segunda-feira, 8 de junho de 2026

PREFEITURA DE GOIANA CONQUISTA NOVA MOTONIVELADORA EM PARCERIA COM O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

A Prefeitura de Goiana acaba de garantir um importante reforço para o desenvolvimento e a infraestrutura da cidade. O prefeito Marcílio Régio esteve nesta segunda-feira (8) em Recife, na sede da Superintendência Regional do Ministério da Agricultura, para oficializar o recebimento de uma nova motoniveladora, popularmente conhecida como patrol. A aquisição do maquinário, que representa um investimento de aproximadamente R$ 500 mil reais, é fruto de um convênio firmado entre a gestão municipal e o Governo Federal.

A conquista contou com a articulação e intermediação direta do deputado federal Guilherme Uchôa Júnior, que esteve ao lado do prefeito durante o encontro na capital pernambucana, evidenciando a força da parceria política em prol do município. "Essa é uma grande vitória para o nosso povo e fruto de muito trabalho. Quero agradecer imensamente ao deputado Guilherme Uchôa Júnior por ter sido a ponte fundamental para que esse convênio se tornasse realidade. Essa patrol tem uma importância gigantesca para Goiana, pois vai nos dar a capacidade de acelerar obras, melhorar nossos acessos e garantir mais qualidade de vida para a nossa população", destacou o prefeito Marcílio Régio.

O novo equipamento será destinado ao uso estratégico da Secretaria de Obras e da Secretaria de Serviços Públicos, representando um salto na capacidade de atendimento das demandas nas zonas urbana e rural. A motoniveladora é um maquinário de engenharia pesada essencial para obras estruturadoras, caracterizada por sua longa lâmina central ajustável. Na prática, a patrol atuará diretamente na terraplenagem, no nivelamento de precisão de vias, na escarificação para descompactação do solo e no acabamento de base para futuras pavimentações em Goiana.

PALANQUE DUPLO DE LULA EM PERNAMBUCO GANHA FORÇA E RAQUEL LYRA DESTACA RELAÇÃO DE CONFIANÇA COM O GOVERNO FEDERAL

A possibilidade de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contar com dois palanques em Pernambuco na disputa pela reeleição em 2026 ganhou ainda mais repercussão nesta segunda-feira (8), após declarações do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias (PT), e a resposta da governadora Raquel Lyra (PSD). Embora tenha evitado tratar diretamente do cenário eleitoral, a gestora estadual reforçou a boa relação institucional construída com o governo federal e afirmou que existe uma relação de confiança entre as duas partes.

A declaração de Raquel aconteceu durante a entrega de 40 novos ônibus destinados ao transporte público da Região Metropolitana do Recife, em cerimônia realizada no Palácio do Campo das Princesas. Questionada sobre as recentes falas de Wellington Dias, que admitiu a possibilidade de Lula ter dois palanques no estado — um liderado pelo prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), e outro representado pela própria governadora —, Raquel preferiu destacar os resultados da parceria administrativa entre Pernambuco e a União.

Segundo a governadora, desde o início de sua gestão houve disposição para construir uma relação produtiva com o presidente da República, contrariando avaliações que apontavam dificuldades de convivência política entre os dois grupos. Raquel ressaltou que o governo federal tem contribuído com ações e investimentos importantes para Pernambuco e afirmou que a confiança construída ao longo dos últimos anos permitiu uma cooperação sólida entre Brasília e o Palácio do Campo das Princesas.

A fala ocorre no mesmo dia em que foi publicada entrevista de Wellington Dias ao jornal O Globo. Integrante da coordenação da campanha de reeleição de Lula, o ministro analisou o cenário pernambucano e indicou que o presidente poderá contar com apoio de diferentes forças políticas no estado. Ao comentar a situação local, Dias lembrou que Raquel Lyra disputou as eleições de 2022 em posição de oposição ao PT no primeiro turno, mas adotou uma postura mais neutra na etapa decisiva da disputa. O ministro também destacou que parte significativa de lideranças ligadas ao campo político do presidente acabou apoiando a então candidata na reta final daquela eleição.

