terça-feira, 10 de outubro de 2023

PETROLINA LANÇA CAMPANHA ANTI-RABICA COM PLANOS DE IMUNIZAR 50 MIL ANIMAIS

Petrolina deflagrou a Campanha de Vacinação Antirrábica nesta segunda-feira, 9, com objetivo de imunizar 50 mil animais contra a raiva, entre cães e gatos. A ação acontecerá de forma paralela na zona urbana, onde foram disponibilizados pontos fixos, e comunidades rurais, com visitas de Agentes de Combate às Endemias e veterinários do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). A campanha segue até dezembro.

Sobre a raiva

A raiva é uma doença infecciosa de origem animal, que pode ser transmitida para humanos, com alta taxa de letalidade. Os sintomas, que incluem encefalite aguda, são capazes de levar as vítimas a óbito em praticamente 100% dos casos. A doença ocorre quando o vírus, presente na saliva do animal infectado, penetra no organismo humanos através de mordidas, arranhões ou lambedura.

MULTIRÃO SOLIDÁRIO FAZ 80 CIRURGIAS DE MAMA EM PERNAMBUCO

A luta contra o câncer de mama no Estado ganha um reforço este mês. É o 2º Mutirão Solidário Outubro Rosa que vai realizar 80 cirurgias gratuitas de reconstrução mamária em mulheres que estão em tratamento do câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica regional de Pernambuco (SBCP/PE) terá o lançamento oficial, nesta terça-feira (10), às 14h, no Hospital do Câncer, com a chegada da cirurgiã plástica Marcela Cammarota, referência nacional neste tipo de cirurgia, para fortalecer a campanha no Estado.

A ação encabeçada pela SBCP/PE reúne entidades públicas, profissionais de saúde e empresas do setor para facilitar o atendimento das pacientes, que estavam na fila de espera para realizar a mastectomia (procedimento de remoção total do seio ou de parte dele) e a reconstrução imediata ou aquelas que já fizeram o tratamento e aguardavam pela colocação de próteses.

Nesse sentido, quatro hospitais de referência no tratamento oncológico do Estado aderiram ao mutirão, cedendo toda a estrutura e pessoal para a realização dos procedimentos. São eles o Hospital Agamenon Magalhães, o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), o Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) e o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE). Eles também realizaram a triagem das pacientes que estavam aptas para a cirurgia. Já as empresas Silimed e GSA doaram as 80 próteses, que serão implantadas nas pacientes.

Veredito – “Estudos mostram que as pacientes que fazem a reconstrução mamária têm sua autoestima renovada, aderem mais ao tratamento e, consequentemente, obtêm um índice maior de recuperação”, afirma a coordenadora do evento, a cirurgiã plástica, Catarina Montarroyos. “No entanto, deixamos nosso alerta que o melhor caminho para lidar com o câncer de mama é a prevenção através do diagnóstico precoce, pois aumenta as chances de cura em mais de 90%”, complementa.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o mais incidente em mulheres de todas as regiões do Brasil, chegando a surpreendentes 2,3 milhões de vítimas por ano. Dessas, cerca de 970 mulheres são de Pernambuco

FILHO 04 DE BOLSONARO FALA SOBRE SUPOSTA RELAÇÃO HOMOSSEXUAL

Jair Renan Bolsonaro, o filho “04” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), comentou neste domingo (8) pela primeira vez sobre a suposta relação homossexual que ele teria vivido com seu ex-assessor, Diego Pupe.

O ex-assessor foi à público no mês de setembro para revelar que viveu um romance com Jair Renan. Como “provas” do relacionamento com o filho do ex-presidente, Diego Pupe apresentou prints com “conversas íntimas” entre os dois.

"É uma fake news! Ele era meu amigo. Ele começou a andar comigo no final de novembro de 2021 e meio que acabou a amizade, acabou essa parceria que a gente fazia de mídia social no final de junho de 2022”, declarou Jair Renan, ao portal Leo Dias.
O “04” afirmou ainda não ser homofóbico, contrastando com as declarações preconceituosas costumeiramente dadas por seu pai.

“Eu não tenho essa questão de preconceito e nem nada. Para mim, é ser humano. Se você for ou não for, o problema é seu. Eu não tenho essa questão de me meter na sua vida pessoal", disse Jair Renan.

Nos prints apresentados por Diego Pupe, porém, Jair Renan aparece pedindo para o ex-assessor não terminar o relacionamento e aceitar transar mais uma vez com ele, antes que a mãe acordasse.

