segunda-feira, 20 de abril de 2020

Por auxílio de R$ 600, pessoas dormem em filas nas agências da Caixa


As agências da Caixa Econômica Federal estão registrando aglomerações, por causa do auxílio emergencial de R$ 600, para ajudar na crise do coronavírus


Por auxílio de R$ 600, pessoas dormem em filas nas agências da Caixa

Nesta segunda-feira (20), a fila na agência de Casa Caiada, em Olinda, amanheceu cheia - Foto: Bruno Campos / TV Jornal

Por causa do auxílio emergencial de R$ 600, muitas pessoas estão fazendo filas gigantes e até acampando em frente a agências da Caixa Econômica Federal e lotéricas.

Na manhã desta segunda-feira (20), uma equipe da TV Jornal foi até a agência da Caixa no bairro de Casa Caiada, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife, e flagrou uma fila enorme, que desrespeitava todas as normas de distanciamento social.

A maioria das pessoas no local quer tirar dúvidas sobre o auxílio emergencial. Por isso, a Caixa Econômica ressalta que todo esse esclarecimento pode ser feito por telefone e pela internet, para evitar aglomerações.

domingo, 19 de abril de 2020

Ministros do STF e parlamentares reagem à presença de Bolsonaro em protesto com pedidos de intervenção militar


Presidente esteve em ato no qual apoiadores pediam afrouxamento de medidas contra a Covid-19, o fechamento do Congresso e do Supremo e um novo AI-5; ex-presidente Fernando Henrique Cardoso classifica atitude como 'lamentável'
O presidente Jair Bolsonaro discursa para apoiadores em Brasília Foto: Pedro Ladeira/Folhapress / Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro discursa para apoiadores em Brasília Foto: Pedro Ladeira/Folhapress / Agência O Globo

RIO e BRASÍLIA - A presença do presidente Jair Bolsonaro em um protesto em frente ao Quartel General do Exército , em Brasília, gerou reações de autoridades ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e parlamentares . No ato, os manifestantes utilizaram cartazes e gritos de ordem para expressar demanda inconstitucionais, como uma intervenção militar, o fechamento do Congresso e do STF e um novo AI-5, ato que marcou o início da fase mais violenta da ditadura militar. Entre os principais pedidos estava também a retomada de atividades econômicas não-essenciais, interrompidas por prefeitos e governadores como forma de combater o avanço do novo coronavírus 

O incômodo com o episódio ficou evidente em mensagens publicadas nas redes sociais pelos ministros do Supremo Marco Aurélio Mello e Luis Roberto Barroso, recém-eleito para presidir o Superior Tribunal Eleitoral (TSE). Também se manifestaram o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os governadores João Doria (SP), Wilson Witzel (RJ), Flávio Dino (MA), Camilo Santa (CE) e Rui Costa (BA). Além desses, outros governadores assinaram uma carta em defesa do Congresso e contrária às manifestações recentes de Bolsonaro.

Houve ainda falas de senadores e deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Ele afirmou que, além da ameaça do coronavírus, o Brasil tem que lutar contra o autoritarismo. Ao repudiar "todo e qualquer ato que defenda a ditadura, atentando contra a Constituição", Maia afirmou que os pedidos por intervenção militar estimulam a desordem e flertam com o caos. Na concepção dele, o país não tem tempo a perder com retóricas golpistas".O

OPSDB, partido de FH e Doria, se expressou por meio de nota assinada pelo presidente da sigla, Bruno Araújo. O PSL, antigo partido de Bolsonaro, também se manifestou. Houve ainda manifestação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por meio de seu presidente Felipe Santa Cruz.

Além de ter se encontrado com os manifestantes, que estavam aglomerados e contrariavam recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do próprio Ministério da Saúde, Bolsonaro discursou para eles e depois reproduziu um vídeo da reunião nas redes sociais. Em um dos trechos, é possível ver uma das faixas com pedido de intervenção militar. Hoje, 19 de março, é comemorado o Dia do Exército. 

