domingo, 28 de fevereiro de 2021

Grupos de Telegram lucram com BBB e viram alvo da Globo por direito autoral


Grupos do aplicativo Telegram que ganham popularidade narrando o BBB em tempo real passaram a lucrar e viraram alvo da Globo, que ao menos duas vezes baniu os canais por violação de direito autoral.

Entre os famosos estão o "Espiadinha", com 290 mil inscritos, e o "Canal BBB 21", derrubado nesta semana, ressuscitado no mesmo dia e quase com o mesmo número de seguidores de antes, que chegava a 300 mil.

A operação destes canais, cuja entrada é possível a qualquer usuário do Telegram, consiste em publicar trechos de vídeos captados do pay-per-view da emissora acompanhados com transcrições.

Há fotos, diálogos reproduzidos sem erros de ortografia e curadoria com os momentos mais marcantes, na opinião dos administradores dos grupos, que se revezam para acompanhar o programa 24 horas.

Grande parte do resumo do confinamento apresentado nas edições de Tiago Leifert na TV aberta aparece nos canais de Telegram durante o dia.

Embora haja menção eventual a patrocinadores de peso do BBB, como PicPay e Avon, a criação e a administração desses grupos é de jovens estudantes de cerca de 18 anos. Eles garantem que não há nenhum tipo de megapatrocínio, mas que já começaram a receber ofertas de pequenos anunciantes, que enxergam potencial de propaganda nos canais.

Os administradores se revezam em escala para garantir que o público inscrito tenha conteúdo a qualquer momento. À reportagem, afirmam seguir critérios de imparcialidade no relato dos fatos, embora tenham torcidas particulares.

Em menos de um mês de programa, a Globo precisou reportar ao Telegram violação de direito autoral por esses canais ao menos duas vezes. O aplicativo russo imediatamente derrubou vídeos, e os administradores readequaram a alimentação de seus canais

Agora, a publicação de vídeos longos é rara, embora ainda seja possível encontrá-los em alguns canais. Após os banimentos do Telegram, o conteúdo ficou restrito à narração escrita, às fotos, memes e gifs.

A popularidade crescente, que vai ao encontro do aumento de usuários de Telegram no Brasil, atraiu pequenas lojas e influenciadores digitais, pagam cerca de R$ 150, a depender do pacote, para publicar um banner nos grupos.

O Canal BBB, derrubado e já disponível noutro espaço, porém sem a veiculação de vídeos longos, ganha cerca de R$ 1.000 por semana. O dinheiro é dividido entre os administradores, cerca de dez jovens que nunca se viram pessoalmente e só têm em comum o vício pelo reality.

"A gente não tinha noção que poderia ter publicidade até as pessoas aparecerem querendo pagar. É útil aos dois [anunciante e ao canal] devido à nossa influência", diz Allanis Araújo, 20, estudante de direito de Mato Grosso e uma das administradoras.

O alcance médio de cada publicação -são cerca de cem por dia- é de 120 mil pessoas.

"São marcas pequenas ainda. Esses dias teve um sex shop e até instituição de ensino superior", conta. (Via: Folhapress

Principais barragens de PE tem nível baixo

Três das dez principais barragens de abastecimento humano na Região Metropolitana do Recife e na Zona da Mata Norte de Pernambuco estão com menos de 10% da capacidade. E um dos reservatórios da área não tem mais água.
O alerta foi feito pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). O problema ocorre mesmo com as fortes chuvas que caíram nessas duas regiões, nos últimos dias. 

Na barragem de Barragem Várzea do Una, em São Loureço da Mata, o índice de acumulação era de 5,88%, na sexta-feira (26). O reservatório tem capacidade de 9,2 milhões de metros cúbicos. O volume atual é de 545 mil metros cúbicos.
A barragem de Goitá, em Paudalho, na Zona da Mata Norte, estava, na sexta-feira (26), com 1,62% da capacidade de acumulação. O volume total é de 52,5 milhões de metros cúbicos. Atualmente, o reservatório está com 850,6 mil metros cúbicos.
Segundo a Compesa, a Barragem de Sicupema, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife, estava sem água, na sexta-feira (26).
A situação está um pouco melhor na Barragem de Utinga, também no Cabo de Santo Agostinho, que tinha, na sexta-feira (26), 10,03% de água acumulada. O volume total é de 9,4 milhões de metros cúbicos. Atualmente, o reservatório conta com 943,8 mil metros cúbicos.