"Eu te amo, cara! Mas não termina comigo por conta disso. Já não quer transar comigo e agora vem querer terminar,  porra? Vamos dar uma rapidinha antes da minha mãe acordar. Vem aqui no meu quarto. Para de show, por favor", teria dito Jair Renan, segundo o print.
Na versão de Diego Pupe, os dois moravam juntos e viviam um relacionamento aberto, em que Jair Renan poderia também se relacionar com outras pessoas, incluindo mulheres. O “04”, porém, nega

JUIZ PERNAMBUCANO DENUNCIA FRAUDE EM OPERAÇÃO "LIMPA NOME"

Um juiz de Pernambuco denunciou à Corregedoria do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), à Polícia Civil e à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) um esquema para fraudar o sistema de distribuição de processos e permitir que a indústria limpa-nome escolha os magistrados que vão julgar suas demandas. O magistrado também determinou a extinção de um processo em que outro juiz chegou a tirar, de maneira indiscriminada, 5,1 mil nomes do Serasa, a pedido de uma associação que faz parte do esquema, revelado pelo Metrópoles em setembro.

A reportagem mostrou que, por meio de liminares sigilosas, obtidas, em sua maioria, com juízes de primeira instância de Pernambuco, Piauí e Paraíba, a indústria limpa-nome conseguiu ocultar ao menos R$ 20,4 bilhões em protestos dos sistemas de busca mais conhecidos, como Serasa, SPC Brasil e o Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB).

Só em São Paulo, mais de 745 mil protestos foram retirados do ar por força de decisão judicial — 512 mil envolvendo empresas e 233 mil CPFs. Os processos são movidos por associações de fachadas, ligadas às empresas que vendem o serviço limpa-nome por até R$ 3 mil no mercado.

Desde a publicação, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu uma investigação e juízes promoveram um revogaço de 11 liminares. Juízes investigados promoviam decisões com trechos idênticos, beneficiando as associações envolvidas no esquema.

Escolha do juiz

O caso mais recente é do juiz José Alberto de Barros Freitas Filho. Ele recebeu em seu gabinete uma ação do Instituto Internacional de Arbitragem e Mediações do Brasil com o pedido pela retirada de 2,3 mil nomes do Serasa. Logo em seguida, a entidade desistiu da ação.

O magistrado estranhou o movimento, fez uma pesquisa no sistema de processos da Justiça pernambucana e acabou descobrindo que o tal Instituto moveu 22 ações e desistiu de todas, menos aquela que caiu com um colega de outra vara. Esse outro magistrado já havia concedido liminar e estendido a decisão para mais 2,3 mil pessoas.

Bloqueio milionário

O instituto que moveu a ação também pedia o bloqueio de R$ 103 milhões das contas do Serasa e do Instituto de Protestos de São Paulo, responsáveis por manter os bancos de nomes de endividados inadimplentes.

Freitas Filho pediu para que o processo fosse encaminhado a ele por se considerar seu juiz natural, ou seja, o primeiro magistrado a receber o processo na distribuição feita pela Justiça. O outro juiz acabou declinando a ação e ele revogou todas as liminares, extinguindo a ação e rejeitando todos os pedidos do instituto.

No mérito, ele apontou a suspeita de fraude sobre a relação de supostos associados da entidade que seriam beneficiados pela decisão judicial, destacando que eles nunca foram notificadas pelos cartórios sobre os protestos que recaíam sobre eles.

“O juízo precisa analisar, caso a caso, se ocorreu ou não a notificação prévia, de modo que não se há que falar em ‘origem comum’ a autorizar uma ação coletiva”, escreveu.

“Evidente má-fé”

Sobre a tentativa de escolher um juiz, o magistrado afirmou que o instituto moveu todas as ações em uma mesma madrugada, e argumentou que isso se deu por uma “falha no sistema” da Justiça de Pernambuco. “A alegação não é verdadeira”, disse.

“Não restam dúvidas de que a parte autora agiu imbuída de evidente má-fé e em burla ao princípio do juiz natural, ao distribuir uma ação 22 vezes durante a madrugada e com poucos minutos de diferença entre elas, até finalmente cair para o juízo que escolheu”, afirmou.

O juiz ainda põe em xeque a existência da própria entidade. “Além disso, percebe-se que a associação autora, apesar do nome, não possui qualquer vestígio de atuação na área de arbitragem ou em qualquer área, sendo que qualquer pesquisa em buscadores na internet retorna sem resultados, não obstante possuir milhares de associados. Aliás, a única característica comum aos seus associados é possuírem inscrição em cadastros de restrição ao crédito”, diz.

Caso de polícia

Freitas Filho mandou o caso para a Corregedoria do TJ de Pernambuco, para a Polícia Civil e para a OAB, com a finalidade de investigar o caso e aprimorar o sistema processual da Corte para evitar que demandas predatórias permitam que advogados escolham os juízes de suas causas e driblem o sorteio dos magistrados.

