sábado, 20 de março de 2021

Morre vereador, ex- deputado, ex Olodum e cantor gospel Irmão Lázaro, vítima de complicações da covid-19


Político baiano tinha 54 anos e iniciou sua carreira como cantor da banda Olodum.



(Agencia Camara)

O Vereador de Salvador, Irmão Lázaro morreu nesta sexta-feira (19) em Feira de Santana, onde estava internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital. O parlamentar estava no hospital há cerca de um mês por conta das complicações causadas pela covid-19. A informação da morte de Lázaro foi confirmada por sua filha nas redes sociais. 

“Hoje a pessoa mais importante da minha vida se foi, o homem que eu mais amei e continuarei amando o resto da vida!!”, anunciou a filha do político e artista gospel.


O estado de saúde de Irmão Lázaro piorou nos últimos dias. Nesta sexta-feira (19), mais cedo, a assessoria do pastor informou que o quadro seguia muito delicado. 

Ele estava internado desde 25 de fevereiro. E precisou ser intubado por causa das complicações causadas pela doença. 

Irmão Lázaro tem 54 anos e iniciou sua carreira como cantor da banda Olodum. Posteriormente, ele se converteu e consolidou sua carreira artística na música gospel. Ex-deputado federal e ex-candidato ao Senado, o político estava em seu primeiro mandato na Câmara Municipal de Salvador (CMS).

sexta-feira, 19 de março de 2021

Brasil tem recorde de casos de Covid-19 em 24h e segundo maior número de mortes


País também completa 21 dias seguidos de recorde na média de mortes, que já passa de 2.000; nesta sexta foram mais de 90.570 mil casos da doença 

Por iG Saúde 

Com os números atualizados do país, ao todo, já são 290.314 mortes pela doença
Foto: Foto: Sandro Pereira/Fotoarena/Agência O Globo
Com os números atualizados do país, ao todo, já são 290.314 mortes pela doença

Com os números atualizados do país, ao todo, já são 290.314 mortes pela doença. São 58 dias seguidos com a média móvel de mortes acima de 1.000 e pelo 12º dia a marca aparece acima de 1,5 mil.

Ainda de acordo com o Conass, ao todo, o país soma 11.871.390 infecções provocados pelo novo coronavírus. A média móvel de casos é de 72.573.

Veja a sequência dos recordes da média móvel: 

Sábado (27): 1.180 (recorde)
Domingo (28): 1.208 (recorde)
Segunda-feira (1): 1.223 (recorde)
Terça-feira (2): 1.274 (recorde)
Quarta-feira (3): 1.332 (recorde)
Quinta-feira (4): 1.361 (recorde)
Sexta-feira (5): 1.423 (recorde)
Sábado (6): 1.455 (recorde)
Domingo (7): 1.497 (recorde)
Segunda-feira (8): 1.540 (recorde)
Terça-feira (9): 1.572 (recorde)
Quarta-feira (10): 1.626 (recorde)
Quinta-feira (11): 1.703 (recorde)
Sexta-feira (12): 1.762 (recorde)
Sábado (13): 1.824 (recorde)
Domingo (14): 1.831 (recorde)
Segunda-feira (15): 1.841 (recorde)
Terça-feira (16): 1.976 (recorde)
Quarta-feira (17): 2.017 (recorde)
Quinta-feira (18): 2.087 (recorde)
Sexta-feira (19): 2.173 (recorde)

O ranking de número de mortes segue liderado pelo estado de São Paulo, que tem 66.798 óbitos causados pela Covid-19. O Rio de Janeiro continua em segundo lugar, com 34.830 mortes, seguido por Minas Gerais (21.540), Rio Grande do Sul (16.507) e Paraná (14.658).

A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da doença.

Desde o início de junho, o Conass divulga os números da pandemia da Covid-19 por conta de uma confusão com os dados do Ministério da Saúde. As informações dos secretários de saúde servem como base para a tabela oficial do governo, mas são publicadas cerca de uma hora antes.

Mais de 121 milhões pessoas foram infectadas em todo o mundo. Do total de doentes, mais de 2,6 milhões morreram, segundo a Universidade Johns Hopkins. O Brasil segue como o terceiro país do mundo em número de casos de Covid-19 e o segundo em mortes, atrás apenas dos Estados Unidos.