As declarações reacendem o debate sobre a configuração do palanque presidencial em Pernambuco. Tradicionalmente um dos estados mais importantes para o PT no Nordeste, Pernambuco vive um cenário político singular. De um lado está João Campos, principal nome da Frente Popular para a sucessão estadual e aliado histórico do presidente Lula. Do outro, Raquel Lyra, que mesmo filiada ao PSD e sem integrar formalmente a base petista, tem mantido interlocução frequente com o governo federal e participado de agendas conjuntas com ministros e representantes da União.

O contexto também evidencia as diferentes correntes existentes dentro do próprio Partido dos Trabalhadores em Pernambuco. Embora a legenda esteja oficialmente integrada ao projeto liderado por João Campos e tenha o senador Humberto Costa como pré-candidato à reeleição, alguns quadros importantes do partido mantêm uma relação próxima com a governadora, a exemplo do deputado estadual João Paulo, alimentando especulações sobre possíveis movimentações políticas ao longo da campanha.

Enquanto isso, João Campos demonstra tranquilidade em relação ao posicionamento de Lula. Em entrevista concedida anteriormente à CBN Recife, o prefeito destacou a sólida aliança nacional entre PSB e PT, presente em diversos estados brasileiros, e revelou ter recebido do próprio presidente manifestações de apoio ao seu projeto de disputar o Governo de Pernambuco. Segundo João, não há dúvidas de que a parceria entre os dois partidos será mantida durante o processo eleitoral e que a relação construída ao longo dos últimos anos fortalece a perspectiva de uma campanha conjunta.

Com a aproximação das eleições de 2026, Pernambuco se consolida como um dos estados mais observados do cenário político nacional. As declarações de Wellington Dias, a cautela adotada por Raquel Lyra e a confiança demonstrada por João Campos mostram que a disputa estadual poderá ter reflexos diretos na estratégia presidencial de Lula. Embora o desenho definitivo dos palanques ainda esteja em construção, o debate já revela a complexidade das alianças políticas pernambucanas e o peso que o estado terá na corrida eleitoral do próximo ano.

PT APAGA RUÍDO E EDINHO SILVA CRAVA: “LULA TEM APENAS UM PALANQUE EM PERNAMBUCO”

As declarações sobre o cenário eleitoral de Pernambuco para 2026 ganharam um novo capítulo nesta segunda-feira e evidenciaram as disputas de narrativa em torno do apoio do presidente Lula no Estado. Depois de o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, afirmar em entrevista ao jornal O Globo que o presidente poderia contar com dois palanques em Pernambuco — um ao lado da governadora Raquel Lyra (PSD) e outro junto ao prefeito do Recife, João Campos (PSB), pré-candidato ao Governo do Estado — a direção nacional do PT entrou em campo para encerrar a polêmica.

Quem tratou de colocar um ponto final na discussão foi o presidente nacional do PT e coordenador da campanha de reeleição de Lula, Edinho Silva. Em declaração firme, o dirigente descartou qualquer possibilidade de divisão formal do apoio petista em Pernambuco e reafirmou o alinhamento histórico entre o PT e o PSB.

“Essa posição está clara desde o início. Em Pernambuco, o presidente Lula tem um único palanque, é o do João Campos. O PSB é o maior aliado do PT no Brasil todo. Esse ruído é desnecessário”, afirmou Edinho.

A fala do dirigente nacional possui peso político relevante porque parte justamente de quem terá a missão de coordenar a estratégia eleitoral do presidente Lula em 2026. Ao reafirmar João Campos como representante oficial do projeto lulista no Estado, Edinho reforça a aliança construída entre PT e PSB nos últimos anos e busca afastar interpretações que possam indicar uma flexibilização desse entendimento.

A controvérsia começou após Wellington Dias admitir a possibilidade de convivência política entre Lula e a governadora Raquel Lyra durante o processo eleitoral. A declaração repercutiu imediatamente nos bastidores pernambucanos, especialmente porque a gestora estadual vem ampliando sua aproximação institucional com o Governo Federal e mantém elevados índices de aprovação administrativa. A leitura feita por setores da política local foi de que o ministro estaria sinalizando uma estratégia de convivência com dois campos políticos distintos no Estado.

