo o isolamento. Um decreto de calamidade pública. A campanha que o governo federal está lançando hoje nas emissoras de TV e nas redes sociais prega justamento o contrário. Afinal, temos um governo federal ou dois governos? Um que acerta na sua política pública, com seu Ministério da Saúde, seus técnicos, seus especialistas, seus cientistas, e um que prega o contrário? Qual dois dois governa o país?", prosseguiu.

O governador de São Paulo sugeriu, ainda, outro destino para o dinheiro que Bolsonaro resolveu gastar nessa campanha publicitária:

"Esses R$ 4,8 milhões de investimento nessa campanha para desinformar a população deveriam ser utilizados para comprar suprimentos para os hospitais públicos, para o atendimento aos mais pobres e para o atendimento e a informação correta da população brasileira. O Brasil precisa discutir quem será o fiador das mortes", disparou Doria.

Coronavírus na Itália: quase 1.000 mortos em 24 horas


Por: AFP

 (Foto: OMAR HAJ KADOUR / AFP)
Foto: OMAR HAJ KADOUR / AFP
A Itália anunciou nesta sexta-feira (27) um aumento recorde de quase 1.000 mortes por coronavírus em 24 horas, segundo dados oficiais da Proteção Civil. O balanço registra um número de óbitos superior a todos os outros países.

O número total de mortes agora é de 9.134, 969. O contágio, porém, continua a desacelerar, com um aumento de 7,4% no número total de casos positivos (86.498), a taxa mais baixa desde o início da pandemia na Itália. 

O número recorde anterior de mortes já havia sido registrado em 21 de março - 793 mortes. A região mais afetada continua sendo a Lombardia, com mais da metade das mortes registradas no país, 5.402 falecimentos para 37.298 casos, seguida por Emilia-Romagna, 1.267 mortes para 11.588 casos.

"Esta é uma pandemia sem precedentes, que atinge os países mais fortes do mundo e que adotam gradualmente as medidas que a Itália implementa há algum tempo", disse Domenico Arcuri, comissário do governo responsável pela crise do coronavírus

Morre ex-secretario Marcondes Tenório


Marcondes Márcio Tenório, que morreu ontem, em Caruaru, aos 65 anos, será sepultado hoje, em Capoeiras, sua terra natal, às 10 horas da manhã.

O velório está sendo feito na Funerária Socorro, também em Capoeiras.

Segundo Ricardo Alexandre, irmão de Marcondes, o capoeirense sofria de um problema de estômago, foi internado num hospital da capital do Agreste, teve outras complicações e não resistiu.

Além de Ricardo, a professora Rita, ex-diretora do Colégio Municipal José Soares de Almeida, e Marcyanne, atual secretária de Educação de Capoeiras, são irmãs de Marcondes.

Álvaro Tenório, o Alvinho, pai de Marcondes Márcio, foi prefeito de Capoeiras por dois mandatos.

Maurílio Rodolfo, o popular Neném, também prefeito de Capoeiras em duas oportunidades, é primo legítimo do homem que será sepultado nesta sexta-feira.

Marcondes foi Secretário de Governo de Nenem, trabalhou em várias cidades de Pernambuco e atuou por último no município de Belém de Maria, na zona da mata, como Secretário de Agricultura.

Muitos em Capoeiras e região externam desde ontem seus sentimentos de pesar pela morte de Marcondes Tenório, que deixou uma marca muito forte por onde passou.

Thiago, filho de Ricardo, produziu um vídeo muito forte para homenagear o tio. Na sua visão, era um homem que sempre quis “voar”, os seja ir longe.

terça-feira, 24 de março de 2020

Brasil registra 46 mortes pelo novo coronavírus e 2.201 infectados


 (Foto: Pixabay)
Foto: Pixabay

Na tarde desta terça-feira (24), o Ministério da Saúde divulgou novo balanço do coronavírus no Brasil. Em 24 horas, o número de óbitos subiu de 34 para 46 - um aumento de 35% - e os infectados chegam a 2.201 casos. O órgão revelou que de 100 casos da doença, 14 são identificados. 

Ainda em coletiva, a pasta informou que pretende fornecer 22,9 milhões de testes para os profissionais da área de saúde. Serão dois tipos: o RT-PC (detecta o vírus na amostra) e o Teste rápido (verifica o número de anticorpos através de uma tirada da ponta do dedo). 

