domingo, 10 de dezembro de 2023

NOTA DE FALECIMENTO - TROGLODITA SARGENTO NANES

É com profundo pesar que recebemos a triste notícia do falecimento do Sargento Nanes. Expressamos nossas mais sinceras condolências à família, amigos e colegas neste momento de dor e consternação.

O Sargento Nanes deixou uma marca indelével como membro valoroso da polícia militar. Sua dedicação e comprometimento serão lembrados por todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo.

Neste momento de luto, é reconfortante testemunhar a solidariedade e apoio expressos pelo Grupo Trogloditas e toda a comunidade policial. A união e o suporte mútuo demonstram a força e a coesão desses grupos em tempos difíceis.

Que a família encontre conforto nas lembranças e na contribuição notável que o Sargento Nanes fez à sociedade. Estendemos nossa solidariedade a todos que estão sofrendo com essa perda irreparável.

Equipe Blog do Edney
Grupo Trogloditas 

NOTA DE PESAR - BLOG DO EDNEY

Nota de Pesar
É com profundo pesar que recebemos a triste notícia do falecimento de Tia Dita, Expedita Lopes. Sua partida representa uma perda imensurável para todos nós, deixando um vazio que jamais será preenchido.

Mãe amorosa de Dr. Bruno, Dr. Fagner e Padre Thiago, e esposa de nosso saudoso Tio Fernando, irmã do meu querido Adolfo, Leo, Kitty, Tia Sol, Tia Dita foi um exemplo vivo de bondade, amizade e empatia. Sua partida deixa um legado de valores e ensinamentos que serão lembrados com carinho por todos aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la.

Neste momento de dor e saudade, nossos corações estão com a família, amigos e entes queridos, desejando que encontrem conforto e paz para enfrentar essa difícil perda. Que as memórias preciosas e os ensinamentos de Tia Dita possam iluminar o caminho de todos nós, trazendo consolo e serenidade.

Que sua alma descanse em paz e que seu legado de amor e gentileza perdure para sempre em nossos corações.

Com sinceras condolências,
Edney Souto
Equipe Blog do Edney
#luto

sábado, 9 de dezembro de 2023

MÚCIO DIZ QUE LULA NÃO VAI ADMITIR ARBITRARIEDADES DA VENEZUELA

O ministro da Defesa, José Múcio, disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não apoiará arbitrariedades na crise entre a Venezuela e a Guiana. Segundo o petista, a questão deve ser “resolvida no campo diplomático”.

“O presidente estava tranquilo. Disse que o Brasil não apoia nem apoiará nenhum ato de arbitrariedade e que a coisa precisa ser resolvida no campo diplomático”, falou Múcio à CNN depois de reunião com Lula, na sexta-feira (8).

Há preocupação nas Forças Armadas em relação às movimentações do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Foi realizado um referendo no país para anexar a região de Essequibo, na Guiana. A consulta popular teve 95% de aprovação, segundo o governo.

Questionado sobre uma possível escalada de tensão, Múcio disse não ser possível afirmar que o conflito evoluirá. “Eu não sei o que vai acontecer. É uma briga de 2 países. Temos que ter cuidado para não entrar. A comunidade internacional cuidará do resto”, declarou. “Mas acredito que Maduro não irá provocar o Brasil”. 

Ao Poder360, o ministro contou que o presidente o orientou o monitoramento da fronteira. “Sobre a fronteira com a Venezuela, o presidente disse para termos cuidado”, falou. 

Há um mal-estar nas Forças Armadas com o silêncio do presidente em relação à região. Militares dizem que, sem uma orientação política de como agir –o Brasil faz fronteira tanto com a Venezuela quanto com a Guiana– é difícil criar uma estratégia.

O silêncio contrasta com as diversas falas de Lula a respeito de outros conflitos a milhares de quilômetros do Brasil, como a guerra na Ucrânia e na Faixa de Gaza. Lula fez diversas críticas e propostas. Quanto à Venezuela, nada ainda

ENTROSAMENTO DE RAQUEL E JOÃO PAULO CHAMA ATENÇÃO

No panorama político pernambucano, as nuances entre partidos e lideranças têm sido o epicentro de uma trama intrigante, onde alianças se desenham em paralelo à oposição formal. A proximidade entre o deputado estadual João Paulo (PT) e a governadora Raquel Lyra (PSDB) no recente evento no Morro da Conceição destaca uma dinâmica que transcende rótulos partidários.

O Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco, representado por João Paulo e Doriel Barros, tem adotado uma postura "governista" na Assembleia Legislativa, contrastando com outros membros da federação PT/PV/PCdoB, como Gilmar Júnior (PV) e Rosa Amorim (PT), que se mantêm na oposição crítica à gestão de Raquel Lyra.

Enquanto a governadora fortalece laços com o governo federal e acumula êxitos na aprovação de projetos estratégicos na Alepe, movimentações políticas surgem visando as eleições de 2024. Apesar da forte pressão para que o PT apoie a reeleição do atual prefeito do Recife, João Campos (PSB), membros do diretório municipal, incluindo João Paulo, ainda não confirmam o apoio, deixando em aberto a possibilidade de apoiar um candidato alinhado com Raquel Lyra.

