entre o campo, o mercado e a sociedade.
quarta-feira, 18 de março de 2026
EXPOGARANHUNS 2026 MOVIMENTA R$ 250 MILHÕES E ATRAI MAIS DE 40 MIL VISITANTES
entre o campo, o mercado e a sociedade.
CHAPA DE JOÃO CAMPOS REDEFINE TABULEIRO POLÍTICO EM PERNAMBUCO E EXPÕE DISPUTA INTERNA NA ESQUERDA
A decisão, embora estratégica para ampliar o leque de alianças, não ocorreu sem resistência. Humberto Costa, figura histórica do PT em Pernambuco, demonstrou incômodo com a composição ao dividir o mesmo palanque com Marília Arraes. O receio do senador tem fundamento: com dois nomes fortes disputando as vagas ao Senado dentro do mesmo campo político, o risco de dispersão de votos cresce consideravelmente, abrindo espaço para adversários.
Na prática, a configuração pode beneficiar diretamente a governadora Raquel Lyra. Mesmo enfrentando um bloco mais coeso da esquerda, a possibilidade de divisão interna entre Marília e Humberto cria uma brecha real para que Raquel consiga viabilizar a eleição de ao menos um senador aliado, equilibrando o jogo político no estado.
Nos bastidores, a leitura é de que Marília Arraes chega com maior potencial de votos, especialmente por sua capilaridade eleitoral e recall junto ao eleitorado pernambucano. Esse cenário coloca Humberto Costa em posição mais delicada, explicando sua resistência inicial à composição. Para ele, a disputa direta com Marília pode significar uma perda significativa de espaço político.
Ao mesmo tempo, a escolha de Carlos Costa como vice-governador reforça a estratégia de ampliar alianças com outros grupos políticos, conectando a chapa ao entorno do ministro Silvio Costa Filho e fortalecendo pontes com diferentes setores.
Com a chapa definida, João Campos dá um passo decisivo na corrida eleitoral e, ao mesmo tempo, impõe um novo desafio à esquerda pernambucana: transformar uma aliança robusta em unidade efetiva nas urnas. O sucesso dessa estratégia dependerá não apenas da força individual dos candidatos, mas da capacidade de evitar que a competição interna enfraqueça o projeto coletivo.
SINAIS QUE FALAM ALTO EM COMISSÃO DA ALEPE REFORÇA CLIMA DE APROXIMAÇÃO ENTRE RAQUEL LYRA E GRUPO DOS COELHO
O episódio, que à primeira vista poderia ser interpretado como parte da rotina legislativa, ganhou outra dimensão diante do contexto político atual. Nos corredores do poder, crescem os comentários sobre uma possível reaproximação entre o grupo político dos Coelho — tradicional força no Sertão do estado — e o Palácio do Campo das Princesas. A forma como os trabalhos foram conduzidos na comissão acabou sendo lida por analistas e atores políticos como mais um “sinal” de que algo maior pode estar em construção.
A Comissão de Finanças é uma das mais estratégicas da Alepe, responsável por analisar matérias sensíveis, especialmente aquelas que impactam diretamente o orçamento estadual. Ter um ambiente favorável nesse colegiado significa, na prática, garantir maior fluidez para projetos prioritários do Executivo. E foi exatamente essa sensação que ficou após a reunião: a de que o governo encontrou terreno menos acidentado do que em momentos anteriores.
Nos bastidores, a atuação de Antonio Coelho foi vista como equilibrada, mas ao mesmo tempo alinhada com a necessidade de destravar pautas importantes para o governo. O gesto não passou despercebido, sobretudo porque o parlamentar integra um grupo político que, até pouco tempo, era visto com certo distanciamento em relação à atual gestão estadual.