Até ontem, o país registrava 34 mortes por Covid-19. São Paulo é o epicentro do novo coronavírus no Brasil. O estado registra 30 mortes e 745 casos confirmados. Em segundo lugar, o Rio de Janeiro, com quatro mortes e 233 confirmados

PE: Apesar de não ter novos casos de coronavírus nas últimas 24 horas, estado reforça a necessidade de isolamento


O secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia; o secretário estadual de Saúde, André Longo, e o infectologista Demetrius Montenegro participaram de coletiva nesta terça. (Foto: YouTube Governo de Pernambuco/Reprodução)
O secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia; o secretário estadual de Saúde, André Longo, e o infectologista Demetrius Montenegro participaram de coletiva nesta terça. (Foto: YouTube Governo de Pernambuco/Reprodução)
A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou, nesta terça-feira (24), que não há novos casos confirmados da Covid-19 em Pernambuco. Nessa segunda (23), 42 casos do novo coronavírus estavam confirmados. Nas últimas 24 horas, todos os 108 testes realizados pelo Laboratório Central de Pernambuco (Lacen-PE) deram negativo.

Por outro lado, na coletiva do governo federal desta terça sobre a pandemia, o Ministério da Saúde informou que estima que a cada 14 confirmados do novo coronavírus, há mais 86 infectados e não testados. Dessa forma, Pernambuco teria 258 infectados não contabilizados. No Brasil, o Ministério da Saúde divulgou que há 2.201 pessoas infectadas e 46 morreram em decorrência da Covid-19.

Nesta quarta-feira (25), completa-se um mês desde o início das notificações do novo coronavírus em Pernambuco. O primeiro caso suspeito foi notificado no dia 25 de fevereiro após uma mulher de Caruaru que viajou para a Itália apresentar sintomas da Covid-19. O caso da paciente foi descartado posteriormente. Os primeiros casos confirmados do estado foram informados no dia 12 de março. Os pacientes eram um casal, sendo a mulher com 66 e o homem com 71 anos. A mulher foi a primeira paciente a ter cura clínica confirmada pelo estado.

Confira a coletiva de imprensa desta terça-feira:

Apesar de os resultados da últimas 24 horas serem todos negativos, o secretário estadual de Saúde, André Longo, ressaltou que "o resultado de um dia de análise não é estatisticamente relevante, já que a pandemia vai durar meses". Segundo ele, as recomendações de cuidados com a higiene e isolamento social permanecem. "Fazemos um apelo especial para resguardar as pessoas mais vulneráveis, como idosos e indivíduos com histórico de doença", afirmou o secretário.

A recomendação do estado ainda é de que só devem procurar unidades de saúde pessoas do grupo de risco ou que apresentem dificuldade para respirar. Dos 42 casos confirmados, 29 estão em isolamento domiciliar e oito em instituições privadas de saúde. Dos internados, três estão em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sendo dois no Real Hospital Português (RHP), da rede particular, e um no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), da rede pública.

Curados

De acordo com o novo balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, subiu para cinco o número de pessoas curadas do novo coronavírus no estado. O chefe do setor de Infectologia do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), Demetrius Montenegro, explicou que os pacientes curados não receberam medicação específica para a Covid-19. "Alguns dos recuperados estavam internados e outros em isolamento domiciliar. Eles não receberam medicação específica (para o novo coronavírus). O internamento se deu para tratar de outras infecções, como pneumonia", esclareceu.

Vacinação

Nessa segunda, idosos e profissionais de saúde começaram a receber a vacina contra gripe. Eles são o público-alvo da primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra Gripe, que foi antecipada em um mês.

Na primeira fase, Pernambuco tem uma população a vacinar de 1.148.115. O objetivo da antecipação é proteger os pernambucanos contra três vírus da influenza - A(H1N1), A(H3N2) e B -, evitando adoecimentos e, consequentemente, o impacto nos serviços de saúde neste momento da ocorrência de casos do novo coronavírus.

Evolução dos casos do novo coronavírus em Pernambuco:

25 de fevereiro – 1 caso suspeito

26 de fevereiro – 3 casos suspeitos

27 de fevereiro –  5 casos em investigação, 1 caso descartado

28 de fevereiro – 5 casos em investigação, 5 casos descartados

29 de fevereiro – 5 casos em investigação, 7 casos descartados

1º de março – 5 em investigação, 8 descartados

2 de março – 4 em investigação, 10 descartados

3 de março – 4 em investigação, 11 descartados

4 de março – 6 em investigação, 11 descartados

5 de março – 8 em investigação, 12 descartados

6 de março – 6 em investigação, 16 descartados

7 de março – 7 em investigação, 16 descartados

8 de março – 9 em investigação, 18 descartados

9 de março – 12 em investigação, 18 descartados

10 de março – 12 em investigação, 22 descartados

11 de março – 17 em investigação, 22 descartados

12 de março – 2 casos confirmados, 12 em investigação, 1 provável e 30 descartados

