domingo, 5 de abril de 2020

Brasil ultrapassa marca de 10 mil casos de covid-19




O ministério da Saúde divulgou, na tarde de ontem (04), os números atualizados do novo coronavírus. De acordo com a pasta, o número de infectados, no momento, é de 10.278. O número de mortes é de 432. O estado de São Paulo lidera tanto em número de casos (4.466) quanto em mortes (260).
 
região:confirmados:óbitos:
Norte52716
Nordeste1.64259
Sudeste6.295329
Centro-Oeste67512
Sul1.13917
TOTAL10.278432 (4,2% de mortalidade)
Com esses números, o país ocupa a 16º lugar em casos da doença, o 14º lugar em óbitos e o 8º lugar em letalidade. Segundo o secretário executivo do ministério da Saúde, João Gabbardo, a dinâmica da doença no Brasil está “abaixo da curva de crescimento da Espanha, Itália e Estados Unidos, a partir do centésimo caso.” Em todo mundo já foram registrados mais de 1,18 milhão de casos e mais de 64 mil mortes.
No Brasil, nas últimas 24 horas foram notificados 1.222 casos - aumento de 13% em relação à sexta-feira (3). O incremento do número neste dia é o maior desde o início da coleta de dados do ministério da Saúde. O mesmo ocorre no número de óbitos: um incremento de 72 mortes, 20% em relação ao total de ontem (359).


A incidência medida do novo coronavírus no Brasil é de 4,9 casos a cada grupo de 100 mil habitantes. A proporção varia conforme o estado, e é superior no Distrito Federal (14,9 casos), seguido por São Paulo (9,6), Ceará (7,9), Amazonas (7,4), Rio de Janeiro (7,2), Rio Grande do Norte (6), Roraima (5,9) e Acre (5,1).
Os óbitos afligem mais os homens (57,6%) do que as mulheres (42,4%), de acordo com total de mortes apuradas até ontem. Oito de cada dez óbitos ocorreram com pessoas com mais de 60 anos. A mesma proporção de pessoas que faleceram apresentava pelo menos um fator de risco de morte como cardiopatias, diabetes, problema nos pulmões e doenças neurológicas.

"Passaporte de imunidade"

Segundo Gabbardo, o ministério da Saúde pensa em formas de criar uma espécie de “passaporte da imunidade”, uma identificação para  pessoas que contraíram o novo coronavírus, se recuperaram totalmente e já possuem anticorpos. Essas pessoas, segundo o secretário, não podem mais transmitir ou ser infectadas, e já adquiriram imunidade. Elas podem ser úteis no contato com grupos sensíveis, como idosos, e possivelmente são aptas a retomar certas atividades.

Cidades sem casos

O secretário afirmou, ainda, que fechar cidades ou municípios que não contabilizam nenhum caso do novo coronavírus pode ser “uma medida excessiva”. “Não significa que vai ficar assim para sempre. Podemos fechar, abrir, se julgar necessário. Acho que isso merece uma discussão. Pode ser que tenha sido antes da hora, e merece uma análise melhor”, afirmou. Gabbardo citou, entretanto, que o relaxamento da quarentena e do isolamento social deve acontecer apenas após a aquisição de material suficiente para lidar com uma larga escala da população. "Já estamos fortes, mas queremos ficar mais fortes ainda", concluiu.
Matéria atualizada às 18h10 e às 18h30.  Agência Brasil

Após suspender salários, governo quer que paguemos contas em dia



Foto: Pedro Ladeira – /Folhapress

O ministro Paulo Guedes (Economia) disse que o Congresso tem que resistir ao “ativismo regulatório” durante a pandemia do coronavírus e evitar a aprovação de medidas de moratória ou isenções de boletos que podem acabar quebrando empresas.

Em conversa por videoconferência com representantes do setor de varejo, ele anunciou ainda que o Banco Central (BC) deverá liberar mais recursos para que os bancos irriguem o mercado de crédito. Dessa vez, porém, o dinheiro a ser liberado só poderá ser usado para estimular geração de empregos e para capital de giro de empresas.

Após reforçar que o pacote de medidas de estímulo econômico já alcançou a marca de R$ 800 bilhões, o ministro afirmou que o governo ainda trabalha em novas ações de socorro a empresas prejudicadas pelas restrições impostas na tentativa de conter a Covid-19.

Apesar de elogiar o apoio do Congresso às medidas propostas pelo governo, Guedes defendeu um limite às benesses a serem aprovadas pelos parlamentares.

Nos últimos dias, deputados e senadores apresentaram projetos de autoria própria para atender a trabalhadores formais e informais, idosos e empresários. Uma das propostas previa a isenção da cobrança da conta de energia. Outra suspenderia o pagamento de aluguéis.