O advogado do instituto é Delmo Ferreira Neto, um dos mais atuantes em nome dessas entidades. Ele também defende a Associação Brasileira de Defesa do Empresário e do Consumidor (ABDEC) e a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Abrae). Como mostrou o Metrópoles, as duas entidades têm ligação com empresários que vendem o esquema limpa-nome no mercado.

Uma das associações divulga em seu site o mesmo endereço da empresa que vende o serviço, a CredCem, em Barueri, na Grande São Paulo. Seu fundador também é sócio da empresa.

Outra empresa é usada por empresários que pregam uma vida de ostentação, carrões, e mansões, e vendem abertamente o serviço de limpeza de nome por meio de liminares. Uma delas chega a ser citada por um “associado” no processo que disse desconhecer a entidade e apenas tê-la contratado para limpar seu nome.

“Ampla defesa”

Procurado pelo Metrópoles, o advogado Delmo Ferreira Neto não se manifestou.

Ele já havia afirmado que os empresários que usam a entidade não “têm autorização ou legitimidade para falar ou agir em nome da associação, bem como na associação não há nenhum tipo de cargo simbólico ou emérito”.

“A Abdec não endossa nem respalda qualquer ato de qualquer pessoa que não seja de seu quadro formal e que não milite exclusivamente em favor dos consumidores vulneráveis associados”.

“Destacamos que é uma associação aberta, com portas franqueadas aos que buscam por Justiça, não podendo responder por eventuais abusos ou desvios de quem não seja parte escrupulosa de seus quadros ou não comungue estritamente dos seus fins sociais”, diz.

Segundo o advogado, “todos os associados estão sob a mesma condição de fato e de direito, pois foram desabonados no mercado sem a garantia do contraditório e da ampla defesa”. (Via: Metrópoles)

DUPLO HOMICÍDIO EM CAETÉS

Mistério Envolvendo Duplo Homicídio Choca Pequena Comunidade de Caetés
Noite Sangrenta em Encontro de Cartas Acaba em Tragédia
Caetés, Pernambuco - Em uma trágica noite de segunda-feira (9), a pacata comunidade de Caetés, no coração do Agreste Pernambucano, foi abalada por um duplo homicídio e uma tentativa de assassinato. Os eventos ocorreram em um local conhecido pelos encontros de cartas, onde os moradores costumavam se reunir para momentos de lazer e convivência.

As vítimas, identificadas como Bruno Serafim da Silva, de 27 anos, e Adeildo Alexandre da Silva, de 41 anos, foram encontradas com as mãos amarradas, evidenciando a brutalidade do ataque. Ambos apresentavam perfurações de armas de fogo nas cabeças, sinalizando uma execução cruel e premeditada.

Reginaldo Elizario Santos, de 47 anos, também foi alvejado a tiros durante o incidente. Felizmente, ele foi socorrido a tempo e encaminhado para o Hospital Regional Dom Moura, onde recebe cuidados médicos. Seu estado de saúde ainda é desconhecido.

A investigação deste terrível acontecimento está a cargo da Delegacia de Caetés, que busca respostas para esclarecer os motivos por trás dessa tragédia que abalou a comunidade. O Instituto de Criminalística também atuou no caso, periciando os corpos das vítimas, que posteriormente foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Caruaru.

A pequena comunidade de Caetés, até então conhecida por sua tranquilidade, agora está envolta em um clima de consternação e mistério. Os moradores buscam entender o que levou a esse violento desfecho em um local que costumava ser palco de momentos de diversão e camaradagem. À medida que a investigação avança, espera-se que a verdade por trás desse trágico evento venha à tona, trazendo algum consolo para os corações aflitos dessa comunidade unida.

BRIGA DE IRMÃOS ACABA EM MORTE EM ALAGOAS

Uma briga entre dois irmãos terminou com um deles morto na manhã desta segunda-feira (09.10), nas imediações da Praça do Bairro Desvio, em Delmiro Gouveia, no Sertão de Alagoas. A vítima foi identificada apenas por “Marquinhos”.

De acordo com informações colhidas pela reportagem do site Sertão 142, a confusão começou quando um dos irmãos teria parado a moto que conduzia em frente ao carro do outro, para tirar satisfação de questões familiares.

Populares relataram que foi iniciada uma confusão, quando a vítima teria desferido socos no rosto do irmão, que revidou com golpes de faca.

Ferido, Marquinhos chegou a ser socorrido por populares para o Hospital Regional do Alto Sertão (HRAS), mas já teria chegado sem vida.