O ministro Marco Aurélio disse ao GLOBO que o ato é uma atitude de "saudosistas inoportunos":

— Tempos estranhos! Não há espaço para retrocesso. Os ares são democráticos e assim continuarão. Visão totalitária merece a excomunhão maior. Saudosistas inoportunos. As instituições estão funcionando.

Barroso publicou duas mensagens no Twitter nas quais classificou o traço autoritário do movimento como "assustador" e afirmou que "pessoas de bem e que amam o Brasil" não desejam o retorno do estado de exceção vivido entre as décadas de 1960 e 1980.

"É assustador ver manifestações pela volta do regime militar, após 30 anos de democracia. Defender a Constituição e as instituições democráticas faz parte do meu papel e do meu dever. Pior do que o grito dos maus é o silêncio dos bons (Martin Luther King). Só pode desejar intervenção militar quem perdeu a fé no futuro e sonha com um passado que nunca houve. Ditaduras vêm com violência contra os adversários, censura e intolerância. Pessoas de bem e que amam o Brasil não desejam isso", escreveu Barroso.

O ministro Gilmar Mendes replicou em sua rede social a fala de Barroso, apesar de os dois pouco se falarem, e também escreveu uma mensagem:

"A crise do #coronavirus só vai ser superada com responsabilidade política, união de todos e solidariedade. Invocar o AI-5 e a volta da Ditadura é rasgar o compromisso com a Constituição e com a ordem democrática #DitaduraNuncaMais"..

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse, em rede social, que é "lamentável que o PR adira a manifestações antidemocráticas. É hora de união ao redor da Constituição contra toda ameaça à democracia. Ideal que deve unir civis e militares; ricos e pobres. Juntos pela liberdade e pelo Brasil"..

O ex-presidente lula também se manifestou. "A mesma Constituição que permite que um presidente seja eleito democraticamente têm mecanismos para impedir que ele conduza o país ao esfacelamento da democracia e a um genocídio da população", escreveu o petista.

Adversário político de Bolsonaro, João Doria fez menção direta à atitude do presidente e cobrou respeito às instituições brasileiras.

"Lamentável que o presidente da república apoie um ato antidemocrático, que afronta a democracia e exalta o AI-5. Repudio também os ataques ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal. O Brasil precisa vencer a pandemia e deve preservar sua democracia", publicou o governador..

Witzel, que também tem se oposto às posições do presidente, disse que Bolsonaro ataca governadores e comanda uma rede de notícias falsas.

"Em vez de o presidente incitar a população contra os governadores e comandar uma grande rede de fake news para tentar assassinar nossas reputações, deveria cuidar da saúde dos brasileiros. Seguimos na missão de enfrentamento do Covid-19.#rjcontraocoronavirus"..

Para Flávio Dino, Bolsonaro busca "desviar o foco de suas absurdas atitudes quanto ao coronavírus e a sua péssima gestão econômica" e que o presidente "não sabe e não quer governar". Camilo Santana disse que os pedidos por intervenção militar são "inaceitáveis e repugnantes". Rui Costa defendeu "o trabalho e o equilíbrio de quem foi eleito para governar" e que "o momento é de união para salvar vidas".

Felipe Santa Cruz, presidente da OAB, disse que "o presidente da República atravessou o Rubicão" e, após mencionar que "a sorte da democracia brasileira está lançada", completou afirmando que é "hora dos democratas se unirem, superando dificuldades e divergências, em nome do bem maior chamado liberdade"..

Mais ecos no Congresso

Também por meio do Twitter, senadores e deputados se manifestaram sobre a presença de Bolsonaro na manifestação. Houve publicações de Randolfe Rodrigues (Rede-AP) — líder da oposição no Senado — e dos deputados Marcelo Freixo (PSOL-RJ); Ivan Valente (PSOL-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ); Paulo Pimenta (PT-RS); Helder Salomão (PT-ES); Alessandro Molon (PSB-RJ), Tabata Amaral (PDT-SP), entre outros.