A possível reconfiguração desse relacionamento ganha ainda mais relevância quando se observa o cenário pré-eleitoral que começa a se desenhar para 2026. O grupo dos Coelho, que tem como uma de suas principais lideranças o ex-prefeito de Petrolina e figura influente no estado, vem sendo cortejado por diferentes forças políticas. Uma aproximação com Raquel Lyra poderia redesenhar alianças e alterar o equilíbrio de forças em Pernambuco.
Além disso, o gesto na comissão dialoga com outros movimentos recentes que vêm sendo interpretados como indicativos de distensão. Ainda que não haja घोषणा oficial ou declaração pública confirmando qualquer aliança, a política, como se sabe, é feita também de sinais — e, muitas vezes, são eles que antecipam decisões futuras.
Para aliados da governadora, o ambiente mais favorável na comissão é resultado de articulação política e maturidade no diálogo com diferentes bancadas. Já para observadores mais atentos, o episódio reforça a tese de que Raquel Lyra tem buscado ampliar sua base de sustentação, mirando não apenas a governabilidade imediata, mas também a construção de um palanque robusto para os próximos embates eleitorais.
Do lado dos Coelho, o silêncio estratégico mantém o cenário em aberto. No entanto, a leitura dominante é de que dificilmente movimentos dessa natureza acontecem por acaso. Em política, gestos institucionais frequentemente carregam mensagens que vão além do regimento interno.
Se a reunião da Comissão de Finanças foi apenas um episódio isolado ou o início de uma nova fase nas relações políticas em Pernambuco, ainda é cedo para afirmar. Mas uma coisa é certa: os sinais estão postos — e, para quem acompanha o xadrez político do estado, eles falam cada vez mais alto.
DISPUTA PELO SENADO EM PERNAMBUCO EXPÕE FORÇA DOS BLOCOS POLÍTICOS E ACIRRA MOVIMENTOS PARA 2026
Naquele cenário, figuras como Marília Arraes, Anderson Ferreira e Miguel Coelho saíram das urnas sem vitória, mas com capital político robusto. O desempenho expressivo nas urnas garantiu a esses atores um ativo valioso: densidade eleitoral e presença consolidada em diferentes regiões do Estado.
Paralelamente, nomes como Silvio Costa Filho e Eduardo da Fonte obtiveram êxito em suas estratégias proporcionais, montando chapas competitivas e demonstrando capacidade de articulação política ao eleger aliados e familiares. Já a vitória de Teresa Leitão evidenciou a capilaridade do PT no Estado, enquanto Gilson Machado, mesmo derrotado, ultrapassou a marca de um milhão de votos, consolidando-se como representante de um eleitorado conservador significativo.
Esses personagens formam, hoje, blocos políticos com interesses próprios e estratégias bem definidas. Em um cenário ideal, muitos teriam viabilidade para disputar o Governo do Estado. No entanto, a polarização entre a governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife João Campos tem funcionado como força gravitacional, obrigando os demais grupos a se alinharem sob um dos dois polos dominantes.
Com duas vagas ao Senado em jogo em 2026, a disputa ganha contornos ainda mais estratégicos. A possibilidade de ampliar influência em nível nacional transforma a corrida em um verdadeiro campo de negociação, onde alianças são testadas e reposicionamentos ocorrem com rapidez.
Nos bastidores, um dos movimentos mais observados envolve Humberto Costa, que deve buscar a reeleição alinhado ao projeto de João Campos, mantendo a ligação histórica com o PT. Em paralelo, articulações indicam que o grupo de Eduardo da Fonte pode deixar a base da governadora Raquel Lyra, abrindo espaço para uma reconfiguração que pode aproximá-lo do campo socialista.
Essa possível saída escancara fissuras dentro da federação União Progressista e pode provocar efeito dominó. Nesse contexto, Miguel Coelho surge como peça-chave, podendo migrar para a base de Raquel Lyra, com possibilidade de aproximação ao PL, redesenhando o mapa de forças no Estado.
