quinta-feira, 21 de setembro de 2023

PROJETO DE IZAÍAS REGIS INSCREVE DOMINGUINHOS NO LIVRO PANTEÃO DOS HERÓIS E DAS HEROÍNAS DE PERNAMBUCO

Projeto de Izaías Régis inscreve Dominguinhos no Livro do Panteão dos Heróis e das Heroínas de Pernambuco
O projeto foi aprovado por unanimidade pelas Comissões de Constituição e Justiça e Educação e Cultura e no Plenário da Alepe
No ano em que completou dez anos da morte de José Domingos de Moraes, o Mestre Dominguinhos, o deputado estadual Izaías Régis (PSDB) protocolou ainda em março, um Projeto de Resolução para incluir o músico e instrumentista garanhuense, reconhecido internacionalmente, no Livro do Panteão dos Heróis e das Heroínas de Pernambuco -  Fernando Santa Cruz. A medida é destinada, entre outros, ao registro perpétuo de pessoas cuja bravura tenha contribuído com a formação da identidade pernambucana. 

A medida, foi proposta pelo Projeto de Resolução Nº 794/2023, e o texto foi aprovado por unanimidade nas Comissões de Constituição, Legislação e Justiça e de Educação e Cultura, e seguiu para apreciação no plenário da Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde foi aprovado nessa terça-feira (19), por unanimidade. A Resolução N°1926 foi publicada no Diário Oficial de hoje(20).
“O Mestre Dominguinhos nos orgulha muito com a sua trajetória de sucesso e reconhecimento nacional. Ele foi imortalizado pela sua obra musical e agora também, merecidamente, o seu nome passa a constar do Livro do Panteão dos Heróis e das Heroínas de Pernambuco. Em Garanhuns, na nossa gestão criamos um festival com o seu nome, lutamos judicialmente para que seus restos mortais fossem sepultados em sua terra natal, atendendo a um pedido dele, implantamos oficinas de sanfona nas escolas municipais para que as novas gerações conheçam a obra do Mestre, colocamos uma estátua na Praça Mestre Dominguinhos, e agora mais uma vez buscamos uma nova forma de homenagear o nosso conterrâneo ilustre” afirmou o deputado Izaías Régis.

ADVOGADO KLAUS LIMA SE FILIA AO PT PARA DISPUTAR PREFEITURA DE ESCADA

Klaus Lima, morador da cidade de Escada, oficializou nesta terça-feira sua candidatura à Prefeitura pelo Partido dos Trabalhadores (PT). O anúncio demonstra a estratégia da legenda em buscar uma representação significativa em diversos municípios do estado, tanto na liderança da chapa quanto na indicação para a vice-prefeitura.

Lima, conhecido por seu envolvimento em causas sociais e comunitárias, traz consigo uma vasta experiência no ativismo local. Sua candidatura promete trazer uma abordagem centrada nas necessidades da população escadense, com propostas que visam melhorias concretas nas áreas de educação, saúde e infraestrutura.

A entrada de Klaus Lima na disputa eleitoral sinaliza o comprometimento do PT em consolidar sua presença em âmbito municipal. A legenda busca não apenas ampliar sua representatividade, mas também fortalecer sua conexão com as demandas e anseios das comunidades em todo o estado de Pernambuco.

O PT, historicamente ativo na política brasileira, tem buscado estratégias inovadoras para garantir uma participação expressiva em todas as esferas do governo. A candidatura de Klaus Lima em Escada é um exemplo claro desse esforço, demonstrando a determinação do partido em contribuir para o desenvolvimento e progresso local.

A campanha de Lima promete ser marcada por um diálogo aberto e transparente com os cidadãos de Escada, onde serão ouvidas as necessidades e aspirações da população. O candidato se compromete a trabalhar em estreita colaboração com a comunidade, promovendo uma gestão participativa e responsiva.