"Enquanto enfrentamos a pior crise da nossa geração, com a capacidade do nosso sistema de Saúde comprometida, com pessoas morrendo e os casos aumentando, Bolsonaro vai às ruas, além de aglomerar pessoas, atacar as instituições democráticas. É patético!", diz trecho da mensagem compartilhada por Randolfe.

O senador ainda cobrou atitudes do procurador-geral da República, Augusto Aras, para que a participação de Bolsonaro no ato tenha consequências jurídicas:

"Agora cabe ao procurador-geral da República, Augusto Aras, abrir processo contra o Presidente da República por mais esse atentado ao povo brasileiro. Se Bolsonaro não respeita a Constituição Federal, as instituições devem funcionar tanto para ele, enquanto presidente, como para qualquer cidadão que comete crimes!", defendeu Randolfe..

Para o líder da oposição na Câmara, André Figueiredo (PDT-CE), o Congresso não pode cair no "jogo" de Bolsonaro em prol de uma "ruptura democrática".

— Temos que ter muita serenidade para não cair nessa cilada. Eu vejo que a irresponsabilidade dele já ultrapassou todos os limites. Ir para o enfrentamento agora é colocar em risco a vida de milhões de brasileiros. Não é o momento de jogar o jogo que ele quer jogar e que a legião de cegos que o acompanha querem jogar

Contrariando isolamento, Bolsonaro participa de manifestação pró-intervenção militar


Jair Bolsonaro discursa em manifestação a favor de intervenção militar. Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro participou na manhã deste domingo (19) de um protesto em Brasília que tinha como uma de suas bandeiras um pedido de intervenção militar no Brasil.

Bolsonaro discursou para dezenas de pessoas reunidas em frente ao Quartel General do Exército. O ato, além da pauta ilegal, contraria a orientação de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19, o novo coronavírus. O isolamento é defendido tanto pela Organização Mundial de Saúde, como pelo Ministério da Saúde brasileiro.ssa não é a primeira vez que Bolsonaro contraria a orientação e vai às ruas como se o país não vivesse a pandemia. O protesto deste domingo (19), contudo, foi a maior aglomeração provocada pelo presidente desde o início da adoção das medidas protetivas contra o novo coronavírus.

Covid-19: Pernambuco confirma novos 266 casos e 11 mortes



Em nova atualização dos números da Covid-19 em Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou 266 novos casos da doença. Agora, o Estado soma 2.459 infectados. Também foram confirmadas laboratorialmente 11 novas mortes, sendo 6 homens e 5 mulheres, ocorridas entre os dias 13 e 18 de abril. Os pacientes que foram a óbito tinham idades entre 19 e 94 anos.

De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria, o Estado totaliza 216 mortes pela Covid-19. O número de curas clínicas também subiu dentro das últimas 24h, passando de 94 para 96 pacientes já recuperados da doença.

De acordo com o boletim do último sábado, das 2.195 pessoas infectadas, 1.510 estão em isolamento familiar, 384 estão internadas, sendo 70 delas em UTI. Os casos estão distribuidos por 72 municípios pernambucanos, além do Arquipélago de Fernando de Noronha.

Já chega a 868 o número de profissionais de saúde infectados com a Covid-19 apenas em Pernambuco, outros 612 casos suspeitos foram descartados. A ocupação média dos leitos destinados a doença está em 84%. Sendo 95% a ocupação dos leitos de UTI e 73% dos leitos de enfermaria.

Quem descumprir isolamento social pode ser preso em PE



POR G1

O secretário de Defesa Social de Pernambuco, Antônio de Pádua, afirmou neste sábado (18) que quem descumprir o decreto que proíbe aglomerações com mais de dez pessoas, válido em todo o estado, pode ser levado à delegacia e até ser preso.

