segunda-feira, 28 de abril de 2025

GOVERNOS ESTADUAL E FEDERAL BUSCAM APROXIMAÇÃO COM PREFEITOS DURANTE CONGRESSO DA AMUPE

Governo do estado e federal buscam aproximação com prefeitos durante congresso
Iniciativas visam o fortalecimento da aproximação com as prefeituras pernambucanas

Blog da Folha 
Gestores municipais se reúnem nesta semana para participar do 8º Congresso Pernambucano de Municípios. A abertura do evento será realizada hoje, no Centro de Convenções de Pernambuco, e deverá contar com as presenças da governadora Raquel Lyra (PSD) e do prefeito do Recife, João Campos (PSB).

Na ocasião, os gestores terão uma vitrine para entrar em contato com lideranças de todo o estado e para defender os legados dos seus governos. Os líderes são vistos como os nomes mais prováveis para disputar as eleições estaduais do próximo ano.

Além deles, o Governo Federal também marcará presença com a participação do secretário André Ceciliano, da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, representando a ministra Gleisi Hoffmann. Ele trará a Caravana Federativa, do executivo federal. A proposta reúne ministérios, bancos públicos e diversas instituições federais para suporte direto às gestões municipais.

Articulação

Já o Governo do Estado deve aproveitar a iniciativa para lançar "Vamos Mudar Juntos", do Governo de Pernambuco, com a presença de mais de 20 secretarias estaduais à disposição dos prefeitos e prefeitas. O projeto visa fortalecer a articulação com os municípios para fortalecer políticas públicas conjuntas.

O evento segue até a próxima quarta-feira e tem como tema “Gestão de Sucesso: Planejamento e Ação”. A iniciativa reunirá prefeitos, técnicos, assessores, representantes da sociedade civil, além de autoridades do Governo Federal, estadual e municipal

SUDENE DESTACA PAPEL DA CAATINGA NA REDUÇÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL E AMPLIA AÇÕES DE PRESERVAÇÃO DO BIOMA

Sudene destaca papel da Caatinga na redução do aquecimento global e amplia ações de preservação do bioma
Único bioma 100% brasileiro, antes lembrado apenas pela secura, mostra eficiência na captura de CO2 e impulsiona ações de desenvolvimento sustentável no Nordeste
Indicadores comprovam potencial do bioma na redução dos níveis de CO2 na atmosfera.
Sudene destaca papel da Caatinga na redução do aquecimento global e amplia ações de preservação do bioma
À primeira vista, o chão por vezes com aspecto seco e a vegetação rala da Caatinga podem enganar os desavisados. Mas por trás da aparência supostamente inóspita e resistente que ainda permeia a imaginação de senso comum sobre o bioma tipicamente nordestino, pulsa um dos maiores trunfos ambientais do Brasil na luta contra o aquecimento global. Estudos recentes revelam que o bioma semiárido, único do mundo exclusivamente brasileiro, é surpreendentemente eficiente na captura de carbono — processo fundamental para reduzir os níveis de CO₂ na atmosfera. E é exatamente nesse contexto que a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) tem se colocado na linha de frente da proteção e valorização desse patrimônio natural, cuja importância é celebrada nesta segunda (28), Dia Nacional da Caatinga.

Ao contrário do que se poderia sugerir para um bioma que carimba a paisagem de uma região semiárida, a vegetação da Caatinga é altamente eficiente no processo de fotossíntese. "Mesmo sendo um bioma de clima seco, a Caatinga tem mostrado uma capacidade extraordinária de ajudar nesse equilíbrio climático. As plantas são verdadeiras especialistas em aproveitar cada gota de chuva: quando chove, elas rapidamente "acordam", crescem e realizam uma intensa fotossíntese, retirando grandes quantidades de CO₂ da atmosfera em pouco tempo", explica o professor John Elton Cunha, do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

O pesquisador também destaca a Caatinga como um dos ecossistemas mais eficazes da América do Sul neste serviço ambiental. “Enquanto a Amazônia é reconhecida por sua capacidade contínua de absorver carbono ao longo do ano, a Caatinga se notabiliza pela velocidade e eficiência com que realiza esse processo em seus ciclos sazonais”, comentou.

Desde 2010, o Observatório Nacional da Caatinga — uma rede multidisciplinar integrada por 13 universidades brasileiras, seis institutos de pesquisa e cinco instituições internacionais —, parceiro da Sudene, monitora a dinâmica do carbono, da água e da energia no Semiárido brasileiro, por meio de torres instaladas em áreas de vegetação nativa e pastagens. Os resultados indicam que, em áreas de Caatinga hipoxerófila (mais úmidas), o sequestro de carbono pode chegar a 5 toneladas por hectare/ano. Já em áreas hiperxerófilas (mais secas), a média varia entre 1,5 e 2,5 toneladas. Outro dado diz respeito à eficiência no uso do carbono: a Caatinga retém, em média, 45% do CO₂ absorvido, superando todos os outros tipos de florestas estudadas até hoje. Em termos de eficiência hídrica, o bioma também se destaca, fixando entre 2,7 e 5,2 kg de CO₂ por metro cúbico de água transpirada.

Reconhecendo essa importância estratégica, a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste colocou a preservação da Caatinga como prioridade no Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), política que regionaliza as ações de desenvolvimento social e econômico previstos no Plano Plurianual (PPA) do Governo Federal. A autarquia também está na linha de frente da revisão dos Planos Estaduais de Combate à Desertificação, investindo R$ 1,5 milhão em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf). Essas ações visam fortalecer os instrumentos de gestão e preparar o Brasil para debates internacionais cruciais, como a COP30, garantindo que a voz em defesa do bioma seja ouvida.

“Estamos lidando com um patrimônio natural estratégico para o Brasil e para o mundo. A Caatinga não é sinônimo de escassez, mas de potência: de biodiversidade, de inteligência adaptativa e de inovação com potencial de escala planetária. Nosso trabalho é fortalecer políticas públicas que preservem esse bioma e promovam um desenvolvimento justo e sustentável no Semiárido”, afirma Danilo Cabral, superintendente da Autarquia.

Paralelamente, a Sudene também aposta na bioeconomia como vetor de desenvolvimento sustentável. Através de iniciativas como a Rede Impacta Bioeconomia, lançada com as universidades federais de Pernambuco (UFPE) e do Vale do São Francisco (Univasf), a superintendência vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional busca valorizar a rica biodiversidade local e aperfeiçoar o manejo praticado por agricultores familiares e cooperativas instaladas no território. O projeto visa identificar e utilizar plantas da Caatinga para a produção de bioinsumos e até medicamentos, gerando renda e fortalecendo cadeias produtivas baseadas no uso sustentável dos recursos naturais.

Riqueza ambiental

Este esforço se justifica pela riqueza ainda subestimada do bioma. Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a Caatinga abriga uma diversidade impressionante: o bioma abriga 4.963 espécies de plantas e 1.182 espécies animais, muitas delas não encontradas em nenhum outro lugar do planeta. Essa biodiversidade única, contudo, está sob ameaça constante do desmatamento, da degradação do solo e dos impactos das mudanças climáticas, tornando as ações de conservação ainda mais urgentes.


“A integração de políticas, ciência e conhecimento tradicional constroem um caminho para garantir que a Caatinga continue a oferecer seus múltiplos benefícios ao Brasil e ao mundo, sendo a Sudene parte fundamental neste processo”, conclui Danilo Cabral.

TROCA DE FARPAS ENTRE ANDERSON E HUMBERTO AGITA OS BASTIDORES POLÍTICOS DE PERNAMBUCO NO FIM DE SEMANA

O fim de semana político em Pernambuco trouxe à tona um prenúncio do que promete ser uma das disputas mais acirradas do cenário eleitoral de 2026: a corrida pelas duas vagas ao Senado Federal. De um lado, Anderson Ferreira (PL), ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes e atual presidente estadual do Partido Liberal, intensificou suas críticas ao Governo Lula, numa estratégia que o coloca como o principal nome da direita para a eleição majoritária no Estado. Em declarações públicas, Anderson não poupou ministros pernambucanos e fez cobranças diretas por entregas federais, buscando evidenciar a insatisfação da oposição com a gestão petista e fortalecendo sua imagem como representante dos conservadores no Nordeste, onde o PL pretende ampliar sua influência. A movimentação de Anderson foi recebida como um gesto articulado, reforçando os sinais de que o seu nome deve ser o escolhido para liderar o projeto bolsonarista ao Senado em Pernambuco.

Em reação rápida, o senador Humberto Costa (PT), figura histórica do partido no Estado e atual presidente nacional da legenda, entrou em cena para rebater o adversário. Com um discurso centrado na defesa do governo federal, Humberto destacou programas sociais e políticas públicas que vêm sendo implementadas pelo presidente Lula, contrapondo a narrativa crítica de Anderson e trazendo à tona um comparativo direto com o período de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi duramente questionada quanto aos investimentos em Pernambuco. A resposta firme do senador petista indicou que a estratégia da esquerda para o embate será a de nacionalizar a disputa, tentando associar seus adversários locais à rejeição que Bolsonaro ainda enfrenta em importantes segmentos do eleitorado nordestino.

O episódio de troca de farpas evidencia que a rivalidade entre Anderson Ferreira e Humberto Costa já ultrapassou o campo das especulações e se materializa como um confronto aberto de projetos políticos antagônicos. Em um Estado onde a direita tenta se reerguer depois da derrota na eleição estadual de 2022, o embate direto contra o PT, que busca consolidar sua presença e influência na Casa Alta, promete estabelecer um ambiente de tensão permanente até o pleito. A antecipação desse clima de enfrentamento é um sinal de que os próximos meses serão marcados por embates frequentes, polarização crescente e a tentativa mútua de associar o adversário a imagens políticas nacionais que mobilizem a base eleitoral de cada lado. Nesse contexto, Anderson e Humberto despontam como protagonistas de uma disputa que, ainda em seu início, já mobiliza lideranças locais e nacionais em torno das definições estratégicas para 2026.

BEZERROS DIVULGA A PROGRAMAÇÃO DE SUA EMANCIPAÇÃO

A Prefeitura de Bezerros anunciou, neste domingo (27), a programação artística que marcará as comemorações dos 155 anos de Emancipação Política do município, celebrados oficialmente no dia 18 de maio de 2025. Estão previstos dois dias de festividades, nos dias 17 e 18, envolvendo uma série de atividades culturais, cívicas e religiosas. O primeiro dia será dedicado aos shows musicais e promete movimentar a cidade com uma programação especial voltada para todos os públicos. Entre as atrações confirmadas para o dia 17 de maio estão Manim Vaqueiro, destaque no cenário da música vaquejada e forró atual, a cantora Raquel dos Teclados, conhecida pelo seu estilo animado e versátil que mistura forró eletrônico e romântico, e Marcão Noventta, que trará ao palco a sua energia característica com repertório que mescla sucessos dos anos 90 e músicas autorais.

Os shows acontecerão na Rua da Matriz, no coração do Centro da cidade, a partir das 20h30, em uma estrutura que será montada especialmente para o evento. A escolha do local reforça o desejo da gestão municipal de aproximar ainda mais a população das comemorações, valorizando o espaço tradicional e histórico da cidade. A Prefeitura destacou que a programação foi organizada com o objetivo de reunir artistas locais, regionais e também nomes de reconhecimento nacional, fortalecendo a cultura e dando visibilidade aos talentos da terra, ao mesmo tempo em que proporciona momentos de lazer e confraternização para a comunidade.

Já para o dia 18 de maio, data oficial da emancipação, está prevista uma programação solene e religiosa que contemplará uma série de cerimônias, ainda em fase de finalização, prometendo manter viva a tradição de celebrar não apenas com festa, mas também com atos cívicos que enaltecem a história e a identidade do povo bezerrense. A Prefeitura informou que todos os detalhes relacionados aos atos oficiais, como a solenidade cívica e os eventos religiosos, serão divulgados em breve pelas redes sociais da gestão, por meio do perfil @bezerrospeoficial no Instagram, espaço onde a população poderá acompanhar atualizações e outras informações sobre as festividades.

As comemorações de aniversário são sempre momentos marcantes para a cidade, e em 2025 a expectativa é de que a festa reúna um grande público, impulsionando também o comércio local e o turismo, setores que tradicionalmente se beneficiam com eventos desse porte. A programação musical, cuidadosamente escolhida, deve agradar tanto os jovens quanto o público mais maduro, com repertórios que passam pelo romantismo, pelo forró e pela cultura popular nordestina, em sintonia com as raízes culturais de Bezerros. A administração municipal reforça ainda que toda a estrutura montada para os festejos, incluindo palco, som, iluminação e segurança, será pensada para garantir conforto e tranquilidade para quem for celebrar os 155 anos da cidade, uma das mais importantes do Agreste pernambucano.

PRISÃO DE COLLOR É DESPREZADA PELA GRANDE IMPRENSA NACIONAL

Independentemente do que possa achar da ação de Collor na presidência da República, é visível o desprezo com que ele foi tratado pela imprensa nacional, assim como a sua prisão.

Claro que o ex-presidente tem muita culpa no cartório, e está evidente ao longo da sua trajetória política, mas a mídia vai abrindo mão, pelo menos até agora, de resgatar a sua história para que ela não possa ser repetida (o que é difícil, mas possível).

Por exemplo: mostrar como um aventureiro, político profissional, chegou à presidência da República com um discurso de outsider, apoiado e financiado por oportunistas de toda ordem – locais e nacionais.

Ficou fácil, depois, todos dizerem que foram enganados, mas a conta foi paga mesmo pelo povo. 

Ao fim e ao cabo sempre é importante destacar que Collor não teria chegado tão longe sem ter cúmplices tão poderosos. 

E nada pior do que engolir esse discurso de negação da política de quem quer usá-la para cometer crimes em série.

O que vale, inclusive, para boa parte da grande imprensa brasileira.

SÁBADO FOI SANGRENTO EM PERNAMBUCO COM VÁRIOS HOMICÍDIOS

Sábado sangrento em Pernambuco: onda de violência deixa vários mortos em diferentes cidades
O sábado (26) foi marcado por uma série de crimes violentos em Pernambuco, resultando em diversas mortes em diferentes municípios. A maioria das vítimas foi assassinada com múltiplos disparos de arma de fogo, reforçando o clima de insegurança em várias regiões do estado.

Em Pontezinha, no Cabo de Santo Agostinho, o jovem Gabriel Batista, de 20 anos, foi executado com vários tiros durante a madrugada. Ainda na cidade, um homem sem identificação foi morto a tiros no bairro Vila Social, enquanto no bairro São Francisco, o ex-presidiário conhecido como “Jotinha” também foi assassinado dentro de uma loja de bicicletas, atingido por mais de dez disparos.

Jaboatão dos Guararapes também registrou violência. No bairro de Cajueiro Seco, um jovem apelidado de “Alê” foi morto a tiros nas proximidades da Escola Alzira da Fonseca Bruel.

No Recife, dois homens, identificados como Sandro e Binho, foram executados em uma escadaria no Alto do Rosário, em Nova Descoberta, Zona Norte da capital. Já no bairro dos Coelhos, área central do Recife, o ex-presidiário Pedro foi assassinado na Rua Taparina, também vítima de múltiplos tiros.

No interior, em Alagoinha, o vereador Ezio Galindo Cordeiro, de 48 anos, foi morto a tiros na Rua Brasilino Baia de Lima. Testemunhas relataram que o crime ocorreu no momento em que o parlamentar saía de seu local de trabalho para montar em sua motocicleta.

Em Olinda, o sábado também foi fatal: Ademir Xavier, de 57 anos, perdeu o controle da moto que conduzia e morreu após colidir contra um poste na ladeira da Rua Norberto Marques de Oliveira, no bairro de Jardim Fragoso.

Por fim, em Jupi, no Agreste de Pernambuco, um jovem conhecido como “Satanás” foi morto com diversos disparos de arma de fogo no Loteamento Alto dos Santos.

As autoridades locais seguem investigando os casos para identificar autores e motivações dos crimes, enquanto o clima de medo se espalha entre moradores das regiões afetadas

FEDERAÇÃO PP-UNIÃO AVANÇA

Do Congresso em Foco
As decisões tomadas na terça-feira (29) serão decisivas para a dinâmica partidária nas eleições de 2026. No mesmo dia, dois dos maiores partidos do Congresso Nacional, o PP e o União Brasil, planejam realizar o anúncio oficial de sua federação, unindo 14 senadores e 109 deputados.

Paralelamente, o PSDB realizará uma reunião para tomar a decisão final a respeito da fusão com o Podemos, primeiro passo para construção de um bloco mais amplo para o próximo ano. PSDB e Podemos são partidos com pensamentos próximos e tamanhos equivalentes: os tucanos contam com três senadores e 13 deputados, e o Podemos quatro senadores e 15 deputados.

Em entrevista anterior ao Congresso em Foco, o presidente do PSDB, Marconi Perillo, explicou que o plano dos dois partidos é, na forma de uma força política comum, construir uma federação com PSD ou MDB, e então promover uma candidatura presidencial própria para 2026.

Eduardo Leite, que está em processo de mudança para o PSD, é o preferido para o projeto.

União de titãs

PP e União Brasil já são parceiros de longa data: os dois surgiram de um racha no antigo PDS, sigla que concentrou as principais forças políticas de direita após a Ditadura Militar, mas que se partiu diante de dissidências internas na discussão sobre o movimento Diretas Já.

Mesmo separados, mantiveram proximidade ideológica, e uma postura constante de colaboração na ocupação de espaços políticos. Com a federação, os dois terão não apenas a maior bancada no Congresso Nacional, como também a maior parcela do fundo eleitoral em 2026 e uma base de apoio de mais de 1,3 mil prefeitos.

O bloco, de nome União Progressistas, deverá inicialmente apoiar a candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, ao Planalto. Seu nome, porém, enfrenta divergências internas mesmo no União Brasil, havendo possibilidade da federação acabar mudando de rumo antes do pleito

ERIVALDO CHAGAS CAUSA ATRITOS NA FRENTE POPULAR, E MOSTRA PORQUE É CONHECIDO COMO O "JUDAS POLÍTICO DO AGRESTE", POR SUAS TRADICIONAIS TRAIÇÕES

A política pernambucana amanheceu com os reflexos de uma traição sem precedentes, protagonizada pelo prefeito de Lajedo, Erivaldo Chagas, que ganhou, com méritos próprios, o repugnante título de "Judas Político do Agreste". Após anos de apoio incondicional, obras, serviços e intervenções políticas prestadas pelo ministro Silvio Costa Filho à sua gestão, Erivaldo escolheu, de forma surpreendente e sem qualquer diálogo, virar as costas para seu principal benfeitor, revelando um caráter questionável e um desprezo absoluto pela lealdade que lhe sustentou politicamente até aqui. A mudança repentina e sem aviso foi vista como um ato de profunda deslealdade, que deixou perplexos não apenas os aliados mais próximos do ministro, mas também figuras influentes dentro da Frente Popular de Pernambuco.
Silvio Costa Filho sempre tratou Erivaldo com respeito, atenção e prioridade. Em momentos decisivos, Lajedo foi contemplado com recursos, projetos de infraestrutura, investimentos na saúde pública, ações na educação e parcerias importantes que elevaram a qualidade de vida da população local, tudo graças ao empenho pessoal do ministro, que jamais condicionou apoio a interesses menores. O reconhecimento por essa trajetória de serviços prestados deveria ser a base de uma relação de confiança duradoura. No entanto, o prefeito de Lajedo demonstrou que suas ambições pessoais falam mais alto do que qualquer senso de gratidão ou respeito por quem lhe estendeu a mão quando mais precisou.
A adesão de Erivaldo a outro grupo político, recebida naturalmente por Felipe Carreras, não pode, em nenhuma hipótese, ser colocada na conta do deputado socialista. Felipe apenas acolheu um movimento já consumado, sem ter responsabilidade alguma pela traição arquitetada por Erivaldo. A decisão de abandonar um projeto que lhe beneficiou durante toda sua gestão partiu única e exclusivamente do próprio prefeito, revelando uma face oportunista que agora provoca repulsa generalizada nos bastidores da política estadual.

