quinta-feira, 9 de abril de 2026
EM SANTA MARIA DA BOA VISTA, GOVERNADORA RAQUEL LYRA ENTREGA 691 TÍTULOS DE PROPRIEDADE, ÔNIBUS ESCOLARES E ASSINA CONVÊNIOS VOLTADOS À INFRAESTRUTURA URBANA
SPORT IMPÕE FORÇA NA ILHA, GOLEIA RETRÔ E DISPARA COM 100% NA COPA DO NORDESTE
O resultado não apenas garantiu mais três pontos, como consolidou a equipe rubro-negra na liderança isolada do Grupo C, mantendo uma campanha perfeita até aqui. Mais do que o placar elástico, o desempenho evidenciou a consistência e a capacidade de imposição do Sport dentro de casa.
Apesar de um primeiro tempo equilibrado, com o Retrô bem postado defensivamente e dificultando as ações ofensivas do adversário, o panorama da partida mudou completamente após o intervalo. O Sport voltou mais intenso, acelerando o ritmo e explorando melhor os espaços, o que rapidamente se traduziu em vantagem no marcador.
Aos 14 minutos da etapa final, Iury Castilho abriu o placar, destravando o jogo e inflamando a arquibancada. O gol trouxe ainda mais confiança ao time leonino, que passou a dominar as ações com naturalidade. Aos 28 minutos, foi a vez de Barletta ampliar, consolidando o controle da partida. Sem dar tempo para reação, Habraão fechou a conta aos 31 minutos, selando a goleada e transformando o triunfo em uma demonstração de força.
O Retrô, que até então sustentava um sistema defensivo consistente, não conseguiu reagir à intensidade imposta pelo Sport no segundo tempo e acabou sucumbindo à pressão rubro-negra.
Com o apito final, o ambiente na Ilha do Retiro foi de confiança e empolgação, refletindo o momento positivo vivido pela equipe na competição regional. O elenco já volta suas atenções para a sequência da temporada. A reapresentação está marcada para esta quinta-feira (9), no CT José de Andrade Médicis, onde a comissão técnica inicia a preparação visando o próximo desafio.
O Sport volta a campo no sábado (11), às 18h (horário de Brasília), novamente diante de sua torcida, quando enfrenta o Avaí Futebol Clube. A expectativa é de mais um grande público e da manutenção do embalo rubro-negro, que, até aqui, se apresenta como um dos times mais consistentes da competição.
Embalado, líder e com 100% de aproveitamento, o Leão segue mostrando que pretende ir longe na Copa do Nordeste, transformando desempenho em resultado e confiança em combustível para voos ainda mais altos.
RUPTURA POLÍTICA ABALA BASE DE RAQUEL LYRA NA ALEPE E ESCANCARA CRISE COM O PP ÀS VÉSPERAS DE DECISÕES ESTRATÉGICAS
A decisão, que já vinha sendo gestada nos bastidores, ganhou contornos definitivos após a exoneração de Bruno Rodrigues da presidência da Ceasa. A saída do aliado, indicado diretamente pelo deputado federal Eduardo da Fonte — uma das principais lideranças do PP no estado — foi interpretada como um gesto político de ruptura por parte do Palácio do Campo das Princesas. Integrantes da legenda classificaram o episódio como “a gota d’água” em uma relação que já vinha marcada por desgastes sucessivos.
Com o rompimento, o governo perde, de forma imediata, o apoio de 10 deputados estaduais, reduzindo significativamente sua margem de articulação política e ampliando o risco de dificuldades na aprovação de matérias estratégicas. O impacto pode ser ainda maior: há expectativa de que o União Brasil, partido que integra a federação União Progressista ao lado do PP, avalie seguir o mesmo caminho. Caso isso se concretize, o número de parlamentares fora da base governista pode chegar a 11, aprofundando a crise.