“Nós temos conversado com o Congresso para resistir a essa tentação de fazer um pequeno conserto que, na verdade, vai destruir nosso futuro”, afirmou o ministro aos empresários do setor de varejo.

Para ele, a isenção da conta de luz, por exemplo, pode prejudicar companhias do segmento de energia elétrica que já passam por dificuldade. Isso, na avaliação do ministro, poderia comprometer o fornecimento de energia e o abastecimento do país.

O ministro defendeu que a população pague os boletos: “Vamos manter os pagamentos em dia para não destruirmos, descapitalizarmos e descontinuarmos os serviços que estamos usando”.

Na conversa, Guedes também declarou que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, deverá anunciar a liberação de mais depósitos compulsórios —parcela dos recursos que os bancos são obrigados a deixar no BC.

Ao reduzir essa exigência, o governo autoriza o sistema financeiro a fornecer mais crédito. Segundo o ministro, a liberação de compulsório durante a pandemia deverá subir de R$ 200 bilhões para R$ 300 bilhões.

Guedes, porém, reconhece que os bancos estão sendo cautelosos nos empréstimos e o mercado de crédito acaba ficando com recursos empossados.

Por isso, essa nova rodada de flexibilização irá prever que os R$ 100 bilhões sejam usados apenas para financiar a geração de empregos ou empresas que passam dificuldades com capital de giro.

Percebendo o conservadorismo das instituições financeiras, o governo decidiu lançar uma linha de crédito de R$ 40 bilhões (majoritariamente de recursos públicos) para financiar a folha de pagamento de pequenas e médias empresas, ou seja, uma ajuda para bancar os salários dos funcionários.

A medida provisória que viabiliza essa operação foi publicada na noite desta sexta-feira (3). O crédito visa beneficiar empresas que faturam de R$ 360 mil a R$ 10 milhões por ano. Em contrapartida, os patrões não podem demitir os funcionários por até 60 dias após receber a última parcela dos recursos.

Dos R$ 40 bilhões disponíveis, R$ 34 bilhões são recursos do Tesouro Nacional e os outros R$ 6 bilhões são de bancos. O ministro reconhece que os cofres públicos poderão ter prejuízos com essa medida.

Empresários varejistas pediram mais medidas na área de crédito e Guedes disse que o governo vai avaliar ampliar essa linha —com recursos do Tesouro— a grandes companhias com faturamento acima de R$ 10 milhões, podendo chegar a até R$ 500 milhões.​ O ministro também vai estudar a liberação de crédito para que essas empresas tenham mais capital de giro na crise.

Guedes ainda disse que o governo estuda uma forma de que a liberação de crédito a empresas seja feita também pelas operadoras de “maquininhas”, como Cielo e PagSeguro. Varejistas avaliam ser uma boa medida para que pequenos empresários tenham acesso a crédito.

Durante a videoconferência, o ministro disse que o governo estava avançando na agenda de reformas estruturais da economia e que, segundo ele, o Congresso estava preparado para aprovar projetos como a reforma tributária, administrativa e o Pacto Federativo (conjunto de medidas para destinar mais recursos para estados e municípios).

Diante da pandemia, de acordo com o ministro, o governo teve que redirecionar os esforços para medidas emergenciais, de auxílios a trabalhadores, população mais pobre e socorro a empresas.

Mas ele insistiu na importância da ampla reestruturação no sistema tributário e nos gastos federais.

“O coronavírus está reafirmando a necessidade para as nossas reformas”, disse, citando como exemplo a ampliação dos recursos previsto no Pacto para que estados e municípios.

Após a fase de socorro à economia, Guedes pretende retomar uma proposta defendida por ele desde a campanha eleitoral: o fim ou a redução do tributo sobre a folha de pagamento.

Hoje, patrões são obrigados a pagar uma contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para financiar o regime de aposentadoria e pensão dos trabalhadores da iniciativa privada.

O ministro é contra essa cobrança. Para ele, isso encarece o custo da mão de obra e dificulta as contratações com carteira assinada, ampliando a informalidade no país.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

China cancela negócio e carga de 600 respiradores comprada pelo Consórcio Nordeste fica retida nos EUA


 (Foto: Axel Heimken/AFP)
Foto: Axel Heimken/AFP
A caminho do Brasil, uma carga de 600 respiradores artificiais chineses comprada por estados do Nordeste ficou retida no aeroporto de Miami (EUA), onde fazia conexão aérea. A desconfiança é que os equipamentos se destinem agora ao combate da crise do coronavírus nos EUA, que teriam acertado pagar mais à empresa chinesa.

O contrato assinado pelo governo da Bahia como representante da região foi cancelado pela empresa fornecedora sem maiores explicações. O acordo envolvia uma quantia de R$ 42 milhões.

Em entrevista à Folha de São Paulo, o secretário da Casa Civil da Bahia, Bruno Dauster, comentou que o motivo dado foram "razões técnicas".  A empresa, cujo nome não foi revelado, disse que a carga teria outro destino, não especificado.