País com mais mortes diárias do mundo

Nesta sexta-feira (19) o Brasil completou duas semanas como o país com mais mortes diárias por Covid-19 no mundo. O país hoje é responsável por 22% de todas as novas mortes e 16% de todos os novos casos de Covid-19 registrados no mundo. Os dados são do Our World in Data .

No ranking mundial, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos no último dia 5 de março, quando registrou 1.800 novos óbitos, frente 1.763 dos EUA. Desde a data, a diferença entre os dois países só aumentou.

Vacinação

No balanço da vacinação contra Covid-19 da quinta-feira (18) um total de 10.984.488 pessoas já tinha recebido a primeira dose de vacina, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 5,19% da população brasileira.

A segunda dose já foi aplicada em 4.027.123 pessoas (1,90% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 15.011.611 doses foram aplicadas em todo o país

Petrobras anuncia primeira redução no preço da gasolina do ano

*BRASIL ⛽️ *

A Petrobras reduzirá o preço do litro da gasolina, na média, em 4,95% nas refinarias, a partir de sábado (20/03). O preço do diesel, por sua vez, segue inalterado.

Com o ajuste, o litro gasolina ficará R$ 0,142 mais barato nas refinarias, ao custo de R$ 2,69 o litro.

Esta é a primeira queda nos preços praticados pela estatal para a gasolina no ano. Até então, a petroleira havia anunciado seis aumentos em 2021 para o derivado.

A queda da gasolina acompanha a desvalorização dos preços internacionais do petróleo nos últimos dias. Entre 9 de março, data do último reajuste, até ontem, o barril do tipo Brent acumulou uma desvalorização da ordem de 7%.

Brasil registra 2.815 mortes por COVID-19 em 24h; total chega a 290.314


De ontem para hoje, foi registrado novo recorde diário de casos, 90.570


Nas últimas 24 horas foram 2.815 mortes por COVID-19 no país(foto: Pixabay)
Brasil registrou 2.815 novas mortes em decorrência da COVID-19 nas últimas 24 horas. Os números foram atualizados nesta sexta-feira (19/3) pelo Ministério da Saúde e, com isso, chega a 290.314 o número total de óbitos em razão da doença.


Do total de vidas perdidas contabilizadas no período, 1.031 foram na região Sudeste; 793 no Sul; 519 no Nordeste; 306 no Centro-Oeste; e 166 no Norte.

De ontem para hoje, foi registrado novo recorde diário de casos, 90.570, levando o total de notificações da doença no País para 11.871.390

Governo do Estado anuncia pacote de incentivos fiscais para bares, restaurantes e similares


O Governo de Pernambuco vem mobilizando instrumentos para minimizar os danos da pandemia e dar fôlego aos setores econômicos em funcionamento no Estado. 

Em reunião com o segmento de bares, restaurantes e similares, os secretários de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio; da Fazenda, Décio Padilha; e de Turismo, Rodrigo Novaes, anunciaram um pacote de medidas fiscais que vão reduzir a carga tributária do setor, garantindo um fôlego para atravessar a fase mais crítica da pandemia. As ações contemplam redução de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), prorrogação de incentivos vigentes, adiamento para o pagamento de tributos, além de condições diferenciadas para regularização de recolhimentos atrasados. As medidas atendem pleito da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e foram anunciadas, nesta quinta-feira, 18, em reunião remota com o presidente da instituição, André Araújo, e empresários do segmento.

“A pandemia chegou em um fase crítica e o Governo tem se aproximado do empresariado para buscar medidas que minimizem a travessia. Essa é mais uma ação dentro dessa ideia de reduzir os danos e criar condições que viabilizem a retomada das atividades de forma mais acelerada, quando as restrições forem flexibilizadas. Vale ressaltar que são medidas que sinalizam o olhar do governo para a situação de empreendedores de todos os portes”, destacou o secretário Geraldo Julio.

A primeira medida prorroga em um ano a vigência do Convênio Federal ICMS 91/2012. Trata-se de um incentivo que reduz a base de cálculo que o governo utiliza para aplicar a tributação. O convênio tinha vencimento previsto para 31 de março de 2021 e passou para para o dia 31 de março de 2022. A ação foi autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que regula a gestão de incentivos fiscais concedidos pelos estados.

