segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
NA ZONA DA MATA NORTE, GOVERNADORA RAQUEL LYRA PRESTIGIA CARNAVAL DE PAUDALHO E RESSALTA VALORIZAÇÃO DA CULTURA LOCAL
EM NAZARÉ DA MATA, GOVERNADORA RAQUEL LYRA GARANTE APOIO AO TRADICIONAL ENCONTRO DE MARACATUS E RESSALTA REDE DE SUPORTE ÀS MULHERES
NOTA DE PESAR - MAGNO TENÓRIO
Magno era filho do ex-vereador e farmacêutico capoeirense Olegário Bento de Souza e da professora Adelaide Tenório (ambos in memoriam). Irmão do ex-prefeito de Capoeiras, Maurílio Tenório de Souza, o querido Neném de Olegário, além de Roberto Tenório, Márcia e Olegário Júnior, fazia parte de uma família tradicional e amplamente respeitada no município.
Homem de convivência serena e amigo leal, Magno deixa um legado de carinho, respeito e boas lembranças entre todos que tiveram o privilégio de sua amizade.
Neste momento de dor, o Blog do Edney manifesta suas mais sinceras condolências a toda a família, aos amigos e à população capoeirense, que também lamenta profundamente esta perda.
De forma muito especial, enviamos nosso abraço solidário ao ex-prefeito Maurílio Tenório de Souza, Neném, irmão do falecido e amigo do Blog do Edney e do redator, desejando que Deus conceda força, fé e consolo para enfrentar este momento tão difícil.
Que Deus conforte todos os corações enlutados.
MINISTRO SILVIO COSTA FILHO VAI AO CARNAVAL DE OLINDA AO LADO DO PREFEITO JOÃO CAMPOS
EDUARDO DA FONTE PARTICIPA DO 20º CONGRESSO DA UMADESC EM SANTA CRUZ AO LADO DO DEPUTADO ADALTO SANTOS
RAQUEL LYRA MERGULHA NO FREVO E NO MARACATU E LEVA O GOVERNO AO CORAÇÃO DO CARNAVAL DA MATA NORTE
Em Nazaré da Mata, conhecida como a capital estadual do maracatu rural, a governadora participa da programação na Praça da Catedral, no Centro da cidade. O município se transforma nesta época do ano em um grande palco a céu aberto, onde caboclos de lança, batuqueiros e foliões ocupam as ruas em um espetáculo de cores, brilho e tradição. A presença de Raquel Lyra no município simboliza não apenas prestígio político, mas reconhecimento cultural a uma das expressões mais autênticas do Carnaval pernambucano.
A visita também carrega um peso estratégico. Ao marcar presença na Mata Norte, a governadora reforça o discurso de valorização das festas regionais e de fortalecimento econômico por meio do turismo e da cultura. O Carnaval, além de celebração popular, movimenta cadeias produtivas locais, do comércio informal à rede hoteleira, passando por artistas, costureiras, músicos e produtores culturais.
À tarde, a chefe do Executivo estadual segue para Paudalho, onde acompanha a programação no Polo Cultural, na Praça Pedro Coutinho, também no Centro. A cidade integra o circuito tradicional da Mata Norte e tem ampliado sua estrutura carnavalesca nos últimos anos, atraindo público da Região Metropolitana e do interior. A presença da governadora no município reforça o alinhamento institucional com as gestões locais e sinaliza apoio às iniciativas culturais descentralizadas.
Ao optar por vivenciar o Carnaval fora da capital, Raquel Lyra consolida uma imagem de governadora presente nas diversas regiões do estado, dialogando diretamente com a população e com lideranças municipais. A agenda na Mata Norte combina simbolismo cultural, articulação política e incentivo à economia criativa, em um momento em que o Carnaval se afirma como vitrine cultural e motor econômico.