Com o anúncio de Klaus Lima como candidato à Prefeitura de Escada, o PT reforça sua posição como uma força política relevante no cenário municipal pernambucano. A partir de agora, a atenção se volta para a campanha e as propostas que serão apresentadas, colocando em evidência o futuro da cidade e o papel que seus cidadãos terão na definição desse destino.

VEREADOR DE SÃO PAULO É CASSADO POR RACISMO

Na última sessão da Câmara Municipal de São Paulo, um evento marcante ecoou pelos corredores da política paulistana. O vereador Camilo Cristófaro (Avante) foi alvo de uma decisão inédita: a cassação de seu mandato por quebra de decoro parlamentar, após a divulgação de um áudio contendo uma frase considerada racista. Este episódio marca um ponto de virada na luta contra o preconceito e a discriminação na cidade.

O vereador Camilo Cristófaro, que representava o partido Avante, foi pego em meio a um escândalo que chocou a opinião pública. Um áudio comprometedor vazou durante uma sessão no plenário da Casa, revelando uma declaração que foi prontamente tachada como racista. O incidente desencadeou uma série de debates e reflexões sobre a conduta dos representantes eleitos e a necessidade de medidas firmes diante de atitudes discriminatórias.

A decisão de cassar o mandato do vereador Camilo Cristófaro foi tomada após uma votação na Câmara Municipal de São Paulo. O placar, impressionante em sua unidade, contou com 47 votos a favor da perda do mandato e 5 abstenções. Notavelmente, nenhum vereador se posicionou contra a cassação, refletindo uma clara condenação da conduta do político.

Esta é a primeira vez na história da cidade de São Paulo que um vereador perde seu mandato em decorrência de uma ação racista. O precedente estabelecido por esta decisão é monumental e serve como um alerta para todos os representantes eleitos, reforçando a importância do respeito à diversidade e da promoção de uma sociedade mais inclusiva.

A cassação de Camilo Cristófaro não é apenas uma questão política, mas também um marco social. A decisão reflete a crescente intolerância à discriminação racial e destaca a necessidade de políticas mais eficazes para combater o preconceito em todas as esferas da sociedade. A mobilização de grupos e organizações que lutam pelos direitos humanos desempenhou um papel crucial nesse desfecho.

A cassação do mandato do vereador Camilo Cristófaro é um evento sem precedentes na política paulistana. Esta decisão corajosa da Câmara Municipal de São Paulo envia uma mensagem clara de que atitudes discriminatórias não serão toleradas. Este episódio serve como um catalisador para um debate mais amplo sobre a igualdade e a inclusão na política e na sociedade como um todo. Espera-se que este momento histórico seja um passo significativo em direção a uma São Paulo mais justa e igualitária.

Na Lupa 🔍 Quinta 21/09/23, Blog do Edney


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NA LUPA 🔎 


Por Edney Souto


OS DESAFIOS DO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS

O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), um dos eventos culturais mais celebrados no Brasil, passa por uma fase de incertezas e desafios que poderiam remodelar sua identidade e funcionamento. Uma audiência pública foi realizada ontem em 20 de setembro, na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), trouxe à tona uma série de questões críticas que merecem análise detalhada. Vamos lá

RECURSOS - A presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Renata Borba, lançou luz sobre a crise financeira que afetou a organização do FIG. A verba destinada ao evento despencou de R$ 21 milhões em 2022 para R$ 6 milhões em 2023, devido a cortes no orçamento estadual. Isso gerou preocupações sobre a capacidade de manter a qualidade e a magnitude do festival. Já o Prefeito Sivaldo Albino diz que já estão garantidos R$ 15 milhões de recursos próprios para a realização do FIG 2024. No entanto, a Prefeitura pretende buscar recursos adicionais, como federais, estaduais, da iniciativa privada e emendas parlamentares do deputado Federal Felipe Carreras (PSB), para tornar o evento ainda mais grandioso.
Durante seu discurso, o Prefeito enfatizou a flexibilidade financeira do FIG: "Se conseguirmos R$ 20 milhões, será um FIG de R$ 20 milhões. Se conseguirmos trinta, será um Festival de R$ 30 milhões. Se não conseguirmos nada, a Prefeitura fará um FIG de R$ 15 milhões". Com um orçamento de apenas R$ 6 milhões em 2023, em contraste com os R$ 21 milhões de 2022, a organização do festival enfrentou limitações financeiras que tiveram impacto direto na infraestrutura, logística e qualidade das atrações.