PT INSISTE EM RECRIAR MINISTÉRIO DA SEGURANÇA PÚBLICA

O Debate sobre a Recriação do Ministério da Segurança Pública: Perspectivas e Desafios

Nos corredores do Palácio do Planalto, uma discussão ganha força entre os membros do Partido dos Trabalhadores (PT) próximos ao presidente Lula: a recriação do Ministério da Segurança Pública. A proposta tem como objetivo enfrentar a crescente onda de violência e fortalecer o combate à criminalidade no país. Neste artigo, vamos analisar as implicações e desafios dessa medida, além de explorar os argumentos em favor e contra sua implementação.

A criação do Ministério da Segurança Pública, em 2018, foi uma resposta do governo à escalada da criminalidade no país. No entanto, em 2019, a pasta foi incorporada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, sob o comando do então ministro Sergio Moro. Agora, a possibilidade de sua recriação surge como uma estratégia para intensificar a atuação do Estado na área de segurança.

1. Especialização e Foco:A recriação do Ministério da Segurança Pública permitiria uma maior especialização e concentração de esforços npo enfrentamento da criminalidade, separando essa pauta de outras responsabilidades do Ministério da Justiça.

2. Resposta Mais Ágil: Um ministério dedicado exclusivamente à segurança pública poderia agir de forma mais ágil e eficiente diante de situações de emergência, possibilitando uma resposta mais rápida a eventos críticos.

3. Fortalecimento das Políticas de Prevenção: A nova pasta poderia concentrar esforços na implementação de políticas de prevenção ao crime, investindo em educação, cultura e outras áreas que têm impacto direto na redução da violência.

Desafios e Contrapontos:

1. Possível Fragmentação da Gestão: A recriação do Ministério da Segurança Pública pode resultar em uma fragmentação na gestão da segurança, criando desafios de coordenação entre diferentes órgãos e esferas de governo.

2. Recursos Financeiros: Seria necessário avaliar se a criação de um novo ministério seria acompanhada de um incremento significativo nos recursos destinados à segurança pública, para garantir eficácia nas ações.

3. Coordenação com Outras Áreas: É crucial assegurar uma eficiente coordenação entre o Ministério da Segurança Pública e outras pastas, como a da Justiça e a da Educação, para um combate integrado à criminalidade.

A discussão em torno da recriação do Ministério da Segurança Pública é um reflexo da busca por soluções eficazes para o desafio persistente da violência no Brasil. Embora a proposta traga vantagens em termos de especialização e agilidade, é fundamental enfrentar os desafios de coordenação e recursos para que a medida se traduza em benefícios concretos para a segurança da população. O diálogo e a colaboração entre os diferentes atores políticos e setores da sociedade são essenciais para o sucesso dessa empreitada.

JOSÉ MUCIO CONSOLIDA UNIÃO DAS FORCAS ARMADAS EM TORNO DA PEC QUE PROIBE MILITARES DA ATIVA NA POLÍTICA

Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, Consolida União das Forças Armadas em Torno da PEC que Restringe Participação Política de Militares Ativos
No cenário político atual, a interseção entre o mundo militar e a carreira política tem sido objeto de discussões acaloradas. Neste contexto, o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, emerge como um agente crucial na pacificação das Forças Armadas em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que proíbe militares da ativa de ingressarem na carreira política. Esta iniciativa, que promete redefinir os limites entre o serviço militar e o engajamento político, encontra-se agora no centro das atenções do Senado.

Ao longo dos anos, o Brasil tem testemunhado um número significativo de militares da ativa buscando cargos eletivos, gerando debates sobre possíveis conflitos de interesses e a preservação da imparcialidade das instituições militares. A PEC em questão surge como um marco nessa discussão, visando estabelecer fronteiras claras entre os dois setores.

O Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, emergiu como um catalisador crucial na busca pela unificação das Forças Armadas em torno da PEC. Sua habilidade de dialogar e mediar interesses diversos foi fundamental para alcançar um consenso que poderia potencialmente moldar o futuro político-militar do país

Apesar dos avanços, a PEC não está isenta de controvérsias. Críticos argumentam que a restrição poderia limitar a participação democrática dos militares, enquanto os defensores veem nessa medida uma forma de salvaguardar a integridade das instituições e prevenir influências indevidas.


Agora, a PEC está nas mãos do Senado, onde enfrentará novos desafios e debates intensos. O papel de José Múcio Monteiro se amplia, pois ele busca não apenas consolidar o apoio dentro das Forças Armadas, mas também persuadir os legisladores sobre a relevância e urgência desta proposta.


A PEC que proíbe militares da ativa de ingressarem na carreira política representa um ponto de inflexão no relacionamento entre o mundo militar e a política no Brasil. Com o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, à frente desse movimento, o país agora observa atentamente o desdobramento dessa iniciativa no Senado, ciente de que ela poderá moldar o curso da política nacional e a dinâmica das Forças Armadas nos anos vindouros.