Outro nome central nessa equação é Silvio Costa Filho, que desponta como alternativa para compor a chapa da governadora, carregando consigo o peso de ser um aliado direto do presidente Lula. Sua eventual entrada consolidaria um palanque competitivo e com forte conexão nacional.
Enquanto isso, Marília Arraes permanece como uma das peças mais imprevisíveis do tabuleiro. Liderando pesquisas em alguns cenários, ela enfrenta pressões para disputar uma vaga na Câmara Federal, embora mantenha o foco no Senado. Em processo de filiação ao PDT, conta com o respaldo de lideranças nacionais como Carlos Lupi e Wolney Queiroz, mas enfrenta um dilema: a falta de alinhamento claro com os principais blocos estaduais.
Sua posição, embora forte em termos de recall eleitoral, é marcada por isolamento relativo, o que pode dificultar a formação de alianças robustas.
Na reta decisiva, a montagem das chamadas “dobradinhas” para o Senado surge como fator determinante. Um dos ensaios mais comentados envolve a possível aproximação entre Eduardo da Fonte e Humberto Costa. A aliança garantiria densidade política, mas poderia gerar desgaste junto ao eleitorado evangélico, base que Eduardo vinha consolidando nos últimos anos.
Em outro movimento, ganha força a possibilidade de composição entre Marília Arraes e Silvio Costa Filho. A união combinaria a força eleitoral de Marília com a capilaridade municipal de Silvinho, além do alinhamento comum ao presidente Lula. Caso avance, essa articulação pode criar dificuldades para a candidatura de Humberto Costa dentro do próprio campo governista.
Diante desse cenário, Pernambuco vive um momento de intensa indefinição. As movimentações são cautelosas, mas constantes, em um ambiente onde decisões precipitadas podem custar espaço político. A lógica que impera é a dos blocos: estruturas que se reorganizam conforme as circunstâncias, em busca do melhor encaixe eleitoral.
Mais do que nunca, a disputa pelo Senado em 2026 será marcada pela capacidade de articulação, leitura de cenário e precisão nos movimentos. Em um jogo onde alianças valem tanto quanto votos, quem errar o timing pode ficar fora da corrida antes mesmo da largada oficial.
CAFÉ POLÍTICO EM BRASÍLIA REACENDE TABULEIRO DE 2026 E APROXIMA RAQUEL LYRA DE MARÍLIA ARRAES
A reunião aconteceu em meio a um cenário de reconfiguração de alianças e, sobretudo, após sinais de distanciamento entre Marília e o prefeito do Recife, João Campos. Considerada uma das principais lideranças da centro-esquerda no estado, Marília vinha sendo vista como peça-chave em diversos arranjos políticos, mas acabou ficando à margem de movimentos recentes liderados pelo PSB, o que abriu espaço para novas aproximações.
Nos bastidores, a leitura é de que Raquel Lyra avançou ao oferecer a Marília a possibilidade de integrar sua chapa majoritária como candidata ao Senado. A eventual composição teria potencial de ampliar o arco de alianças da governadora, agregando o PDT e fortalecendo seu palanque com um nome de forte densidade eleitoral, especialmente na Região Metropolitana do Recife.
A movimentação, no entanto, não se limitou ao encontro matinal. Ainda em Brasília, Raquel articulou uma nova conversa com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que desponta como outro nome competitivo para a disputa ao Senado. Aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Silvinho esteve recentemente com o chefe do Executivo federal e já indicou que deixará o ministério na próxima semana, movimento que é interpretado como preparação para o retorno ao cenário eleitoral.
Enquanto isso, no Recife, outros sinais de articulação também ganharam força. Na véspera, o ex-deputado Silvio Costa, pai do ministro, participou de um almoço político ao lado do presidente estadual do Podemos, Ricardo Teobaldo, e do ex-prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia. O encontro reforçou a percepção de que diferentes forças políticas começam a se alinhar em torno do projeto da governadora, já que o Podemos integra sua base de apoio.