Após mudança de postura, Donald Trump passou a moderar críticas direcionadas à China, vendo o país asiático como parceiro na busca de doações e comercialização de equipamentos.

Apesar do risco de haver novos cancelamentos, os governadores seguem recorrendo à China, por falta de opção.

Cantor morre após sofrer dois acidentes em menos de 3 horas


Paulynho Paixão. Foto: Divulgação

Paulynho Paixão. Foto: Divulgação

O cantor piauiense Paulynho Paixão, de 43 anos, morreu na madrugada desta sexta-feira (3), após sofrer o segundo acidente na estrada em menos de três horas. Por volta de 22h de quinta (2), Paulynho estava de carro na BR-316, próximo à cidade de Passagem Franca do Piauí, quando sofreu um acidente, mas saiu ileso. Em seguida, ele foi para a casa dos pais em São Miguel da Baixa Grande. Horas depois, Paulynho resolveu voltar ao local de moto, mas caiu e teve ferimentos graves. Seus irmãos também foram ao local para pegar o carro que havia se acidentado mais cedo e encontraram o cantor caído. Ele foi levado para o hospital de Valença, mas morreu por volta das 3h de sexta-feira.

Com nome de batismo de Francisco de Paula Moura, o artista ficou conhecido como “Rei do Coladinho”, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do país. Em mais de 15 anos de carreira, Paulynho compôs mais de 2 mil músicas que já foram interpretadas pelos cantores Wesley Safadão, Simone e Simaria, Gustavo Lima e Luan Santana.

Número de mortos com coronavírus na Itália volta a subir



A Itália voltou a registrar alta no número diário de mortes na pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo balanço divulgado pela Defesa Civil, o país contabilizou nesta quinta-feira (2) mais 760 óbitos, contra 727 da última quarta (1º).

Com isso, o total de falecimentos na Itália subiu para 13.915, o que representa um crescimento de 5,8%, mesma taxa registrada no dia anterior, que é a menor desde 28 de fevereiro, quando a Defesa Civil passou a divulgar apenas um balanço diário.

Já o número de contágios chegou a 115.242, o que significa uma expansão de 4,2%. Esse é o quarto balanço consecutivo com crescimento inferior a 5% nos novos casos.

A quantidade de curados ganhou o acréscimo de 1.431 pessoas, chegando a 18.278. Com isso, o número de casos ativos atingiu 83.049, alta de 3,1%. Desse total, 50.456 estão em isolamento domiciliar; 28.540 pacientes estão internados em quartos normais; e 4.053 seguem em UTIs.

De acordo com o presidente do Instituto Superior da Saúde (ISS), Silvio Brusaferro, a pandemia já atingiu seu "pico" na Itália, mas este se apresentará na forma de um "platô", ou seja, a curva de contágios ainda levará um tempo para começar a cair.

A tendência de desaceleração é verificada há cerca de 15 dias, devido às medidas de confinamento impostas pelo governo. No entanto, como as UTIs italianas seguem saturadas, a diminuição no ritmo de contágio ainda demora a se refletir no número de mortes, que oscila a cada dia.

Também há questionamentos à mensuração feita pela Defesa Civil, já que a maior parte das regiões testa apenas pessoas que vão ao hospital. O próprio chefe do órgão, Angelo Borrelli, já admitiu que o número real de casos pode ser 10 vezes maior que o balanço oficial devido aos assintomáticos ou indivíduos com sintomas leves que não são rastreados.

Com músicas inéditas, Wesley Safadão gravará DVD em live



Em tempos de quarentena por causa do coronavírus, os "shows ao vivo" pelas redes sociais se tornaram frequentes para muitos artistas. Mas, no próximo dia 18 de abril, a partir das 20h, Wesley Safadão vai fazer diferente e vai gravar o seu próximo DVD através da live.

A transmissão faz parte do projeto W Solidário e amigos, que tem o intuito de convocar empresários e parceiros a ajudarem na arrecadação de fundos e suprimentos no combate ao coronavírus. O projeto "WS em Casa 2" contará com músicas inéditas e será transmitido no canal oficial do cantor no YouTube.

“Já estávamos com data marcada para esse projeto. Ele seria gravado no dia 31 de março, em São Paulo, mas com tudo o que aconteceu os planos mudaram. Essa pandemia nos fez parar e pensar em muitas coisas”, disse. “Tenho certeza que assim como foi comigo, este vírus despertou e fortaleceu o espírito solidário de cada um de nós. Todos juntos pela causa. Uma das consequências da quarentena é a depressão e tristeza que podem chegar em muitas pessoas, então, além da parte financeira, minha ideia é levar música e principalmente alegria para quem tá em casa respeitando as autoridades sanitárias”, explica Safadão.