O afastamento do PP não ocorre de maneira isolada, mas é resultado de um acúmulo de insatisfações. Nos últimos meses, a legenda vinha demonstrando incômodo com a perda de espaço na administração estadual, especialmente após a exoneração de indicados em cargos considerados estratégicos. A leitura interna é de que houve um enfraquecimento deliberado da participação do partido no governo, o que contribuiu para o distanciamento político progressivo.
Nos corredores da Alepe, o clima é de apreensão. Parlamentares avaliam que a saída da bancada progressista compromete a governabilidade em um momento particularmente sensível. Entre os principais desafios está a tramitação da Lei Orçamentária Anual (LOA), peça fundamental para o funcionamento da máquina pública e que exige articulação política consistente para sua aprovação. Sem uma base sólida, o Executivo pode enfrentar resistência e até mesmo alterações significativas no texto original.
Além do impacto imediato nas votações, o rompimento também projeta efeitos no cenário eleitoral de 2026. A reorganização das forças políticas no estado começa a ganhar novos contornos, com partidos reposicionando suas estratégias e alianças. O PP, agora fora da base governista, passa a ter maior liberdade para construir novos caminhos, inclusive no campo da oposição.
O próximo capítulo dessa crise já tem data marcada. O deputado Eduardo da Fonte convocou uma reunião para a próxima segunda-feira (13), quando a bancada progressista deverá se reunir para definir oficialmente os rumos políticos da legenda. O encontro é aguardado com expectativa, tanto por aliados quanto por adversários, já que poderá consolidar o novo posicionamento do partido e influenciar diretamente o tabuleiro político estadual.
Enquanto isso, o governo de Raquel Lyra se vê diante do desafio de recompor sua base, reabrir canais de diálogo e evitar novos desgastes que possam comprometer ainda mais sua sustentação na Alepe. O episódio evidencia não apenas uma crise pontual, mas um momento de inflexão na relação entre Executivo e Legislativo em Pernambuco, com desdobramentos que devem repercutir nos próximos meses.
GOVERNO DE PERNAMBUCO FORTALECE PRIMEIRA INFÂNCIA COM FORMAÇÃO ANTIRRACISTA NO MUNICÍPIO DE SALOÁ
PESQUISAS MOSTRAM, "NADA DE DEFINIÇÃO"
Essa é a leitura do cientista político Adriano Oliveira, que avalia o atual momento eleitoral como um campo aberto, porém com sinais relevantes de consolidação de imagem por parte da atual governadora. Para ele, não seria surpreendente uma vitória de Raquel Lyra já na primeira etapa da disputa, hipótese sustentada menos pelos números isolados e mais pela evolução da percepção do eleitorado.
Os dados do Instituto Simplex, divulgados nesta quarta-feira (8), ajudam a dimensionar esse equilíbrio. No cenário estimulado, Raquel aparece com 42,6% das intenções de voto, tecnicamente empatada com João Campos, que soma 42,3%, dentro de uma margem de erro de três pontos percentuais. Quando o número de candidatos é reduzido, a vantagem da governadora se amplia ligeiramente, atingindo 44,8% contra 43,2% do adversário. Já no cenário espontâneo, considerado um termômetro mais fiel da lembrança do eleitor, Raquel lidera com 33,8%, enquanto Campos registra 28,5%, embora o alto índice de indecisos — 32,7% — ainda revele um eleitorado em formação.
Para Adriano Oliveira, o diferencial não está apenas nos percentuais, mas na construção simbólica da candidatura. Segundo ele, há uma mudança perceptível na forma como a população enxerga a governadora, associando sua imagem a atributos como dedicação e capacidade de trabalho. Esse tipo de percepção, historicamente, tende a se converter em intenção de voto à medida que a campanha avança.
Outro fator decisivo, segundo o cientista político, é a taxa de aprovação da gestão estadual. Ele destaca que governadores com índices entre 60% e 65% entram em uma zona eleitoral altamente competitiva, muitas vezes suficiente para garantir a reeleição ainda no primeiro turno. Nesse contexto, a avaliação administrativa passa a ser mais determinante do que alianças tradicionais ou discursos ideológicos.