Confira o nível das barragens no Cabo de Santo Agostinho:

Barragem Pirapama (Cabo de Santo Agostinho)

25/02: 30,65%
26/02: 30,32%
Volume total: 58 milhões e 435 mil metros cúbicos
Volume atual: 17 milhões e 715 mil metros cúbicos

Barragem Bita (Cabo de Santo Agostinho )

25/02: 13,24%
26/02: 13,18%
Volume total: 2 milhões e 779 mil metros cúbicos
Volume atual: 366.271 mil metros cúbicos
Barragem Sicupema (Cabo de Santo Agostinho)

25/02 : 0%
26/02: 0%
Barragem Utinga (Cabo de Santo Agostinho)

25/02: 10,26%
26/02: 10,03%
Volume total: 9 milhões e 407 mil metros cúbicos
Volume atual: 943.896 mil metros cúbicos. 

G1 

Lira é derrotado, e Câmara desiste de votar a jato proposta que amplia blindagem a deputados


Insatisfeito, presidente decidiu acatar a proposta de partidos de esquerda e de deputados contrários à tramitação acelerada

Sob críticas da opinião pública, de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e de deputados, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), recuou da intenção de tratorar a tramitação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da imunidade parlamentar.

Emvez de votar a PEC nesta sexta-feira (26), Lira, visivelmente insatisfeito, decidiu acatar a proposta de partidos de esquerda e de deputados contrários à tramitação acelerada e enviou a proposição para uma comissão especial, que fará a análise do mérito do texto.

Ao anunciar a decisão, Lira afirmou que outros líderes partidários respaldaram, na semana passada, a possibilidade de acelerar a tramitação da proposição e criticou os apelidos dados à proposta. "Essa não deveria ser chamada PEC da imunidade. Deveria ser chamada PEC da democracia", afirmou.

O líder do centrão lamentou a falta de acordo sobre o texto e afirmou que o procedimento havia sido combinado com outros líderes partidários. "Essa Casa de novo hoje não consegue consensuar a alteração de um artigo. Não é um código, é de um artigo", disse. "Não trago essa situação toda para mim, porque a situação é de todos nós."


Os líderes deverão fazer a indicação dos membros até a próxima segunda (1°).

O rito tradicional de uma PEC exige a votação da admissibilidade pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), para avaliar se atende aos princípios constitucionais, e o envio a uma comissão especial, responsável por avaliar o mérito da proposição. Só depois o texto segue para apreciação em plenário.

Na pandemia, a tramitação foi acelerada para votar textos considerados necessários para dar ao Estado instrumentos para enfrentar a crise sanitária -caso da PEC do Orçamento de Guerra– ou para mudar o calendário das eleições municipais.

O problema identificado por alguns congressistas foi atribuir o mesmo senso de urgência a uma PEC que era vista como forma de legislar em causa própria e que gerou forte desconforto junto a ministros do STF. A expectativa, agora, é que a PEC seja deixada em segundo plano.

Lira anunciou a criação de uma comissão pluripartidária sobre a PEC na sexta-feira (19) passada, antes da sessão convocada para apreciar a prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ). A medida foi vista como uma resposta ao que foi interpretado como uma interferência do STF em outro Poder.

O texto preliminar começou a circular entre líderes partidários na terça-feira (23) e, no dia seguinte, a proposta teve a admissibilidade aprovada pelo plenário da Câmara.

A partir daí, a tramitação travou. A primeira tentativa de votar o primeiro turno da proposição, na quinta-feira (25), fracassou por falta de apoio dos congressistas. Para ser aprovada, a PEC precisa de 308 votos, em dois turnos, antes de seguir para o Senado.

Durante a obstrução realizada na sessão de quinta, as votações oscilaram de 304 a 319 votos, margem considerada arriscada para uma PEC. Uma nova sessão foi marcada para esta sexta, mas Lira não conseguiu costurar um acordo para aprovar o texto. A sessão, marcada para começar às 10h, só teve início quase 4h30 depois. Desde o começo, Lira, irritado, já sinalizava que recuaria da intenção de acelerar a tramitação da PEC.

"Toda essa celeuma é um artigo só. Não tem impunidade, não tem blindagem, não tem nada. Só que a imunidade parlamentar precisa de ter limites quanto ao seu absolutismo de voto e voz", afirmou.

"Mas nós vamos continuar no nosso ritmo, e, se a Casa decidir, deputado Glauber [Braga, PSOL-RJ], que o rito deverá ser o normal, deverá ir para as comissões, deverá passar o tempo que for, a Casa decidirá no seu plenário."

Líder do PSOL na Câmara, a deputada Talíria Petrone (RJ) afirmou que não houve, entre os deputados, consenso sobre o rito que Lira queria aplicar à proposição.