Tromba d’água alaga casas e ruas em Serra Talhada; Assista aos vídeos



Na noite desta quinta-feira dia (02), caiu uma tromba d'água em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú. Foram apenas 30 minutos para a chuva alagar várias ruas da cidade e invadir residências.


Blog: O Povo com a Notícia

Famosos confirmam participação na Paixão de Cristo de Nova Jerusalém em setembro


Fotos:


Neste sábado, dia 4, seria a estreia de mais uma temporada da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Contudo, pela primeira vez, em 53 anos de história, a temporada do espetáculo foi adiada devido as ações que estão sendo adotadas no País com o objetivo de combater a expansão do contágio pelo coronavírus.

O espetáculo, agora, será apresentado no período de 2 a 7 de setembro deste ano. “A preservação da vida é o mais importante neste momento, por isso resolvemos adiar mesmo diante de todos os grandes desafios que isso representa”, afirmou Robinson Pacheco, presidente da Sociedade Teatral de Fazenda Nova.

Um dos grandes desafios já foi vencido esta semana quando Pacheco conseguiu confirmar a participação do elenco de artistas convidados para a temporada 2020. Caco Ciocler (Jesus), Edson Celulari (Herodes), Christine Fernandes (Maria), Juliana Knust (Madalena) e Sérgio Marone (Pilatos), além da destacada influenciadora digital Thaynara OG, que fará o papel de Herodíades garantiram presença na encenação de setembro.

Além disso, dos cerca de 52 atores e atrizes pernambucanos que atuam na peça, apenas três ainda não confirmaram participação por estarem ainda dependendo de negociações relacionadas aos seus trabalhos atuais. “Todos estão unidos e solidários. Existe uma expectativa muito grande do elenco em relação a setembro”, afirma Carlos Reis o diretor artístico do espetáculo.

Encenar o espetáculo cinco meses depois da Semana Santa será uma experiência totalmente nova para os produtores do espetáculo. “Temos muito trabalho pela frente, mas acreditamos que tudo vai dar certo porque a Paixão de Cristo é um espetáculo reconhecido internacionalmente pela sua grandiosidade e esmero técnico o que, por si só, já atrai o público interessado em entretenimento”, afirma Robinson Pacheco.

Quanto ao fato de o evento ser realizado em setembro, época que não terá o mesmo apelo religioso existente durante a Páscoa, ele afirma que a fé está presente nas pessoas o ano todo e não só na Semana Santa. “Em setembro, já teremos atravessado essa tempestade e todos nós teremos muito o que agradecer”, diz.

Robinson também aposta no sentimento de pernambucanidade que sempre motivou a população a valorizar as coisas do seu Estado. “A Paixão de Cristo é um patrimônio de todos os pernambucanos que há 53 anos vem contribuindo para projetar o nome do nosso Estado no Brasil e no mundo. Sendo assim, muitas pessoas virão assistir ao espetáculo também para nos ajudar a enfrentar esse grande desafio”, ressalta.

O espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém teve sua origem nas encenações do Drama do Calvário, realizadas nas ruas da vila de Fazenda Nova, distrito do município do Brejo da Madre de Deus (PE), no período de 1951 a 1962. A iniciativa foi do patriarca da família Mendonça, o comerciante e líder político local Epaminondas Mendonça com o objetivo de movimentar o comércio da cidade.

A ideia de construir um teatro que fosse uma réplica da cidade de Jerusalém para que nela ocorressem as encenações da Paixão de Cristo, foi de Plínio Pacheco, jornalista gaúcho, que chegou a Fazenda Nova em 1956. Mas o plano só veio a se concretizar em 1968, quando foi realizado o primeiro espetáculo na cidade-teatro de Nova Jerusalém.

“A Nova Jerusalém, construída pelos meus pais Plínio e Diva Pacheco, é resultado de uma semeadura regada com suor e lágrimas que fez brotar um fruto de valor inestimável para a cultura, o entretenimento e celebração da fé dos pernambucanos. As lutas, portanto, fazem parte da nossa história. Por isso vamos para mais essa batalha realizando o dobro do esforço normal a fim de entregar ao público um espetáculo digno da tradição e do prestígio conquistado pela Nova Jerusalém ao longo de sua história”, destacou Robinson.

O esforço e a seriedade empreendidos na montagem do espetáculo da Paixão de Cristo ao longo de sua história traduzem-se na satisfação revelada pelo público nas pesquisas de opinião. Todos os anos, cerca de 98% dos pesquisados consideram o espetáculo ótimo ou bom. Além disso, quase 50% do público retornam para assistir ao espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém pelo menos mais uma vez. Não é sem motivos, portanto, que, ao longo dos seus mais de 50 anos de história, a Paixão de Cristo já registra um público acumulado de mais de 4 milhões de espectadores.