O posicionamento provocou reações imediatas porque João Campos já havia afirmado em diversas ocasiões que Lula participará ativamente da campanha da Frente Popular em Pernambuco. O prefeito do Recife tem sustentado que a aliança nacional entre PT e PSB será reproduzida no Estado e que o presidente deverá subir em seu palanque durante a disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.

Mais do que uma divergência de discursos, o episódio expõe uma realidade que vem sendo observada dentro do próprio PT pernambucano. A legenda convive atualmente com diferentes correntes e lideranças que mantêm relações políticas distintas com o Governo do Estado. Enquanto uma parcela da sigla defende alinhamento total ao projeto de João Campos, outro grupo reconhece a importância da interlocução institucional construída por Raquel Lyra junto ao Governo Federal.

Nesse contexto, a declaração de Wellington Dias acabou sendo interpretada por muitos como um reflexo dessas movimentações internas e da complexidade do cenário político pernambucano. Já a resposta de Edinho Silva surge como uma tentativa clara de unificar o discurso partidário e evitar que o tema produza desgastes antecipados na estratégia eleitoral do presidente Lula.

A discussão também revela o tamanho da importância de Pernambuco para a eleição presidencial de 2026. Considerado um dos principais colégios eleitorais do Nordeste, o Estado ocupa posição estratégica para qualquer projeto nacional. Por isso, cada gesto, declaração ou sinalização envolvendo Lula, João Campos e Raquel Lyra passa a ser observado com atenção redobrada por aliados e adversários.

Ao menos por enquanto, a direção nacional do PT busca encerrar o debate. A mensagem transmitida por Edinho Silva é direta: para a campanha presidencial petista, o palanque oficial de Lula em Pernambuco continua sendo o liderado por João Campos. Resta saber se as movimentações políticas dos próximos meses conseguirão manter esse desenho sem novos ruídos ou se o avanço das articulações eleitorais voltará a colocar o tema no centro das discussões.

DUPLO PALANQUE DE LULA EM PERNAMBUCO É CONFIRMADO E FRUSTRA ESTRATÉGIA DO PSB NA DISPUTA PELO PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS

A corrida eleitoral de 2026 em Pernambuco ganhou um novo capítulo e, desta vez, com uma sinalização que dificilmente pode ser tratada como especulação de bastidores. A declaração do ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, confirmando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manterá dois palanques no Estado, representa um duro golpe na estratégia política construída pelo PSB ao longo dos últimos meses.

A fala do ministro, publicada pelo jornal O Globo, possui um peso diferenciado porque parte justamente de uma das principais peças da engrenagem eleitoral do presidente no Nordeste. Escalado por Lula para coordenar as articulações da campanha presidencial na região, Wellington Dias deixou claro que Pernambuco integra o grupo de estados onde o petista pretende conviver politicamente com dois aliados na disputa estadual. Ao citar nominalmente a governadora Raquel Lyra e o prefeito do Recife João Campos, o ministro praticamente encerrou uma das maiores incógnitas da pré-campanha pernambucana.

A declaração desmonta uma expectativa cultivada por setores do PSB desde o início do ano. Nos bastidores, lideranças socialistas apostavam que a proximidade histórica entre Lula e João Campos acabaria resultando em um apoio exclusivo do presidente ao projeto socialista em Pernambuco. Essa tese ganhou ainda mais força após encontros realizados em Brasília e discursos de aliados que alimentavam a percepção de que o Palácio do Planalto caminhava para uma definição favorável ao prefeito recifense.

Em Serra Talhada, por exemplo, João Campos chegou a relatar publicamente conversas com Lula que foram interpretadas por aliados como sinais positivos de alinhamento político. A expectativa criada era a de que, mais cedo ou mais tarde, o presidente oficializaria um palanque único no Estado. A confirmação de Wellington Dias, entretanto, aponta para uma direção completamente diferente.

O movimento também revela a estratégia pragmática adotada por Lula para as eleições de 2026. Em vez de escolher entre dois importantes aliados, o presidente opta por preservar pontes com ambos. De um lado está João Campos, liderança emergente do PSB e nome de grande relevância nacional dentro do campo progressista. Do outro está Raquel Lyra, governadora que vem consolidando uma ampla base municipal, apresenta elevados índices de aprovação e mantém relação institucional estável com o governo federal.