O conjunto de movimentos indica que o xadrez eleitoral de Pernambuco entrou em uma fase mais intensa e decisiva, com articulações simultâneas em Brasília e no estado. A governadora demonstra disposição para montar uma chapa robusta e competitiva, mirando não apenas a reeleição, mas também a consolidação de uma ampla coalizão política.
As informações são do Blog de Ricardo Antunes e revelam que, mais do que um simples café da manhã, o encontro entre Raquel Lyra e Marília Arraes simbolizou a abertura de um novo capítulo nas alianças políticas de Pernambuco, com potencial para redesenhar o cenário eleitoral dos próximos anos.
IZAÍAS RÉGIS ASSINA FILIAÇÃO AO PSD E LARGA PRÉ-CAMPANHA PARA DEPUTADO FEDERAL EM RECIFE
O ingresso de Régis na sigla marca um momento estratégico em sua trajetória, consolidando sua postura de diálogo, equilíbrio e compromisso com a população. Durante o ato, o parlamentar não apenas formalizou sua mudança partidária, mas também anunciou sua pré-candidatura a deputado federal, sinalizando a ampliação de seu projeto político e sua disposição em disputar espaço na Câmara dos Deputados.
“Minha história sempre foi de luta pelo povo pernambucano. A social democracia representa o caminho do meio, onde o povo é ouvido e respeitado. É com esse espírito que sigo firme, agora no PSD, e coloco meu nome à disposição como pré-candidato a deputado federal”, declarou Izaías Régis, ressaltando que seu foco estará voltado ao desenvolvimento regional, à geração de empregos e à melhoria da qualidade de vida da população.
A governadora Raquel Lyra destacou a chegada de Régis como um reforço significativo para a legenda. Segundo ela, a experiência e capacidade de trabalho do parlamentar fortalecem o PSD em Pernambuco e ampliam a base de lideranças comprometidas com resultados concretos para a sociedade.
Analistas políticos avaliam que a filiação de Izaías Régis projeta novos movimentos e estratégias para as eleições de 2026, consolidando alianças importantes e promovendo debates sobre o futuro do estado. O ato evidencia, também, o fortalecimento do PSD como um polo político central, capaz de atrair nomes de peso e ampliar sua presença em todas as esferas de governo.
Com a pré-candidatura anunciada, Régis coloca-se como uma das figuras-chave na disputa eleitoral, sinalizando que sua trajetória continuará pautada pelo compromisso com Pernambuco e pelo fortalecimento da social democracia no estado.
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ZECA CAVALCANTI AVANÇA NA ÁREA SOCIAL E ENTREGA COZINHA SOLIDÁRIA PARA FORTALECER SEGURANÇA ALIMENTAR EM ARCOVERDE
A iniciativa chega como mais um passo dentro de uma estratégia que busca ampliar o alcance das ações sociais e garantir dignidade alimentar à população. O novo equipamento público foi planejado como um espaço estruturado para oferecer suporte direto a quem mais precisa, funcionando não apenas como ponto de distribuição de alimentos, mas também como símbolo de cuidado social e responsabilidade pública.
Sob a gestão do prefeito Zeca Cavalcanti, Arcoverde tem intensificado investimentos em políticas sociais, consolidando parcerias e fortalecendo programas que dialogam diretamente com as necessidades da população. A Cozinha Solidária do Jardim da Serra surge, nesse contexto, como uma resposta prática a um dos maiores desafios enfrentados por cidades brasileiras: a segurança alimentar.
O projeto conta com a participação institucional da Prefeitura de Arcoverde, da Secretaria de Assistência Social e do Governo de Pernambuco, evidenciando a importância da integração entre diferentes esferas para viabilizar ações de impacto real. A proposta é que o espaço funcione como um ponto de apoio contínuo, contribuindo para reduzir desigualdades e garantir acesso a alimentação de qualidade.