Apesar disso, o cenário está longe de ser uniforme. Pesquisa do instituto Veritá, divulgada dias antes, apresenta um quadro mais fragmentado, com Raquel Lyra e João Campos empatados em 15,6%, seguidos por Anderson Ferreira (12,1%) e Gilson Machado (10%). A diferença entre os levantamentos, segundo especialistas, está diretamente ligada ao número de candidatos testados, o que dilui os percentuais e altera a leitura do cenário.
Já o Instituto Real Time Big Data trouxe um retrato distinto ao apontar João Campos com 50% das intenções de voto, contra 33% de Raquel Lyra, indicando até mesmo a possibilidade de vitória do socialista no primeiro turno. A divergência entre pesquisas reforça a volatilidade do momento e a importância de observar tendências, e não apenas números isolados.
No campo estratégico, a eleição em Pernambuco tende a seguir uma lógica própria, com menor influência da polarização nacional. A possível associação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, é vista como um fator de impacto limitado fora da Região Metropolitana do Recife. A indefinição sobre o posicionamento de Lula no estado também é interpretada como movimento calculado, evitando desgastes e preservando alianças para um eventual segundo turno.
Enquanto isso, Raquel Lyra amplia sua vantagem estrutural. Com base aliada consolidada na Assembleia Legislativa e apoio de lideranças regionais — incluindo o grupo liderado por Miguel Coelho, cotado para compor a chapa majoritária — a governadora aposta na força do interior e no peso das entregas administrativas. A lógica é clara: candidatos à reeleição carregam consigo obras, programas e uma máquina política ativa.
Por outro lado, João Campos mantém forte influência na Região Metropolitana, especialmente no Recife, mas enfrenta o desafio clássico de expandir sua presença no interior do estado, onde tradicionalmente se definem eleições majoritárias em Pernambuco.
Diante desse quadro, a disputa permanece aberta, marcada por equilíbrio técnico, alto índice de indecisos e narrativas em construção. Mais do que uma eleição polarizada, o que se desenha é uma corrida onde gestão, articulação política e capilaridade territorial devem pesar mais do que alinhamentos ideológicos nacionais.
A tendência, segundo especialistas, é de uma definição apertada — seja no primeiro turno ou em uma eventual segunda etapa —, consolidando 2026 como uma das eleições mais imprevisíveis da história recente do estado.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
RAQUEL LYRA ENTREGA PRIMEIRA ETA COM ULTRAFILTRAÇÃO DO SERTÃO E GARANTE FIM DO RODÍZIO EM LAGOA GRANDE
EM PETROLINA, RAQUEL LYRA REALIZA ENTREGAS NO HOSPITAL DOM MALAN E VISTORIA OBRAS NA EDUCAÇÃO E SEGURANÇA
ARCOVERDE AVANÇA NA SAÚDE COM ZECA CAVALCANTI AUTORIZANDO PRIMEIRA UBS DE PORTE III E REDEFININDO ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO
A previsão é que a obra seja concluída em até 12 meses, prazo considerado viável diante do planejamento apresentado pela gestão. Quando entregue, a UBS de Porte III deverá beneficiar milhares de moradores, consolidando-se como um marco na política pública de saúde de Arcoverde. A iniciativa também simboliza a integração entre município e Governo Federal na execução de projetos estruturadores, capazes de impactar diretamente a qualidade de vida da população.
Em um cenário onde a demanda por serviços de saúde cresce de forma constante, a implantação de uma unidade com esse porte e capacidade representa não apenas um avanço físico, mas uma resposta concreta às necessidades da população. A nova UBS surge, assim, como um instrumento de transformação, elevando o padrão da Atenção Primária e reafirmando o compromisso da gestão municipal com uma saúde mais acessível, eficiente e humanizada.