ATRAÇÕES - A diversidade de atrações é uma discussão central no contexto do FIG. O evento, que é considerado um dos maiores da América Latina, não pode ser reduzido exclusivamente ao Palco Mestre Dominguinhos. A presença de artistas de renome nacional como ressalta a importância do festival no cenário cultural brasileiro e a necessidade de promover uma oferta artística variada qualitativa e inclusiva.
MUNICIPALIZAÇÃO - O prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, anunciou que a prefeitura assumirá o controle total da organização do FIG em 2024, alegando que o diálogo com o governo estadual "deixou a desejar". Essa mudança de direção gerou um debate acirrado entre os vereadores presentes na audiência. Aqueles que apoiam a municipalização argumentam que isso permitirá maior autonomia, enquanto os opositores temem a privatização do evento e uma possível redução nos cachês pagos às atrações locais. O Prefeito Sivaldo Albino, do PSB, declarou que o evento será realizado pela Prefeitura de Garanhuns, com o apoio esperado do Governo do Estado, de forma semelhante ao São João de Caruaru e ao Carnaval de Olinda e do Recife. A proposta do prefeito Sivaldo Albino de municipalizar a organização do FIG gera debates acalorados. Sivaldo argumenta que o diálogo com o governo estadual ficou aquém das expectativas. No entanto, a autonomia da prefeitura também levanta preocupações sobre a capacidade de gerenciamento e os recursos necessários para garantir o sucesso do evento.

PREOCUPAÇÕES - Artistas presentes à audiência expressaram insatisfação com a estrutura disponibilizada e com a falta de transparência no processo de seleção de atrações em 2023. Além disso, vendedores ambulantes levantaram preocupações sobre a diminuição do público, alegando que datas e atrações anunciadas em cima da hora dificultam o planejamento de seus estoques e aumentam os riscos de prejuízos financeiros. Por outro lado, a gestão da prefeita Raquel Lyra, representada pela presidente da Fundarpe, Renata Duarte, tentou demonstrar disposição para manter o formato tradicional do FIG no próximo ano, valorizando os artistas pernambucanos. No entanto, esse esforço de entendimento não obteve sucesso. Sivaldo Albino, durante a audiência, reforçou que o entendimento com a Gestão Estadual para manter o FIG nos moldes atuais, com financiamento majoritário do Governo de Pernambuco, foi descartado. O prefeito deixou claro que a decisão agora pode ser levada à esfera judicial.

BUSCANDO SOLUÇÕES - O deputado João Paulo (PT), autor da audiência pública, propôs um caminho para resolver os conflitos. Ele sugeriu um diálogo mais amplo e inclusivo, envolvendo a sociedade civil, como uma maneira de construir pontes entre as gestões estadual e municipal. Essa abordagem pode ser fundamental para encontrar soluções que atendam às necessidades de todos os envolvidos. O Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) é um evento cultural icônico que desempenha um papel crucial na promoção da cultura e arte de Pernambuco. No entanto, a última edição do festival trouxe à tona uma série de desafios que exigem uma análise cuidadosa e a implementação de soluções efetivas para garantir sua continuidade e crescimento. João Paulo propôs um diálogo mais inclusivo, envolvendo não apenas os entes governamentais, mas também a sociedade civil. A participação ativa de todos os stakeholders é essencial para identificar soluções sustentáveis que promovam o crescimento e aprimoramento contínuo do FIG.