A posição do Planalto ganha ainda mais significado quando analisada à luz do atual cenário eleitoral. Pesquisas recentes apontam crescimento da aprovação da gestão estadual e mostram Raquel Lyra em posição altamente competitiva na disputa pelo Governo de Pernambuco. Ao contrário do que projetavam adversários, a governadora conseguiu preservar sua base política, ampliar alianças e manter forte influência sobre a maioria dos prefeitos pernambucanos.

Nesse contexto, o apoio exclusivo de Lula passou a ser visto por integrantes do PSB como uma das poucas variáveis capazes de alterar significativamente o equilíbrio da disputa. Com a confirmação do duplo palanque, essa possibilidade praticamente deixa de existir, obrigando a campanha socialista a buscar novos caminhos para ampliar sua competitividade.

A declaração de Wellington Dias também surge em meio ao aumento da tensão entre PT e PSB em nível nacional. Nos últimos dias, lideranças socialistas demonstraram incômodo com o que classificam como indefinição do partido do presidente em estados estratégicos. Pernambuco tornou-se um dos principais símbolos desse desconforto, justamente por reunir dois aliados disputando o mesmo espaço político.

Apesar disso, a eleição permanece aberta. Pernambuco possui um histórico marcado por reviravoltas e mudanças de cenário ao longo das campanhas. João Campos segue sendo um dos nomes mais fortes da política estadual e possui capital político consolidado na Região Metropolitana do Recife. Raquel Lyra, por sua vez, entra na fase decisiva da pré-campanha respaldada pela força da máquina estadual, pelo crescimento dos índices de aprovação e pela manutenção de uma robusta rede de apoios municipais.

O fato novo, porém, parece incontestável. Pela primeira vez, uma voz diretamente ligada à coordenação nacional da campanha de Lula reconhece publicamente que o presidente pretende caminhar ao lado de Raquel Lyra e João Campos em Pernambuco. Para o PSB, a notícia representa o encerramento de uma expectativa construída ao longo de meses. Para a governadora, reforça a estratégia de diálogo com Brasília. E para o eleitor pernambucano, sinaliza que a disputa pelo Palácio do Campo das Princesas será marcada por uma configuração política incomum: dois adversários estaduais buscando, ao mesmo tempo, a proximidade com o mesmo presidente da República.

EDINAZIO REAFIRMA APOIO DO SOLIDARIEDADE A RAQUEL LYRA E PROJETA FUTURO NACIONAL PARA GOVERNADORA

O presidente estadual do Solidariedade em Pernambuco, Edinazio Silva, oficializou o apoio da legenda à governadora Raquel Lyra e destacou a trajetória de parceria construída ao longo dos últimos anos. Segundo ele, a relação política entre o partido e a governadora teve início em 2016, durante a primeira disputa de Raquel pela Prefeitura de Caruaru, sendo mantida também na campanha de reeleição em 2020.

Ao recordar o histórico da aliança, Edinazio ressaltou que o Solidariedade esteve presente em momentos decisivos da caminhada política da governadora. Para o dirigente, a legenda apostou desde cedo em uma liderança que demonstrava capacidade de gestão e forte conexão com a população pernambucana.

O presidente estadual também enfatizou que, nas eleições de 2022, o Solidariedade foi o único partido a apoiar integralmente o projeto de Raquel Lyra para o Governo de Pernambuco desde o início da disputa. Na avaliação dele, a decisão confirmou a visão estratégica da legenda e fortaleceu a confiança no projeto político que hoje comanda o estado.

Demonstrando entusiasmo com o futuro da governadora, Edinazio afirmou acreditar na continuidade do sucesso político de Raquel. Segundo ele, a gestora reúne experiência administrativa, capacidade de articulação e resultados que a credenciam para voos ainda mais altos na política brasileira.

Para o dirigente, o fortalecimento de Pernambuco no cenário nacional poderá ampliar o protagonismo da governadora nos próximos anos. Em sua avaliação, após consolidar o estado como uma das principais referências do Nordeste, Raquel Lyra tem potencial para se tornar uma liderança de alcance nacional, ampliando sua influência política para além das fronteiras pernambucanas.