"A gente quer apelar para que as pessoas cumpram essas medidas sanitárias, mas, eventualmente, se as pessoas forem conduzidas à delegacia elas podem responder pelo crime do artigo 268, que tem pena que vai de um mês a um ano de detenção, além de multa, então o processo criminal vai ser continuado mesmo depois da pandemia. A pessoa que descumprir também pode estar incorrendo no crime de desobediência ou até desacato à autoridade policial", declarou o secretário.


Ainda de acordo com ele, metade das denúncias recebidas pela Secretaria de Defesa Social (SDS) sobre descumprimento de medidas para conter a pandemia do novo coronavírus são relativas a aglomerações de pessoas. Entre o dia 18 de março e a sexta-feira (17), foram recebidas, no total, 34.443 ocorrências.

"Houve algumas ocasiões em que a polícia teve que intervir, por exemplo, em cerimônia de casamento com mais de 300 pessoas. Hoje, a determinação é que essas aglomerações não passem de 10 pessoas. Então, qualquer aglomeração, mesmo em ambientes privados, é possível acionar a Polícia Militar, sim, e eventualmente os síndicos dos condomínios podem ser conduzidos para a delegacia ou os participantes dessas aglomerações", declarou, em entrevista à TV Globo.

Apenas na sexta-feira (17), foram recebidas 708 denúncias, das quais 388 foram de aglomerações de pessoas. Segundo Antônio de Pádua, as fiscalizações das medidas sanitárias são fundamentais nesse período de pandemia, para conscientizar a sociedade e reprimir os desobedientes.

"A SDS já recebeu mais de 34 mil denúncias para serem fiscalizadas. Denúncias essas que estão sendo efetivamente fiscalizadas pela PM e bombeiros. Quase metade dessas denúncias são relacionadas a aglomerações de pessoas. Em seguida vêm denúncias sobre funcionamento irregular de bares e restaurantes. No final de semana esse número sobe. Em terceiro lugar, funcionamento irregular de comércio", afirmou o secretário.

Ainda segundo Antônio de Pádua, as pessoas podem denunciar, pelo telefone 190, estabelecimentos que continuarem abertos sem a permissão do estado, ou mesmo aglomerações em locais privados, como condomínios e demais.

Em Serra Talhada, uso de máscaras protetoras passa a ser obrigatório





A Prefeitura de Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, tem intensificado as ações de combate a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) na cidade. Na última semana, a gestão municipal publicou um novo decreto nº 3.157/2020 de 15 de abril, que obriga o uso de máscaras protetoras nos estabelecimentos comerciais em funcionamento na cidade, bem como em bancos, casas lotéricas, correios e órgãos públicos.

Segundo a prefeitura, a medida visa minimizar, ao máximo, a transmissão do novo coronavírus nesses locais. Por Carlos Britto

OMS diz que não há certeza sobre imunidade após contágio de coronavírus


Nesta semana, os relatos da Coreia do Sul de que pacientes que eram considerados curados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) testaram novamente positivo reacenderam a dúvida sobre a imunidade de infectados que se curam da covid-19. A Organização Mundial da Saúde reconheceu nessa sexta-feira (17/04) que ainda não há uma resposta clara para essa questão.

Segundo a OMS, não é possível dizer com certeza que a presença de anticorpos contra o novo coronavírus fornece uma proteção completa contra uma segunda infecção. “Nós não sabemos”, disse o diretor-executivo do programa de emergências da organização, Mike Ryan. “Esperamos que essa proteção ocorra por um período razoável, mas só podemos tirar conclusões do conhecimento sobre outros vírus deste tipo, e mesmo com ele nossos dados são limitados”.

Para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars), causada por um tipo similar de coronavírus, que surgiu em 2003, pesquisadores descobriram que pacientes curados permanecem protegidos de uma nova infecção por cerca de três anos, em média.