Entre frevos, maracatus e multidões nas ruas, a segunda-feira da governadora é também um gesto político claro: o governo está onde o povo está — e, na Mata Norte, o povo está nas ruas celebrando suas tradições.
NO DOMINGO DE CARNAVAL, GOVERNADORA RAQUEL LYRA ACOMPANHA DE PERTO A ALEGRIA E TRADIÇÃO DOS PAPANGUS DE BEZERROS
O SALTO ARRISCADO E A HISTÓRIA DAS DERROTAS QUE ASSOMBRA JOÃO CAMPOS E PREFEITOS QUE SONHAM COM O GOVERNO
Entre os raros casos de sucesso estão dois tucanos paulistas que viraram referência nesse tipo de movimento: José Serra, eleito governador de São Paulo em 2006 após deixar a prefeitura, e João Doria, que repetiu o feito em 2018. Antes deles, também conseguiram a transição Wilma Faria, no Rio Grande do Norte; Marcelo Déda, em Sergipe; Beto Richa, no Paraná; e Ricardo Coutinho, na Paraíba. Mas são exceções em um universo marcado por tropeços.
Entre os derrotados estão nomes de peso. Tarso Genro deixou a Prefeitura de Porto Alegre em 2002 para disputar o governo do Rio Grande do Sul e perdeu. Só conseguiria se eleger governador oito anos depois. Mais recentemente, Alexandre Kalil abriu mão da Prefeitura de Belo Horizonte para enfrentar Romeu Zema em 2022 e foi derrotado ainda no primeiro turno.
Mas o caso mais emblemático — e que ecoa diretamente no debate atual — é o de ACM Neto. Em 2022, ele iniciou a disputa pelo governo da Bahia como franco favorito. Ex-prefeito de Salvador por dois mandatos e herdeiro de uma das famílias mais tradicionais da política baiana, ACM Neto aparecia em pesquisas com percentuais que flertavam com os 50%, alimentando a expectativa de vitória no primeiro turno. A narrativa era de retorno do seu grupo ao comando do estado com ampla vantagem.
Só que eleição é dinâmica. Enquanto Neto liderava com folga, o então menos conhecido Jerônimo Rodrigues crescia impulsionado pela estrutura estadual e pelo peso político de Luiz Inácio Lula da Silva na Bahia. A campanha avançou, a diferença diminuiu, a disputa foi para o segundo turno — e o favoritismo inicial se dissolveu. No fim, Jerônimo venceu com pouco mais de 52% dos votos válidos. ACM Neto, que começou a corrida embalado por números quase majoritários, terminou derrotado.
O episódio virou referência entre analistas políticos. Primeiro, porque mostrou que liderança antecipada não garante vitória consolidada. Segundo, porque expôs um fator recorrente nesse tipo de movimento: a percepção de “quebra de contrato” com o eleitor. Quando um prefeito é eleito — ou reeleito — com promessa implícita de governar quatro anos e abandona o cargo no meio, parte do eleitorado pode interpretar o gesto como ambição acima do compromisso administrativo.
É justamente essa equação que ronda Recife. João Campos foi reeleito com votação histórica, consolidando ampla aprovação na capital pernambucana. Tem estrutura partidária, visibilidade nacional e base política sólida. Mas a vitrine da capital não se confunde com o mapa eleitoral do estado inteiro. Interior, alianças regionais e conjunturas nacionais pesam — e muito.
A história recente ensina que a popularidade urbana pode não resistir à complexidade de uma eleição estadual. Dos que tentaram o salto, a maioria caiu. Alguns começaram como favoritos absolutos e terminaram derrotados. Outros subestimaram a força de adversários regionais ou o impacto do cenário nacional.
Para João Campos, como antes foi para ACM Neto, a decisão não será apenas estratégica — será histórica. A pergunta que ecoa não é se há viabilidade eleitoral, mas se o risco compensa. Porque, na política brasileira, começar com 50% nas pesquisas pode significar pouco. O que define o futuro não é a largada, é a linha de chegada.