JONES MANOEL RECEBE DOAÇÕES DE APOIADORES DE 115 MUNICÍPIOS PERNAMBUCANOS

Além de arrecadar contribuições de todo o Brasil, financiamento do pré-candidato a deputado federal por Pernambuco cobre todas as microrregiões do Estado, do Litoral ao Sertão

A pré-candidatura de Jones Manoel a deputado federal por Pernambuco (Federação PSOL-Rede Sustentabilidade) alcançou outra marca com o apoio de pessoas de 115 municípios do Estado, segundo dados coletados, neste último sábado (6/06) na plataforma de financiamento coletivo Quero Apoiar. Até o momento, a vaquinha virtual acumula cerca de R$ 365 mil em doações. 

O financiamento coletivo funciona como termômetro do engajamento real da militância e dos simpatizantes, sem depender de grandes doadores ou de estrutura partidária tradicional. As doações podem ser feitas pelo site apoiar.me/jonesmanoel.

Em Pernambuco, Recife concentra o maior volume de apoios. Mas mais da metade das contribuições, 57,2% do total, veio de fora do Recife. 

“Esse dado mostra que a nossa pré-candidatura foi além da capital e da base digital. O Agreste reúne a maior diversidade territorial de apoiadores fora da Região Metropolitana, com 44 municípios, e Caruaru como principal polo. Já o Sertão está representado por 30 municípios, entre eles Petrolina, Serra Talhada, Arcoverde e Afogados da Ingazeira”, afirma Jones Manoel.

Sobre Jones Manoel

Jones Manoel é historiador, professor, mestre em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e comunicador popular com mais de 2 milhões de seguidores nas redes sociais. Nascido e criado na Favela da Borborema, na zona sul do Recife, tem mais de 15 anos de militância política.

As principais bandeiras da sua pré-candidatura são: Fim da escala 6x1, com jornada de trabalho de 30 horas semanais sem redução salarial; tarifa zero nos transportes públicos e contra a privatização do Metrô do Recife; contra as privatizações da Compesa e da Celpe-Neoenergia; saúde e educação públicas, gratuitas e de qualidade; enfrentamento ao colapso climático e às enchentes; combate à violência policial e ao racismo; universidade para o povo; e direitos para a população LGBTI+.

Apoie a pré-candidatura de Jones Manoel a deputado federal por Pernambuco: apoiar.me/jonesmanoel.

PRF DIVULGA RESULTADO DA OPERAÇÃO CORPUS CHRISTI EM PERNAMBUCO

Entre os dias 3 e 7 de junho, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a Operação Corpus Christi nas rodovias federais de Pernambuco. Ao longo de cinco dias, foram reforçadas ações de fiscalização, educação para o trânsito e enfrentamento ao crime para levar mais segurança a motoristas e passageiros.

Nesse período, foram registrados 42 sinistros com 33 feridos e nove mortes. A operação do ano anterior foi realizada entre os dias 18 e 24 de junho e coincidiu com o São João. No ano passado, foram registrados 49 sinistros, com 53 feridos e sete mortes.

Do total de mortes, sete envolveram motocicletas. O caso mais grave foi registrado sábado (6), na BR 232, em Pesqueira, no Agreste. Uma caminhonete atingiu a parte de trás de uma motocicleta e um casal que estava na moto faleceu no local. De acordo com o motorista, a motocicleta seguia apagada pela rodovia. O condutor realizou o teste do bafômetro, que não indicou consumo de álcool. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Em cinco dias de operação, foram fiscalizados 4.279 Veículos e 3.323 pessoas, emitidas 2.003 autuações e registradas 410 toneladas de excesso de peso em veículos de carga.

Entre as infrações, destaca-se o excesso de velocidade, com 302 imagens registradas no radar, as ultrapassagens indevidas, com 114 autuações, além do não uso do cinto de segurança (64),  a ausência do capacete (45), o desrespeito à Lei do Descanso (40), o excesso de peso (26), o uso do celular na direção (18) e a falta da cadeirinha (10). No  combate à embriaguez ao volante, foram realizados 2.846 testes com o bafômetro, que resultaram em 45 autuações e em dois motoristas detidos sob efeito de álcool.