Apesar da falta de certeza, os casos registrados na Coreia do Sul não compravam necessariamente uma nova infecção. Pesquisadores afirmam que há outras explicações para esse ressurgimento do vírus. A mais provável é que o novo coronavírus não tenha desaparecido completamente do organismo do paciente e permanece dormente, como em infeções crônicas como a herpes. Outra possibilidade é que os testes tenham resultado em “falsos negativos”.

Segundo Maria Van Kerhove, líder técnica do programa de emergências da OMS, é preciso entender melhor no momento como funciona a resposta do anticorpo em termos de imunidade. Esse compreendimento é fundamental para o desenvolvimento de políticas de resposta à pandemia.

“Estamos na fase de perguntar se alguém que superou a covid-19 está realmente protegido”, afirmou o presidente do conselho consultivo científico da França, Jean-François Delfraissy.

Essa dúvida coloca em xeque a estratégia de imunidade de grupo, quando parte da população é exposta a determinado tipo de vírus, criando assim uma ampla imunidade que dificulta a propagação do agente patogênico. Desta maneira, o vírus tenderia a desaparecer sozinho. Especialistas argumentam que, no momento, a única solução real para a pandemia seria uma vacina.

Fonte: DW

Governo zera ICMS da conta de energia para quem consome entre 141 e 220 quilowatts por mês

Por G1 PE

Pernambuco isenta ICMS de contas de energia elétrica de quem consome até 220 quilowatts

Pernambuco isenta ICMS de contas de energia elétrica de quem consome até 220 quilowatts

O governo de Pernambuco decidiu zerar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da conta de energia elétrica para quem consome entre 141 e 220 quilowatts por mês, devido à pandemia do novo coronavírus. A decisão foi comunicada neste sábado (18), pelo governador Paulo Câmara (PSB), durante pronunciamento transmitido pela internet (veja vídeo acima).

De acordo com o governador, a retirada dos impostos vai zerar o valor da conta de energia para 176 mil famílias pernambucanas. Para chegar a esse percentual, segundo o governo estadual, o acordo prevê que governo federal irá assumir o custo da operadora de energia.

"Essa medida na conta de luz, ela se soma a outra medida já anunciada de isenção do pagamento da conta de água às famílias de baixa renda no estado de Pernambuco e se soma também a outras ações do governo de Pernambuco na área social, como o pagamento do 13° do Bolsa Família, cuja terceira parcela nós realizamos na última quinta-feira (16)", afirmou o governador.

A tarifa social, em Pernambuco, existe desde 2007, para quem consumir até 140 quilowatts por mês.

O governo federal também publicou uma medida provisória que isenta os consumidores de baixa renda do pagamento das contas de luz, entre 1º de abril e 30 de junho. Nesse caso, o benefício contempla consumidores de baixa renda, que consomem até 220 quilowatts-hora (kWh). A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) disponibilizou um telefone para cadastro dos que ainda não estão inscritos nessa etapa

Pernambuco chega a 205 mortes por coronavírus e 2.193 casos confirmados

Pernambuco chega a 205 mortes por coronavírus e 2.193 casos confirmados

Coronavírus em Pernambuco

Pernambuco chegou a 205 mortes de pacientes com diagnóstico positivo para o novo coronavírus, neste sábado (18). Ao todo, em 24 horas, foram confirmadas laboratorialmente mais 19 mortes, além de 187 novos casos de Covid-19, doença causada pelo vírus. Ao todo, há, agora, 2.193 casos confirmados no estado (veja vídeo acima).

As mortes confirmadas ocorreram entre os dias 12 e 17 de abril, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Entre os pacientes que morreram, sete foram homens e 12, mulheres, com idades entre 48 e 94 anos.

Houve, ainda, seis novos casos de pessoas curadas da Covid-19. O estado contabiiliza, assim, 94 pacientes recuperados da doença.

Dicas de prevenção contra o coronavírus  — Foto: Arte/G1

Dicas de prevenção contra o coronavírus — Foto: Arte/G1