AUSENTE - A ausência do deputado Estadual Izaías Régis (PSDB), líder do Governo Raquel Lyra na ALEPE,  opositor da atual gestão foi notada e comentada por todos os presentes. Segundo a assessoria do parlamentar, ele estava em um encontro paralelo, tratando da recomposição do ICMS em auxílio financeiro aos Municípios. Havia uma expectativa do Deputado defender o formato do FIG, e passar um pouco de sua experiência de ter realizado o evento por 8 anos, nas suas gestões.

FUTURO - À medida que se aproxima a próxima edição do FIG, marcada para julho de 2024, as partes interessadas enfrentam a difícil tarefa de reconciliar questões financeiras, políticas e culturais para garantir a continuidade e o sucesso do festival. O FIG, com sua história rica e influência cultural, enfrenta uma encruzilhada decisiva, e seu futuro depende de como esses desafios serão superados e das soluções inovadoras que podem surgir desses debates em curso. Com a decisão de Sivaldo Albino de assumir a realização do FIG 2024 pela Prefeitura de Garanhuns, a cidade se prepara para um evento que pode ter diferentes proporções, dependendo dos recursos captados. A incerteza em relação ao apoio do Governo do Estado e a postura firme do Prefeito Albino definirão o futuro deste festival tão querido pelos pernambucanos.

 
DO BLOG - O Festival de Inverno de Garanhuns é um tesouro cultural que enfrenta desafios reais. No entanto, é através da reflexão cuidadosa, do diálogo aberto e da implementação de soluções inovadoras que será possível preservar e fortalecer esse evento de importância inestimável para a cultura pernambucana e brasileira. É crucial que todas as partes interessadas estejam engajadas nesse processo, visando garantir um futuro vibrante e próspero para o FIG, PATRIMÔNIO DE GARANHUNS, PATRIMÔNIO DE PERNAMBUCO, PATRIMÔNIO DO BRASIL!

quarta-feira, 20 de setembro de 2023

URGENTE - FAUSTÃO INTERNADO EM ESTADO DELICADO E AS PRESSAS

O Apresentador Fausto Silva voltou a ser internado nesta quarta-feira (20), no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. O apresentador havia recebido alta recentemente após ser submetido a um transplante de coração no último dia 27 de agosto. O estado de saúde dele é considerado delicado.

O Notícias da TV apurou que a internação se deve a problemas pós-operatórios relacionados à quantidade de potássio no organismo. A reportagem também procurou a assessoria de imprensa do hospital, que afirmou "não ter informações", sobre o assunto.

FERNANDO RODOLFO EMITE NOTA

Nota oficial
Desde o início desta semana, tenho sido perseguido por setores da sociedade e da imprensa por ter pautado um projeto de lei que trata sobre o casamento homoafetivo na Comissão da Família, que presido com orgulho.

Quem me conhece sabe os meus valores e a responsabilidade que tenho em tudo o que assumo, tanto é que tive a confiança do meu partido para exercer tal função.

Aceito as críticas e estou pronto para o debate. No entanto, tudo tem um limite. No último domingo (17), meu pai biológico, que já enfrentava um sério problema de saúde, faleceu.

A bem da verdade, conheci o meu pai quando tinha 13 anos de idade e nunca compartilhamos de qualquer proximidade familiar. Porém, quando soube do seu estado de saúde, o procurei e levei minha solidariedade. Nesta última semana, ao tomar conhecimento da sua internação, cancelei minhas atividades em Brasília e me ausentei das votações no plenário para acompanhar de perto seu estado de saúde, ficando ao seu lado até o último dia de vida. No dia do falecimento, estive presente em seu velório até a madrugada.

De consciência tranquila, e tendo prestado as devidas homenagens, segui para Brasília para conduzir os trabalhos da comissão. De forma desrespeitosa, e sobretudo desonesta, tenho sido atacado por pessoas e grupos que não têm conhecimento de minha vida e das humilhações que já passei.

Em respeito aos meus filhos, à minha família e à minha história, registro a minha indignação com o que estão tentando fazer e reitero que não abro mão das minhas convicções e não serei intimidado.

