


Até a noite de sexta-feira (18), 457 atos #19JForaBolsonaro estavam confirmados em 438 cidades no Brasil e exterior. Alguns locais terão mais de uma manifestação. A expectativa dos organizadores, entre eles a Central de Movimentos Populares (CMP), partidos de esquerda, entidades estudantis, centrais sindicais, movimentos sociais e diversos coletivos e ativistas, é que o número de protestos ultrapasse os 500. Serão 500 atos pelas 500 mil vidas perdidas.
A exemplo das manifestações de 29 de maio, os organizadores reforçam a importância e a necessidade do uso de máscaras de proteção, álcool em gel e o respeito ao distanciamento social nos protestos deste #19JForaBolsonaro. “Vamos enfrentar esse governo genocida e essa política de morte. É povo na rua para derrotar um governo antidemocrático, que destrói os direitos e os sonhos do povo brasileiro”, afirma o coordenador nacional da CMP, Raimundo Bonfim.
*Com informações do 247
Na manhã desta sexta-feira (18) um grave acidente foi registrado na BR 235, próximo a entrada da Agrovale em Juazeiro, no Sertão da Bahia. As vítimas –duas mulheres- estavam praticando caminhada matinal quando foram atropelados por um veículo que capotou em seguida.
As mulheres foram identificadas como Edinoelia Rodrigues da Silva e a outra apenas por Nalva, ambas moradoras do Bairro Jardim Primavera.
Ainda de acordo com o nosso parceiro do Blog Didi Galvão, a causa do acidente está sendo investigada. Já a identidade do condutor do veículo não foi revelada e nem seu estado de saúde.
Por mais três meses está proibido o corte de energia do consumidor que estiver com contas atrasadas. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (15) pela ANEEL. A decisão só é válida para consumidores considerados de baixa renda.
Em março a ANEEL decidiu suspender o corte de energia até 30 de junho, com a prorrogação de hoje, o não-corte deve seguir até o final de setembro deste ano.
Vale lembrar que a decisão não isenta que os consumidores de baixa renda com NIS não paguem suas contas, pelo contrário, quando passar a pandemia, todas as contas precisam estar pagas, do contrário o corte ocorrerá. A medida visa apenas garantir que durante a pandemia a energia não seja cortada por falta de pagamento decorrente da crise provocada pela pandemia
Nesta quinta-feira (17), o presidente Jair Bolsonaro usou o caso de Lázaro Barbosa de Sousa, 32, foragido suspeito de assassinar brutalmente uma família no Distrito Federal, para defender a flexibilização do porte e da posse de armas de fogo. Para o mandatário, "arma é vida”.
"Tem um maníaco aqui na região de Distrito Federal, Goiás, cometendo barbaridade aí. Matando gente, estuprando. [...] Este elemento aqui tentou aí entrar numa residência numa chácara e foi repelido porque o cara tinha uma [arma] calibre 12 lá dentro", afirmou o presidente.
Bolsonaro disse que, mesmo morando no Palácio da Alvorada, onde é protegido por agentes do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), mantém uma arma ao lado de sua cama.
"A bandidada está armada, pô. Você não tem paz nem dentro de casa. Se bem que caiu bastante o número de homicídios durante o nosso governo. Agora, eu não consigo dormir sem ter uma arma do meu lado", disse o presidente da República.
Ainda sobre este tema, Bolsonaro disse que "arma é segurança, arma é vida". Afirmou ainda que "arma não mata, quem mata é o elemento que está atrás dela”.
A pandemia de Covid-19 também foi citada na transmissão semanal do presidente. Ele disse que, enquanto for chefe do Executivo, lutaria para que "o cidadão de bem tenha arma e seja desobrigado a usar máscara".
Contrariando as evidências científicas, o presidente tem defendido que as pessoas que já foram imunizadas ou que já contraíram o coronavírus deixem de usar a máscara.
"Todos que contraíram o vírus estão vacinados, até de forma mais eficaz que a própria vacina", afirmou novamente nesta quinta.
Ao fazer este discurso, Bolsonaro ignora a baixa cobertura vacinal no País – 14,97% da população adulta foi vacinada com a segunda dose no Brasil – e a possibilidade de reinfecção por novas variantes do coronavírus.
Além disso, especialistas dizem que as vacinas oferecem proteção mais robusta e duradoura do que a da imunidade obtida pela infecção natural.