"É justamente porque muitos de nós entendemos a relevância da matéria, a importância de enfrentar os abusos dos Judiciário, coisa que nós do PSOL, nós do campo da esquerda fazemos há muito tempo, e também garantir as nossas prerrogativas de congressistas é que essa matéria não pode passar a toque de caixa", disse.

A defesa do envio da PEC a uma comissão especial teve o apoio até mesmo do vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM). No plenário, ele afirmou que "não se pode passar mensagem para a sociedade de que esse é instrumento de proteção do cometimento de crimes ou de ilegalidades pelos parlamentares".

"Ontem [quinta] fizemos todos os esforços na sessão para avançar. Já está admitida a PEC. E, portanto, talvez o caminho mais prudente nesse momento seja encaminhar à comissão especial em busca de construção de um texto", disse.

Uma das principais dificuldades práticas enfrentadas pelo líder do centrão foi o PT. O partido criticava alteração feita pela relatora da PEC, Margarete Coelho (PP-PI), que suprimiu dispositivo sobre a ficha limpa, e queria retirar do artigo de imunidade o trecho que tratava de responsabilização ético-disciplinar de congressistas por seus discursos e votos.

A interpretação de parcela dos deputados era de que esse acréscimo no artigo da Constituição impediria a responsabilização criminal de congressistas que fizessem, por exemplo, discursos de ódio ou antidemocráticos. Por causa disso e pelo dispositivo que vedava o afastamento judicial de parlamentares, a proposta foi apelidada por opositores de PEC da impunidade parlamentar.

Havia ainda ressalvas ao dispositivo que previa a prisão em flagrante de congressistas por crimes inafiançáveis. No texto enviado na terça, a restrição era a crimes previstos na Constituição. Depois, a redação mudou para dispor que os membros do Congresso Nacional não poderiam ser presos, "salvo em flagrante por crime que, por sua natureza, seja inafiançável na forma da lei."

Margarete Coelho ainda acenou com um acordo com o PT, mas que não foi considerado satisfatório pelo partido. Após o primeiro requerimento ter apenas 302 votos a favor da continuação da discussão, Lira decidiu retirar de ofício a PEC.

A PEC foi agilizada pela Câmara como resposta à prisão em flagrante de Silveira, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes (STF) e ratificada pelos plenários do Supremo e da própria Câmara na semana passada.

A decisão da prisão teve como base a publicação de um vídeo de Silveira com ataques aos ministros da corte e defesa ao AI-5 (Ato Institucional nº 5), que deu início ao período mais autoritário da ditadura.

Em linhas gerais, o texto amplia a blindagem de deputados e senadores e reduz a possibilidade de prisão em flagrante dos parlamentares.

A proposta prevê, por exemplo, punição disciplinar no conselho de ética a deputados que fizerem discursos que possam ser considerados excessivos e impede afastamento judicial cautelar de congressistas, colocando também o parlamentar preso em flagrante por crime inafiançável sob custódia da Câmara ou do Senado, e não da Polícia Federal, como no caso de Silveira.

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Restaurante interditado em Carpina

*PERNAMBUCO 🚫 Restaurante em Carpina é interditado por funcionar fora do horário permitido por decreto estadual*

O Procon Pernambuco interditou na noite desta sexta-feira (26), o Restaurante Don Costelloni, localizado no munícipio de Carpina. 

O órgão de defesa do consumidor anunciou que “fez uma ronda pela Zona da Mata Norte e encontrou apenas esse estabelecimento aberto, descumprindo o decreto do Governo do Estado que determina que as atividades econômicas devem funcionar apenas até às 20h, em 63 municípios do Interior do estado”.

Já passava das 21h, quando os fiscais do Procon chegaram ao restaurante, segundo o órgão. O local, de acordo com o Procon, além de estar funcionando após o horário permitido, estava tendo a celebração de um noivado, com mais de 30 pessoas, e algumas circulando sem máscara — eventos sociais também estão proibidos.

Também participaram da ação a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. O restaurante em Carpina também foi interditado pelo Corpo de Bombeiros, pois o local não possuía Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

Após análise do porte da empresa, será estabelecida uma multa, que tem valor mínimo de R$ 10 mil. “Pedimos a conscientização da população para que não precisemos avançar para medidas restritivas mais severas”, disse o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico.

Brasil: 1.386 novos óbitos neste sábado (27)


Mortes pela Covid-19
Mortes pela Covid-19 - Sebastien Bozon/AFP

Boletim do Ministério da Saúde divulgado no início da noite deste sábado (27) aponta mais de 254 mil pessoas mortas pela Covid-19. Total que foi incrementado com os dados das últimas 24 horas que apontaram 1.386 vidas perdidas para a doença.
 