Nesse contexto, a iminente visita de Marconi Perillo, novo presidente nacional do PSDB, ao estado suscita expectativas. Ex-governador de Goiás, Perillo é conhecido pela postura de oposição à esquerda e ao presidente Lula. Sua aproximação com o diretório pernambucano e a governadora busca compreender o "caso especial" do PSDB no estado, prometendo redefinir estratégias e possíveis alianças para os embates políticos vindouros.

O tabuleiro político em Pernambuco revela um intricado jogo de interesses, alianças cambiantes e perspectivas eleitorais em construção. As relações entre o PT e a governadora Raquel Lyra, as divisões na federação PT/PV/PCdoB e as incertezas sobre alianças para 2024 delineiam um panorama complexo e em constante mutação, onde as estratégias partidárias se entrelaçam num contexto de expectativa e especulação política.

FAMÍLIA FRANCISMAR MOSTRA PRESTÍGIO EM CONFRATERNIZAÇÃO COM O MEIO POLÍTICO

No último sábado, a tradicional festa de confraternização de fim de ano promovida pelo deputado estadual Francismar Pontes e pelo vereador do Recife Felipe Francismar reuniu importantes figuras da cena política pernambucana. O evento, realizado em um espaço charmoso na capital, contou com a presença de destacados líderes do cenário estadual e municipal.

Entre os convidados, figuraram personalidades como o prefeito do Recife, João Campos, e o deputado federal Pedro Campos, que se juntaram a renomados nomes, incluindo o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto. O deputado estadual João de Nadegi também marcou presença, assim como os vereadores do Recife Victor André Gomes e Aderaldo Pinto, todos contribuindo para um ambiente de diálogo e networking político.

O encontro não se limitou à presença de representantes locais, atraindo líderes políticos de toda Pernambuco, solidificando assim um espaço propício para a troca de ideias e o fortalecimento dos laços entre as mais importantes lideranças do estado. Em um clima descontraído, os presentes puderam discutir questões cruciais para a região, alinhando estratégias e perspectivas para o próximo ano político.

O evento, marcado por debates construtivos e interações significativas, reforçou a importância do diálogo entre diferentes esferas políticas para o desenvolvimento e o progresso do estado. Ao proporcionar um ambiente propício para o intercâmbio de ideias e a consolidação de parcerias, a festa de fim de ano evidenciou a relevância da união e do entendimento mútuo na condução dos destinos de Pernambuco.

PERNAMBUCO PERDE AVAL DA UNIÃO PARA NOVOS EMPRÉSTIMOS

Pernambuco perde aval da União para empréstimos
Capacidade de Pagamento do estado caiu da nota B para a C, o que impede a contratação de novas operações de crédito com taxas de juros menores
 
Pernambuco não poderá contrair novos empréstimos tendo a União como fiadora em 2024. O estado deixou de ser elegível para receber as operações de crédito após ter a nota de ''bons pagadores'' rebaixada de B para C. Somente os entes com conceito A e B podem ter a garantia do Governo Federal.

Isto significa que se o Executivo Estadual quiser pegar empréstimos terá que pagar mais caro. A  classificação foi divulgada na quarta-feira (6) pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e serve para medir se um novo endividamento representa um risco de não pagamento para os cofres do Planalto. Dos 27 estados, cinco têm nota C e três D.
O rebaixamento de Pernambuco já era esperado. Em outubro deste ano, o governo do estado recebeu um relatório que indicava a queda na classificação da Capacidade de Pagamento (Capag). No documento, o Tesouro Nacional justificou que o volume de obrigações de curto prazo era superior aos recursos em caixa. A Secretaria Estadual da Fazenda também já calculava o corte. Devido a isso, a governadora Raquel Lyra (PSDB) correu para aprovar empréstimos antes do ''impedimento''.
''Não ficamos de braços cruzados. No primeiro momento já lançamos um decreto de contingenciamento de gastos que fez a gente ser reconhecido pelo STN como o estado com melhor índice de qualidade fiscal. Infelizmente a gente perdeu a Capag, mas neste ano conseguimos fazer uma captação histórica de empréstimos para Pernambuco. Ninguém tinha conseguido bater o teto, que é de R$ 3,4 bilhões. Conseguimos anunciar para a Compesa mais R$ 1,1 bilhão'', disse a governadora sobre as operações de crédito em entrevista ao Diario de Pernambuco, na quarta (6), ocasião em que fez o balanço do primeiro ano de sua gestão.
A análise da Capag é feita anualmente. Para definir a nota, o Tesouro Nacional avalia o grau de solvência, a relação entre receitas e despesa corrente e a situação de caixa para verificar a saúde fiscal do estado ou município. De acordo com o secretário da Fazenda de Pernambuco, Wilson José de Paula, a nova nota foi dada com base no desempenho fiscal de 2022, ou seja, durante gestão do ex-governador Paulo Câmara, atualmente presidente do Banco do Nordeste. ''O principal impacto disso é a perda da garantia da União, que é fundamental para que o estado possa realizar as operações de créditos com taxas de juros não exorbitantes'', disse.
Wilson José de Paula afirmou ainda que a melhoria do desempenho fiscal de 2023 será o remédio para reverter o rebaixamento na nova análise que será feita em 2024. ''Estamos com um olhar para o custeio, para o gasto. Quando lançamos o nosso plano de qualidade do gasto já estávamos olhando para a recuperação do Capag'', acrescentou.
Não é a primeira vez que Pernambuco perde o aval da União nas operações de crédito. Em 2017, também na gestão Paulo Câmara, o estado caiu de do Capag B para C, mas recuperou a capacidade de pagamento em 2021