13 de março – 2 confirmados, 38 em investigação, 1 provável, 33 descartados

14 de março – 7 confirmados, 44 em investigação, 12 prováveis, 40 descartados

15 de março – 8 confirmados, 61 em investigação, 11 prováveis, 47 descartados

16 de março – 18 confirmados, 81 em investigação, 3 prováveis, 81 descartados

17 de março – 19 confirmados (primeiro caso de transmissão comunitária confirmado), 250 em investigação, 3 prováveis, 85 descartados

18 de março – 22 confirmados, 364 em investigação, 3 prováveis, 96 descartados

19 de março – 28 confirmados, 311 em investigação, 3 prováveis, 166 descartados

20 de março – 31 confirmados (1 curada), 289 em investigação, 3 prováveis, 206 descartados

21 de março – 33 confirmados, 318 em investigação, 3 prováveis, 276 descartados

22 de março – 37 confirmados (3 curados), 310 em investigação, 3 prováveis, 375 descartados

23 de março – 42 confirmados (3 curados)

24 de março – 42 confirmados (5 curados)

Ala militar tenta controlar crise em meio a insatisfação com Bolsonaro e Guedes


 (Foto: Sergio LIMA / AF)
Foto: Sergio LIMA / AF

A insatisfação com as reações iniciais do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e do ministro da Economia, Paulo Guedes, levou a ala militar do governo a tentar aplicar um freio de arrumação na gestão da crise do coronavírus.

Desde o fatídico episódio em que o presidente estimulou e participou de atos contra outros Poderes, no dia 15, o que era uma preocupação ganhou ares de emergência.

O descompasso entre o esforço do Ministério da Saúde e a atitude pessoal do presidente repercutiu muito mal entre fardados com assento no governo e também junto às cúpulas da ativa.

O fato de que dois integrantes das Forças na Esplanada, o general da reserva Augusto Heleno (Segurança Institucional) e o almirante da ativa Bento Albuquerque (Minas e Energia), foram infectados pelo novo coronavírus ajudou a ampliar o desconforto.

A situação recrudesceu ao longo da semana passada, com o incidente diplomático entre o filho presidencial Eduardo e o governo chinês, no qual o deputado endossou a teoria segundo a qual o Partido Comunista era culpado pelo alastramento do vírus.

A parceria estratégica entre Brasil e China é, em boa parte, uma obra de bastidor do vice-presidente, general da reserva Hamilton Mourão, que se empenhou pessoalmente em construir pontes com Pequim.

Com efeito, Bolsonaro ligou nesta terça para o líder da ditadura chinesa, Xi Jinping, para colocar panos quentes na disputa, que fora incentivada pelo chanceler Ernesto Araújo, protegido de Eduardo.

O filho e o ministro são expoentes do setor dito olavista do governo, embora até mesmo o guru da turma, o escritor Olavo de Carvalho, parece ter abandonado a fé em Bolsonaro em postagem recente.

Para um oficial-general da ativa, isso é boa notícia, até porque Olavo agora virou negacionista da epidemia do coronavírus. A própria presença de Araújo na ligação a Xi ensejou um enquadramento.

A ala militar não age em ordem unida, mas hoje tem seu eixo na atuação renovada de uma trinca de generais egressos do Comando Militar do Leste e do trabalho na Olimpíada-2016: Fernando Azevedo (Defesa), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Walter Braga Netto (Casa Civil).

Coube ao último, novato no governo, o papel mais evidente na reorganização do trabalho palaciano. Ele passou nesta semana a ser o responsável por elencar as necessidades que os governadores passaram a apresentar na crise.

Outras questões são mais sutis. Após seguidas frases minimizando a emergência sanitária, Bolsonaro passou adotar um tom mais contido ao falar do coronavírus –ou ao menos tentou. Nesta terça (24), recuou de forçar competência sobre fechamento de estradas.

Foi aconselhado pelos militares a baixar o tom na sua conflagração com os governadores, em especial João Doria (PSDB-SP) e Wilson Witzel (PSC-RJ), o que de fato ocorreu a partir da segunda (23).

Um bom teste ocorrerá na manhã desta quarta (25), quando eles estarão frente a frente, mais os chefes estaduais de Minas e Espírito Santo, em videoconferência sobre o coronavírus.

O protagonismo de Braga Netto também serve ao propósito do presidente de tentar tirar o holofote de Luiz Henrique Mandetta (Saúde), que vinha destoando do chefe no tratamento sério da crise.

A ordem geral, ouvida entre integrantes do governo e também da ativa militar, é buscar estabilizar uma situação que já é bem ruim.

O vetor econômico preocupa especialmente. Paulo Guedes, antes visto como esteio do governo, passou a receber críticas devido ao que foi chamado de insensibilidade no tratamento dos efeitos da pandemia em sua área.

A gota d´água foi a edição da medida provisória visando aliviar a situação das empresas, que incluía cláusula permitindo dispensas por quatro meses sem salário.

A área militar foi avisada por ministros do Supremo Tribunal Federal que tal medida constituía um absurdo que seria facilmente questionável na corte.