 

Foram registrados também 61.602 novos casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. No acumulado o Brasil tem a marca de 10.517. 232 milhões de casos ativos. Há outros 876 mil casos ainda em acompanhamento.

O mesmo boletim informa que pouco mais de 9 milhões de pessoas se recuperaram da doença

Pernambuco está no pior momento da pandemia e medidas não são suficientes, dizem pesquisadores


Com as recentes restrições adotadas pelo governo, profissionais que acompanham os números da Covid-19 no estado aprovam as decisões, mas defendem mais limites na circulação de pessoas. "A gente está no pior momento e piorando, disse o pesquisador Jones Albuquerque, do Instituto de Redução de Riscos e Desastres (IRRD).

“A situação aqui é um pouco mais branda devido à quantidade de leitos, mas Recife, hoje, está no pior momento da pandemia desde sempre”, disse o pesquisador .

Além das restrições em 63 cidades no interior, o governo de Pernambuco anunciou, nesta sexta-feira (26), a proibição de qualquer atividade não-essencial entre as 22h e as 5h em todo o estado. A medida vale a partir do sábado (27) até o dia 10 de março, em todo o território estadual.

Para Albuquerque, que monitora as estatísticas de casos, óbitos e de infecção desde o início da pandemia em Pernambuco, em março de 2020, os quase 12 meses de convivência com o novo coronavírus trouxeram algumas lições, tomando como base os acontecimentos mundiais.

“O mundo aprendeu que bloquear um bairro e não bloquear outro não funciona. Toque de recolher, muito infelizmente, não funciona. Na fração da noite, a gente pega os bares, mas durante o dia, a fração de indivíduos circulando no transporte público é grande”, disse o pesquisador.

"É momento, sim, de ampliar restrições. Eu defendo medidas mais agressivas. Não adianta restringir só o horário da noite, a gente precisa incentivar que as pessoas fiquem em casa, restringir, se possível, atividades não-essenciais”, disse o infectologista Bruno Ishigami, do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), que acredita que a suspensão dos serviços não-essenciais 22h às 5h é "um começo".

Para Jones Albuquerque, o bloqueio efetivo das atividades seria uma solução para conter o avanço da Covid-19, mas a medida esbarra na dificuldade econômica enfrentada pelo estado. "Uns 14, 15 dias, de bloqueio efetivo. Injetar dinheiro na economia para que os serviços que vão sofrer com isso não sofram tanto", disse Albuquerque.

O problema também é visto por Ishigami como um empecilho para que haja a diminuição efetiva dos casos. "Acho que uma grande dificuldade da pandemia aqui no Brasil é isso. Todos os países que conseguiram fazer isolamento efetivo deram condições para que a população fizesse o isolamento reduzindo em algum grau o impacto econômico. Aqui a gente não consegue fazer isso", disse o médico.

"Entre o que a gente faz hoje de medida restritiva e um isolamento total, existem muitos passos pra gente dar. Acho que a gente precisa ir lançando mão desses passos. Se a gente não frear a disseminação do vírus, isso só vai aumentar e há um risco importante de colapsar o sistema de saúde, como está acontecendo no Rio Grande do Sul", afirmou Ishigami.

Jones Albuquerque entendeu, ainda, que a ampliação de leitos no estado é positiva, mas a demanda pelo serviço pode crescer nas próximas semanas a ponto de a aquisição não ser suficiente.

“Para os 490 leitos serem esgotados em uma semana, é muito rápido. Os leitos crescem linearmente, a pandemia cresce exponencialmente, feito juros compostos”, disse o pesquisador.

“A gente deveria dar um choque no vírus. O vírus não espera que a gente fique em casa. Ele espera que a gente circule, abrace as pessoas, encontre. Se a gente der uma travada, ganharíamos fôlego para implantara imunização e outras coisas”, disse Albuquerque. (Via: G1 PE)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Mais 1.337 mortes por covid-19 registradas no Brasil; total chega a 252.835

*CORONAVÍRUS 🦠 *

Novos casos confirmados: 65.169
Total de casos confirmados: 10.455.630

Dados desta sexta-feira (26/02).

Chega a 91% a ocupação de leitos de UTI para covid-19 na saúde pública de Pernambuco

*CORONAVÍRUS 🏥 *

Nesse momento, há 1.001 pessoas internadas em leitos de UTI para covid-19 na rede pública de Pernambuco.

Na rede privada, a taxa de ocupação de leitos de UTI para covid-19 é de 87% — cerca de 235 internados.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pela Secretaria de Saúde de Pernambuco.