Outro ponto atendido é a redução de alíquota do ICMS, que passa de 3,4% para 2,12%. A medida reduz em mais de 37% a carga incidente nas operações dos estabelecimentos. A terceira medida vale para Bares, Restaurantes, buffets e estabelecimentos similares enquadrados no Simples Nacional. O pagamento de ICMS dos meses de março, abril e maio terão vencimento prorrogado para julho, agosto e setembro deste ano para empresas enquadradas nesse regime. Já para as empresas que não integram o Simples Nacional, o Governo do Estado vai oferecer descontos de até 90% nos juros e nas multas e parcelamento em até 60 meses para quem buscar a regularização de débitos com o Fisco estadual. O teto de descontos vale para pagamentos à vista e vai reduzindo a partir do aumento de parcelas do acordo.

“É um esforço do Estado com o segmento. A prorrogação em quatro meses no pagamento do ICMS, por exemplo, tira uma receita nossa do primeiro semestre para o segundo. São cerca de R$ 100 milhões no fluxo de caixa do Estado e que não vamos poder contar agora, quando o Estado precisa de recursos para combater a pandemia. A gente adia esse recebimento porque entende a necessidade das empresas nessa fase difícil e para poder contar com elas lá na frente. Além de redução de alíquota, prorrogação de convênios e condições de parcelamento de débitos que podem colocar as empresas de novo em condições de funcionar bem”, detalhou Décio Padilha.

Os descontos nos juros e nas multas para quem regularizar pendências com o fisco são de 90% (pagamento à vista), 80% (em até seis parcelas), 70% (de sete a 12 parcelas), 60% (de 13 a 24 parcelas), 50% (de 25 a 36 parcelas), 40% (de 37 a 48 parcelas) e 30% (de 49 a 60 parcelas).

Ainda de acordo com o Portal Folha PE, também participaram da reunião a secretária executiva de atração de investimentos e estudos econômicos, Ana Paula Vilaça; o presidente da Empetur, Antônio Baptista; o proprietário do Cia do Chopp, Tony Sousa; e o Master Franqueado da Mc Donalds, Mario Carvalheira

Veja quanto você pode receber do auxílio emergencial 2021


O governo federal apresentou, na última quinta-feira (18), as regras para o pagamento do novo auxílio emergencial em 2021 para cerca de 45,6 milhões de beneficiários.

A versão de 2021 do auxílio será paga pela Caixa Econômica Federal a partir de abril em quatro parcelas com valor médio de R$ 250 e será limitada a uma pessoa por família.

Dos R$ 44 bilhões destinados a esta rodada do programa, R$ 23,4 bilhões serão pagos ao público já inscrito em plataformas digitais da Caixa; R$ 6,5 bilhões para integrantes do Cadastro Único; e R$ 12,7 bilhões para beneficiários do Bolsa Família.

A operação para pagamento das parcelas do auxílio seguirá o mesmo modelo utilizado em 2020, assim como o processamento e análise dos pedidos, diz o Ministério da Cidadania.

Valores
Mulheres chefes de famílias monoparentais R$ 375
Famílias que não são monoparentais femininas R$ 250
Pessoa de família unipessoal (que mora sozinha) R$ 150

Quem pode receber?
Os critérios de elegibilidade para auxílio em 2021 foram mais restritivos.
O auxílio será pago a famílias com renda, por pessoa, de até meio salário mínimo (R$ 550) e renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300).

Para o público do Bolsa Família, segue valendo a regra: recebe-se o benefício com maior parcela, ou o próprio valor do Bolsa Família ou o auxílio.

Trabalhadores formais (com carteira assinada) continuam impedidos de solicitar o auxílio emergencial.

Além disso, cidadãos que recebam benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família e PIS/Pasep, não fazem parte do público que receberá as parcelas de R$ 250.

Estão excluídos ainda contribuintes que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019, ou tinham, em 31 de dezembro daquele ano, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil.

Ficam também impedidos de receber o benefício cidadãos que tenham recebido em 2019 rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte com valor acima de R$ 40 mil.

A exclusão do auxílio ainda será aplicada a menores de 18 anos, exceto mães adolescentes, a quem estiver no sistema carcerário em regime fechado ou tenha seu CPF vinculado, como instituidor, à concessão de auxílio-reclusão.

O governo ainda avisou que vai barrar o benefício se o CPF constar com indicativo de óbito nas bases de dados federais ou estiver vinculado como gerador de pensão por morte.

Residentes médicos, multiprofissionais, beneficiários de bolsas de estudo, estagiários e similares também ficarão fora do programa.

As pessoas que não movimentaram os valores do auxílio emergencial e sua extensão, disponibilizados na poupança digital em 2020, não terão direito ao novo benefício, assim como quem estiver com o auxílio emergencial de 2020 cancelado no momento da avaliação de elegibilidade para 2021.