Mais do que uma inauguração, o evento representa um marco na política social do município. A escolha do Jardim da Serra reforça o olhar estratégico da gestão para áreas que demandam maior atenção do poder público. A expectativa é de que a nova estrutura transforme a realidade local, promovendo inclusão e oferecendo novas oportunidades para a comunidade.
Ao convidar a população para participar desse momento, a gestão municipal também reforça a importância do envolvimento coletivo. A Cozinha Solidária nasce como um equipamento público, mas também como um espaço de união, onde o compromisso com o bem-estar social se materializa em ações concretas.
Com essa entrega, a administração de Zeca Cavalcanti consolida mais uma iniciativa voltada à proteção social e reafirma o compromisso de seguir investindo em políticas públicas que impactem diretamente a vida das pessoas, especialmente aquelas que mais precisam.
GUERRA POLÍTICA ESCANCARADA EM CAPOEIRAS: NENÉM DE OLÉGARIO DETONA NÊGO DO MERCADO E CHAMA GESTÃO DE “CARONA EM OBRA ALHEIA”
Segundo Neném, a fala do atual gestor não passa de “uma encenação desconectada da realidade”. Ele rebateu ponto a ponto a prestação de contas apresentada na rádio, afirmando que não há mérito próprio da gestão municipal nas obras citadas. “Esse cidadão é um caroneiro. Pega carona nas obras alheias para tentar aparecer como bonzinho. Mas de bonzinho não tem nada”, disparou, sem qualquer suavização.
A crítica vai ao encontro do que já vinha sendo apontado também pela ex-prefeita Neide Reino, que, ao lado de Neném, afirma que todas as grandes ações em andamento no município têm origem em articulações feitas ainda na gestão anterior, com recursos estaduais e federais. “A prefeitura não criou nada. Quando assumiu, já estava tudo encaminhado: convênios, emendas, projetos. Não teve nem o trabalho de buscar”, reforçou o ex-prefeito.
O discurso de alinhamento político com a governadora Raquel Lyra também foi tratado com ironia e desconfiança. Para Neném, a trajetória política de Nêgo do Mercado é marcada por mudanças de lado e quebra de compromissos. “Traiu o PSB, traiu o grupo que o elegeu, traiu João Campos, traiu Paulo Câmara e traiu Álvaro Porto. No meio político, não tem confiança porque vive de traição”, afirmou.
O tom ácido não parou por aí. Neném também levantou questionamentos sobre a situação jurídica do prefeito, afirmando que ele responde a processos e que a população já conhece sua realidade atual. “Capoeiras sabe quem ele é hoje. Não adianta discurso bonito em rádio para tentar mudar isso”, disse.
Outro ponto que ampliou ainda mais o desgaste foi a forma como o prefeito conduziu o debate público durante a entrevista. Ao fazer insinuações envolvendo vida pessoal e consumo de álcool, Nêgo foi alvo de críticas duras. “Foi ridículo, desnecessário e baixo. Quando se apela para esse tipo de ataque, é porque não tem o que mostrar de concreto. Política se faz com trabalho, não com insinuação”, reagiram os ex-aliados.
A fala de Neném também reforça a narrativa de rompimento político definitivo, marcado por mágoa e acusações de ingratidão. Segundo ele, toda a base que sustentou a eleição do atual prefeito foi descartada após a vitória. “A história vai fazer justiça. A polític
a pode até demorar, mas não falha”, declarou.Com o embate agora exposto de forma pública e sem filtros, Capoeiras vive um dos momentos mais tensos de sua política recente. Em meio à programação da tradicional Festa de São José, que deveria simbolizar união e celebração, o município se vê mergulhado em um cenário de confronto aberto, troca de acusações graves e uma disputa cada vez mais agressiva pelo controle da narrativa política.
Nos bastidores, a leitura é clara: não há mais espaço para reconciliação. O que se vê é uma guerra declarada, onde antigos aliados agora ocupam lados opostos — e falam cada vez mais alto.