O que está em questão não é o falecimento do meu pai, e sim a minha postura como presidente da comissão.

Fernando Rodolfo – deputado federal pelo PL

FERNANDO RODOLFO NÃO FOI AO VELÓRIO DO PAI PARA PRESIDIR COMISSÃO EM BRASÍLIA

No último dia, em um gesto que gerou controvérsia e debates, o deputado federal Fernando Rodolfo (PL) deixou o luto pela perda de seu pai para presidir a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família, em Brasília. O tema em pauta era a proibição do casamento homoafetivo, uma questão sensível que tem levantado intensos debates na sociedade brasileira.

À frente da Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados, o deputado não foi se despedir do pai, Carlos Fernando dos Santos, de 67 anos, falecido na segunda-feira (18) após uma batalha contra um câncer.

Enquanto muitos questionam a decisão do deputado de dar prioridade a esta comissão em um momento de luto pessoal, outros argumentam que é sua responsabilidade como legislador enfrentar temas difíceis e controversos.

A audiência, marcada para o dia 27 deste mês, promete ser um momento crucial na discussão sobre direitos civis e igualdade de gênero. Ativistas e representantes da comunidade LGBTQ+ aguardam ansiosamente para apresentar seus argumentos e defender a importância do casamento homoafetivo na sociedade contemporânea.

No entanto, a ação do deputado Rodolfo também levanta questões mais amplas sobre a forma como os legisladores equilibram suas responsabilidades públicas e privadas. A política muitas vezes exige decisões difíceis e demanda um alto grau de comprometimento com o dever cívico. 

Enquanto a sociedade aguarda o desfecho desta comissão, é fundamental refletir sobre o papel dos legisladores na promoção da diversidade, inclusão e igualdade para todos os cidadãos, independentemente de sua orientação sexual.

Esta situação também destaca a importância de um debate mais amplo sobre o papel dos políticos e a necessidade de uma abordagem compassiva e equitativa na formulação de políticas públicas que afetam a vida de milhões de brasileiros.

Fica claro que o caso do deputado Fernando Rodolfo abre espaço para uma reflexão profunda sobre a interseção entre a esfera pública e privada na vida dos políticos e nos processos legislativos do Brasil contemporâneo.

GOVERNO DO ESTADO COLOCA À DISPOSIÇÃO PROGRAMAS DE PROTEÇÃO PARA FAMILIARES DAS VITIMAS DO TIROTEIO EM CAMARAGIBE

Governo do Estado coloca à disposição programas de proteção para familiares das vítimas de tiroteio em Camaragibe
O Secretário Executivo de Direitos Humanos, Jayme Asfora, recebeu, nesta quarta-feira (20), na sede da secretaria, a família de Ana Letícia, que está internada após ser baleada em Camaragibe e colocou os programas que compõem o Sistema de Proteção a Pessoas à disposição da família e das demais vítimas da ocorrência, no último dia 13.

A reunião teve como objetivo esclarecer a importância da adesão aos programas de proteção do Estado, que são de responsabilidade da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e sua Executiva de Direitos Humanos. Após apresentação, a advogada Aline Maciel e familiares de Ana Letícia não aceitaram a inclusão da família em nenhum dos programas que compõem o Sistema de Proteção à Pessoa por não quererem se afastar do local onde moram e nem mudar sua rotina.
“Estamos comprometidos em garantir a segurança e proteção das vítimas e suas famílias. Apresentamos os programas de proteção do Estado à família de Ana Letícia, ressaltando que estamos aqui para apoiá-los. É importante lembrar que, embora esses programas possam parecer rigorosos em alguns aspectos, eles são projetados para garantir a integridade e o bem-estar das pessoas protegidas”, explicou Jayme Asfora.
Também participaram da reunião a representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB, a advogada Maria Julia Leonel, e os representantes do GAJOP, sua coordenadora executiva, Edna Jatobá, e o advogado Sóstenes Rocha.