Para prevenir colisões graves, foram retirados 401 animais que estavam soltos nas rodovias e prestados 102 auxílios a motoristas que tiveram problemas com os veículos. As ações de educação para o trânsito alcançaram 2.772 pessoas com atividades do Cinema Rodoviário e abordagens educativas nas rodovias.

As ações de combate ao crime resultaram em quatro veículos recuperados e dez pessoas detidas por diversos crimes, como receptação, crimes ambientais e com mandado de prisão em aberto.

ARSÊNIO E JANJÃO, A DOBRADINHA QUE MUDOU BOM JARDIM

A entrevista concedida pelo prefeito Arsênio dos Minérios à Rádio Integração FM serviu não apenas para apresentar o balanço das ações da atual gestão, mas também para reforçar uma avaliação que tem ganhado força nos bastidores políticos e entre a população de Bom Jardim: a continuidade administrativa entre os governos de Janjão e Arsênio se transformou em uma das principais marcas do município nos últimos anos.

Ao detalhar o conjunto de obras e serviços que estão em andamento, Arsênio mostrou uma cidade em constante transformação, com intervenções espalhadas pela zona urbana e rural, investimentos em infraestrutura e uma série de ações que vêm alterando a paisagem do município. O cenário, segundo o prefeito, é resultado de um trabalho que não começou agora, mas que teve origem em uma gestão anterior que preparou o terreno para que os avanços pudessem continuar acontecendo.

Durante a entrevista, Arsênio reconheceu que recebeu uma administração estruturada, fruto do trabalho desenvolvido pelo ex-prefeito Janjão. Ao final de seu mandato, Janjão deixou a Prefeitura com equilíbrio financeiro, recursos em caixa, obras licitadas, contratos em andamento e projetos estratégicos encaminhados. A organização administrativa permitiu que a nova gestão assumisse sem interrupções e desse sequência a um planejamento já em curso.

Essa transição sem rupturas é apontada por muitos observadores da política local como um dos fatores que explicam o atual momento vivido por Bom Jardim. Diferentemente de cenários comuns em diversas cidades brasileiras, onde mudanças de governo costumam provocar paralisações e revisões de projetos, o município manteve o ritmo de investimentos e ampliou a capacidade de execução de obras e serviços públicos.

O resultado é visível nas ruas, nas comunidades rurais e nos equipamentos públicos que vêm recebendo melhorias. Máquinas trabalhando, obras avançando e novos investimentos chegando se tornaram parte da rotina dos moradores, fortalecendo a percepção de que Bom Jardim atravessa um dos períodos mais dinâmicos de sua história recente.

Nos meios políticos, a parceria entre Janjão e Arsênio já é vista como uma dobradinha administrativa que produziu resultados concretos para a população. Enquanto Janjão ficou marcado pela organização financeira, pelo planejamento e pela preparação de importantes investimentos, Arsênio tem assumido o papel de acelerar a execução das ações e ampliar as entregas à população.

A combinação entre planejamento e continuidade administrativa tem garantido estabilidade à gestão municipal e fortalecido um modelo que prioriza resultados. Em vez de disputas sobre o legado do passado, a atual administração tem apostado na valorização do que foi construído anteriormente e na ampliação das conquistas já alcançadas.

A entrevista à Integração FM evidenciou justamente essa sintonia. Ao apresentar os avanços de sua gestão, Arsênio deixou claro que os resultados atuais também passam pelo trabalho realizado anteriormente por Janjão. Mais do que uma simples sucessão política, a trajetória dos dois gestores tem sido associada a um projeto administrativo que, na avaliação de aliados e moradores, ajudou a mudar a realidade de Bom Jardim.

Com obras em andamento, investimentos sendo executados e novos projetos previstos para os próximos meses, o município segue consolidando um ciclo de crescimento sustentado. E, para muitos bonjardinenses, a história recente da cidade pode ser resumida em uma fórmula que uniu planejamento, continuidade e gestão: a dobradinha entre Janjão e Arsênio que ajudou a transformar Bom Jardim.