Não passou em branco no palácio a declaração do presidente do Supremo, Dias Toffoli, que ao jornal Folha de S.Paulo criticou duramente a ideia, por fim abandonada por Bolsonaro.

Como a Folha de S.Paulo revelou na semana passada, a boa vontade de Toffoli com o governo é passado após os protestos pedindo pelo fechamento da sua corte e do Congresso.

A pressão militar contra Guedes, que já havia surgido em outros momentos em que o ministro escorregou, como quando troçou da ida de domésticas à Disney, não significa que haja opções à mesa.

Por isso estabilização é o mantra mais ouvido. É consenso entre aliados que a fragilidade política de Bolsonaro, apesar da retenção de seu núcleo de apoiadores na casa de um terço do eleitorado, pede cuidados extremos.

Não só militares, mas praticamente todo observador informado do mundo político em Brasília acredita que o desgaste de Bolsonaro na sua disputa com o Congresso pelo manejo do Orçamento o tornou presa fácil caso o país perca o controle da crise.

Ela tem também o vetor sanitário, cuja a má aprovação de gestão presidencial segundo apontou o Datafolha demonstra rachaduras importantes em estratos bolsonaristas da população.

Voltando à economia, o diagnóstico é simples, mas não simplista: se houver um desastre para emprego e renda, o clima deve solapar o que resta de governabilidade.

O presidente reagiu de forma epidérmica, acusando adversários de tramar seu impeachment. Mas isso ainda não está dado: há panelaços, mas falta "rua", o que será mais óbvio com as quarentenas à frente, e a efetiva derrocada real da economia.

Em compensação, cresce entre grupos que apoiam o presidente a preocupação com seu equilíbrio emocional sob tais pressões, mesmo com a rede de proteção que tenta se formar em torno dele.

Citam declarações fora de tom, como na entrevista concedida ao apresentador Ratinho na sexta (20), ou um certo alheamento, como na fala ocorrida na segunda (23) no Planalto.

EM ÁGUAS BELAS- Morador diz que prefeito mandou cavar diversas covas no cemitério da cidade, deixando a população assustada



Um vídeo inusitado começou sem compartilhado na manhã desta terça-feira 24 de março de 2020, em diversas redes sociais de Pernambuco, e em outros estados trata-se de várias covas cavadas no cemitério de Águas Belas.

O vídeo que circula em redes sociais, deixou a população da cidade de Águas Belas amedrontada, um morador da cidade gravou um vídeo mostrando diversas cova cavada no cemitério por ordem do prefeito de acordo com o morador. Em meio a pandemia da coronavírus  os moradores ficaram assustados sem saber para quem seria essas covas. 

O Morador afirmou ao jornalista Roberto Almeida, que todas as covas foram cavadas no cemitério da cidade de Águas Belas



O Portal Agreste Alerta está à disposição da prefeitura municipal de Águas Belas, para quaisquer esclarecimento.

CORONAVÍRUS - Brasil passa de 34 para 46 mortes e de 1.891 para 2.201 casos confirmados, diz Ministério da Saúde



O balanço mais recente da covid-19 no país, divulgado pelo Ministério da Saúde na tarde desta terça-feira (24), contabiliza 46 mortes relacionadas ao novo coronavírus. O país tem 2.201 casos confirmados. 

Nas últimas 24 horas, foram notificados ao Ministério da Saúde 310 novos casos e 12 novas mortes. 

O estado de São Paulo tem 810 casos confirmados e 40 mortes. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com 305 confirmações e seis óbitos.

Veja o número de casos confirmados por unidade da federação:


São Paulo: 810
Rio de Janeiro: 305
Ceará: 182
Distrito Federal: 160
Minas Gerais: 130
Santa Catarina: 107
Rio Grande do Sul: 98
Bahia: 76
Paraná: 65
Amazonas: 47
Pernambuco: 42
Espírito Santo: 33
Goiás: 27
Mato Grosso do Sul: 23
Acre: 17
Sergipe: 15
Rio Grande do Norte: 13
Maranhão: 8
Alagoas: 7
Tocantins: 7
Mato Grosso: 7
Piauí: 6
Pará: 5
Paraíba: 3
Rondônia: 3
Roraima: 2
Amapá: 1

Hoje faz exatamente quatro semanas desde que foi confirmado o primeiro caso de covid-19 no país, e uma semana desde a primeira morte pela doença. 

Na última sexta-feira, o Ministério da Saúde informou que existe transmissão comunitária do vírus em todo o país. Todas as unidades da federação têm casos confirmados da doença. 

São Paulo, estado com maior número de diagnósticos confirmados de infecção por coronavírus, tinha, até ontem, 70 pacientes internados em unidades de terapia intensiva, informou mais cedo o secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann.