terça-feira, 6 de janeiro de 2026
FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA REALIZA ENCONTRO DE FORÇAS DO LITORAL SUL EM PRIMEIRO ATO POLÍTICO DO ANO
GOIANA CELEBRA 315 ANOS DO ESTABELECIMENTO DA CÂMARA E DA VILA DE GOYANNA NESTA QUARTA (07)
CASAMENTO DISCRETO, REPERCUSSÃO GIGANTE: JOÃO CAMPOS E TÁBATA AMARAL DIZEM “SIM” EM ANO ELEITORAL
A informação foi divulgada inicialmente pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, e confirmada por apuração do blog Delas, que detalhou os bastidores da cerimônia. A proposta do casal é clara: um evento íntimo, familiar e sóbrio, restrito a parentes e amigos mais próximos. A escolha da pequena igreja, que não comporta grandes públicos, reforça a intenção de manter o casamento longe do formato de grandes celebrações sociais.
O noivado foi anunciado em novembro, mas o relacionamento entre João Campos e Tábata Amaral já soma sete anos, atravessando mandatos, agendas públicas intensas e a exposição natural de duas das figuras mais conhecidas da nova geração política do país. Mesmo com a discrição planejada, o enlace está longe de ser apenas um acontecimento pessoal.
Isso porque o casamento acontece em um ano decisivo para a política pernambucana e nacional. João Campos é apontado como um dos principais nomes da oposição à governadora Raquel Lyra na disputa pelo Governo de Pernambuco em outubro, enquanto Tábata Amaral se prepara para concorrer à reeleição como deputada federal por São Paulo. A união, portanto, ganha contornos que ultrapassam o campo privado e inevitavelmente dialogam com o cenário político.
Tábata, que possui forte presença e engajamento nas redes sociais, costuma provocar grande repercussão a cada postagem, dividindo elogios e críticas. A expectativa é de que o casamento também desperte atenção nacional, especialmente entre eleitores, analistas políticos e a imprensa. Ainda não há definição sobre uma mudança definitiva da deputada para o Recife. A tendência, segundo pessoas próximas, é que ela mantenha a rotina já conhecida, dividindo-se entre Brasília, São Paulo e Pernambuco.
Mesmo cercado de simbolismos, o casal opta por um gesto de simplicidade em meio a um contexto de alta visibilidade. Um casamento reservado, mas com potencial de se tornar um dos eventos mais comentados do ano — não pelo luxo ou grandiosidade, mas pelo peso político e simbólico que carrega.
Fonte: Coluna de Lauro Jardim (O Globo) e Blog Delas
PE NA ESTRADA GANHA FORÇA EM 2026 COM OBRAS DO ARCO METROPOLITANO, ESTRADA DE ALDEIA E RECUPERAÇÃO DE RODOVIAS E ESTRADAS VICINAIS NO INTERIOR
DÉBORA ALMEIDA CELEBRA FÉ E TRADIÇÃO EM NOITES QUE REFORÇAM LAÇOS COM O POVO DO AGRESTE
As participações da deputada nas celebrações reafirmam a importância de estar presente onde o povo está, compartilhando momentos que vão além da política institucional e que ajudam a construir uma relação de confiança, respeito e pertencimento com os pernambucanos.
Momentos de fé, tradição e cultura que seguem fortalecendo os laços de Débora Almeida com o povo do Agreste e de Pernambuco.
CARLOS NEVES ASSUME COM DISCURSO DE TRANSFORMAÇÃO E SERÁ O 20º PRESIDENTE DO TCE-PE NO BIÊNIO 2026-2027
A posse solene está marcada para o próximo dia 15 de janeiro, às 17h, no Recife Expocenter, localizado no bairro de São José, área central da capital pernambucana. A expectativa é de um evento prestigiado por autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de representantes de instituições de controle e da sociedade civil. Carlos Neves foi eleito por aclamação em sessão realizada no dia 19 de novembro, em um processo que refletiu consenso interno e reconhecimento à sua trajetória no Tribunal.
Em seu primeiro pronunciamento como presidente, Carlos Neves fez questão de destacar o legado de Valdecir Pascoal, ressaltando sua postura equilibrada, o compromisso com o diálogo institucional e o espírito democrático que marcaram sua gestão. Ao projetar os rumos da nova administração, o conselheiro deixou claro que pretende fortalecer o papel do TCE-PE como um órgão cada vez mais próximo da população e com impacto concreto na vida dos pernambucanos.
Segundo Neves, a missão da nova gestão é consolidar um Tribunal de Contas voltado para resultados, entregas efetivas e capacidade de escuta. Ele enfatizou que o diálogo deve ocorrer tanto internamente, valorizando servidores e estruturas da Casa, quanto externamente, com gestores públicos, órgãos de controle e cidadãos. Para o novo presidente, é fundamental que cada servidor se reconheça nas ações do Tribunal e perceba o reflexo direto do seu trabalho na melhoria dos serviços públicos.
A nova mesa diretora do TCE-PE será composta pelos conselheiros Marcos Loreto, na vice-presidência; Dirceu Rodolfo, na Corregedoria; Eduardo Porto, à frente da Escola de Contas Públicas; e Rodrigo Novaes, como ouvidor. A Primeira Câmara será presidida pelo conselheiro Ranilson Ramos, completando a configuração administrativa que conduzirá o Tribunal ao longo do próximo biênio.
Natural do Recife, Carlos Neves nasceu em 1974 e construiu sólida formação acadêmica. É graduado em Direito pela tradicional Faculdade de Direito do Recife, onde concluiu o curso em 1997, e possui mestrado pela Faculdade de Direito de Lisboa, obtido em 2006. Antes de ingressar no Tribunal de Contas, desenvolveu carreira destacada na advocacia e no sistema OAB, ocupando cargos estratégicos na formação e representação da classe.
No TCE-PE, tomou posse como conselheiro em 2019 e, desde então, acumulou experiências relevantes. Atuou como ouvidor entre 2022 e 2023, período em que liderou a ampliação das ouvidorias municipais em Pernambuco, elevando o número de estruturas em funcionamento de 86 para 132, um crescimento de 56%. A iniciativa fortaleceu os canais de escuta da população e aproximou o controle externo dos cidadãos.
Entre 2024 e 2025, exerceu a vice-presidência do Tribunal, sendo um dos responsáveis pela implantação do Sistema de Pós-Julgamento (SPJ). O novo modelo permitiu avançar no monitoramento do cumprimento das decisões do TCE-PE, qualificando o controle externo para além do julgamento das contas. Foi nesse período que, pela primeira vez, o Tribunal passou a gerar de forma automatizada, por meio do SPJ, a lista de gestores com contas julgadas irregulares enviada ao Tribunal Regional Eleitoral em anos de eleição.
A atuação de Carlos Neves também se estende ao cenário nacional dos Tribunais de Contas. No Instituto Rui Barbosa, presidiu o Comitê de Tecnologia, Governança e Segurança da Informação, aprofundando discussões sobre inovação, uso de dados, segurança digital e aplicação da inteligência artificial no controle da administração pública. Já na Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), coordenou a rede Infocontas, que integra os setores de inteligência de todos os TCs do país.
Atualmente, ocupa a vice-presidência de Relações Jurídico-Institucionais da Atricon, função estratégica na interlocução com tribunais superiores e na defesa das prerrogativas constitucionais dos Tribunais de Contas. Um dos marcos dessa atuação foi a aprovação, no Supremo Tribunal Federal, da ADPF 982, que confirmou a competência dos TCs para julgar contas de prefeitos na condição de ordenadores de despesas.
Com uma trajetória que combina formação acadêmica, experiência jurídica, inovação institucional e atuação nacional, Carlos Neves assume a presidência do TCE-PE com o discurso de modernização, diálogo e foco em resultados. A nova gestão chega com a expectativa de consolidar o Tribunal como um agente ativo na melhoria da gestão pública e no fortalecimento da transparência em Pernambuco.
Com informações da assessoria do TCE-PE
ADAGRO FAZ PARCERIA COM A COOPERATIVA RECICLANDO VIDA E DOA QUASE 13 TONELADAS DE MATERIAIS INSERVÍVEIS
Numa iniciativa ecologicamente correta, a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco – Adagro, firmou parceria com a Cooperativa de Trabalho Reciclando Vidas, para doar materiais inutilizáveis pela Agência. São mais de 700 itens, somando quase 13 toneladas de equipamentos doados, entre eletroeletrônicos, armários-arquivos, papel, plástico e outros produtos que estavam armazenados no almoxarifado do órgão.
Os materiais estão sendo doados dentro da transparência e legalidade, conforme prevê a Portaria da Secretaria de Administração e Pernambuco SAD Nº 505, de 2017, que rege o desfazimento de bens públicos. “A Adagro também constituiu uma Comissão Patrimonial de Desfazimento de Bens Móveis, conforme a Portaria ADAGRO nº 070, de 19/11/2025, e tudo está sendo catalogado e documentado, com os respectivos tombamentos”, falou o coordenador de Almoxarifado, Gilvan Souza.
O diretor-presidente da Adagro, Moshe Dayan Fernandes, avalia a parceria com a Cooperativa Reciclando Vidas como uma iniciativa de responsabilidade social e ambiental. “Hoje damos um passo importante que reforça o compromisso da Adagro com a responsabilidade social ao destinar bens inservíveis para a reciclagem de forma correta, consciente e solidária”, afirmou. Ele acrescenta que a iniciativa vai além do descarte adequado, mas representa oportunidade, dignidade e sustento para as famílias que trabalham diariamente com a reciclagem e dependem dessa atividade para garantir sua renda e qualidade de vida.
“Essa parceria com a Adagro representa muito para as 17 famílias que encontram na reciclagem não apenas uma fonte de renda, mas a possibilidade de manter seus lares com dignidade”, reforçou o vice-presidente da Cooperativa, Matheus Emílio dos Santos, salientando que esse tipo de parceria realizada traz um resultado que alia a preservação ambiental e a economia sustentável.
Cooperativa - Reciclando Vidas, localizada no bairro de São José, no Recife, comercializa 37 toneladas de recicláveis por mês, com uma capacidade de alcançar a reciclagem de 2,4 mil toneladas ao ano. Criada há cinco anos, a cooperativa tem 17 famílias que são cooperados residentes das comunidades do bairro de São José. Eles desempenham um papel fundamental de coleta de materiais recicláveis nas ruas, realizando a triagem dos resíduos, gerando renda e com um resultado que contribui para a redução do impacto poluidor do meio ambiente.
Para o vice-presidente da Cooperativa, Matheus Emílio dos Santos que assumiu o trabalho iniciado por seu pai, Esmeraldo Emílio dos Santos, a entidade só tem crescido. “Isso tem sido resultado da persistência, do foco da equipe, na busca de sonhos que têm sido realizados com apoio de parceiros como a Adagro que está nos doando um material que é a matéria-prima do nosso trabalho”, falou. A Reciclando Vidas é uma cooperativa de serviços voltada para a coleta, manuseio, triagem, enfardamento e comercialização de materiais recicláveis e reutilizáveis, além de fornecer estrutura e assistências aos associados
Assessoria de Comunicação da agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco - Adagro
JOÃO CAMPOS REDESENHA O JOGO DOS ARRAES E EMPURRA MARIA PARA ALEPE E MARÍLIA PARA A CÂMARA FEDERAL
A mudança mais comentada envolve Maria Arraes (SD). Apesar do crescimento e da visibilidade conquistados no mandato federal, já é tratada como praticamente certa, nos corredores da política, sua migração para a disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A avaliação é pragmática: Maria mantém protagonismo, preserva espaço no grupo político de João Campos e, ao mesmo tempo, ajuda a equilibrar uma relação familiar que vinha sendo marcada por comparações e desconfortos silenciosos.
Esse movimento, porém, tem efeito direto sobre Marília Arraes (SD). Mesmo liderando ou figurando bem em levantamentos para o Senado, a ex-deputada convive com uma desconfiança recorrente entre aliados mais próximos, que lembram o histórico de perda de fôlego nas etapas decisivas das campanhas. A leitura interna é de que o capital eleitoral de Marília permanece relevante, mas exige uma estratégia menos arriscada e mais controlável.
A indefinição sobre o futuro de Marília abriu espaço para alternativas que não empolgaram o meio político. A possibilidade de lançar o marido, André Cacau, à Câmara Federal chegou a circular, mas rapidamente virou alvo de ironias e comentários ácidos, sinalizando pouca viabilidade eleitoral e desgaste desnecessário para o grupo.
Foi nesse cenário que João Campos decidiu intervir de forma mais direta. Com olhar voltado para a montagem de um campo político coeso e sem arestas internas, o prefeito passou a defender uma solução que acomodasse os interesses da família Arraes e, ao mesmo tempo, reforçasse sua própria base: Maria Arraes disputaria a Alepe, enquanto Marília seria estimulada a concorrer a uma vaga na Câmara Federal, com apoio político e estrutura.
A estratégia busca reduzir tensões, evitar disputas fratricidas e manter todos sob o mesmo guarda-chuva político, algo considerado fundamental para o projeto maior que se desenha em Pernambuco. Mais do que uma simples troca de cadeiras, o movimento expõe a força de João Campos como articulador e sua disposição de intervir até em territórios sensíveis, como as relações familiares, para garantir estabilidade e foco eleitoral.
Se confirmada, a manobra altera o desenho das chapas, redefine expectativas e mostra que, em Pernambuco, o jogo de 2026 começa bem antes das convenções. E, como de costume, longe dos palanques, é nos bastidores que as decisões mais decisivas estão sendo tomadas. As informações são do Blog do Magno.