Atualização do cadastro 
A Caixa divulgou, na quarta-feira (17), um vídeo com explicações sobre como atualizar o aplicativo Caixa Tem, por meio do qual trabalhadores sem renda devido à pandemia da Covid-19 terão acesso às novas parcelas do auxílio emergencial.

Segundo o banco, porém, a atualização não é obrigatória, mas oferece mais segurança, vantagens e praticidade aos usuários.

A Caixa informa ainda que a renovação dos dados é feita totalmente pelo celular, sem a necessidade de ir até uma agência bancária.

Os usuários, porém, não serão liberados ao mesmo tempo para realizar o recadastramento. É preciso seguir um calendário organizado conforme o mês de nascimento. (Via: Folhapress)

Em carta, governadores nordestinos pedem que Bolsonaro reavalie ação contra medidas restritivas nos estados


O Consórcio Nordeste - grupo formado por governadores da região - divulgou uma carta nesta sexta-feira (19) pedindo para o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reavaliar sua decisão de acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra as medidas impostas na Bahia, Distrito Federal e Rio Grande do Sul que restringem a circulação de pessoas.

"As medidas visam evitar colapso do sistema hospitalar e foram editadas com amparo no artigo 23 da Constituição Federal, conforme jurisprudência do STF. Mais uma vez convidamos o presidente da República a somar forças na luta contra o coronavírus, que tem trazido tantas mortes e sofrimentos. E reiteramos que só existe uma formar de proteger a economia e os empregos: enfrentar e vencer a pandemia", diz um trecho da carta.

O Consórcio, que já foi presidido pelo governador Rui Costa (PT), atualmente é comandado pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT).

"Fizemos a proposta de um Pacto Nacional pela Vida e pela Saúde e continuamos aguardando a resposta do presidente da República. Manifestamos a nossa solidariedade aos governadores atingidos pela inusitada ação judicial. Somos a favor da Vida, da Saúde e dos Empregos", conclui o texto.

A ação

Na ação apresentada ao STF, Bolsonaro questiona as medidas adotadas pelos governadores, que, segundo o texto, não preservam a autonomia financeira das pessoas. "Mesmo em casos de necessidade sanitária comprovada, medidas de fechamento de serviços não essenciais exigem respaldo legal e devem preservar o mínimo de autonomia econômica das pessoas, possibilitando a subsistência pessoal e familiar."

"Liminarmente, seja determinada a suspensão do Decreto nº 41.874/2021, do Distrito Federal; do Decreto nº 20.233/2021, do Estado da Bahia; e dos Decretos nº 55.782/2021 e 55.789/2021, do Estado do Rio Grande do Sul", consta no pedido da ação.

Mais cedo, Rui Costa já havia se manifestado contra a decisão de Bolsonaro. Ele afirmou que irá acionar a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) para atuar contra a ação.

"Nós vamos, evidentemente, com a Procuradoria do Estado, junto com a Procuradoria do Estado do Rio Grande do Sul, atuar nesse sentido. E tenho absoluta convicção que o STF, que tem dado sucessivas demonstrações de compromisso com o povo brasileiro, de compromisso com a vida, de compromisso com a ciência, vai mais uma vez deixar claro que a vida, que a ciência prevalece, e não a negação", afirmou o governador

Prefeitos do Pajeú farão lockdown total de 24 a 28 de março


Prefeitos da região do Pajeú reunidos com o Ministério Público, em encontro que teve a participação do governador Paulo Câmara, o Secretário André Longo e o Presidente da AMUPE, José Patriota, acabam de decidir que haverá um lockdown geral de 5 dias no Pajeú.

O período definido foi de 24 a 28 de março em toda a região. Será formalizado um decreto conjunto. Segundo os gestores, o colapso eminente no Sistema de Saúde e a necessidade de nivelar o entendimento com todas as empresas determinou essa necessidade.

A medida, garantem os gestores, é extremamente mais restritiva que as anunciadas pelo Governo do Estado e tenta, segundo eles, frear a cadeia de transmissão do vírus na região.

Relatos são de que o governador Paulo Câmara chegou a informar que o monitoramento dos dados da região com a medida serão observados pelo estado. Ele garantiu apoio da PM para cumprimento do Decreto. Sertânia, no Moxotó, também, se somou à iniciativa. Só  serviços extremamente essenciais irão funcionar, em lista a ser divulgada