DANIEL COELHO DEVE SER MESMO O NOME DE RAQUEL PARA PREFEITURA DO RECIFE

O quadro político em Pernambuco apresenta movimentações significativas em relação à disputa pela Prefeitura do Recife em 2023. A governadora, seguindo a especulação, está direcionando seu apoio para um perfil político já conhecido: o ex-deputado federal Daniel Coelho, ainda filiado ao Cidadania. Essa indicação traz uma nova perspectiva ao pleito, com a possibilidade de uma candidatura pelo PSDB, em contrapartida ao MDB, cogitado anteriormente.

Até pouco tempo, especulações apontavam para uma possível candidatura de Túlio Gadêlha, associado à Rede Sustentabilidade. Contudo, essa perspectiva foi praticamente descartada devido a questões que envolvem sua filiação política. Esse movimento, somado à indicação cada vez mais forte de Daniel Coelho, reforça a expectativa em torno do político como o nome de destaque para a corrida rumo ao Palácio da Prefeitura do Recife.

Com um histórico político que inclui sua atuação como deputado federal, Daniel Coelho destaca-se por sua experiência e posicionamentos alinhados com o cenário político local. Sua permanência no Cidadania até o momento e a possível mudança para o PSDB repercutem intensamente nos bastidores políticos, revelando articulações estratégicas visando à construção de alianças e apoios para a futura candidatura.

A possível candidatura de Daniel Coelho representa uma nova dinâmica para a disputa eleitoral na capital pernambucana. Se confirmada, poderá influenciar alianças, estratégias de campanha e o direcionamento das propostas políticas que serão apresentadas aos eleitores. Além disso, a escolha do partido também é um fator determinante, podendo moldar a base de apoio e a coligação que o candidato terá em sua caminhada eleitoral.

Diante dessas movimentações, o cenário político do Recife para as eleições municipais do próximo ano se apresenta em constante evolução. A possível candidatura de Daniel Coelho, a mudança partidária e as repercussões disso no panorama político local destacam-se como elementos-chave para os rumos dessa disputa eleitoral.

BOLSONARO DIZ NA ARGENTINA QUE ESQUERDA FAZ NORDESTINOS "FUGIREM" DO NORDESTE

Na Argentina para participar da posse do presidente Javier Milei, Jair Bolsonaro afirmou que, no Brasil, os nordestinos “fogem” para São Paulo por causa da esquerda. A declaração foi dada durante entrevista ao vivo concedida a uma rádio de Buenos Aires.

Segundo Bolsonaro, a cidade que mais tem nordestinos no Brasil é São Paulo devido às administrações da esquerda nos estados do Nordeste. Essas unidades federativas, disse o ex-presidente, “não têm perspectivas”.

“A maior cidade do Brasil que contém nordestinos é São Paulo. Por que São Paulo tem tanto nordestino? Porque eles fogem dos seus estados, que não têm perspectiva, não oferecem meios, e a pobreza sempre se faz presente”, disse Bolsonaro.

“E por que isso? Porque há 20 anos, o PT, naquela região, no Nordeste, os estados são administrados pela esquerda. Devia ser a melhor região do país e não é. E quando chegam em outros estados, continuam votando no PT. Aí eu levo isso pra eles. ‘O que fez vocês saírem da sua terra foi exatamente a esquerda’”, afirmou o ex-presidente.

“Inimigos”

Na entrevista, ao lado do deputado Eduardo Bolsonaro, o ex-presidente disse ainda que classifica a esquerda como “inimigos” da direita e responsável pelo empobrecimento do Brasil e da Argentina.

“Eu sou um pouco radical nessa questão. Não são opositores, são inimigos. Porque, no fundo, eles querem poder absoluto e roubar nossa liberdade. Quando alguns falavam pra mim que devemos dialogar com esses radicais de esquerda, eu pergunto em que país de esquerda radicais dialogam com o outro lado? Não conversam”, argumentou Bolsonaro.


“A Argentina tem suas particularidades, é um país grande, o segundo país da América do Sul, com riquezas minerais também, com potencial muito grande. Há poucas décadas teve o maior PIB da América da Sul e foi perdendo, assim como o Brasil foi perdendo quando a esquerda entra no poder”, disse Bolsonaro.