Dentro da Frente Popular, os efeitos foram imediatos. A deslealdade do prefeito acendeu um alerta máximo entre lideranças políticas e prefeitos aliados, que agora cobram garantias de lealdade nas articulações para as eleições de 2026. A sensação é de que o caso de Erivaldo não pode ser encarado como um episódio isolado, mas como um sinal claro da necessidade de revisar e reforçar os compromissos políticos dentro da base governista. Deputados estaduais, federais e prefeitos importantes já começaram a dialogar sobre a importância de manter alianças sólidas, evitando novas surpresas desagradáveis que possam fragilizar o projeto político construído ao longo dos últimos anos.

A revolta entre os aliados de Silvio Costa Filho é notória. Muitos já vinham apontando que, apesar dos inúmeros investimentos, o prefeito de Lajedo demonstrava, nos bastidores, sinais de insatisfação pessoal, motivados não pela falta de apoio, mas por uma ânsia desmedida de ampliar seu próprio espaço sem respeitar as construções coletivas. O gesto de traição, portanto, apenas confirmou aquilo que alguns já desconfiavam: Erivaldo Chagas não tem compromisso verdadeiro com alianças nem gratidão por quem lhe ajudou a construir sua trajetória.

Ao mesmo tempo, o episódio fortaleceu ainda mais o nome de Silvio Costa Filho dentro e fora da Frente Popular. Sua postura de homem público sério, fiel e comprometido com o desenvolvimento dos municípios se tornou ainda mais evidente. Prefeitos de várias regiões manifestaram solidariedade espontânea ao ministro, reafirmando parcerias e destacando que Silvio é hoje uma das principais lideranças políticas de Pernambuco. A avaliação geral é de que, enquanto alguns preferem o caminho fácil da traição, Silvio Costa Filho continuará crescendo pela força do trabalho sério, da articulação política competente e da capacidade de entregar resultados concretos.

Na esfera estadual, a movimentação também abriu espaço para novas reconfigurações. Fortaleceu a possibilidade de aproximação entre Silvio Costa Filho e a governadora Raquel Lyra, com quem mantém excelente relação institucional. Com a atuação destacada de Armando Monteiro Bisneto à frente de Suape e o respeito mútuo entre os grupos, não seria surpreendente ver Silvio assumindo um protagonismo ainda maior na área de desenvolvimento econômico, com indicações técnicas de peso, como a de Carlos Costa. Essa movimentação estratégica poderia consolidar um novo eixo político-administrativo em Pernambuco, com forte capacidade de articulação e capilaridade, especialmente no Agreste e na Região Metropolitana.

O fortalecimento dessa relação também seria um duro golpe para figuras como Erivaldo, que, ao trair seu maior aliado, poderá ver seu próprio isolamento político crescer. Nos bastidores, o comentário já é de que Erivaldo terá dificuldades em manter a confiança daqueles que agora o recebem de braços abertos, pois quem trai uma vez dificilmente consegue reconstruir sua credibilidade. A política exige, acima de tudo, compromisso com a palavra dada e respeito pela história construída em conjunto. E foi exatamente isso que o prefeito de Lajedo escolheu ignorar, selando seu destino como símbolo da ingratidão e da deslealdade.

Enquanto isso, Silvio Costa Filho, com serenidade e habilidade política, reorganiza suas bases, recebe manifestações de apoio de aliados antigos e novos e se posiciona como uma das peças centrais na formação dos arranjos políticos que definirão o futuro de Pernambuco. O episódio, longe de enfraquecê-lo, serviu para separar o joio do trigo, para mostrar quem realmente está ao lado do projeto de desenvolvimento e modernização do estado e quem apenas usa a política como instrumento para projetos pessoais mesquinhos.

Erivaldo Chagas, agora com sua imagem publicamente manchada, terá que carregar para sempre o peso de ter cuspido mais uma vez no prato em que comeu e traído aquele novamente quem mais fez por ele e por sua cidade. A história política de Pernambuco não esquecerá tão cedo mais esse ato de traição, que ficará registrado como mais um dos gestos desprezíveis da nova geração de prefeitos do estado. O histórico de traições por conveniência dessa criatura é longo, quem o conhece que o diga! É isso!